Sábado, 14 de Junho de 2008
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De Vitório Rosário Cardoso a 15 de Junho de 2008 às 00:31
Caro Rodrigo,

Até pareceu-me providência divina, ter sido escolhido um pequeno grande País como a Irlanda, tradicionalista, Católica e prudente para pôr cobro à tentativa totalitária dos pró -continentalistas da dita organização internacional UE.

Para países e políticos pobres (em todos os sentidos) ou sem ambições globais, concerteza que o caminho cada vez mais federasta da UE será a salvação, a banha da cobra para quem há muito deixou de lutar pela sua Pátria, e de ter vontade em vê-la a estabelecer-se como Pax Mundial. No caso português a criação de condições para uma Pax mundial portuguesa ou em português.

A Pátria é a Terra, a Nação o sangue (ou seja, os Portugueses, os mais de 15 milhões de portugueses espalhados pelo mundo).

O Estado que é a Nação politicamente organizada é considerado, no caso português, como Estado-Nação, o último bastião da garantia de preservação da Liberdade de um Povo, do nosso Povo.

Quem melhor do que nós, governarmos o que é nosso como Nação homogénea e coesa e ainda que responde muito bem ao estímulo patriótico já considerado pelo Conde de Lippe (http://pt.wikipedia.org/wiki/Guilherme_de_Schaumburg-Lippe) há quase 300 anos.

Só quem não sabe história e de lá nada sabe interpretar, ou ainda quem não conhece a História Nacional e as constantes e linhas de força da nossa política externa é que pode dar hossanas à cada vez mais TOTALITÁRIA UE.

Que haja livre comércio, muito bem, mas ambicionar tornar a "Europa" (ainda que conceito vago) num projecto de Estado, é perigoso. Identidade Europeia? O que é isso? Desvarios! Apenas conheço a Identidade Britânica, Francesa, Alemã, Holandesa, Italiana, Portuguesa entre outras mais.

Todos os Estados regem pelos seus interesses nacionais, só os esquerdalhas (devido ao sonho da internacional, dos planos federastas), rendidos e traidores é que têm desdém ao conceito de Estado-Nação soberano, livre e independente, e vivem num mundo virtual, num mundo de utopias.

Portugal tem os seus interesses nacionais pelo mundo inteiro e muitas vezes conflituosas/concorrentes com os dos outros Estados no continente europeu.

As prioridades para Portugal são os vectores trans-oceânicos e não tanto o Continente Europeu (ver Franco Nogueira - As Crises e os Homens e Juízo Final).

Abdicar de tornar PORTUGAL numa Potência Mundial, é trair o seu quase um milénio de História, de sangue, de sacrifício e de lágrimas.

A Raça Portuguesa vem das Américas, da Europa, de África, da Ásia e da Oceânia, somos os homens do mundo e não cidadãos do Mundo e ser-se Universal é ser-se Português (Agostinho da Silva) e por isso que não devemos ser submissos à chamada Europa porque temos os nossos interesses os nossos rumos.

Para quem abdica de toda a ambição nacional e leva-a a diluir-se em entidades abstractas contra-naturas, é ser-se traidor a Portugal.

Se os Britânicos assim pensam, nós não somos menos e com coragem e vontade lá chegaremos!

Aos portugueses da nova geração, vão ainda a tempo de redescobrir a Portugal, da mesma forma que seus pais foram "redescobrir" a Europa.

"Grécia, Roma, Cristandade,
Europa - os quatro se vão
Para onde vai toda idade.
Quem vem viver a verdade
Que morreu D. Sebastião?" - Fernando Pessoa

Por um Portugal Livre, Independente e Universalista,
VRC


De Anónimo a 15 de Junho de 2008 às 00:32
http://revoltadamariadafonte.blogspot.com


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