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Notícia de hoje:

 

A agência de notação financeira cortou o "rating" de Portugal em um nível, colocando-o num patamar considerado "lixo". As perspectivas continuam a ser "negativas".

 

Afirmações do actual Secretário de Estado de Passos Coelho, Carlos Moedas de seu nome, há poucos meses:

 

«Rating voltará a subir com medidas do PSD» Carlos Moedas não tem dúvidas de que notas voltarão a subir quando mercados perceberem que PSD vai cumprir as metas de défice

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"Só vamos sair desta situação empobrecendo"

 

Esta afirmação de Passos Coelho revela a sua total pobreza de espírito, garra e vontade como político. Infelizmente, temos um Primeiro-Ministro que se conforma e nada faz para inverter a situação, esquecendo-se que a sua função, à frente do Governo, é batalhar por um País melhor.

 

Como referi aqui, não vi e nem vemos o Primeiro-Ministro multiplicar-se em contactos e trabalho com os seus parceiros europeus e/ou na busca de investimento para Portugal no espaço extra-comunitário. 

 

Esta liderança pobre acaba por querer impor a pobreza a Portugal e, por isso, vamos mesmo empobrecer, porque a tese do ficar pior para um dia, não se sabe quando, melhorar, vigora no actual Executivo.

 

Infelizmente, aquela bandeira lusa na lapela dos governantes e deputados do PSD (o CDS, ao menos, não desceu ao patriotismo bacoco), apenas revela uma prioridade que não têm: Portugal. 

 

Para quem pensa que a Palavra em política vale pouco, este momento revela como tal não corresponde à verdade, pois a Palavra é tradutora de um projecto e o projecto que o PSD tem para Portugal nos últimos anos é claro: tanga e empobreceminto.

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A Comissão Europeia defende que o exercício orçamental de 2011 é "muito exigente" para Portugal porque terá de acomodar num orçamento difícil de consolidação a dívida oculta da Madeira e uma menor actividade que resulta do arrefecimento da economia europeia. Para 2012 pede-se uma "austeridade inteligente" para não prejudicar o crescimento.

 

Não vale a pena o PSD e o CDS apresentarem a tese da vítima ofendida, de que a culpa é da governação do PS. A Comissão Europeia, insuspeita e dominada pelo partido no qual os dois partidos do Governo português têm filiação europeia (o PPE), diz, preto no branco: os desvios de 2011 devem-se à Madeira - o arquipélago governado pelo PSD quase há quatro décadas - e à crise europeia.

 

Por outro lado, é pedida uma "austeridade inteligente". Lamentavelmente, ontem, Passos Coelho apresentou um garrote a milhões de portugueses, colocando entraves ao crescimento económico. 

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Afinal, dentro do prazo, garantiu, estará pronto apenas o relatório de avaliação do ‘buraco’ nas contas da região. A apresentação está marcada para amanhã. O programa, esse, só será apresentado após as eleições regionais (9 de Outubro), disse, uma vez que terá de ser negociado com o governo e, neste momento, decorre a campanha eleitoral, justificou.

 

Quem pensava que Passos Coelho tinha demonstrado muita coragem há dias, acerca do que disse da situação calamitosa das contas madeirenses, engana-se. A fachada do determinado caiu perante a posição do líder do PSD/Madeira.

 

A Passos Coelho e ao PSD nacional não faltam aquilo que há muito o PSD/M não tem: vergonha. E ainda protegem a desgovernação, como se o enorme buraco fosse uma mera infelicidade, feita sem noção.

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Não ouvi toda a entrevista do Presidente da República, ontem à TVI. Mas apanhei a parte final, na qual se falou do projecto europeu. Uma vez mais Cavaco Silva foi fiel a si mesmo: Portugal tem de ser um aluno, à espera que os mestres, nomeadamente os alemães, dêem a lição para fazermos o trabalho.

 

Infelizmente, a lógica europeia do PSD, desde os tempos de Cavaco, até ao presente (o período de Durão Barroso foi curto para perceber qual a predisposição do partido quando o actual Presidente da Comissão Europeia liderou o Governo nacional) tem sido a do "menino que se quer portar bem para estar junto dos grandes e desenvolvidos da Europa".

 

Ontem, Cavaco voltou a apresentar a mesma filosofia: Portugal tem de fazer os seus deveres, determinados pelos maestros. Com Kohl, Mitterand e Delors a coisa até passava, pois estávamos perante grandes líderes que tinham um rumo e as pessoas conheciam qual era o caminho, mas perante Merkel tudo é o oposto, nem a senhora é docente nem o rumo existe e a insegurança quanto ao futuro predomina. 

 

Cavaco, tal como Passos Coelho, não percebe o que é o projecto europeu: uma união de vários percursos, muita das vezes antagónicos, de vários países, que, com a base na Democracia e na Liberdade - alcançadas ao fim de séculos de guerra e miséria - procuram, na harmonia e respeito por cada um, melhorar o espaço e as condições em que estamos inevitavelmente condenados a viver.

 

Ao contrário dos mandatos do PS (no Governo) e dos Chefes de Estado da área socialista (Soares e Sampaio), no qual Portugal sempre foi um dos grandes contribuintes do projecto europeu - a nível governativo com a Agenda e Tratado de Lisboa, a nível presidencial com a consolidação de Portugal no espaço europeu (Soares) e a reflexão e melhoria do projecto europeu (Sampaio, com o grupo de Arraiolos) -, o PSD apresenta a postura do paísinho pobre e preconceituoso do sul da Europa, do portuguesinho inculto e envergonhado, que considera que Portugal nada tem a dar à UE, apenas se limita a receber.

 

Assim, com estes valores, apenas nos limitamos a receber instruções para fazermos o nosso caminho, que nós não temos, mas alguém terá por nós.

 

Não é apenas com a má governação de Merkel que a Europa perde, é também com este tipo de responsáveis nacionais que nada têm a apresentar e por nada lutam. Navegam à vista, com o único objectivo de sobreviver. Como pode um homem experiente como Cavaco dizer que Portugal, cumprindo ponto por ponto o acordo com a troika, irá estar melhor, pois por mais que o acordo seja cumprido, se a situação na Europa e no mundo não melhorar também nós perdemos?

 

Quem nem a linha do horizonte consegue avistar não tem capacidade para apresentar um projecto de futuro, quanto mais concretizá-lo.

 

Assim estamos, com o cavaquismo (na Presidência da República) e o pós-cavaquismo (no Governo) instalados no poder nacional, sem nos dar um porvir decente, que temos toda a legitimidade a ambicionar para as nossas vidas na Europa do século XXI.

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Antigo ministro do PSD prevê "desgraça futura" na Saúde

 

Ferreira Leite discorda da política fiscal do Governo

 

Mais impostos «é um murro no estômago»

Marques Mendes diz que o Governo ainda não lançou uma única medida para relançar a Economia, nem emagrecimento do estado

 

Não é a oposição que o diz, mas elementos com vasta experiência governativa, em nome do PSD, que dizem o óbvio.

 

É o que dá, ter um Governo sem experiência, nem ideias nem rumo, com pessoas sem experiência de governação em áreas nevrálgicas, que se limitam a encarar a vida apenas do lado teórico, como tudo se resumisse a números e as pessoas são mero decoro nas equações que fazem.

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A capa do Sol de hoje é elucidativa dos dois pesos e duas medidas do PSD.

 

Em grande destaque, o Primeiro Passos e o Ministro Relvas, quais dois bravos guerreiros no combate às despesas das autarquias locais.

 

Por outro lado, em rodapé, o deputado Amorim (não confundir com o trabalhador e mal remunerado Américo, que é um injustiçado, pois um proletário da sua estirpe não teve, até hoje, uma única defesa ou apoio da CGTP e/ou da UGT) defende o "injustiçado" Alberto João Jardim.

 

Para um partido que se reclama a força do Poder Local e para um partido que é dominante no Poder Local, este PSD não tem vergonha, pois permite espezinhar o trabalho dos autarcas, como se fosse uns esbanjadores natos, e ao Governo Regional da Madeira permite-se tudo, pois gasta sem regras nem cuidado.

 

E, para cúmulo da hiporcrisa, o PSD ainda considera o principal responsável da desepesa um coitado. A impunidade continua e o desleixo é incentivado.

 

A moral da história é bem conhecida e as últimas horas são como o algodão, não enganam, pois  as finanças regionais madeirenses entraram em ruptura, mas o líder regional dá-se ao luxo de continuar a anunciar obras.

 

Com governantes destes, Alberto João Jardim bem pode continuar a gastar sem critério, pois tudo lhe é permitido.

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TGV: CDS quer mais esclarecimentos do ministro da economia
O CDS mantém a posição sempre defendida pelo partido, ou seja, o TGV não deve avançar neste momento

 

O CDS manifesta a oposição à construção do TGV, mas "neste momento". Veremos o que decidirá o Governo dentro de um mês, quando terá de informar o Governo espanhol da posição portuguesa face à alta velocidade. Então, teremos oportunidade de verificar o cumprimento ou não dado na campanha eleitoral, pelas duas formações opostas ao TGV: PSD e CDS.

 

Se calhar, dentro de um mês o CDS pode ser um forte entusiasta.

 

Todavia, há uma sensação, nesta coligação PSD/CDS, que nem está formosa nem segura.

 

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"Portugal precisa de Porto e Lisboa a rivalizarem", diz Luis Filipe Menezes

 

Luís Filipe Menezes é um mestre na arte do dislate e esta frase, que serve como cartão de apresentação da sua candidatura à Câmara Municipal do Porto, é mais uma pérola do actual edil de Gaia.

 

Menezes procura, deste modo, encontrar apoios no bairrismo bacoco e prejudicial para o País. Lisboa e Porto têm de ser dois importantes pólos nacionais, com afirmação ibérica e europeia e de projecção global. Como é elementar, ambas ganham quando são complementares e perdem quando guerreiam entre si, pois enfraquecem-se e tornam o País mais vulnerável.

 

E é este senhor Conselheiro de Estado. Bem podia ser denominado "quebrador" do Estado.  

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Não deixa de ser surpreendente a atenção, que os órgãos de comunicação social e outros, têm dado ao caso da chamada de teste para o INEM efectuada pelo Grupo Parlamentar do PSD. É algo que só posso classificar como típico da Silly Season que atravessamos. Até porque, pelos vistos para muitos, não há mais matéria política para discutir ou escalpelizar, dada a conjuntura político-económica que nos rege. Esperava mais, daqueles que reclamam para si, uma oposição responsável.

 

Feita esta introdução inicial, gostaria de fazer algumas considerações.

 

Acho curioso que ninguém tenha abordado a questão central desta polémica: o facto de o relatório do Tribunal de Contas por em causa o tempo médio de atendimento das chamadas de emergência do 112, enunciado nos números oficiais do INEM. Um assunto de somenos importância para muitos, certamente. Os mesmos que optaram por escamotear a questão, talvez pelo facto de o responsável do INEM ter sido nomeado pelo Governo anterior, refugiando-se numa pretensa ilicitude, constituindo-se esta como uma clara manobra de diversão. Ilicitude, aliás inexistente, uma vez que não foi estabelecida qualquer conversação com o operador, tendo-se apenas aferido o tempo de atendimento. Todavia, ainda que esta questão seja passível de análise jurídica, há outra que é claríssima: o poder de fiscalização dos deputados, ainda para mais daqueles com competências próprias nesta matéria como é o caso dos membros da Comissão Parlamentar da Saúde. E ainda que custe ao Grupo Parlamentar do PS que se fiscalize e tente apurar a ratio da disparidade entre os números do INEM e do Tribunal de Contas, gostaria de ouvir da parte deste, quaisquer declarações sobre esta matéria. Mas infelizmente, nem uma palavra.

 

Quanto aos clamores abstrusos de moralidade que têm vindo à praça ultimamente, gostaria que os seus autores, de acordo com a tal oposição responsável, passassem das intenções aos actos, enjeitando os faits divers e se concentrasse naquilo que é essencial. Até porque no que diz respeito à moralidade dos deputados, não faltam por aí telhados de vidro; esses sim justificados.

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A atitude da deputada do PSD, Joana Lopes, ao fazer uma falsa chamada para o 112 merece reprovação, pela atitude indigna que tomou.

 

112 é um número com o qual não se deve brincar e a parlamentar fez o que não deve ser feito, ainda por cima para para se armar em engraçadinha, numa Comissão Parlamentar, que recebeu o responsável do INEM.

 

Face a esta atitude, a deputada do PSD só tinha duas coisas a fazer: apresentar um pedido público de desculpas e apresentar a sua demissão de Deputada, pois a um parlamentar exige-se elevação, rigor e exemplo, tudo o que o comportamento de Joana Lopes desprezou.

 

Houvesse respeito pela missão de Deputado e esta atitude não seria tomada como banal. Mas parece que para a bancada do PSD tudo é possível a um deputado. Assim se degrada e desprestigia uma das funções mais nobres.

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Passos Coelho impõe novas regras e corta regalias do Governo

 

O próprio primeiro-ministro comprometeu-se a usar o carro pessoal sempre que não estejam em questão funções no âmbito do seu cargo.

 

A presidente da Assembleia da República acaba de atribuir a Mota Amaral, na qualidade de ex-presidente do Parlamento, um gabinete, uma secretária, um BMW 320 e um motorista.)

 

Atribuir a viatura BMW, modelo 320, com a matrícula 86-GU-77, para uso pessoal do ex-Presidente da Assembleia da República;

 

Mota Amaral é uma grande figura da Democracia portuguesa, mas como qualquer eleito não está acima de ninguém. 

 

O PSD demonstra que os sacrifícios não são para todos. Como pode este partido ser levado a sério, quando faz questão de dizer que quer ser exemplo e faz precisamente o oposto?

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Na edição do Povo Livre (jornal oficial do PSD) da semana passada, refere-se a frase de Passos Coelho, no Conselho Nacional do PSD, de ter encontrado um "desvio colossal" (ver pág. 9). 

 

Com este argumento, pretendia-se anular o impacto negativo e prejudicial para a vida de muitos portugueses, do corte no subsídio de Natal.

 

Uma semana passada, o mesmo Pedro Passos Coelho nega que haja um "buraco colossal". Será caso para perguntar, nesse sentido não é necessário aplicar o corte no subsídio de Natal.

 

Em suma, numa semana não se tapa ou anula um buraco colossal, como se pretendeu dar a entender na semana passada, ainda por cima com grande turbolência, devido ao ataque a Itália que agitou as economias europeias, mas numa semana percebe-se bem os erros colossais que se cometem.

 

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Depois destas palavras de Manuela Ferreira Leite, há poucas semanas, gostava de saber o que a ex-líder do PSD tem a dizer às notícias do dia de hoje.
 
E quanto a Passos Coelho, que sente o murro no estômago, hoje devia pedir desculpas públicas a José Sócrates, que tudo fez para que Portugal não estivesse exposto aos ataques fáceis que apenas fragilizam Portugal, mas o PSD culpava Sócrates e o PS de ser o responsável de todos os males.

 

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Vários dirigentes do PSD acreditam que Fernando Nobre não vai regressar ao Parlamento. Depois de ter faltado aos dois dias de debate do programa de Governo, os social-democratas esperam que o deputado renuncie ao mandato.

 

O PSD e Fernando Nobre andam a brincar com o eleitorado. Primeiro, Passos Coelho devia saber que quem elege o Presidente da Assembleia da República são os deputados. Depois, Nobre devia ser responsável com o mandato que as pessoas do distrito de Lisboa lhe deram.

 

Veremos o que se passará, mas pelo entusiasmo das hostes laranjas, importa despejar Nobre quanto antes.

 

O PSD começa bem esta era governativa: duplo chumbo do candidato à liderança do Parlamento; promessa eleitoral rasgada, com o corte no subsídio de Natal, na primeira prestação na Assembleia da República, e talvez a renúncia de uma aposta pessoal de Passos Coelho, para o Parlamento.

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“Passos Coelho é um homem de palavra pois manteve a sua promessa de levar Nobre a presidente da AR”. Grosso modo é este o sentido geral das declarações dos spins oficiais e oficiosos do PSD. Um ou outro mais delirante atreve-se mesmo a culpar a esquerda pela não eleição do presidente da AMI.

 

Claro que ao PSD dá jeito que se pense assim. Mas a verdade é outra.

Nobre foi um erro de Passos Coelho desde o primeiro minuto em que foi convidado. Não trouxe mais votos. Não alavancou nenhuma mensagem de “sensibilidade social” que servisse de contrapeso à matriz ideológica liberal com que o PSD se apresentou a votos. Basta pensar que depois da entrevista ao Expresso nunca mais ninguém lhe ouviu uma palavra. Nobre foi por isso um elemento neutro nestas eleições.

 

Apesar de tudo isto, desenganem-se aqueles que consideram que a não eleição de Nobre para presidente da AR é uma derrota de Passos Coelho ou do PSD. Daqui as umas semanas este episódio não passará de um fait divers que será lembrado de forma divertida para os lados da Lapa – “o dia em que nos livrámos de Nobre e ainda saímos por cima”. Já o presidente da AMI, por todo o seu passado, e apesar de alguma tentação narcisista, não merecia a desconsideração pública a que foi sujeito. A política nem sempre é uma coisa bonita.

 

 

também no Vozes de Burros

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"Espero que o seu curso lhe sirva para alguma coisa".

 

Foi este o comentário mal educado, a roçar o ordinário, que Passos Coelho atirou a uma aluna das Novas Oportunidades, ontem, em Vila Real. 

 

No entanto, em certa medida, tenho de dar alguma razão a Passos Coelho.

 

A formação escolar e o esforço nem sempre são o caminho mais fácil para se atingir o sucesso profissional.

 

Há o caminho alternativo: Entrar para a JSD aos 14 anos e arranjar um padrinho chamado Ângelo Correia.

 

 

 

Também publicado no Vozes de Burros

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Cavaco avisara, há umas semanas, que só dará posse a um Governo maioritário.

 

Tudo indica que o vencedor destas eleições não terá maioria absoluta, logo, a possibilidade de PSD e CDS, mesmo que atrás do PS em votos, juntos, possam obter maioria absoluta. E, em Democracia, não seria a primeira vez que os segundo e terceiro partidos mais votados formem Governo. O CDS já deu sinais de querer ascender ao Governo com o PSD, mesmo com a vitória socialista. Passos Coelho hoje disse que não estava interessado em ser Primeiro-Ministro, caso o PSD não vença as eleições. Mas, como sabemos, o dito hoje por Passos Coelho não é o certo amanhã.

 

Em suma, a escolha nestas eleições é clara: ou PS ou PSD/CDS. E sabe-se muito bem que Sócrates dá-nos muitas mais garantias do que Passos Coelho.

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Esta é a primeira Motion Graphics 100% Portuguesa sobre política. Espero que gostem. Vejam. Partilhem. Agitem, pois o momento merece!

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Desde 2004, com a saída de Durão Barroso, o PSD entrou numa espiral de irresponsabilidade como nunca este partido, um dos maiores da democracia portuguesa, tinha entrado.

 

De formação política credível e responsável, o PSD virou um partido de baronetes e séquitos sem o mínimo sentido de responsabilidade do que é governar ou fazer oposição. Ambos são determinantes para a estabilidade e progresso nacional.

 

Não é, pois, por acaso, que em tão poucos anos o PSD tenha tido cinco lideranças. Quase uma por ano. Resta saber qual delas a pior.

 

Há pouco mais de um ano, quando foi eleito Presidente do PSD, Passos Coelho quis apresentar-se como o líder laranja que faria a ruptura com o desastre recente do partido. Assumiu uma pose de Estado, mas esta postura, qual tigre de papel, caiu ao mínimo sopro. Primeiro, envergonhou-se das medidas que assumia e pedia desculpas aos portugueses, depois apresentou uma revisão da Constituição que fazia quase tábua rasa do Estado Social, e depois cedeu à tentação de poder interno, provocando eleições antecipadas sem qualquer necessidade (como ontem se percebeu, com o acordo a que o País chegou com a troika, o PEC IV, aceite por todos os parceiros europeus, era o adequado).

 

O PSD quis eleições e teve o seu desejo concretizado, com a aliança tácita que fez com a direita e a extrema-esquerda. Porém, a política de terra queimada do PSD, do quando pior melhor, que até parecia colher alguns frutos, está a sair completamente furada. Passos Coelho e a sua clique esperavam que o País entrasse em bancarrota, de modo a concretizar um vasto programa de privatizações, sem qualquer sentido ou noção, colocando em causa as condições de vida de milhões de portugueses.

 

Hoje, depois de conhecidos os acordos a que se chegaram com a troika, fica mais claro que o País sabe ter no PS um defensor intransigente e inquestionável do Estado Social, e do PSD ainda nem se sabe muito bem o que pensa, pois o que quer, já se ia desvendando, mesmo sem assumir sem frontalidade o que queria fazer no País.

 

Ainda faltam algumas semanas para as importantíssimas eleições de 5 de Junho, mas esperemos que depois da reprovação da postura do PSD nas urnas, nem é do programa, que não tem (como é que em um ano de liderança chegados a esta altura do campeonato e Passos Coelho não tem uma única ideia para apresentar, sinal do vazido do actual PSD), o maior partido da oposição precisa de eleger uma liderança que devolva credibilidade ao partido. Pela Democracia!

 

Há muito que o PSD espezinha um dos grande marcos decretados por Francisco Sá Carneiro: o País é mais importante do que o partido. Este PSD inverteu e rasgou o compromisso de Sá Carneiro.  

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O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, escusou-se hoje a comentar a recusa de António Capucho em ser vice-presidente da Assembleia da República, considerando tratar-se de uma “questão menor”, sem “importância nenhuma”.

 

Qualquer dia Passos Coelho também diz que só sai da liderança do PSD se lhe derem um tiro na cabeça. O PSD de mal a pior. Esperava-se um pouco mais!

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O maior problema dos independentes é o seu prazo de validade. Ou porque, desiludidos com o mundo da política, saem e vão à sua vidam, ou porque, iludidos com o mundo da política, entram num partido e fazem-se à vida!

 

Fernando Nobre - talvez o futuro presidente da Assembleia da República - leva a coisa ao extremo, não se percebendo muito bem se continua um independente, se apenas um dependente. É que, contrariamente ao que hoje é dito, a política não vicia pelas mordomias ou vencimentos - por esse prisma até julgo que repele mais do que atrai - mas sim pelo poder. E para lá chegar, Nobre, tem-se tornado um mercenário sem igual, tão à luz daqueles que habitam os cenários terceiromundistas por onde andou com a AMI.

 

também publicado no República do Cáustico

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20 de Fevereiro de 2011: Meus Queridos Amigos Cidadãos Portugueses: Até final de Abril/ Maio, encerrado completamente, espero, todo o processo constitucional da Candidatura e ouvidas muito atentamente as pessoas que mais amo e alguns Amigos, anunciarei a decisão sobre o como e em que moldes agiremos no futuro. SERÁ, COMO NÃO PODERIA DEIXAR DE SER, UMA DECISÃO REFLECTIDA, SERENA, SOLITÁRIA, DEFINITIVA E SOBERANA.QUE NÃO PASSARÁ PELA CRIAÇÃO DE QUALQUER PARTIDO POLÍTICO. E QUE, GARANTO-VOS, EXCLUÍ A MINHA PARTICIPAÇÃO POLÍTICA, NEM COMO INDEPENDENTE, NO ÂMBITO DOS PARTIDOS EXISTENTES, NEM EM ACTUAIS OU FUTUROS GOVERNOS PARTIDÁRIOS.

 

10 de Abril de 2011: Fernando Nobre é o cabeça-de-lista do PSD por Lisboa

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Governo com dez ministros chega, diz Passos

 

O PSD tem vindo a demonstrar que as propostas que apresenta conseguem ser piores do que se pensa. Então, Passos Coelho ainda nem apresentou o programa eleitoral e já diz quantos Ministros (10) o seu Governo teria?

 

Não tendo um projecto, em termos teóricos, nunca se saberá se é um número ajustado, face ao que o PSD pretende para o Governo. Serão muitos, serão poucos?

 

Mas da equação teórica facilmente se chega à realidade e entende-se como Passos Coelho demonstra um desconhecimento total do que é governar. A proposta é irrealista, pela incapacidade de uma equipa ministerial, de 10 pessoas, responder a tudo, como deve. Nem o Governo de um dos países mais prósperos e pequenos (em termos geográficos e populacionais) da UE, como o Luxemburgo, conta com esse número (o Governo luxemburguês é composto pelo Primeiro-Minsitro e 14 Ministros); e Portugal, um país de dimensão média, no quadro europeu, quer contar com 10 Ministros?

 

Deixemos de andar a brincar com o País. Já basta a crise que o PSD criou, com Portugal a ser obrigado a requerer ajuda externa.

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Não deixa de ser curioso que se continue a insistir na tese da responsabilidade total da oposição e sobretudo do PSD na actual crise política.

 

Esqueceram-se porventura da viabilização do Orçamento de Estado (que não é o seu) e dos sucessivos PEC's numa atitude que Mário Soares considerou próprio de quem visava o interesse nacional e de quem transpunha as lógicas político-partidárias, algo só ao alcance de estadistas.

 

Pois rapidamente se fez tábua rasa desse entendimento e o tango transformou-se em marcha fúnebre.

 

Agora o PSD é o grande responsável pelo status quo. Não é o Governo praticamente nado-morto desde o início que não tomou atempadamente as medidas severas que se exigiam. Não foi o Governo que andou a ludibriar tudo e todos com contabilidades criativas e engenharias financeiras. Não foi o Governo que não cumpriu aquilo com que se comprometeu nas negociações do Orçamento de Estado. Não é o Governo que mente sistematicamente. Não foi o Governo que andou a ganhar tempo nos últimos meses a adiar o inevitável. Não foi o Governo que anuiu a entrada do FMI no fundo de resgate europeu, aquele mesmo FMI que diaboliza internamente. Não foi o Governo que se auto-limitou considerando a entrada do FMI em Portugal uma derrota política governamental. Não foi o Governo que negociou um PEC4 nas costas de todos sem passar cavaco ao Presidente da República, Parlamento, Conselho de Ministros, Parceiros Sociais e PSD. Não foi o Governo que face à inevitabilidade da entrada do FMI se apercebeu que tinha mais condições de disputar umas eleições agora do que daqui a uns desgastantes 3 meses, confrontado com a verdade dos números e a derrota política do resgate externo. Não foi o Governo que portanto forçou a situação levando o PSD a ter que assumir as suas responsabilidades como o maior partido da oposição. Não é concomitantemente do interesse do Governo a crise política por si despoletada devido a critérios eleitoralistas e de manutenção no poder. Também não é do seu interesse ter um pretexto para aplicar a sua táctica política preferida: a auto-desresponsabilização e a vitimização.

 

Não.

 

É o PSD que beneficia da crise política ao receber como herança um País em pantanas e o ónus da tomada das incontornáveis e impopulares medidas de austeridade; como é evidente camaradas.

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A entrevista de ontem, a José Sócrates, foi bastante elucidativa quanto ao que aconteceu e o que está em causa, em Portugal e na União Europeia, e de quem está interessado no futuro do País e quem apenas se importa com a agenda partidária.

 

Uma vez mais, a oposição veio em coro condenar Sócrates, como se este fosse responsável da crise nacional e o Governo nada tivesse feito. Mas como Sócrates ontem referiu: onde é que estão as políticas alternativas?

 

Lá temos de deduzir e procurar entender o que o PSD vai dizendo, em Portugal e, sobretudo, lá fora, qual o seu programa. E o mais lamentável é que o PSD não diz em Portugal o que vai anunciado no estrangeiro: medidas mais duras do que as previstas no PEC chumbado no Parlamento.

 

Sócrates, como sempre, manifestou o seu compromisso e empenho de defender Portugal, dos constantes ataques de que estamos a ser alvo. Pena que outros não sigam o exemplo.

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A liderança de Pedro Passos Coelho tem demonstrado um projecto muito frágil e sem consistência.

 

Quando ascendeu à liderança laranja, Passos Coelho quis demonstrar sentido de responsabilidade, assumindo, inicialmente, uma pose de estadista, ao viabilizar os PEC’s. Ainda chegou a apresentar aos portugueses, com um ar pungente, um pedido de desculpas, por pactuar com o PS a estabilidade do País (que, de facto, também depende do PSD, dada a minoria governativa do PS).

 

Porém, perante a primeira aragem interna de adversidade, Passos Coelho despiu o fato do estadista que demorara meses a tentar criar, para parecer verdadeiro, e acelerou o calendário eleitoral, precipitando eleições, não ligando ao País nem às condições dos portugueses, demonstrando qual a sua causa: "ir ao pote".

 

Já quanto ao seu trabalho partidário e rumo político, Passos Coelho tem demonstrado uma lamentável falta de ideais e projecto. Se ideias e rumos para o País não tem nada de original para apresentar, o que fica é uma cópia do que fazem os conservadores britânicos. Vejamos: assim que David Cameron tomou as rédeas do Governo britânico decidiu acolher ideias dos cidadãos para receber ideais para a governação do país. O que fez Passos Coelho? Copiou o exemplo de Cameron. Nas legislativas britânicas, os tories tinham como grande bandeira a Big Society, ora, o que apresenta Passos Coelho aos portugueses: Mais Sociedade.

 

Agora, por breves momentos, imagine-se, caso o PSD vencesse as eleições, o que iria fazer Passos Coelho? Pois bem... continuaria a imitar o mandato de David Cameron. E nós já sabemos o que é que as políticas conservadoras representam para a vida de milhares de britânicos: desemprego e fins de apoios sociais

 

Bem podemos e precisamos dispensar estas políticas. Afinal, quem nada apresenta e apenas se limita a copiar, e maus exemplos, ainda por cima, de pouco serve a Portugal.

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Quando devia ter aceite o diálogo, para negociar o PEC IV, Passos Coelho disse estar "irredutível" para debater. Agora, que o País se encontra numa situação muito vulnerável, pela crise política que provocou, Passos Coelho procura apresentar um ar de responsável, concordando com o Governo, caso este apresente um pedido de ajuda externa.
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Cenário: é aprovado um dos anunciados projectos de resolução contra o novo pacote de austeridade. O Governo, por uma vez, cumpre a palavra e retira consequências da votação, apesar de não vinculativa, demitindo-se. O país vai a eleições, talvez lá para Junho. 

A batalha eleitoral acaba por tornar óbvio o que alguns já sabem ser inevitável: um pedido formal de ajuda externa. Uma desculpa conveniente para quem não foi capaz de gerir bem o país e vê em eleições antecipadas um instrumento de vitimização e desculpabilização.

Quem pensa que Sócrates está morto e, por isso, já escolhe a "mobília" dos gabinetes que pensa ocupar, subestima quem já demonstrou ter vida política para além de outras mortes pré-anunciadas.

Chegam as eleições. A campanha é dura. O PSD vence mas sem maioria absoluta. Admitindo que consiga, juntamente com o CDS, alcançar essa maioria absoluta forma uma nova AD. Passa a ter na oposição um grupo parlamentar socialista escolhido por Sócrates. Que pode, mesmo, ter condições políticas e vontade revanchista para continuar como deputado e até, quem sabe, querer liderar a bancada parlamentar na oposição! Alguém falou na utilidade da imunidade parlamentar ? 

Um Governo dito "de direita" passa a ter uma oposição feroz nas ruas. De sindicatos, de classes profissionais, de partidos, de jovens, de menos jovens, da classe baixa, da classe média que ainda resistiu à passagem de Sócrates. As greves, as manifestações, passam agora a ser mais politizadas. O calendário da luta não dá estados de graça ao Governo. As grandes reformas de que o país precisa, apesar da maioria parlamentar, não avançam à velocidade necessária, com o peso das ruas e de um PS ainda aos pés de Sócrates e dos seus seguidores.

Chegamos ao ponto chave: não será fácil, no estado a que chegamos, e pesando o que terá que ser feito para tirar o país do buraco, encontrar as medidas necessárias e o menos penalizadoras possível, quer das pessoas, quer da própria economia, e implementá-las sem um entendimento muito alargado que junte, senão a curto, a médio prazo, PSD, PS e CDS. 

Drama: não é possível fazerem-se acordos com quem não honra a palavra. Passos Coelho ganhou mas a vitória não foi tão esmagadora que Sócrates saia do Parlamento ou de uma liderança que viu renovada em Congresso partidário. Quem é, pois, o interlocutor com quem o PSD deve tentar chegar a um entendimento? Alguém com quem se não pode fazer acordos.

Por vezes os problemas residem nas políticas. Por vezes nas pessoas. Daqui por vinte anos, quando alguém fizer a história destes tempos, não deixará de olhar para o 27 de Setembro de 2009 como o da confirmação de um embuste que Sócrates montou ao país. Com o concurso de quem nele votou preterindo um discurso «feio» mas fiel à realidade do país e das medidas que, então, deviam ter sido tomadas. 

Hoje, a terapêutica necessária é bem mais dura para todos. Não podemos, indefinidamente, continuar a depender do exterior para o nosso financiamento. E, cada vez mais, não parece a dupla Sócrates & Teixeira dos Santos capaz de administrar o tratamento necessário. Por negligência e por erros grosseiros já não inspira qualquer confiança, fora do próprio círculo de fiéis. 

De Belém chegam indicações de que Cavaco não intervirá e respeitará a vontade do Parlamento. Compreende-se. Já não se compreenderá é se nada fizer para, na eventualidade de eleições antecipadas, e num quadro pós-eleitoral, tentar patrocinar um entendimento, o mais alargado possível, para um Governo de Salvação Nacional. 

Depois de uma década perdida em termos de crescimento económico, serão precisos vários anos, para se fazer alguma coisa deste país. Esse tempo será tanto maior, quanto mais longa a existência política de Sócrates. Esse tempo será tanto maior, quanto menor for o número dos "melhores" a ser recrutado para um esforço patriótico conjunto. À atenção do PS, do PSD, de Passos, de Seguro, de Costa... e de Cavaco.

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O MAC está na moda. Já não é coisa de novatos, muito menos minoritária, é ver MAC por todo lado, de Norte a Sul, com ricos e pobres, até nos jornais e na televisão. Há quem diga que o PC anda a reboque do MAC... Dúvidas? É aceder a este site de novas tendencias: http://www.psd.pt

 

Logo na front page:

-PC, três referencias (num registo mais multimédia)

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Quem é líder quem é? Ok, ok, é o PC...

Por quanto tempo mais?

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