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No primeiro debate Costa versus Santana, venceu a força das convicções à demagogia. No próximo dia 11 de Outubro os lisboetas terão pela frente a decisão entre Costa, um homem com obra e Santana, que é uma obra no uso da demagogia.

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O tacticismo, o interesse pessoal de Santana Lopes e do PSD, levaram a que estes inviabilizassem hoje, na Assembleia Municipal com a sua abstenção, a reabilitação do parque edificado de Lisboa.

Não bastou o que fizeram de mal a Lisboa durante os seis anos em que foram governo na cidade, não bastou as dívidas acumuladas que deixaram a empreiteiros, paralisando as obras, não bastou manterem centenas de famílias afastadas das suas casas, porque a intervenção nas suas habitações parou por falta de pagamento, custando todos os anos um milhão e duzentos mil euros em arrendamentos com estas famílias aos cofres municipais.

Eu digo basta, basta porque Lisboa precisa de se afirmar, porque esta cidade tem de reabilitar a sua imagem ,as suas escolas e os bairros que se têm degradado.

A cidade de Lisboa procura hoje acertar o passo rumo a um desenvolvimento sustentável, afirmativo e propulsor de qualidade, mas também de um município capaz e organizado, sustentável e honrado.

É sobre esta Lisboa que vos escrevo, em contraponto com o interesse meramente pessoal e partidário de Santana Lopes e do PSD.

 

Também em Miguel Teixeira-LX

 

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A Dra. Manuela Ferreira Leite, acaba de discursar no jantar do PSD e traz-nos mais uma pérola, ao afirmar que Pedro Santana Lopes, é um exemplo da democracia. Valha-nos as cambalhotas. Pelo menos ficamos a saber que os seus setenta anos não lhe impedem de manter uma ginástica direi eu, de competição.

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O túnel do marquês completa no próximo dia 25 de Abril dois anos de funcionamento. Hoje é unânime entre os lisboetas e quem utiliza aquela infra-estrutura que foi um investimento adequado e que melhorou a circulação do tráfego automóvel.

Passados dois anos, ao contrário do que foi vaticinado (e quase desejado por alguns), o túnel demonstrou ser também seguro. Hoje soam a patéticos aqueles avisos em jeito de ameaça para que não se excedesse os 30 km/h sob pena de elevada perigosidade.
Com a distância de dois anos vale a pena ainda recordar que os lisboetas foram privados de poder usufruir mais cedo do túnel do marquês devido à paragem das obras provocada pela obsessão do vereador Sá Fernandes que serviu apenas para atrasar a obra, prejudicar a cidade e os lisboetas. Um atraso de quase um ano que custou, além do mais, cerca de 4 milhões de euros aos lisboetas.
Mas túnel do marquês não ficou completo. Devido à necessidade de obras no túnel do metro, a saída para a Avenida António Augusto de Aguiar não foi ainda concluída. As obras da responsabilidade do metropolitano de Lisboa estão terminadas há mais de um ano. As obras em falta da responsabilidade da câmara municipal já poderiam ter avançado e até terminado.
Por teimosia, por embirração, por não querer dar razão a quem teve a iniciativa de construir o túnel do marquês, a câmara municipal de Lisboa não promove a conclusão da obra, privando os lisboetas das suas vantagens.
São os mesmos que criticavam o próprio túnel e que se veio a comprovar não terem razão que agora, uma vez mais, colocam a táctica partidária à frente do interesse da cidade e dos lisboetas, privando-os de usufruir em pleno do túnel do marquês.

 

texto publicado no jornal Meia Hora

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O candidato do PSD à presidência da Câmara Municipal de Lisboa disse hoje esperar que os munícipes da capital prestem mais atenção às propostas da sua candidatura autárquica do que têm prestado às intervenções da líder nacional laranja -“Espero ser mais ouvido, farei tudo por isso”.

 

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Incrível o ponto a que a falta de vergonha do PSD em Lisboa chegou.
A gestão Santana Lopes / Carmona deixou um enorme buraco financeiro nas contas da Câmara Municipal de Lisboa.
Por muito que os meus colegas do PSD aqui do blog tentem fazer crer em contrário, isto são factos. Podem ser maquilhados, à imagem daquilo que foi o mandato de Santana Lopes como Presidente da CML: pura maquilhagem.

Afirmar que a dívida, que António Costa encontrou quando foi eleito como Presidente da CML, vem do tempo de João Soares, e da coligação PS/PCP, é a típica fuga para a frente que tem caracterizado o PSD, especialmente a partir do momento em que Pedro Santana Lopes, que tem norteado a sua actuação política, por um conjunto de fugas, se impôs a Manuela Ferreira Leite, como candidato.

 

Então o PSD é o maior responsável pelo buraco financeiro da CML e o seu grupo de deputados municipais impede que a Câmara honre os seus compromissos e pague a dívida que outros criaram?
Quem são os maiores prejudicados? As pequenas e médias empresas, que forneceram os seus bens e serviços na gestão Santana e Carmona, e que são assim impedidas, em época de crise de receber aquilo que lhes é devido.
Saliente-se que os vereadores do PSD, tinham anteriormente aprovado o pedido de empréstimo. Simultaneamente, Manuela Ferreira Leite, a nível nacional, chora lágrimas de crocodilo sobre a delicada situação do tecido empresarial português. Uma posição esquizofrénica no mínimo. Tem razão José Sócrates quando apelidou quarta-feira, na Assembleia da República, o PSD, de ser um “partido de duas caras”.

 

A estratégia santanista é demasiado evidente. Chama-se estratégia do “sacudir a água do capote”.
Existe dívida? O PSD afirma “é do tempo de João Soares”. Mas o Tribunal de Contas diz que não. O PSD responde “isso agora não interessa nada”.
Há buracos nas ruas. O António Proa no outro dia colocou um post sobre este assunto. Esqueceu-se de referir que os buracos existentes já vêm, pelo menos, do tempo em que era Vereador. Curiosamente até devo ter por aqui um registo fotográfico da altura. As ruas da baixa, a Almirante Reis, o Bairro Alto, e tantas outras zonas, que tinham nos buracos, a marca do desnorte provocado pelo PSD na CML.
Fala-se em publicidade. Que descaramento. Eu sou do tempo da Lisboa dos outdoors de Santana. Aliás, se a memória não é curta, somos todos. A Lisboa dos embrulhos e do faz de conta.
E o despesismo, típico no novo-riquismo, com que se despenderam avultadas verbas do erário público, para financiar um projecto, tal Torre de Babel, que nunca saiu do cartão da maqueta de Frank Gerry?

 

O PSD tem lapsos selectivos de memória. António Costa foi escolhido nas 53 Freguesias de Lisboa porque se apresentou ao eleitorado com um plano de recuperação financeira para o Município. Rigor passo a passo. Foi escolhido quando a governação PSD deixou a CML à beira da bancarrota. O PSD diz que não deixa obra. O mesmo PSD que considera maus os investimentos públicos face à actual crise financeira mundial.

 

Manuela Ferreira Leite, coerente com o seu discurso, daria o seu aval ao Túnel do Marquês neste momento? Se calhar sim, tantas são as caras e incoerências deste PSD.

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O Vasco ficou aqui muito contente com o ultimo veto presidencial, mas o que se passou quando no consulado de Santana Lopes foi imposto o voto presencial para os emigrantes (  Lei Orgânica n.º 1/2005 ) para o Parlamento Europeu?

Cavaco bem falava da má moeda, e ela está voltar, é isso?Ou não?Ou a moeda é boa ou má consoante dá jeito a quem se arma em regulador?

 

Vejamos:

Para as eleições para a presidência da República, a lei exige o voto presencial dos emigrantes.
Para as eleições para o Parlamento Europeu, a lei exige igualmente o voto presencial dos emigrantes.
Para as eleições para a Assembleia da República, o Presidente da República entendeu não promulgar o diploma a impor a exclusividade do voto presencial dos emigrantes.

Qual é então a razão de abrir o champagne?Só se for pelas razões que ambos sabemos, mas não seja por isso que também bebo um copo.

 

 

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A candidatura de Pedro Santana Lopes à Câmara Municipal de Lisboa (CML) significa inevitavelmente um regresso deste ao local do desastre, a um passado que nos traz recordações do pior período vivido pelos lisboetas no pós 25 de Abril, caos, polémicas, escândalos, cartazes e campanhas cheias de custos mas vazias de obra ou conteúdo.

Servem de contraponto a estas tristes lembranças o elevado progresso introduzido pelo Partido Socialista (PS) nos mandatos do dr. Jorge Sampaio e do dr. João Soares, que implementaram em Lisboa projectos estruturantes a diferentes níveis, como é o caso da total erradicação das barracas, da Lisboa capital europeia da Cultura, da CRIL, do túnel da Av. João XXI, entre tantos e muito bons exemplos que revitalizaram e deram dignidade à capital...

Os seis anos de consulado do Partido Social Democrata (PSD) na CML, primeiro com Santana Lopes e depois com Carmona Rodrigues, ambos com passagens por Governos de funesta memória, resultaram num gigantesco buraco orçamental, numa ausência de obra, numa cidade parada, sem rumo e plantada de tapumes que cobriam vergonhas sem destino.
 

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"Santana Lopes serve para candidato a presidente da CML, o estilo demagógico e populista não servia era para as legislativas"....... 15/1/2009

 

Entrevista de Manuela Ferreira Leite à revista Sábado de 29 de Maio de 2008

 

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Jardim do Arco do Cego inaugurado em 2005

 

 

Lisboa precisa de retomar o futuro

O ano de 2009 foi já anunciado com um ano de dificuldades em todo o mundo. Importa estar consciente das dificuldades mas, entre elas, procurar as oportunidades. Em Portugal e em Lisboa. No início do ano, cabe formular um conjunto de desejos para a cidade cuja concretização é uma oportunidade que dependerá da vontade dos lisboetas.

1. Concretizar o saneamento financeiro da câmara, depois de se terem perdido os últimos dois anos sem que tal tenha sido conseguido.

2. O Parque Mayer deve ser concretizado com arrojo, promovendo a sua revitalização, reaproveitando o projecto de Frank Gehry. O Parque Mayer pode ser um modelo de harmonia entre a tradição e a modernidade.

3. O Túnel do Marquês deve ser terminado com a saída na Av. António Augusto de Aguiar, depois dos atrasos provocados e da incapacidade para o concluir. Os benefícios estão provados.

4. A reabilitação de edifícios nas zonas antigas da cidade deve ser retomada. Desta forma se recuperará o objectivo fundamental de repovoar a cidade.

5. O condicionamento e restrição da circulação automóvel e a construção parques de estacionamento por troca com a libertação do espaço público e sua devolução aos peões, devem ser retomados. Desta forma se obtêm dois benefícios: melhorias para o ambiente e a oportunidade de requalificação do espaço público.

6. A construção de mais espaços verdes de proximidade em zonas consolidadas deve ser uma aposta. O jardim do Arco do Cego é um bom exemplo. Mais zonas da cidade carecem de jardins.

7. A promoção da realização de grandes eventos desportivos, artísticos e outros em Lisboa é um factor de animação, internacionalização e dinamização económica da cidade e deve ser recuperada.

Os actos eleitorais são oportunidades para os cidadãos promoverem mudanças. Lisboa precisa de retomar o futuro.

 

 

 

 

texto publicado no jornal Meia Hora

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Marcas de estilo, à primeira oportunidade Durão Barroso trocou São Bento por Bruxelas, à primeira oportunidade também Santana Lopes trocou a Praça do Município por São Bento...

A coerência é de registar, bem como os resultados para o País com Santana Lopes primeiro ministro e Carmona Rodrigues presidente da CML, foram "coerentemente" péssimos!

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A soberba está novamente a tomar certas gentes do PSD-Lisboa. O candidato Santana tem destas coisas.

Para se perceber o quão a coisa está desequilibrada nas hostes laranjas, basta avaliar estas três figuras(Carreiras, actual líder da distrital do PSD e não eleito na Assembleia Municipal, onde o PSD é maioritário, Paula Teixeira da Cruz, presidente da AML e Saldanha Serra, líder da bancada laranja) e o frenesim despoletado, tendo por base isto aqui e aqui.

Não deixo de apreciar, porém, que no PSD ainda subsistem personalidades que pensam colocar o interesse público à frente dos interesses de certas gentes do partido.

Mas atenção, o PSD populista, soberbo e frenético, prepara-se uma vez mais para atirar a consciência e o interesse público e local para os arrabaldes, chumbando a proposta de orçamento para 2009 para a CML, em nome de uma candidatura, no mínimo obscena.

 

Também em http://miguelteixeira-lx.blogspot.com/

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Foi por excesso de sintonia que o executivo camarário "Santana-Carmona" evoluiu para "Carmona e a malta", foi claramente por excesso de sintonia entre Carmona Rodrigues e vereadores, vereadores e o PPD/PSD, além da clara sintonia entre o DIAP e vários processos envolvendo a CML e a EPUL , que obrigou à realização de eleições intercalares na cidade de Lisboa.

A sintonia foi tanta que até meteu nojo...

 

 

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"O que a líder do PSD não podia fazer era escolher Santana Lopes como quem engole óleo de fígado de bacalhau"

 

José Miguel Júdice in Público em 19|Dez.2008|Dez.2008

 

Não foi óleo de fígado de bacalhau que Manuela Ferreira leite engoliu, mas sim um valente sapo, ou não fosse o caso desta não ter votado em Santana Lopes nas últimas legislativas. Nem mesmo 6 meses sem democracia, apagam a memória deste facto.

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É constrangedor ver membros do PSD regozijarem-se com o chumbo do Tribunal de Contas ao empréstimo à CML, que o PS e António Costa reclamam como fundamental para fazer face às dividas a fornecedores, contraídas pelos coveiros do PSD.

Mas não deixa de ser elucidativo, o entusiasmante clima de confiança que reina nas hostes do PPD-PSD, que apenas e tão só pode vangloriar-se dos contratempos de quem tenta agir em defesa do município e em consciência com quem forneceu e não recebeu.

O PSD bem sabe que à falta de cão, têm de ir a eleições com o Santana, um populista (segundo Manuela Ferreira Leite), para mim, uma personagem sem pudor nem memória, o pai de destruição de Lisboa ou não fosse ele, a par de Carmona Rodrigues, o grande responsável pelo gigantesco buraco financeiro na Câmara Municipal de Lisboa, decorrida sob a égide e alto patrocínio da laranjada do PPD.

Um destes dias, pode bem acontecer que alguém lhe lance um sapato, como a Bush, tão evidentes que são as similaridades entre Santana e este.

 

 

 

 

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Um dos problemas de António Costa nas próximas eleições autárquicas em Lisboa  é que vai ser comparada a obra que ele realizou com a concretizada por Santana Lopes. E aí Costa perde aos pontos. Não há volta a dar! A imagem de Costa é a de um presidente que não concretizou.

 

Claro que o PS vai falar na dívida e no arrumar da casa. E aí surgem outros dois problemas: a tal dívida ainda é , em grande medida, a herdada de João Soares e mesmo assim não era tão grave como a tentaram pintar. E nem o empréstimo que António Costa dizia que era imprescindível foi conseguido devido às trapalhadas do PS no processo. Por outro lado, a alegada arrumação de casa ficou por fazer. Na estrutura e nas empresas municipais.

 

É assim: nem obra, nem casa arrumada. Muito pouco para merecer a confiança dos lisboetas.

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A propósito da escolha de Pedro Santana Lopes como candidato do PSD às eleições para a CML, entendi ir à gaveta dos últimos meses, recuperar as celébres relações e considerações entre este e Manuela Ferreira Leite, que atestam bem a propósito, da força das convicções, ou melhor dizendo, a força das conveniências e conivências.

 

Aqui vai, por Pedro Santana Lopes:

 

"Estamos cansados de ouvir essa arrogância de quem se sente no direito de julgar os outros militantes de cima do pedestal, onde ninguém os colocou, essa soberba que é a melhor forma de esconder a escassez de conhecimentos e de propostas", disse ainda o ex-primeiro ministro, finalizando com um ultimato: "se alguma candidata ou candidato tem algum preconceito absoluto que conheça e que impeça alguém de ser também candidato, que fale agora ou se cale de uma vez por todas".
in JPN em 16|05.2008
Santana Lopes, candidato à liderança do PSD, afirmou este domingo, em Lamego, que «é inacreditável» que a também candidata Manuela Ferreira Leite não diga que votou PSD nas últimas eleições legislativas, noticia a agência Lusa.
In iol.pt em 11|05.2008
«Acho que uma pessoa não se pode candidatar a líder do PSD dizendo que nas últimas eleições, nas eleições anteriores, dando a entender que não votou PSD», acrescentou o ex-primeiro-ministro.
 
In Destak em 12|05.2008
 "Laranja: de manhã é ouro, à tarde prata e à noite mata." Segundo o povo, é isto o que acontece a quem come laranjas à noite.

Ontem, no semanário Sol, Pedro Santana Lopes aproveitou-se deste ditado para, pela primeira vez desde o congresso do PSD, criticar a líder do partido.

O ex-primeiro-ministro censurou-lhe a excessiva proximidade com o Presidente da República e o facto de, partindo disso, já ter feito "indiscrições". "Com um Presidente social-democrata de quem a líder 'laranja' é tão próxima, a indiscrição pode fazer aos seus propósitos políticos o mesmo que se diz que a laranja faz quando se come à noite".

A "indiscrição" de que o ex-líder fala ocorreu a propósito da querela à volta do novo Estatuto Político-Administrativo dos Açores.
In Diário de Notícias em 03|08.2008
 

E agora, em regime mais brando, por Manuela Ferreira Leite:

 

 

Manuela Ferreira Leite escusou-se a responder se votou em Pedro Santana Lopes nas eleições legislativas de 2005 em entrevista ao Jornal de Notícias publicada este domingo, situação que está a suscitar reacções por parte das outras candidaturas à liderança do PSD.
«Obviamente que não lhe respondo», respondeu a candidata à presidência do PSD, o que tem causado já várias reacções por parte das candidaturas à liderança do partido.
In iol.pt em 11|05.2008
 

Após a leitura destes ligeiros exemplos e na lembrança de muitos outros, existem porventura condições mínimas de credibilidade destes rostos e do PSD?

A memória pode por vezes ser curta, mas não tanto.

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«Santana Lopes vai ter oportunidade de terminar a obra que iniciou», disse Castro de Almeida, coordenador do PSD para as autárquicas.

 

 

O hilariante foi ouvir Castro Almeida exprimir como entusiasmante a escolha de Santana Lopes. É que ninguém acredita!

Em última análise poderá sempre representar uma oportunidade de redenção da dra. Manuela Ferreira Leite, que desta feita, até pode vir a votar em Santana.

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A intensidade das reacções de alguns ao anúncio da candidatura de Pedro Santana Lopes é directamente proporcional ao risco de que António Costa venha a perder as eleições autárquicas em Lisboa.

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Rodrigo, sem nada saberes das ideias concretas e projectos idealizados por Santana Lopes, nem sequer tomares conhecimento das prioridades ou os grandes vectores de acção definidos pelo mesmo, as tuas certezas absolutas e dogmas sólidos apenas podem ser sustentados em grande fé nas capacidades únicas do Übermensch Santana Lopes e numa obvia necessidade premente. Compreendo e respeito, mas pelo amor de Deus....mais do que em pré-campanha parecias estar em transe no post anterior!

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foto DN

 

A decisão de o Governo manter e preparar mesmo a expansão do terminal de contentores de Alcântara é "um enorme prejuízo" para a cidade, afirma Pedro Santana Lopes. "Se os lisboetas fizerem o circuito pelo Tejo, olhando a cidade a partir do rio, vê-se que não faz sentido.

 

in Diário de Notícias, 01 de Agosto de 2005

 

 

Uma posição afirmada em 2005 que volta a estar actual... Mais do que nunca...

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Se escrevermos Santana Lopes no Google também encontramos coisas muito divertidas...isto são algumas das imagens da primeira folha de resultados!

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A obra de António Costa em Lisboa vê-se toda numa manhã...

 

Pedro Santana Lopes

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A renovação de Manuela Ferreira Leite está em marcha, a "ideologia" de Pacheco Pereira posta finalmente em pratica, para gáudio da Presidência da Republica, Santana Lopes assume a candidatura à CML.

Ou será que não há renovação?Ou será que não era este o rumo que Pacheco Pereira pretendia?Será que a boa moeda expulsou finalmente a má moeda?Ou será que tudo isto é apenas mais um episódio da versão laranja da telenovela "O Salvador da Pátria"?

 

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Reparo, em baixo, num texto que tem como objectivo demolir Pedro Santana Lopes e o PSD num estilo, no mínimo, discutível.

 
Não me detenho quanto à forma ou estilo literário pois cada um faz o que sabe. Mas quanto ao conteúdo não posso deixar de fazer alguns reparos ainda que de forma construtiva. Desde logo um genérico: uma crítica séria e construtiva baseia-se em factos, nomeia-os e, tanto quanto possível, quantifica-os. De outro modo pode até parecer que só "se ouviu falar" mas não se conhecem os assuntos. Acreditando não ser esse o caso, Sugiro que em próxima oportunidade seja utilizado maior rigor.
 
É referida a proliferação de cartazes anunciando "banalidades". Ora, se admito que a cidade não sai beneficiada com excesso de suportes publicitários, não sei a que “banalidades” se refere em concreto. À criação de novos jardins? Ao serviço Lisboa alerta? Ao serviço Lisboa porta-a-porta? “Banalidades”? Em qualquer caso é sempre preferível do que ver a cidade de novo invadida por telas publicitárias sem critério e sem disciplina como sucede agora.
 
Depois a referência ao Casino e ao Parque Mayer. Depois de tantos anos esquecido pela câmara municipal, alguém apresenta um plano, mas mais importante, consegue meios financeiros para a sua recuperação. É que o casino de Lisboa é “apenas” um instrumento para viabilizar financeiramente a recuperação daquele espaço de cultura na cidade. É aliás com esse recurso que a actual gestão pretende recuperar várias coisas em Lisboa. Só mais dois “pormenores”: este processo do Parque Mayer (e da Bragaparques que só por manifesto esquecimento não foi referido) obteve o entusiástico apoio da actual vereadora socialista Ana Sara Brito. Só mais uma coisa: não eram seis meses. Eram oito. Uma questão de rigor.
 
Quanto ao estacionamento nos bairros históricos é referido que o condicionamento da circulação “esqueceu” os residentes… Ora só por manifesto desconhecimento se afirma que uma medida que permitiu dar exclusividade de acesso aos residentes os “esqueceu”.
 
A referência às alegadas alterações de símbolo da cidade também peca por manifesto desconhecimento e desatenção. O brasão da cidade nunca foi alterado. Foi alterado apenas um logótipo para identificar a cidade para fins de promoção. Aliás o que foi alterado foi um símbolo criado durante a gestão de João Soares que utilizava uma estrela. Com Jorge Sampaio tinha sido usado um corvo como símbolo. É um tema interessante que convém estudar. Deixo aqui a descrição oficial do brasão de Lisboa (que permanece desde 1940):
 
«de ouro, com um barco exteriormente de negro, realçado de prata e interiormente de prata realçado de negro, mastreado e encordado de negro com uma vela ferrada de cinco bolsas de prata. A popa e a proa rematada por dois corvos de negro, afrontados. Leme de negro realçado de prata. O barco assente num mar de sete faixas ondadas, quatro de verde e três de de prata. Coroa mural de ouro de cinco torres. Colar da Torre e Espada, listel branco com os dizeres: «MUI NOBRE E SEMPRE LEAL CIDADE DE LISBOA», de negro».
 
Finalmente um reparo à referência á corrupção na câmara de Lisboa: o texto menciona “inúmeros episódios que envolvem funcionários”. Quanto a esta afirmação aconselho a ter cuidado. Não sei se o autor pretende vir a ter uma carreira pública. Em qualquer caso não é admissível lançar uma acusação genérica ainda mais não provada, não quantificada e não concretizada sobre o conjunto dos funcionários da câmara municipal de Lisboa. Bem sei que o objectivo era atingir Santana Lopes e o PSD, mas nem todos os meios justificam todos os fins. Já agora, foi o PSD, por iniciativa de Carmona Rodrigues, que, pela primeira vez, tomou a iniciativa de solicitar uma sindicância aos serviços do urbanismo da CML, precisamente para pôr fim às sistemáticas suspeitas que recaem sobre estes há muitos anos. A diferença é que antes ninguém tinha querido averiguar…
 
 
António Prôa
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A mais que confirmada candidatura de Santana Lopes às eleições municipais de Lisboa, representa per si, a olho nu, a absoluta incapacidade da líder do PSD em atrair outras gentes e outros rostos, para o seu projecto, havendo quem prefira, resguardar-se na expectativa de futuros trajectos, para o pós eleições 2009.

Acredito profundamente que a falta de um qualquer trunfo político, obrigou a direcção social-democrata a recuperar Santana Lopes, sendo que a presente opção, encerra em si outros riscos, desde já numa secundarização de Manuela Ferreira Leite, uma vez que entre o período de realização das eleições autárquicas e as eleições legislativas, decorrem apenas quinze dias e conhecendo-se a voluntariosa apetência do Menino Guerreiro por palcos, flashes e entrevistas, a ver vamos se a quase inexistente líder  Manuela Ferreira Leite, não cairá definitivamente no esquecimento, no momento em que tentará disputar eleições com José Sócrates!

Mas sobre o agora candidato Santana Lopes, entendo que devo refrescar a memória dos possíveis esquecidos, sobre alguns dossiers:

 

1.   Vencimentos Acumulados – Enquanto presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz ficou a saber-se da acumulação de vencimentos neste município, pratica que transportou para a CML;

 

2.   Comunicação – A cidade de Lisboa foi tomada por cartazes que anunciavam as banalidades. O orçamento da CML destinado à propaganda bateu todos os recordes;

 

3.   Casino de Lisboa - Quando se apresentou como candidato à CML em Dezembro de 2001, Santana Lopes, afirmou que iria reabilitar o Parque Mayer. Após a eleição, esqueceu o Parque Mayer e focalizou-se apenas na questão do Casino. O problema passou então a ser a localização;

 

4.   Parque Mayer - Durante a campanha eleitoral afirmou que em seis meses mudaria o Parque Mayer, assumindo que este voltaria a recuperar a animação que conheceu nos anos 30, 40 e 50 do século XX. Passaram apenas seis meses após a eleição para que apresentasse outros projectos para o local: a construção de um casino que acabou por ir para os terrenos da Parque Expo. Entretanto, o projecto do novo Parque Mayer da autoria do arquitecto Frank Ghery, custou uma fortuna à CML. O Parque Mayer acabou por ficar votado ao  abandonado;

 

5.   Bairros Históricos - Após saída do Carmona Rodrigues afirmou o seu objectivo pessoal em disciplinar o trânsito nos bairros  históricos de Lisboa. Em pouco tempo condicionou o trânsito em Santa Catarina, Bica, Bairro Alto e em Alfama, esquecendo-se, porém, de apresentar alternativas para o estacionamento dos moradores destes bairros;

 

6.   Toxicodependência - Durante a campanha atacou o anterior executivo de João Soares, afirmando que este nada tinha realizado neste domínio alegando que o anterior executivo só fizera disparates no Casal Ventoso. Com o aparato próprio do seu percurso, entendeu retirar do Largo do Intendente os camiões que estavam estacionados nesta zona onde vendiam droga. À época anunciou o desaparecimento da droga no Intendente, mas logo se verificou se que o tráfico e os dependentes estavam agora espalhados por todo o bairro. Os números oficiais de 2004 eram aterradores, demonstrando que existiam mais toxicodependentes em Lisboa, sobretudo nas zonas que receberam a intervenção mediática de Santana Lopes;

 

7.   Feira Popular de Lisboa - Assumiu as indemnizações aos feirantes pelo abandono da Feira. Com a Fundação “O Século”, garantiu publicamente uma renda idêntica ou superior àquela que recebiam da feira. Hoje ainda, a Feira está encerrada, os feirantes e a Fundação continuam a receber elevadas indemnizações;

 

8.   Execução orçamental - O descalabro da CML foi absolutamente evidente. Em  Maio de 2004 reconheceu que a CML tinha tido no ano 2003 a pior execução orçamental da sua história;

 

9.   Currupção - O combate à corrupção foi apontado por Santana Lopes como um dos seus grandes objectivos à frente da CML. Em 2006 e 2007, surgem inúmeros episódios que envolvem funcionários;

 

10. Símbolos da cidade de Lisboa - Desde a Idade Média que Lisboa sempre teve como símbolo a Nau e os corvos de S. Vicente. Quando Santana Lopes presidiu à CML alterou tudo. O município de Lisboa passou a ser um "L" com cinco quadrados formando um "x" como síbolo. Em Junho de 2004, resolveu mudar tudo de novo;

 

11.  Residentes – A cidade de Lisboa está entre as cidades europeias com a população mais envelhecidas. Mais de 10% tem idade superior a 75 anos. Uma das mais enfatizadas promessas eleitorais foi a de trazer os jovens que habitam nos arredores para o centro da cidade. Em 2005 as estatísticas oficiais confirmam que a população de Lisboa está mais envelhecida do que em Dezembro de 2001;

 

12. Reabilitação urbana. Uma das mais exuberantes promessas eleitorais, saldou-se por fachadas pintadas. A Rua de S. Bento e a Rua da Madalena são exemplos paradigmáticos desta nova característica de reabilitação.

 

Muitos outros assuntos poderíam ser certamente aflorados neste post,  parece-me, porém, que os factos que resultaram na convocação de eleições antecipadas para o município de Lisboa são a simples afirmação da renúncia lisboeta ao regresso de Santana Lopes. A dra. Manuela Ferreira Leite sabe disto e também todos nós!

 

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Muito bem, excelente noticia, vão certamente ser eleições muito interessantes e disputadas em que se poderão debater projectos, objectivos, capacidade, vontade e "heranças".

E se o desmoralizado CDS se coligasse com o PPD/PSD?E se ao mesmo tempo a extrema-esquerda se unisse numa frente PCP/BE ?

Seria muito estimulante e uma boa oportunidade para debater a Lisboa que todos queremos para o século XXI.

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