Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009
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A CGD adianta que face à necessidade de reforçar as garantias da Investifino junto do banco, que tinham de ser actualizadas devido à desvalorização dos activos colaterais dos empréstimos a Manuel Fino, tinha três opções.
A primeira passava por “nada fazer”, o que foi solicitado por Manuel Fino, que justificava esta opção com o facto de a desvalorização das garantias “se dever exclusivamente à queda anormal das Bolsas de Valores e não ao incumprimento do serviço da dívida”.
A Caixa optou por não seguir com esta solução, uma vez que “representaria o registo de uma imparidade, de montante significativo, com reflexos negativos directos nos resultados da CGD”.
Quanto à segunda opção, passava por “declarar o vencimento antecipado dos contratos e executar as respectivas garantias, registando as respectivas perdas que uma solução precipitada deste tipo necessariamente implicaria”.
Também esta foi recusada, uma vez que, explica a Caixa, tal medida “poderia também criar forte instabilidade na estrutura accionista da Cimpor, dado tratar-se de uma participação financeira muito relevante (9,58%), com potenciais reflexos negativos no mercado bolsista e podendo pôr mesmo em causa a estrutura accionista da empresa, que é uma das mais relevantes empresas industriais portuguesas”.
Restou assim seguir a terceira opção, que passou por reestruturar a dívida da Investifino junto da CGD, assegurando que “a CGD não perdesse garantias”, que a nova operação resultasse num rendimento financeiro não inferior aos juros que constavam nos contratos de crédito e que se reduzisse a imparidade do crédito existente, tendo, por esta via, um efeito positivo no património e nos resultados da CGD.

No âmbito deste negócio, a dívida de Manuel Fino foi reduzida em 305,9 milhões de euros, o equivalente ao valor pago pela posição do empresário na Cimpor, tendo sido revisto em alta o juro da dívida remanescente.
Além disso, a CGD, lembra o banco, fica com os direitos de voto da posição de 9,58% e os dividendos da empresa. a Caixa enumera as quatro vantagens desta opção: não perde garantias, pois fica com as mesmas garantias que são as acções da Cimpor, além de todas as outras; fica com os direitos de voto das acções (antes não tinha estes direitos), bem como com os dividendos respectivos; mantém estabilizada a estrutura accionista numa das maiores empresas industriais portuguesas, que é a Cimpor, sob controlo de capitais nacionais; reduziu a imparidade de crédito, de valor significativo, valor este que se reflectiu positiva e directamente nos resultados da CGD.
Quanto o prémio de 25% pago pelas acções, a CGD adianta que “esta operação se enquadra nas normais práticas bancárias, para situações como a presente, sobretudo nas circunstâncias que se verificam”.
“A posição de 9,58% na Cimpor ao preço de 4,75 euros por acção tem plena justificação por se tratar de um bloco de acções relevante e com um prémio de controlo implícito (inferior ao habitualmente praticado), na medida em que é uma participação financeira “charneira” no controlo accionista da Cimpor”, explica a CGD, adiantando que “este lote de acções tem, e teria sempre, um prémio de controlo”.
A Caixa adianta que os prémios de controlo variam entre 25% e 35% sobre o preço médio em bolsa dos últimos 6 meses, sendo que este negócio com Manuel Fino “foi efectuada com um prémio de 25%, isto é, no limiar mínimo do intervalo dos prémios de controlo” e abaixo dos 36% verificados em transacções com contornos semelhantes, no mercado de valores da Bolsa de Lisboa.
Quanto ao preço pago, de 4,75 euros por acção, a CGD cita ainda a média das acções no último ano, de 4,76 euros, e de dois, de 5,63 euros. È também inferior ao preço-alvo dos analistas, que segundo a CGD avaliam em média a Cimpor em 5,55 euros por acção.
 

Explicado....presumo que quer o PPD quer a Presidência da República não tenham nenhum preconceito ou desconfiança em relação ao actual presidente da CGD, portanto assumo que o assunto fica arrumado.

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12 comentários:
De hiphip a 26 de Fevereiro de 2009 às 15:12
As explicações são plausíveis. Menos compreensível é o tempo que demoraram a ser dadas.
Se o governo tivesse atento, como devia, às notícias que já vêm da semana passada, evitava fazer figuras tolas como ontem no parlamento (não sei, não vi, não ouvi).
O Bloco de Esquerda está bastante atento e não perde abébias destas para se afirmar. Ainda bem, porque gosto que me dêem explicações e assim já as tenho.


De Incognitus a 26 de Fevereiro de 2009 às 17:15
As explicações da CGD são completamente absurdas, só um amador com total desconhecimento do mercado de capitais as aceitaria.

As explicações em nada diminuem a sensação de que estamos perante um roubo descarado. Ou alternativamente, perante a total inépcia da administraçãlo da CGD (e do Ministro, diga-se).


De Paulo Ferreira a 26 de Fevereiro de 2009 às 17:17
Portanto para um profissional qual seria a melhor solução para a questão Investifino-CGD?


De Incognitus a 26 de Fevereiro de 2009 às 17:26
Perante a impossibildiade de Manuel Fino reforçar as garantias, e num momento em que estas ainda cobrissem mais que a totalidade do empréstimo, executar as garantias, sendo a opção entre vender as acções no mercado, e simplesmente assumi-las a preços de mercado.

A "instabilidade da estrutura accionista" é irrelevante para a actividade da empresa (a cotação, idem), a média de preço a que as acções transaccionavam antes é irrelevante para o preço que por elas se consegue, e os price targets, idem.

É muito, muito grave que se tente justificar esta operação da forma que se tentou - esta explicação só confirma uma coisa: tratou-se de um roubo descarado.



De Paulo Ferreira a 26 de Fevereiro de 2009 às 17:45
Assumindo que estas cobrissem a totalidade do empréstimo, e se assim não fosse?
A instabilidade ou a menor concentração das acções até valorizaria os títulos CIMPOR não?Fala-se numa OPA duma empresa suiça sobre a cimenteira há já bastante tempo, mas nesta fase de insegurança e de instabilidade nos mercados bolsistas isso não poderia ter nenhuma consequência negativa?
Mas a solução utilizada pela CGD é practica normal ou nem por isso?Não existiu recentemente uma operação similar com outro banco, mas com um prémio maior, como diz o presidente da CGD?


De Incognitus a 26 de Fevereiro de 2009 às 17:52
As acçõs em causa só não cobririam a totalidade do empréstimo se tivesse existido inépcia por parte da CGD em accionar o reforço de garantias ou a sua execução, antes de se chegar a esse ponto.

É difícil de dizer o que a instabilidade provocaria ao preço das acções, o facto de existir papel para vender até o deveria fazer baixar, mas tal não é algo que devesse ser levado em conta pela CGD.

A solução adoptada pela CGD - de assumir as acções a um prémio para o mercado - nada tem de normal. É um roubo. Nenhuma corretora que proceda a um empréstimo similar adopta essa solução absurda. Não existem operações similares, o que a CGD está a fazer é a comparar a sua solução absurda com OPAs (onde existe o prémio de controlo).

Falar-se de "prémio de controlo" quando outras entidades possuem o controlo da empresa, quando o Fino é que continua a poder nomear o administrador, e quando a CGD apenas estava no negócio para emprestar dinheiro e não visava controlar coisa nenhuma, é uma aberração, um atirar de areia para os olhos que apenas alguém recentemente iniciado nos mercados engoliria.

De notar que eu não tenho interesse nenhjum disto nem tenho posição nenhuma no mercado português, mas é inacreditável que nos roubem a todos assim às claras e com desculpas de meia-tijela que qualquer pessoa conhecedora dos mercados sabe que são mentiras abjectas.


De Paulo Ferreira a 26 de Fevereiro de 2009 às 18:39
Lamento a insistência mas aproveito para esclarecer algumas dúvidas, assumindo o seu ponto de vista a decisão da CGD é algo questionável, sendo a CGD um banco público com administração nomeada (toda?) pelo Governo, tendo em conta o nome do empresário em causa, Manuel Fino, o nome do presidente da CGD e a forma de escolha/selecção do mesmo assim como as suas "afiliações" ou curriculo,estariamos perante um frete do governo ou um especial favor particular?
Isto assumindo que o Governo não interfere em todas as decisões e mais algumas, mas a tradição de relacionamento EStado-Governo-CGD lá terá ideossincrasias que desconheço!
Por pura curiosidade também, qual a sua opinião sobre a função e necessidade dum banco "estatal"?Fundamental,dispensável?
Importante mas com outras funções ou vectores de actuação?


De Pedro Gomes a 26 de Fevereiro de 2009 às 18:52
Na minha humilde opinião, se é para ser usada nestas negociatas e favores aos amigos do "Centrão", então a CGD é perfeitamente dispensável.


De Incognitus a 26 de Fevereiro de 2009 às 19:53
Um banco estatal, particularmente no ambiente actual, pode ser muito útil para o país.

Mas não certamente para emprestar dinheiro a quem quer especular, e muito menos para favorecer essas pessoas quando a coisa corre mal.

As razões que levam ao favorecimento são impossíveis de adivinhar. Desde corrupção a incompetência, tudo é possível.


De Anónimo a 26 de Fevereiro de 2009 às 20:39
Não consigo entender a diferença de "instabilidade na estrutura accionista da Cimpor" com a execução das garantias ou com a decisão tomada. É uma explicação que não faz sentido.


De asterix a 26 de Fevereiro de 2009 às 21:58
Quanto ao comunicado vergonhoso da CGD, fica aqui algumas notas:
1- A CGD passou a deter os direitos relativamente às acções da Cimpor, nomeadamente o
direito de voto e aos dividendos. É certo. Mas também é certo que ficou a deter i) o
risco da posição ii) e o custo da posição, nomeadamente o custo de capital, custodia de
títulos, etc. Ou seja, continuou a ser um grande negócio para Manuel Fino e um pessiom
negocio para a CGD, uma vez que Manuel Fino transfere o risco da posição da Cimpor para a
CGD e durante 3 anos não vai pagar juros (custo do capital) e outras custo relativamente
a essa posição.
2- Se a CGD de alguma forma já corria o risco de ter de registar imparidade com o credito
vencido de Manuel Fino que tinha como colateral acções que entretanto desvalorizaram, foi única e exclusivamente uma má gestão de risco da CGD que não executou tempestivamente as
garantias ou pedido reforço da margem assim que os rácios de conforto se degradaram.
Aliás, não se entende, como é que é possível a CGD deixar que o colateral fique a valer
menos do que o credito concedido. A pratica generalizada da banca, para qualquer cliente,
é a obrigação da manutenção de uma margem de segurança que permite ao banco executar o
colateral (vender as acções) em caso de incumprimento ainda com algum espaço para poder desvalorizar. É assim que funciona a banca e a isso chama-se margin call, que certamente o Senhor Manuel Fino não teve na altura que devia ter por má gestão da CGD. Claro que esta falta de cuidado da CGD levou a que ficasse fragilizada, porque Manuel Fino tornou TBTF (Too Big To Fail).
3- Relativamente as imparidades, nunca na vida pensei que a desculpa dada fosse tão
ridícula. Pois se de alguma forma impediram o registo da imparidade de credito por falta
de pagamento de Manuel Fino (e relembro que isso resultou de má gestão da CGD ao não
executar tempestivamente as garantias) vão ter que registar agora a imparidade da
desvalorização das acções da Cimpor, aos preços de hoje, representam já mais de 100
milhões, considerando o preço pago a Manuel Fino e o preço actual de mercado.
4- MAS O MAIS ESCANDALOSO. A CGD tenta, quixotescamente, justificar este negócio, mas
nada justifica a compra a preço superior e a opção de compra, vejamos porque:
a. Se a CGD pagasse a Manuel Fino apenas o valor da Cimpor em mercado, continuava a ter a
mesma garantia, uma vez que o número de acções é o mesmo e o valor de mercado (que é o
que importa em termos contabilístico e de valor) também. Logo, não havia necessidade de
comprar 25% acima do valor de mercado, dando assim um prémio a Manuel Fino. No entanto,
ao registar a dação para pagamento do empréstimo a um valor superior, amortizaram esse
empréstimo nesse valor, o que permite não registar uma imparidade de 62Milhoes Euros (que
seria a diferença entre o valor de mercado e o valor da compra). No entanto, a CGD vai
ter de registar essa mesma imparidade (assumindo que a Cimpor não desvalorizaria) por via
da contabilização ao justo valor (neste caso valor de mercado) das participações
financeiras. Assim, a CGD não consegui poupar nada, muito pelo contrario, deu um premio a
Manuel Fino que consegui amortizar a sua divida em 25% mais do que o valor das acções que
entregou em dação. Portanto, seria preferível a CGD pagar o preço de mercado da Cimpor e
Manuel Fino ficar a dever os 25% que a CGD decidiu-lhe dar de premio só para cobrir a
divida.
b. A opção de compra é algo gritante, pois só transporta para a CGD o risco da posição e
nenhum beneficio, pois os dividendos possíveis de obter, não cobrem o custo de capital.
Mas como já dito acima, foi um excelente negocio para Manuel Fino, que durante 3 anos
transporta o risco da posição e todos os custos associados (juros, custodia, etc) para a
CGD e mantém a hipótese de recuperar a posição ao preço que pagou por ela, a qualquer
momento, caso a Cimpor venha a valer mais no futuro.
É impossível justificar este negócio seja lá de que forma for, pois para além de mostrar
uma falta de capacidade da CGD para gerir o risco, o negocio em si é abusivo e danoso.
Alias, se a CGD quiser mais acções da Cimpor a 25% do valor de mercado e uma opção de
compra nos mesmos moldes de Manuel Fino eu e mais um grande número de pessoas, estamos na posição de lhes fazer o favor.



De asterix a 26 de Fevereiro de 2009 às 21:59
“A posição de 9,58% na Cimpor ao preço de 4,75 euros por acção tem plena justificação por
se tratar de um bloco de acções relevante e com um prémio de controlo implícito (inferior
ao habitualmente praticado), na medida em que é uma participação financeira “charneira”
no controlo accionista da Cimpor”, explica a CGD, adiantando que “este lote de acções
tem, e teria sempre, um prémio de controlo”.

Em relação a este ponto, acrescento apenas:

1) o bloco não dá o controlo da Cimpor. Nem sequer é 10% de direitos de voto para
impedir, por exemplo, uma aquisição potestativa.
2) a actual situação do mercado não dá espaço para que se paguem premios por blocos de
acçoes, na medida em que é possivel adquirir a posiçao a preços mais baixos no proprio
mercado.
3) a entrega das acçoes deriva de um incumprimento de Manuel Fino e nao de um negocio
onde a CGD tivesse um interesse especial em deter uma participaçao financeira.Tanto assim
é, que existe a tal opçao de recompra. Logo, a CGD simplesmente podia actuar
judicialmente Manuel Fino e exercer as garantias que tem, possivelmente ficava-lhe ainda
mais barato do que o preço de mercado. Ou seja, haver premio, atendendo a actual situaçao
do mercado, deveria ser pago pelo vendedor.

A CGD claramente confude um premio de controlo, como por exemplo se exige numa OPA, onde
é importante que o Oferente partilhe ganhos futuros com os restantes accionistas a um
valor presente, com um premio de opçao que deveria ser pago pelo detentor da mesma (neste
caso o vendedor) e nao pelo comprador.

Acresce que o controlo da CGD continua ser do trio BCP, Cimpor, Manuel Fino, o que alias
já levantou várias duvidas à CMVM.

Para além disso, a opçao de compra existente, que torna oneroso este negocio, demonstra
que a CGD esta a pagar um premio de controlo por nada. Pois vamos supor que dentro de 6
meses as acçoes sobrem para 5€ e nessa data Manuel Fino decide exercer o direito de
recompra, nesse caso a CGD nada controlou e nem tao pouco recebeu dividendos. No entanto
pagou um premio de 25% pela posiçao e assumiu os custos da posiçao (custo de capital =
juros, custodia e outros).

Este negócio é escandaloso de mais para poder morrer de pé,

http://www.ipetitions.com/petition/CGD/


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