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Realmente, o Zé faz mesmo falta.

 

Quando Sá Fernandes não era Vereador, falava por tudo e por nada, inventava, gastava dinheiro do erário público com providências cautelares e deixava os lisboetas a agonizar com os atrasos provocados no Túnel.

Agora, propõe às juntas negócios ruinosos e pouco éticos, além de que a sua legalidade seja duvidosa.

 

E o resultado está à vista!

Agora um QUIZ:

 

O jardim mais próximo é tratado pela GEBALIS, o que se encontra mais longe é da responsabilidade:

 

1. Vereador José Sá Fernandes e António Costa

2. Vereador José Sá Fernandes e António Costa

3. De alguém chamado Zé e que dizia fazer falta

4. Todas as anteriores

Imaginem se isto se passasse no tempo do Zé que fazia falta!

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Um negócio que foi defendido pelo actual Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e, pasmem-se (ainda?!) pelo pseudo justiceiro José Sá Fernandes!

E agora Zé? Quem faz falta? O Zé? Os contentores? As providências cautelares?

 

 

O relatório final da auditoria do Tribunal de Contas (TC) ao contrato de exploração do terminal de contentores de Alcântara, em Lisboa – feito entre o Governo, a Administração do Porto de Lisboa (APL) e a empresa Liscont, do grupo Mota-Engil –, foi aprovado esta semana e confirma tudo o que já fora concluído pelos juízes no relatório preliminar. 

 

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O túnel do marquês completa no próximo dia 25 de Abril dois anos de funcionamento. Hoje é unânime entre os lisboetas e quem utiliza aquela infra-estrutura que foi um investimento adequado e que melhorou a circulação do tráfego automóvel.

Passados dois anos, ao contrário do que foi vaticinado (e quase desejado por alguns), o túnel demonstrou ser também seguro. Hoje soam a patéticos aqueles avisos em jeito de ameaça para que não se excedesse os 30 km/h sob pena de elevada perigosidade.
Com a distância de dois anos vale a pena ainda recordar que os lisboetas foram privados de poder usufruir mais cedo do túnel do marquês devido à paragem das obras provocada pela obsessão do vereador Sá Fernandes que serviu apenas para atrasar a obra, prejudicar a cidade e os lisboetas. Um atraso de quase um ano que custou, além do mais, cerca de 4 milhões de euros aos lisboetas.
Mas túnel do marquês não ficou completo. Devido à necessidade de obras no túnel do metro, a saída para a Avenida António Augusto de Aguiar não foi ainda concluída. As obras da responsabilidade do metropolitano de Lisboa estão terminadas há mais de um ano. As obras em falta da responsabilidade da câmara municipal já poderiam ter avançado e até terminado.
Por teimosia, por embirração, por não querer dar razão a quem teve a iniciativa de construir o túnel do marquês, a câmara municipal de Lisboa não promove a conclusão da obra, privando os lisboetas das suas vantagens.
São os mesmos que criticavam o próprio túnel e que se veio a comprovar não terem razão que agora, uma vez mais, colocam a táctica partidária à frente do interesse da cidade e dos lisboetas, privando-os de usufruir em pleno do túnel do marquês.

 

texto publicado no jornal Meia Hora

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O episódio da recusa de autorização do empréstimo em Lisboa, além de demonstrar que a câmara municipal de Lisboa não foi capaz de fundamentar a necessidade do dito, permitiu mais uma demonstração de que António Costa e o PS vão pagar caro pela aliança de conveniência com Sá Fernandes. Uma vez mais, Sá Fernandes meteu-se onde e quando não era chamado.

 

Desta vez  Sá Fernandes fez declarações sobre a decisão do empréstimo tentando comprometer António Costa. Mas não é a primeira vez. Ainda há pouco tempo também resolveu deixar umas críticas ao vereador Marcos Perestrello sobre o jardim da Praça das Flores. Há mais tempo, sobre a EPUL, também fez uns reparos públicos ao vereador Manuel Salgado.

 

António Costa e o PS têm Sá Fernandes, mas também têm um problema dentro de casa.

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É sempre bom saber que na câmara de Lisboa temos uma equipa em sintonia...

 

Depois do Tribunal de Contas ter mantido o «chumbo» ao empréstimo à Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes já disse que a Câmara vai recorrer para o Tribunal Constitucional.

 

in TSF, 19Dez 15h59

 

 

O presidente da Câmara de Lisboa lamentou, esta sexta-feira, o atraso do acórdão do Tribunal de Contas, que confirmou o chumbo do empréstimo da autarquia, mas disse que não vai recorrer da decisão

 

in TSF, 19Dez 18h32

 

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José Sá Fernandes propôs, a semana passada, um "corredor pedonal e ciclável na terceira travessia do Tejo". No texto da proposta Sá Fernandes lamenta que as actuais pontes não tenham uma ciclovia. É, de facto, injusto que os almandenses não possam vir de bicicleta para Lisboa. O facto da ponte sobre o Tejo estar a 70 metros de altura e só um pormenor. É verdade que, em dias de algum vento, a travessia é proibida a motas com menos de 125cc. Mas isso não é nada que não se resolvesse com um pouco de lastro nas bicicletas.

 

E se os políticos de outros tempos tivessem a visão de Sá Fernandes teriam permitido que os almadenses fizessem a viagem para Lisboa de bicicleta na ponte Vasco da Gama. São só 17 quilómetros. O suficiente para o triatlo.  
Seja como for a ideia de permitir ciclistas na nova ponte Chelas-Barreiro é mais uma inovação digna de registo. É o Zé no seu melhor. Seis ou sete quilómetros a mais de quarenta metros de altura.  Vamos a isso Zé. Tu vais à frente.
in 31 da Armada

 

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Uma pesquisa por imagens com as palavras "o zé faz falta" no Google, indica, entre outras, esta. À falta de uma imagem do programa prós e contras sobre o terminal de contentores de alcântara com a secretária de estado Ana Paula Vitorino e José Sá Fernandes lado a lado, que foi premonitória em relação à recente união de facto entre o PS e o vereador que fazia falta, fica uma que retrata igualmente a situação.

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O texto não é meu, mas vem publicado no Spectrum por um tal de Rick Dangerous (bom jogo este para os saudosos do load"").
Vale a pena ler alguns excertos para perceber o quanto vale tomar uma decisão responsável na altura de votar.

 

"O meu primeiro comentário diz respeito à natureza do projecto autárquico do Bloco de Esquerda. Parece-me legítimo afirmar que desde as eleições de 2001 (as primeiras a que concorreu) que se tem observado um gritante vazio de reflexão estratégica acerca do poder local e dos seus usos, por parte do Bloco. São inúmeras as pessoas que conheço que me revelaram ter entrado em listas autárquicas sem qualquer intenção de cumprir o respectivo mandato, sem ter participado em qualquer discussão programática e, por vezes, sem sequer terem sido informadas. Ouvi em primeira mão de um dirigente do BE, num acampamento de jovens da IV Internacional realizado em Roma em 2001, que todos os militantes e simpatizantes deveriam tratar do seu cartão de eleitor porque todos seriam candidatos nas eleições. E recordo-me de inúmeros terem concorrido em terras onde nunca estiveram e das quais nunca tinham ouvido falar.
Desde o início que o BE, na ausência de uma implantação local digna desse nome e de qualquer tipo de intervenção quotidiana organizada fora dos períodos eleitorais, abordou as eleições autárquicas em função do seu objectivo de crescer eleitoralmente. E subordinou assim a sua intervenção no poder local a objectivos de propaganda, em detrimento de qualquer perspectiva de transformação da vida quotidiana das respectivas populações. Ninguém parece interessado em falar disso, mas qual o balanço do mandato autárquico da «Anita» em Salvaterra de Magos?
(...)
Em vez disso, tudo o que vemos é outra coisa e o comunicado da concelhia de Lisboa é uma verdadeira demonstração de má-fé e desonestidade intelectual. É absolutamente inaceitável que, depois de terem aceite o acordo, venham agora escrever, como se lê na página 3, que Sá Fernandes fez uma proposta de entendimento com o PCP e o PS, durante a campanha, "contra a opinião do Bloco de Esquerda".
Note-se o total contrasenso - "o acordo não se fez e não havia nem condições nem razões para o fazer". Mas o acordo fez-se e as razões e condições que não existiam foram aceites por esta mesma concelhia, que agora sacode a água do seu capote com a facilidade com que o BPN abria contas em offd-shores. Parece em todo o caso óbvio que, sem coragem para rejeitar um acordo a que se opunham, os dirigentes concelhios do BE preferiram ficar à espera da melhor oportunidade para o rasgar.
(...)
Quando não se sabe o que fazer ao poder local, mais vale ficar quietinho."

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O EVANGELISTA DE OCASIÃO é um texto do João Gonçalves do Portugal dos Pequeninos sobre José Sá Fernandes a não perder.

 

Não resisto a colocar aqui um excerto: "É um misto de cretinice política com oportunismo."

 

 
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A recente postura do Bloco de Esquerda em relação ao Vereador Sá Fernandes deixou cair por terra o mito da diferença e superioridade moral do Bloco em relação às restantes forças partidárias.
Este mito assenta em 3 pilares fundamentais:
- A retórica de Louçã, Portas, Fazenda e Drago, no papel de inquisidores da moralidade, de dedo em riste, impolutos, arautos do politicamente correcto disfarçado numa imagem de rebeldia, que se apressam a coçar onde outros têm comichão.
- A amabilidade cúmplice com que alguma Comunicação Social trata o Bloco.
- O tabu da discussão da ideologia de génese do Bloco. O Bloco corre o sério risco de se transformar em Fragmento, no dia em que os seus militantes tiverem a coragem de debater o quem somos, o que defendemos e para onde vamos.
Se calhar sou só eu que acho que é muito hipócrita ver alguns bloquistas a opinarem sobre o estado da esquerda dentro do PS, ou o excesso de conservadorismo do PCP, quando do Bloco só conhecemos, à boa maneira populista, ideias avulsas, situacionistas, e pouco sobre a sua ideologia.
Que são de esquerda. Sim, dos sete costados. Organizam eventos com o Manuel Alegre, e dão vivas a Abril. Até o nome diz isso: Bloco de Esquerda. Mas que esquerda? A trotskista de onde vem Louçã? A maoista da UDP? Ou o híbrido social-democrata por onde andou a viajar a Política XXI? As incoerências políticas só servem como alvo do dedo inquisidor dos bloquistas moralistas se forem de outros partidos? Como disse no ponto anterior, só muita simpatia da parte de alguns sectores que deontologicamente não o deveriam ser, tem permitido que muita incoerência passe incólume.
Enquanto assim for, continuaremos a ver os ataques cerrados ao capitalismo selvagem proferidos por consumidores de Cohibas e camisas Façonnable. Faz o que eu digo, não faças o que eu faço.
 
O mito caiu por terra, não pelo derrube de alguns dos seus pilares, mas porque o Bloco de Esquerda, caiu no mesmo tacticismo político e manobras esguias, que caracterizavam ao que parece todos os outros partidos. O Bloco não. O Bloco seguia feliz, puro, cândido, por desflorar, rumo a uma noite de núpcias, de lençóis brancos por estrear.

 

A retirada de confiança política a Sá Fernandes é antes de mais uma falta de respeito para com todos os lisboetas que votaram no Bloco.

Lisboa, foi tida como secundária, num cenário em que o objectivo fundamental é eleger deputados nas Legislativas. Reforçar a bancada do BE. Competir com as outras esquerdas, as que não são puras. E isto só é possível continuando a alinhar nas ondas de protesto, fomentando descontentamento, não deixando de tentar conquistar o mesmo espaço político do PCP.
Quem diria que na rebeldia há lugar para a táctica pura?
Quem diria que na mesma prateleira cabem livros de Baudelaire e Maquiavel?
Uma surpresa, sem surpresa, este Bloco.

 

O Bloco revelou através desta prática com algumas semelhanças estalinistas, que não é assim tão diferente como apregoa.
Sá Fernandes foi usado pelo Bloco. Deu jeito para conquistar uns votos. O que o Bloco não contava é que Sá Fernandes pusesse os interesses da cidade de Lisboa à frente dos interesses partidários do Bloco.

Isto de haver gente que pensa pela sua cabeça é engraçado quando teorizado ou escrito a pincel numa qualquer parede. Quando é praticado é problemático, ainda para mais em lugares em que a democracia é um conceito centralizado…

 

Os argumentos usados pelo Bloco são tão frágeis e descabidos que muitos dos simpatizantes do Bloco não se inibem de mostrar o seu descontentamento na blogosfera ou na Comunicação Social.

Cito Daniel Oliveira, destacado militante do Bloco de Esquerda, no seu Arrastão:

(…) acho que a presença de Sá Fernandes na Câmara garantiu enormes vitórias e fez uma grande diferença: na integração dos precários, na aprovação do Plano Verde, nas ciclovias, em mudanças importantes nas empresas municipais e nos primeiros passos no Orçamento Participativo, uma causa do Bloco de há muitos anos. Tudo isto em apenas um ano e meio, sem maioria e sem dinheiro.

E mais:
Do Bloco, esperava mais sangue frio, mais diplomacia, mais respeito pelo vereador que ajudou a eleger, mais responsabilidade política e um balanço sério em relação ao seu papel nesta triste novela.
Pois é…
 

Sá Fernandes e o Bloco celebraram um acordo com António Costa e o PS.
Este acordo foi escrupulosamente cumprido por Sá Fernandes e por António Costa.

Perante a posição do Bloco, apenas podemos concluir que o Bloco nunca quis ser mais do que uma pedra na engrenagem do trabalho do PS na Câmara Municipal de Lisboa.
O que não contavam é que Sá Fernandes não alinhasse neste jogo baixo.
Para o Bloco, Sá Fernandes deveria boicotar todas as tentativas de recuperação financeira e de credibilidade que o PS foi encontrar quando tomou posse.
Para o Bloco, Sá Fernandes deveria ter deixado de cumprir o compromisso assumido com os lisboetas, para entrar em guerras estéreis com o Executivo, e mediaticamente ajudar o Bloco a ter mais uns sound-bytes diários.
Para o Bloco, Sá Fernandes deveria ter dado menos importância aos espaços verdes em Lisboa, deveria ter dado menos importância à integração dos precários, e um grande destaque às propostas do Grupo Municipal do Bloco, como por exemplo a geminação entre Lisboa e Gaza, vital, como se imagina, para os habitantes das 53 freguesias da cidade…

 

Há quem confunda uma autarquia com 11 mil funcionários e quase meio milhão de habitantes, com as tricas da “partidarice”.

 

Afinal parece que o Zé fazia falta a Lisboa. O Bloco é que não.

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Consumada que está a ruptura muito anunciada entre o BE e o Vereador Sá Fernandes importa referir que muita política, porventura legitima do ponto de vista de estratégia nacional e local, anda no ar e a pouca ou nenhuma preocupação com o presente e o futuro da cidade, por parte do BE, assistimos.

 

De facto, o BE tem um dilema permanente que esta experiência de acordo deixou ainda mais a nu: Ou quer ser parte da solução ou quer ser permanentemente um movimento de protesto e de denúncia.

 

Ou o BE/Lisboa tem uma estratégia a bem da cidade ou a estratégia para Lisboa é minimizada face à estratégia de contestação nacional. O que é legitimo desde que assumido.

 

Eu acho que tem divisões internas sobre este tema fundamental para o futuro do BE e do diálogo à esquerda. Num primeiro momento, venceu a tese da partilha de responsabilidades. Mas a vontade maioritária de romper com o PS, protestar permanentemente, não ser parte da solução, não assumir responsabilidades de gestão, venceu. E democraticamente e legitimamente. Nada contra as decisões legitimamente tomadas.

 

Mas importa deixar claro que António Costa e o PS têm cumprido escrupulosamente o acordado. Se podem ser "criticados" é pelo facto de se terem comportado com tanta lealdade em prol do bem da cidade que nunca se notou a diferença entre eleitos do PS e do BE. O que, pelos vistos, incomodou o BE.

 

Já assisti a um "filme" destes quando comecei a minha carreira autárquica ao nível da Freguesia e em coligação PCP/PS: O Presidente do PCP era criticado pelo seu Partido porque se dava muito bem com os eleitos do PS!

 

Modos de entender acordos e coligações.

 

Também é consensual que José Sá Fernandes foi e é um bom Vereador da CML. Ainda que possamos, como já o fiz, discordar de algumas das suas acções. 

 

Fica uma conclusão substantiva, com implicações nacionais e concelhias, deste episódio:

O diálogo e a convergência à esquerda mais facilmente se faz no PS e nas suas listas e acções (enquanto espaço plural da esquerda portuguesa) do que entre o PS e os Partidos à sua esquerda.

 

Porque estes não querem.

 

É esta conclusão que o PS deve incorporar assumindo com orgulho o trabalho dificil, após desastrosas gestões PSD/CDS, que está a ser feito a nível nacional e em Lisboa.

 

Batendo-se por ele, salientando-o, defendendo-o, comunicando-o! A bem de Lisboa e de Portugal!

 

A responsabilidade do PS é grande.

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"Enquanto era só Zé ainda ouvia os técnicos e aconselhava-se"

 

Mas então agora já não é só o Zé ?

 

"Não, agora é o Sr. Vereador Sá Fernandes"

 

Este diálogo que ontem se ouviu no Programa Prós e Contras revela o rídiculo da questão!

 

Sá Fernandes a defender os contentores! Será que em nome de um novo lugar de Vereador num qualquer outro partido?

 

Ouçam tudo, mas o minuto 19 é lindo!

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Sá Fernandes a defender a construção de tuneis na Cidade de Lisboa.

 

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Em declarações à Lusa, o vereador do Ambiente na Câmara de Lisboa disse que apesar de o projecto da Administração do Porto de Lisboa (APL) tal como lhe foi apresentado, contemplar o aumento do número de contentores na zona, a construção de uma «conduta subterrânea» irá assegurar o seu escoamento «a toda a hora».

 

«O que eu acredito é que muito embora haja muitos mais contentores, eles são escoados muito mais rapidamente, através de uma conduta subterrânea a toda a hora, ao contrário do que acontece hoje, que são três vezes por dia», explicou.

 

José Sá Fernandes

 

in Sol, 28-10-2008

 

 

 


Já agora, e o que tem a dizer sobre uma lei feita à medida pelo governo para a Mota-Engil? E sobre o prolongamento de uma concessão sem concurso público mesmo quando há outros interessados? E sobre o facto de tudo ser decidido à margem da participação da câmara de Lisboa e com António Costa a tudo permitir sem cuidar dos interesses dos lisboetas e da cidade?

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A PSP informou que dos túneis existentes em Lisboa apenas não houve indicações de qualquer problema [inundações] no túnel do Marquês de Pombal. 
 

via 31 da Armada

 

Nota: Gostaria de dar as boas-vindas ao Rui e ao Hugo. Não tenho dúvidas que connvosco o debate vai ser duro,mas franco e leal. Um abraço e boa-sorte.

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O PNR, numa das suas habituais acções de campanha, colocou um cartaz em Entrecampos, prontamente mandado retirar por Sá Fernandes. Costuma-se dizer que os extremos se tocam, e é mesmo verdade. Se, por um lado, a mensagem do PNR é má, mas não é ilegal, por outro, a acção de Sá Fernandes é moralmente aceitável, mas não deixa de violar o princípio da liberdade de expressão.

 

 

Quanto ao PNR, não faço quaisquer comentários porque sei que iria ferir pessoas que se emocionam facilmente, e a última coisa que quero é provocar o sofrimento alheio. Quanto a Sá Fernandes, vejo que continua aonde sempre esteve, no estalinismo silencioso, onde só se fala para mandar calar os outros.

 

 

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já leram o Expresso de hoje?

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José Sá Fernandes diz que «Se estivesse no lugar de Júdice não aceitava ficar à frente do plano», certo, mas para isso acontecer teríamos de viver num País da treta, numa espécie de Alice no País da Al Jazeera , para o Sr. vereador "estar no lugar de Júdice"..... que susto!!!!

Mas José Sá Fernandes diz também que «Esta sociedade não tem relevância nenhuma, porque vai ser um mero capataz da obra...a Câmara Municipal...ficará também com todos os poderes de licenciamento», agora perdi-me!!!!

 

É proibido, mas pode-se fazer...........versão esquerda caviar!?!?!?

 

 

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Por ordem em relação ao título...

 

O Governo fará tudo o que estiver ao seu alcance

 

'O novo Casal Ventoso'

 

Péssimo serviço público 

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