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Porto vs. Benfica. Azul vs. Vermelho. Norte vs. Sul. Independentes vs. Políticos. Republicanos vs. Monárquicos. Socialistas vs. Liberais. Trabalhadores vs. Empresários. A História Social Contemporânea Portuguesa assenta em dicotomias infrutíferas e retrógradas que nos conduziram, sem prejuízo de necessárias conotações ideológicas, a esta crise - mais de valores do que económico-financeira - : foram verdades por dizer, promessas impossíveis de cumprir e consensos "destruídos" pelo desejo individualista do poder pelo poder. O Estado do país é o estado dos que o compõe. Os que em 2009 prometiam uma política económica keynesiana sabendo-o que esta adopção não dependia tão só deles, não são muito diferentes dos que em 5 de Junho passado trifunfaram prometendo a redução da TSU, um novo modelo fiscal para os próximos quatro anos e a manutenção dos sectores vitais do Estado Social como o conhecemos. Sem falsas esperanças, nunca será possível um Estado democrático, sustentável e justo, quando a verdade e o interesse social são subjugados à futebolização política e ao interesse do indivíduo. 

 

E disse.

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Esta é a primeira Motion Graphics 100% Portuguesa sobre política. Espero que gostem. Vejam. Partilhem. Agitem, pois o momento merece!

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Se a troika soubesse quem é o Telmo do Big Brother, quem foi Basílio Horta que "como democrata-cristão que é, está bem é no PS", quem foi Otelo Saraiva de Carvalho que agora diz que "precisávamos de um homem com a inteligência de Salazar", perceberia que a tolerância de ponto para esta quinta é menor dos nossos problemas. Nós precisamos é de umas análises à água.

 

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Há uma gralha na ficha técnica da sondagem de hoje. O que devia lá estar era PSD/DE/TSF/Marktest.

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O maior problema dos independentes é o seu prazo de validade. Ou porque, desiludidos com o mundo da política, saem e vão à sua vidam, ou porque, iludidos com o mundo da política, entram num partido e fazem-se à vida!

 

Fernando Nobre - talvez o futuro presidente da Assembleia da República - leva a coisa ao extremo, não se percebendo muito bem se continua um independente, se apenas um dependente. É que, contrariamente ao que hoje é dito, a política não vicia pelas mordomias ou vencimentos - por esse prisma até julgo que repele mais do que atrai - mas sim pelo poder. E para lá chegar, Nobre, tem-se tornado um mercenário sem igual, tão à luz daqueles que habitam os cenários terceiromundistas por onde andou com a AMI.

 

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Chegados aqui, só um alien acabadinho de aterrar poderia achar que Sócrates diria ontem, algo diferente daquilo que efectivamente disse.

O Primeiro-Ministro acredita, e penso ser difícil não o acompanhar na convicção, que o Governo está a tomar as medidas necessárias – e ditadas directamente de Berlim, diga-se - para garantir a Portugal um futuro um bocadinho menos penoso do que aquele que aguarda Gregos e Irlandeses, após intervenção do FMI.

 

No entanto pergunto-me se haverá outro caminho possível, menos árduo e com resultados iguais ou melhores? Não sei, e duvido que alguém no Governo saiba.

 

Mas se no PSD existe essa fórmula, então exige-se que Passos Coelho se chegue rapidamente à frente, que mostre o “mapa da mina” ao país, e  se submeta o mais depressa possível a votos. É que deixar “um Governo irresponsável” como este muito mais tempo no poder, é um acto que pode ele próprio ser confundido com irresponsabilidade. Ou então é apenas o típico fenómeno de “cold feet”, sensação  que amiúde afecta quem não tem a fibra necessária para assumir responsabilidades nos momentos mais difíceis…

 

 

 

Nota: Hoje inicio a minha colaboração no Câmara de Comuns. Agradeço ao Paulo o convite para estar entre tão ilustres escribas. Espero estar à altura do desafio.

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Diz que ontem houve uma espécie de debate sobre as presidenciais. Nada de extraordinário e que não possa ser equiparado a uma discussão corriqueira numa qualquer praça de táxis deste país ou barbearia mais habituada a este tipo de assuntos - sim, porque as barbearias fazem-se pelo tipo de assuntos que tratam e não tanto pela forma como por lá se corta o pêlo -, mas ainda assim foi um debate, uma troca de palavras.

 

Mas também trocaram conceitos. Errados, mas trocaram:

 

O primeiro foi aquele velho conceito de que só quem viu pobreza, a poderá tratar. E quanto mais pobreza tiver visto, melhor será o seu desempenho. Os dois candidatos lá compararam as suas pilinhas mais paupérrimas, tendo-se chegado à conclusão que Fernando Nobre, por ter visto uma criança a correr atrás de uma galinha, não para a comer - veja-se a estupidez! - mas para lhe roubar o pouco alimento que ela levava no bico, era mais merecedor do cargo que o candidato do PCP - de seu nome, de seu nome...ai...aaahh...Francisco Lopes - que tudo o que tinha visto era um rapaz descalço e analfabeto filho de uma família que passava fome em Coimbra.

 

Meus senhores, se fôssemos abraçar esta vossa lógica politicamente correcta, enternecedora e romântica, teríamos já posto etíopes ou rapaziada do Chade a dirigir quase todos os países do mundo, mas, como sabem, tirando a contribuição para a construção de um vosso perfil mais humanista e sensível, essa solução não serve para mais nada! Por isso vejam lá se despem esses fatos com que vos vejo há 30 anos!

 

O segundo conceito, que se tem vindo a tornar cada vez mais banal ao ponto de qualquer dia a política ser a arte do vazio é o do "candidato do sistema". É um rótulo que já extrapolou a política, tendo chegado à bola, mas nem por isso deixa de ser uma tremenda falácia, embora colha cada vez mais simpatias.

Ser-se político, ser-se do "sistema", deveria ser um elogio e não uma arma de arremesso ou um telhado de vidro. Não se devia generalizar, com base no comportamento daqueles que da política retiram dividendos pessoais, abusam do poder ou que da política descartam quaisquer responsabilidades que não sejam louros, ao ponto de transformar o "ser-se político" numa pedra no currículo. Sob pena de um dia destes podermos apenas contar com pára-quedistas apanhados em qualquer esquina e empurrados, justamente por aqueles que se encontram perversamente nas máquinas partidárias e que importa combater.

Fernando Nobre tentou atirar com esta pedra a Chico Lopes. Chico Lopes tentou atirar-lhe com a pedra de volta. Mas nem um, nem outro, foi capaz de pensar que era ao expoente máximo da política que se estavam a candidatar e que, só por isso, lhe deviam algum respeito.

 

Faz, de facto, falta que alguém com tomates e mãos limpas - ah que imagem bonita! - possa dar um murro na mesa e afirmar com convicção que é político, tem um percurso reconhecido e que não está ali para papar grupos!

 

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Os autores deste documento advogam ainda que “o monopólio dos partidos tradicionais está esgotado”, para concluírem que, “neste quadro sociológico, existe uma oportunidade única para a afirmação de um Novo Sujeito Político na esquerda portuguesa”, que dizem ser o “Movimento Social despoletado em torno da figura de Manuel Alegre”, o qual garantem ter “condições únicas para Refundar a Esquerda e, mais do que isso, para revitalizar a própria democracia portuguesa, obrigando a uma reconfiguração do quadro político em Portugal, refém e exausto do rotativismo ao centro”.

 

Leio esta notícia e não deixo de notar com estas pessoas mais não fazem do que brincar aos partidos.

 

Então, o "monopólio dos partidos tradicionais está esgotado". Num país com pouco mais de três décadas de democracia, há quem diga alarvidades destas. O que dirão do sistema político-partidário britânico ou norte-americano, que tem mais de um século? Que é uma ditadura?

 

Por outro lado, o argumento vive de um fulanismo tão pobre, que infeliz Manuel Alegre, agora tem quem o queira tornar um qualquer Perón.

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Que beneméritos... Alguem já se lembrou de ir ver os cadernos de encargos dos concursos? Essas verbinhas não estarão lá já previstas? E assim sendo os dinheiros não são públicos?
 
 
 
 
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Paulo Rangel. O líder parlamentar do PSD defende que presidentes de câmara e deputados não devem acumular funções.

 

Mais cedo ou mais tarde, todos os partidos e em particular o PS caminhará neste sentido. Não é aceitável que os mesmos rostos se apresentem a diferentes eleições e funções, apenas tendo como base a segurança funcional do seu "posto". Os valores da política são outros e têm de sobressair para a legitimação da confiança da sociedade.

Novos rostos, outros sentidos e experiências.

Para quando também da limitação dos mandatos de deputados, há semelhança do que já se passa com a eleição de autarcas?

 

 

 

 

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Por esta hora, apetece-me acreditar que a política não se resume a um mero e caprichoso combate partidário, que é cego às necessidades das populações e supra atento ao calendário político.  Hoje, tal como num passado algo distante, a sociedade enfrenta o desafio de viver com sustentabilidade.

Onde é que fica o trabalho dos políticos neste capítulo, é a questão que responsavelmente a sociedade deseja ver esclarecida.

Para já, sobram-nos preocupações e provas bem maiores do que atrevermo-nos a comentar declarações e e-mails, suposições e mais conspirações.

 

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"A promiscuidade entre a política e os negócios pode ser perfeitamente legal, mas pode matar um regime"

 

por António Barreto in Público em 07|DEZ.08|DEZ.08

 

Nos últimos tempos, são cada vez mais as figuras públicas que comentam e escrevem, o que na surdina corre no boca a boca dos comuns, fartos de tamanhas confusões entre a política e os negócios.

Esta historieta do BPN, pode ser a face maior do conflito de interesses, que se desenhou no pós-cavaquismo, que expõe o desdém pelas responsabilidades públicas que se apoderou de algum dos ex-titulares de cargos públicos de relevância nacional.

É também a prova provada que as eternizações de certas personalidades, pode vir a representar certos custos para o regime.

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Durante anos tivémos de levar com o discurso feminista de que com mais mulheres na política é que era. Que a política masculina já tinha dado o que tinha a dar. Que fazia falta a sensibilidade feminina na política e que como os homens não arredavam pé o melhor era instituir quotas. Aqui chegados, constato que este discurso desapareceu. Não digo que morreu, porque o que não faltam são frigoríficos onde armazenar a coisa. Apenas desapareceu. E eu compreendo. É que as mulheres que entretanto exerceram a política, não só não o fizeram por haver quotas, como mostraram que fazem política à homem, e nem sequer se pode dizer que se tenham inspirado nos melhores exemplos masculinos para o fazer.

 

(Martine Aubry e Segolène Royal)

 

 

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Em sequência da votação, na Assembleia da República, relativamente a projectos sobre Casamento entre pessoas do mesmo sexo, voltou a ser discutida a questão da Liberdade e Disciplina de Voto.

 

A Disciplina de Voto, tendo em conta o sistema que vigora, não me causa confusão alguma. Os Deputados não se podem esquecer que são eleitos numa lista. São eleitos numa lista de um Partido. São eleitos tendo por trás um Programa Eleitoral. E, ou concordam com ele ou não integram as listas. Em casos limite podm sempre pedir suspensão de mandato. Para isso é que existem suplentes.

 

Ainda no limite, só poderão colocar em causa a Disciplina de Voto imposta por questões de defesa do Distrito pelo qual foram eleitos. Mas até aí so faz sentido se for feito em grupo, ou seja, todos os deputados, do mesmo partido, eleitos nesse Distrito.

 

Os partidos actualmente não se limitam a dar suporte de candidatura aquando das eleições.

 

Por isto é que gostava de ver os arautos da Liberdade de Voto  defenderem (e implementar) a eleição uninominal.

 

E aí os Deputados já poderiam dizer que representam x votantes. E que esses votaram naquilo que ele representa.

 

Haverá coragem?

 

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Caro CMC,

 

O silêncio em política, quando bem gerido, é uma arma tão poderosa como a faladura. Valoriza a fala, gera expectativa. Não estou convencido que os eleitores se deixem encantar por um líder de oposição tipo Menezes, que passa o tempo a falar de tudo e de nada. Manuela Ferreira Leite pode perder as eleições, mas não é a falar todos os dias, por tudo e por nada, de tudo e de nada, que as ganha certamente.

 

(publicado no Tomar Partido)

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"O liberalismo tem uma matriz autoritária"

 

Por mais que me esforce, não consigo encontrar no liberalismo qualquer matriz autoritária. Pelo contrário. A divisão de poderes, que tem na base os princípios apresentados pelos liberais, visa, precisamente, o impedimento de uma matriz autoritária.

Já não é a primeira vez que vejo Louçã dar calinadas em termos de doutrina política. Porém, esta é daquelas que nem um aluno do 11º ano dá.  

Um pouco de Locke não faria mal nenhum!

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En esta legislatura, el presidente José Luis Rodríguez Zapatero pretende dar paso a una generación posterior a la suya, con el objetivo de realizar una sucesión natural y ordenada, a la vez que trata de renovar el proyecto socialista para 2012 y 2016. Son dos claves que marcarán su segundo mandato al frente del Gobierno.

 

A propósito deste pertinente texto do Marcos Sá, vale a pena saber o que aqui ao lado, em Espanha, Zapatero está a fazer, e bem.

Afinal, o futuro prepara-se hoje.

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Caro Paulo Gorjão,

Pelo  que compreendi do seu texto, chegamos a duas conclusões: efectivamente a blogosfera tem os seus donos e como é óbvio torna-se difícil entrar na mesma, ou se preferir, fazer-se ouvir no meio. Trouxe no entanto para o debate alguns dados novos, na verdade qualquer um pode fazer um blog, nisso difere da imprensa, que como disse e bem, implica custos, tiragens e meios completamente diferentes dos da blogosfera. Talvez por isso este meio seja mais democrático do que qualquer outro, penso que aqui também concordamos.

Convém então reflectir sobre a alergia dos políticos, ou se quisermos de uma grande maioria, em relação à blogosfera. Aqui podemos reflectir sobre as expectativas das quais o Paulo Gorjão falava, que dizia serem “irrealistas”. Na verdade, afirmo simplesmente aquilo que já havia dito antes, os deputados, por norma, têm alergia às novas tecnologias, não conseguindo se quer lerem mails.

O problema não está na blogosfera, por muito fechada que seja, mas também não está nas expectativas que os políticos têm, ou deixam de ter, da blogosfera. O que existe é um problema de envelhecimento da classe política, cada vez mais fechada à juventude, onde os mesmos rostos se repetem, onde os protagonistas são sempre os mesmos – protagonistas estes que mal sabem o que é um blog.

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Existem três assuntos passíveis de gerar uma discussão digna de um bom serão: futebol, religião e política. Se não contarem comigo para o primeiro, tal é a minha ignorância futebolística, os outros dois serão motivo suficiente para vos bater à porta com uma garrafinha de tinto.

 

Tudo começa com o AAA a perguntar se podem os católicos ser liberais. Para mim, que também não defino, nem faço tenções de definir, quem é ou não de direita, ou o que deixa ou não a Igreja de fazer, podem.

Ao que parece o Rui Castro não pensa assim e o Nuno Pombo espera mais informações para poder responder. Felizmente a resposta do meu amigo João Vacas, dá-me espaço para responder sem deixar de ser de direita ou sem correr o risco de parecer menos católico. Mesmo que ele comigo não esteja de acordo, como em algumas situações já aconteceu, sei que me dá espaço para isto, como eu lhe dou espaço aos rojões que por vezes dali saem, ou não fosse ele um antigo GFAS.

 

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