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Na sondagem presente nesta página e que infra analisei, os entrevistados foram convidados a escolher entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite em sete categorias.
A categoria que mais me fez reflectir foi a que diz respeito à arrogância. Previsivelmente Sócrates bateu aos pontos a líder do PSD. O Expresso assume esta categoria como negativa, na análise que faz ao inquérito, o que me suscitou uma interrogação: será que queremos líderes moles, consensuais e sempre sorridentes? Quantos líderes com este perfil ficaram para a história por bons motivos? Não será a arrogância algo inerente a uma liderança de pulso firme, auto-confiante e tendencialmente inabalável, que se quer para um País que precisa como de pão para a boca de um Governo reformista, ainda para mais em tempo de crise? Não será que o principal problema de António Guterres (entre outros) foi o facto de ser excessivamente secular, sendo sabido que isso leva com maior facilidade ao desrespeito?
Creio que também neste ponto, algo polémico, Sócrates brilha nos resultados expressos.
Submeto-me às Vossas críticas!

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A página dez do Expresso, que tem passado em branco neste Sábado blogosférico, deve ser alvo de uma profunda reflexão.
Constando de um semanário no mínimo insuspeito de apoio ao Governo, a sondagem que a preenche é no mínimo arrasadora das perspectivas de sucesso de Manuela Ferreira Leite e do PSD para as próximas Legislativas.
O estudo, de pura comparação entre as personalidades, sugere que os entrevistados escolham entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite numa série de sete categorias. A saber: (1) competência para governar, (2) conhecimentos dos problemas do País, (3) conhecimentos dos problemas europeus e mundiais, (4) liderança, (5) determinação, (6) arrogância e (7) honestidade.
Destas sete, seis são categorias positivas, todas à excepção da arrogância. Nessas seis categorias, fazendo a média, Sócrates bate Ferreira Leite com uma média de 42,18% à maior. O cenário ganha contornos dramáticos se tivermos em consideração que uma das categorias é a honestidade e que apenas nessa Manuela Ferreira Leite ganha, ainda com míseros 4,1% de vantagem. Descontando essa categoria, Sócrates cilindra a líder do PSD com uma média de 51,44% de vantagem em média.
Nem com mais de um mês de furacão Freeport o PSD se aproxima de um cenário propício a sorrir e, pior que isso, a diferença no que toca ao barómetro da honestidade é residual.

Urge mudar algo, digo eu. A velha democracia agradece.

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Ex-Grande Repórter da VISÃO acusa Pinto Balsemão de o ter impedido de publicar reportagem com testemunhos que garantem ter avistado prisioneiros na Base Aérea das Lajes nos Açores. Calúnia certamente...alguma vez isto se passaria em Portugal, ainda para cima com uma figura do PSD , partido que não tem nenhuma influência na comunicação social, por favor! Ele há com cada acusação mais disparatada....

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Entretanto, as suspeitas de que as fugas ao segredo de justiça tiveram um alcance que vai muito para além levou muita gente a recear que o caso esteja a ser investigado e o próprio Expresso veio assegurar, em editorial, que não esteve envolvido em qualquer manobra: «Por isso, além do material que publicámos, temos material que recusámos publicar, ou por não estar devidamente confirmado através do cruzamento de fontes, ou por não estar suficientemente documentado, ou, ainda, por nos parecer proveniente de pessoas cuja motivação poderia não ser o simples esclarecimento e informação, mas antes espalhar boatos ou meias-verdades. ». Isto é, a própria direcção do Expresso diz que houve pessoas que tentaram espalhar “boatos e meias-verdades” e cuja intenção poderia “não ser o simples esclarecimento e informação”. Nunca um jornal foi tão longe ao denunciar a existência de manobras duvidosas.- O Jumento
 

Não posso!

Estou-lhe a dizer!

Não acredito!

É verdade, estou-lhe a dizer!

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    JUSTIÇA, POLÍTICA OU LAMA? - Henrique Monteiro

     

    “Em Portugal tornou-se difícil confiar na investigação judicial. Como se vê por comentários na rua e na Internet, em vez de ser respeitada é discutida. A meu ver, porque ela, há muito tempo, não se dá ao respeito

    Quem rouba, desvia ou malbarata dinheiro ou património públicos deve ser punido. Não interessa o lugar que ocupa ou ocupou. Este é um princípio sagrado dos Estados de Direito próprios das sociedades livres.

    Em Portugal isto não acontece. Mas, infelizmente, também ninguém fica totalmente ilibado. Habitualmente, aqueles que são visados ficam num limbo de suspeição que corrói e destrói o sistema democrático e não responsabiliza ninguém.

    Vamos a factos:

    Carlos Melancia foi absolvido de um processo de corrupção que nasceu pouco antes das eleições presidenciais de 1991. Era governador de Macau nomeado pelo Presidente que se recandidatava, Mário Soares. O processo é meio kafkiano, uma vez que houve gente próxima dele condenada por o corromper.

    No processo Casa Pia, Ferro Rodrigues foi envolvido, mas nunca acusado; Paulo Pedroso foi detido, mas despronunciado. De qualquer modo, as suas vidas foram semiarruinadas num processo estranho e tortuoso.

    Nas últimas eleições de Lisboa, vieram a lume diversas suspeitas relacionadas com Portas: os submarinos, os sobreiros, o Casino Lisboa. Nada se sabe, mas não admira que voltem um dia destes.

    Sempre que Santana avança saltam processos mais ou menos estranhos que o envolvem. E agora, saltou de novo o caso 'Freeport', que anda desde 2004 a ser investigado. Mais uma vez irrompeu num ano eleitoral. Posso estar a ser injusto e a induzir conclusões que não são válidas. Mas é sinceramente o que me parece acontecer neste país desgraçado.

    Não se percebe que, perante notícias de um jornal (neste caso "O Sol") a Procuradoria faça um desmentido tão tortuoso ("os autos não contêm, até este momento, indícios juridicamente relevantes que mostrem o envolvimento de um qualquer ministro", etc, etc), para dias depois ir fazer buscas à empresa do tio do primeiro-ministro.

    Naturalmente, o tio e o sobrinho têm personalidades diferentes. Mas a mim, o que me parece é que há uma gestão política do processo. Vai em crescendo, aproximando-se do alvo qual caçador furtivo, utilizando a caixa amplificadora da comunicação social para alavancar investigações.

    A lama é, então, espalhada e sobra sempre um manto de dúvida. Nada é, depois, esclarecido por quem mexeu no processo. Entre o que se arquiva e o que fica em banho-maria, está a esmagadora maioria dos processos que envolvem figuras políticas. A verdade e a mentira diluem-se numa massa repugnante.”

     

     

     Freeport: depressa e bem - Fernando Madrinha

“As diligências da Polícia Judiciária no âmbito do caso Freeport — buscas à empresa de um tio de José Sócrates, aos escritórios dos advogados e dos arquitectos do empreendimento vieram alimentar as suspeitas levantadas em 2005, e retomadas há pouco pelo semanário "Sol", em torno do antigo ministro do Ambiente e hoje chefe do Governo.

Essas suspeitas são as mais graves alguma vez lançadas sobre um primeiro-ministro. Qualquer que seja o seu fundamento, ou a falta dele, já estão a causar danos irreparáveis na imagem do chefe do Executivo e candidato nas próximas eleições gerais.

É preciso que as autoridades policiais e judiciais tenham consciência desse facto e ajam em conformidade. O interesse publicamente declarado por José Sócrates em que os investigadores façam o seu trabalho, que o façam bem e com rapidez coincide inteiramente com o interesse de um país em crise e num ano crítico.”

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De acordo com o Expresso não é só um terço do património classificado pela UNESCO que ameaça ruir, é também a moral da actual administração da CGD caso não tome medidas em relação à vergonha que se passa com os ex-administradores reformados por questões de saúde, António Vila Cova e Gracinda Raposo.Inválidos uma ova!

Parece também que depois da derrocada do Império teremos a derrocada da República, diz que há na Madeira quem queira "uma espécie de federação", claro que querem, Alberto João não vai ficando mais novo e para a ilha Jardim seguir o caminho dos Açores e aprovar também um novo estatuto politico administrativo teria de aumentar o nível de fiscalização e de democracia em diversas áreas...e isso nunca, "jamé"!

De derrocada em derrocada até à derrocada final...

 

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«A guerra aberta entre os professores e a ministra da Educação é um manancial de perplexidades e incómodos. Registo alguns dos que me tocam.

1. É normal a ministra da Educação receber o líder da Fenprof, Mário Nogueira, depois de este afirmar que sairia da reunião caso a ministra, nos primeiros cinco minutos de conversa, não dissesse o que ele queria ouvir? Uma ministra, que representa o Estado, deve negociar nestas condições?

2. É normal um Governo desencadear um processo de avaliação sem, pelo menos, acautelar que um número significativo de visados compreende e aceita o modelo proposto?

3. É normal as escolas decidirem e, efectivamente, suspenderem um processo ao qual estão obrigados por lei e pela dependência orgânica do Ministério da Educação?

4. É normal existirem professores que, dentro do espaço da escola, façam autênticos comícios junto dos alunos contra a ministra e o Governo? E é normal que esses e outros professores incentivem alunos a ir a manifestações de rua contra a ministra?

5. É normal que um processo de avaliação seja tão odiado que leve 120 mil professores para a rua? Ou tudo isto não passa de uma explosão dos professores que ainda tem em vista o Estatuto da Carreira Docente que os obriga a muito mais permanência nas escolas, a mais trabalho e a mais dedicação?

6. É normal o Ministério da Educação apresentar um modelo de avaliação tão complexo que, passados uns tempos, necessita (segundo afirma a própria ministra) de um ‘simplex’?

7. É normal os professores verem-se envolvidos numa clara e evidente disputa pela liderança da CGTP, pelo facto de o líder da Fenprof ser o nome que o PCP gostaria de ver à frente da central, para substituir o ‘moderado’ Carvalho da Silva?

8. É normal que o próprio conceito de avaliação tenha de ser discutido pela ministra como se de uma questão política se tratasse, e, ao invés disto, nunca se ver uma discussão séria sobre a qualidade do ensino o qual, de acordo com os indicadores internacionais, é lamentável?

9. É normal nunca termos visto uma classe tão mobilizada como os professores protestar contra a degradação do ensino ou qualquer outro aspecto directamente relacionado com a Educação, mas apenas com as suas próprias condições e retribuições?

10. É normal um Conselho de Ministros discutir como se devem avaliar professores?

Estas 10 perguntas simples têm, a meu ver, todas a mesma resposta: não, não é normal.»-Henrique Monteiro- [Expresso assinantes] - recolhido via Jumento

 

Aproveitando o bom trabalho e a generosidade d' O Jumento deixo um artigo de opinião de Miguel Sousa Tavares que é imprescindível ler.

 

NÃO SE GOVERNAM NEM SE DEIXAM GOVERNAR

 

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O Henrique Raposo, no Expresso desta semana, lançou a terminologia de "reaço-esquerdistas", que o Rodrigo Adão da Fonseca classificou como deliciosa. Comecei a pensar sobre o tema. Lembrei-me então de um episódio, com cerca de dois anos, em que numa esplanada de Cascais falava com o pai de um grande amigo meu, brasileiro e petista, que me explicava o porquê de ser contra o casamento entre homossexuais. Tentei rebater o senhor, mas não consegui - fiquei então com a ideia de que se tratava de um "reaço-esquerdista".

 

Sei que para o Henrique Raposo isto não é um reaço-esquerdista. Falemos antes de economia e da suposta "falência do socialismo". O mesmo afirma que o liberalismo não está em causa, muito menos ferido de morte, com esta crise. Não consigo concordar com o Henrique Raposo. O liberalismo, para o bem e para o mal, foi sendo difundido, nas últimas décadas, por uma série de gestores, que apregoaram a falência do socialismo e do intervencionismo estatal na economia - tudo seria regulado pelo mercado e por uma mão invisível, tudo funcionaria melhor.

 

Anos passaram e os bancos começam a querer falir, o mercado pareceu não ser capaz de se auto-regular e a quem pedem agora apoio os gestores? Ao Estado, isso mesmo ao Estado, que se queria, anteriormente, cada vez menos intervencionista, cada vez menos Estado. Não será isto a falência de uma doutrina económica? Parece-me que sim.

 

Mas a política, quer seja liberal, ou conservadora, de esquerda, ou de direita continua igual. A melhor arma da defesa é o ataque e o Henrique Raposo sabe isso melhor do que ninguém. Perante a crise do capitalismo e do liberalismo há que responder com uma nova intifada contra o socialismo e a esquerda. Por mais eloquente que os liberais tentem ser, neste contexto, todo este discurso tem um trago ao dito "capitalismo descafeinado", instantâneo, de má qualidade e ultrapassado pela nespresso.

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A ler

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Não houve referências a Sá Carneiro, nem "sound-bites" que levantassem os delegados das cadeiras. Manuela Ferreira Leite apresentou-se ao XXXI Congresso do PSD no seu habitual estilo sóbrio e sério, alertando para as dificuldades que o País atravessa e para a incapacidade que o Governo sente em superar a crise. E até teve tempo para falar de temas queridos a Cavaco Silva. E no tom que Cavaco usava em antigos congressos social-democratas

 

Manuela à Cavaco?Não me lembro de a ver a comer bolo rei em frente das câmaras nem me recordo de Cavaco desaparecer do País durante um crise por causa de um neto, mas o EXPRESSO lá terá as suas RAZÕES para puxar pela Manuela.

 

Frase do Dia:

 

"Chegou a hora de Manuela Ferreira Leite nos dizer o que é que o país mudaria com um Governo seu" - João Marcelino - Diário de Noticias

 

 retirado do Tó Colante, descoberto via 31 da Armada

 

Adenda 1 :  vale a pena ler  A necessidade ou não de um Bloco Central , no DN ,pelo FAL

 

Adenda 2:  O candidato derrotado à liderança do PSD Pedro Passos Coelho vai encabeçar uma lista ao Conselho Nacional do partido, disse hoje um social-democrata que apoiou a sua candidatura.
A eurodeputada do PSD Assunção Esteves disse que vai encabeçar a lista apresentada por Pedro Passos Coelho ao Conselho de Jurisdição Nacional do partido.

 

Se Santana "anda por aí", Pedro Passos Coelho "está lá" mesmo!!!

PPC será incontornável no previsível Congresso do PPD de 2010, talvez em Janeiro, o "tal da sucessão de MFL e da tomada do poder por Rui Rio".

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