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O nosso colega de blog Paulo Estêvão, anunciou ontem, em conferência de imprensa, que será o candidato ao círculo eleitoral do Corvo pelo Partido Popular Monárquico, lugar que acumulará com o de nº1 pelo novo circulo de compensação regional, criado para as eleições regionais açorianas de 19 de Outubro. No que há ilha do Corvo diz respeito, parece-me que o Paulo já tem o seu lugar praticamente garantido na Assembleia Regional, tornando o PPM no 4º maior partido do Arquipélago dos Açores. Quanto a ser cabeça de lista pelo círculo de compensação regional, parece-me uma posição óbvia, visto ser Presidente do PPM - Açores, diga-se desde já, a maior distrital do partido. Paralelamente, foi anunciado que o PPM irá concorrer em todas as ilhas.

 

A novidade desta conferência de imprensa, foi a forte aposta do PPM no círculo eleitoral de S. Miguel, face a uma oposição de direita enfraquecida na ilha, onde quer o líder do CDS, quer o líder do PSD, são da Ilha Terceira, deixando a direita de S. Miguel, ao que parece, ao abandono. Neste cenário, o vice-presidente do PPM, Gonçalo da Câmara Pereira, apresentou-se ontem como cabeça de lista a S. Miguel, com o objectivo de se eleger como deputado e conseguir que o PPM tenha um grupo parlamentar nos Açores (2 deputados). Pelas declarações que vi nos jornais, pareceu-me que os últimos desaires eleitorais do Gonçalo da Câmara Pereira, o ajudaram a alterar a sua postura política. O discurso foi claro e rico em propostas, ficou ainda a promessa que caso seja eleito fica a residir nos Açores.

 

Com um PS eleitoralmente forte e o CDS e PSD a não demonstrarem força, parece que a guerra se vai fazer à direita, com um PPM a aparecer como um dado novo para as eleições de 19 de Outubro. Fica o vídeo da RTP - Açores.

 

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Foi hoje que uma delegação de partidos com menor expressão eleitoral foi recebida pelo PS e pelo PSD na Assembleia da República. Integrei a referida delegação e é com gosto que  aqui vos transmito o ambiente de compreensão e afabilidade com que fomos recebidos, quer pelos deputados Alberto Martins e Ricardo Rodrigues do PS, quer por Paulo Rangel do PSD.

 

Quanto ao resto, o telex da Lusa que abaixo reproduzo reflecte a realidade dos factos. Os nossos agradecimentos ao PS e ao PSD pela deferência com que nos receberam.

 

Lisboa, 3 Jul (Lusa) - O PS admitiu hoje fazer "pequenas correcções" à lei do financiamento dos partidos políticos e apontou para "Outubro ou Novembro" uma possível revisão do diploma, após uma audiência com vários partidos de expressão eleitoral reduzida. O PS, com maioria absoluta na Assembleia da República, revelou, através do deputado Ricardo Rodrigues, que o partido "irá rever a lei do financiamento no início da próxima sessão legislativa, em Outubro ou Novembro".

 

Um grupo de pequenos partidos políticos esteve reunido hoje à tarde com representantes do PS e do PSD, para expor as suas propostas de alteração à lei do financiamento dos partidos políticos. "O PS vai querer fazer pequenas correcções à lei.

 

Ao nível do financiamento público a exigência não deve ser a mesma para os que têm e para os que não têm", afirmou o deputado socialista a propósito da subvenção pública recebida pelos partidos com assento parlamentar, à saída da reunião. "Ficámos sensíveis a um tratamento diferenciado, a lei tem de ser razoável", disse o socialista, considerando ainda que estas "são questões pertinentes".

 

"Estes partidos [os pequenos] são importantes, e queremos chamar a atenção para esta questão", disse por seu lado Paulo Trancoso, do Movimento Partido da Terra, que funcionou como porta-voz dos partidos. "Ficámos agradados", acrescentou, referindo-se à reacção do PS sobre a matéria. Já o líder da bancada parlamentar do PSD, Paulo Rangel, revelou ao sair da reunião que esta correu "muito bem" e que os partidos estavam "muito bem preparados".

 

"As propostas carecem de um estudo. Temos uma proposta e vamos proceder a esse mesmo estudo", alertou o social-democrata, em declarações à Lusa. No final da audiência com o PSD, Luís Filipe Guerra, do Partido Humanista, afirmou que este grupo de pequenos partidos tem de ser "moderado nas expectativas".

 

"Da parte do PSD houve um reconhecimento de que há razoabilidade na nossa pretensão", declarou. O representante do Partido Humanista acrescentou ainda que os sociais-democratas demonstraram "alguma cautela por causa da reacção da opinião pública", rejeitando o facto de que as medidas propostas sirvam para diminuir "a transparência das contas dos pequenos partidos".

 

"É preciso tratar diferente o que é diferente", concluiu. Os partidos de reduzida expressão eleitoral defendem alterações à lei do financiamento partidário aprovada em 2003, propondo “um processo de prestação de contas mais simplificado e um regime sancionatório mais leve”.

 

O projecto de lei propõe que os partidos cujo movimento financeiro seja igual ou inferior a 30 mil euros anuais e que não tenham direito a subvenção pública “poderão optar por ficar abrangidos por um regime de contabilidade simplificado”.

 

Esta proposta prevê ainda que a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, que coadjuva o Tribunal Constitucional na fiscalização das contas partidárias, só intervenha na apreciação das contas dos pequenos partidos “se tal for necessário” para apreciar a respectiva legalidade. O diploma propõe também que as auditorias ou peritagens que actualmente podem ser promovidas por iniciativa do TC se apliquem apenas no caso de partidos que recebam a subvenção ou com um movimento financeiro anual superior a 300 mil euros.

 

O grupo de partidos que reivindica as alterações inclui o Partido da Terra (MPT), o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP-MRPP), o Partido Democrático do Atlântico (PDA), o Partido Humanista(PH), o Partido da Nova Democracia(PND), o Partido Nacional Renovador(PNR), o Partido Operário de Unidade Socialista(POUS) o e Partido Popular Monárquico(PPM).

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Caro Pedro,

 

Leio com agrado, no seu post:

 

«No encontro estiveram presentes o Partido da Terra (MPT), o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP-MRPP), o Partido Democrático do Atlântico (PDA), o Partido Humanista (PH), o Partido da Nova Democracia (PND), o Partido Nacional Renovador (PNR), o Partido Operário de Unidade Socialista (POUS) o e Partido Popular Monárquico (PPM).»

 

A união de esforços entre estas forças políticas significa que reconhecem a existência umas das outras no cenário político legal português?

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Foi hoje que um conjunto de 8 partidos com menor expressão eleitoral e que estiveram na base da alteração anterior e  absurda exigência de um mínimo de 5000 filiados que constava da anterior Lei dos Partidos Políticos, voltaram de novo a trabalhar em conjunto e a abordar a necessidade de alteração da lei de financiamento dos partidos políticos, considerando-a "deficientemente formulada" e "estranguladora" da actividade partidária.


Numa comunicado distribuído à imprensa, os oito partidos reiteraram que "a actual lei de financiamento dos partidos políticos tem-se traduzido, quase exclusivamente, na aplicação de multas que são incomportáveis para as finanças da maioria dos partidos políticos existentes em Portugal".

O comunicado revela que "o montante destas multas é superior ao correspondente rendimento anual do partido".

Segundo o documento, "os partidos políticos não são empresas, não devendo assim ser-lhes exigido o cumprimento das normas contabilísticas referentes a estas".

"A actividade dos partidos não financiados pelo Estado repousa unicamente no esforço e desempenho militante dos seus membros, os quais não podem ser mensuráveis em qualquer unidade de conta", conclui o comunicado.

Em declarações à Lusa, o presidente do MPT, Paulo Trancoso, afirmou que o encontro de hoje funcionou como uma "continuação lógica da iniciativa".

Paulo Trancoso referiu ainda que esta "é uma lei deficientemente formulada" e que "a legislação actual está a estrangular as contas dos pequenos partidos", levando ao "afogamento" dos mesmos.

"A ideia de que todos os partidos recebem dinheiro do Estado é falsa", disse.

O presidente do MPT destacou também "a lei inglesa, por escalões, que permite uma maior equidade em relação à análise das contas dos partidos".

O projecto de lei apresentado afirma que "os apoios financeiros concedidos pelo Estado não são uniformes ou incondicionais, dependendo antes do número de votos de cada partido político" e que "se o estatuto dos diversos partidos políticos não é igual no plano dos direitos, não se compreende que o seja no plano das obrigações, nomeadamente ao nível da prestação de contas".

"Assim sendo, torna-se imperioso alterar a lei, de modo a corrigir as injustiças, permitindo nomeadamente que os partidos políticos sem direito a subvenções públicas fiquem sujeitos a um processo de prestação de contas mais simplificado e a um regime sancionatório mais leve", lê-se no final.

No encontro estiveram presentes o Partido da Terra (MPT), o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP-MRPP), o Partido Democrático do Atlântico (PDA), o Partido Humanista (PH), o Partido da Nova Democracia (PND), o Partido Nacional Renovador (PNR), o Partido Operário de Unidade Socialista (POUS) o e Partido Popular Monárquico (PPM).
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Oito partidos de expressão eleitoral reduzida (PND, PNR, PPM, MPT, POUS, PCTP-MRPP, PDA e PH) propõem hoje, em Lisboa, uma proposta de alteração à lei de financiamento dos partidos políticos.

E a culpa é do Câmara de Comuns....!

Desde que alargámos a participação neste blog a cidadãos de diversos movimentos e pequenos partidos (presentes na lista de ilustres aqui ao lado) motivámos imediatamente uma reacção em cadeia que condenou ao fracasso os delirios dum alegado Bloco Central e criámos uma avalanche socio-politica que irá inundar de votos vários pequenos partidos....Mea Culpa!

 

Nota:....just kidding....

 

Adenda: talvez este crescimento dos pequenos partidos politicos e aumento da adesão dos portugueses a estes movimentos seja sinal da desilusão e insatisfação geral,motivada pela crescente insegurança MUNDIAL  e reflexo de alguma descrença em relação aos orgão de soberania e desconfiança em relação à classe politica em geral.

Talvez até seja um bom sinal porque mais vale ter cidadãos empenhados, quer em partidos politicos ou outros movimentos e organizações do que cidadãos alheados e que se desresponsabilizam lavando as mãos como Pilatos e apenas comparecendo nas tradicionais "cerimónias" de lamúrias, escárnio e maldizer, sempre de dedo apontado!

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Ora se a Manuela é o que Menezes,AJJardim e Santana dizem, se Menezes é que a Manuela insinua e Aguiar Branco, Capucho e Morais Sarmento confirmam, Cavaco acha e Rui Rio espalha, se Santana é o que Marcelo, Marques Mendes,Aguiar Branco e Pacheco Pereira dizem e Cavaco propaga, se Pacheco Pereira é o que Santana e Menezes dizem, se Cavaco é o que Pedro Duarte, João Salgueiro e Alberto João Jardim dizem, se Pedro Passos Coelho é o que Mendes Bota diz, se Marques Mendes é o que a Manuela,Santana,Mendes Bota e Menezes dizem, se Manuela e amigos são o que Alberto João Jardim,Santana Lopes, Mendes Bota dizem, se Durão Barroso é o que Santana diz ou Marcelo Rebelo de Sousa é o que Durão Barroso diz....(fiquemos por esta modesta amostra)....acham que podem  fazer o quê?Governar?!?Como?Com quem?

Get a life!!!!

Nesta amálgama escapa-se (mais ou menos) Pedro Passos Coelho, não sei se por ter tido a sorte de ter Ângelo Correia a tratar do "assunto" nos corredores ou se por ter realmente uma mentalidade diferente,fica por saber para já...e mais tarde dependerá da agenda 2010 de  Rui Rio!

A desvantagem dum Partido Politico sem a mais pequena sombra de cimento ideológico ou programático (em que até o nome é um absoluto equivoco)  é a de que a prazo e sem um lider forte fractura-se e parte-se em bocados aglutinados pela atracção magnética dos caciques locais ou pequenos barões regionais!

Acresce ainda a dificuldade de ser um grande Partido viciado em Poder, cria uma tal força gravitacional que se transforma num buraco negro sem a antimatéria duma liderança forte e carismática.

Muito tempo afastado dos centros de decisão é a machadada final, sem a metadona do Poder, vem a ressaca... 

Por exemplo, apenas a dimensão reduzida salva o PP de se desintegrar.....isso e a resignação com a falta de alternativas.

Reparem na longa história do PCP e na situação actual do BE...confirma-se.

Quanto ao PS, bem, com uma bicadita do António Vitorino, com uns artigos do António Barreto, as opiniões da Helena Roseta quando filiada, um ou outro comentário do João Soares, passa o Partido muito bem....e recomenda-se.

Quanto ao Manuel Alegre, sem quaisquer complexos afirmo que a agenda dele insuflada nos votos que já não tem lhe distorce a visão ao espelho e retira clarividência na análise da realidade e na projecção das consequências arriscando-se a ser "utilizado" por outros...

Neste "caldo orgânico politico" não tenho a mínima dúvida que existe espaço para a criação e crescimento de novos Partidos, com ou sem "cimento ideológico" mas claramente com fortes e claras fundações programáticas e politicas.

Se apostarem no famoso "Centrão" encontrarão terreno fértil, se apostarem "mais à direita" também, na minha modesta opinião é o PPD e o PP que mais os devem temer...ou absorver! 

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O PEV foi criado no ano de 1982, segundo a deputada Zita Seabra, por iniciativa de Álvaro Cunhal e do Partido Comunista Português. De facto, este partido sempre existiu como satélite do PCP e a sua história é muito pobre, as suas grandes figuras não existem e as suas grandes propostas parecem ser apenas  o pensamento do partido comunista, traduzido para a área do ambiente.

 

 A criação do PEV significou, infelizmente, a morte à nascença do movimento ecologista partidário português, que só muitos anos mais tarde surgiu verdadeiramente, numa versão ruralista, pelas mãos do Arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles, fundador do Movimento Partido da Terra, actualmente liderado pelo Pedro Quartin Graça. Espero sinceramente que o MPT não fique também um satélite de um outro “grande” partido.

 

Segundo dados oficiais do Partido Ecologista “Os Verdes”, actualmente, contam com dois deputados na Assembleia da República e cerca de cinquenta autarcas, espalhados um pouco por todo o país. É preciso também referir a existência da Ecolojovem, a jota do PEV e da qual desconheço, praticamente, a sua actividade.

 

Não tenho muito a dizer sobre o Partido Ecologista “Os Verdes”, por isso pensei que a melhor forma de descrever a sua alegada  história seria deixar-vos com um excerto do “Foi Assim” da deputada, ex-dirigente comunista, Zita Seabra:

 

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"Hoje [anteontem] levei uma t-shirt com o relógio estampado. Troquei-lhes as voltas." A frase do único deputado do PND-Madeira, José Manuel Coelho, ilustra uma semana marcada pela polémica na Assembleia Legislativa da ilha. "

(...)

"Preparavam-se para chamar a polícia [para impedir que ficasse na Assembleia] e por isso usei a t-shirt".

 

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Depois do Movimento Mérito e Sociedade já ter sido formalizado como partido, visto já estarem a ser recolhidas assinaturas para criar o Movimento Esperança Portugal, tendo em conta que o Partido da Liberdade, alegadamente, também anda a recolher assinaturas, sabendo que a Manuela Magno já está também a recolher assinaturas para o Partido Respublica e Cidadania e que foi hoje anunciado que o advogado Eduardo Medeiros também anda a recolher assinaturas para a criação de um partido, regionalista Açoreano, de seu nome Partido da Defesa do Povo, pelas minhas contas, já são cinco os novos pequenos partidos a prepararem 2009.

 

Numa altura em que parece haver uma tendência, a nível europeu, para que os pequenos partidos se unam, enquanto correntes de opinião, em torno de plataformas e coligações eleitorais, Portugal dá o sinal inverso e 2009 poderá ser o ano em que mais partidos se irão candidatar quer às legislativas, às europeias e às autárquicas. Será este um sinal de enfraquecimento do sistema democrático? Que peso poderão vir a ter estes partidos?

 

 

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Em 1999 nascia em Portugal o Partido Humanista, braço partidário do Movimento Humanista, representante no nosso país do movimento internacional humanista, fundado há quase quarenta anos na América Latina. O surgimento deste partido já estaria a ser estudado desde 1984, altura em que começam a surgir partidos humanistas um pouco por todo o mundo, tendo este processo sido suspenso, por se entender como necessário alargar a base social de apoio à criação de um novo partido.

O ideário do Partido Humanista baseia-se em algumas ideias fundamentais, tais como: o Ser Humano como valor e preocupação central; a não violência activa como metodologia de acção; o princípio da opção; a não discriminação e um novo modelo económico. Este modelo económico é definido pelo PH da seguinte forma: “O capital (lucro) não destinado ao reinvestimento nas empresas, deriva para a especulação financeira. O PH propõe a aplicação do capital na criação de novas fontes de trabalho. Isto só se poderá implementar se a gestão e a direcção forem partilhadas, através de novos modelos cooperativos, de cogestão e de autogestão, que incentivem uma distribuição progressiva da riqueza.”

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O PND é o partido mais curioso, na minha opinião, da direita portuguesa. Nasceu de uma cisão do CDS, pelas mãos de um lider histórico do mesmo, Manuel Monteiro, que aos 29 anos ganhou o partido e o fez abandonar o rótulo de partido do Táxi. Rompeu com a era Adriano Moreira, Lucas Pires e Freitas do Amaral, voltou o CDS das elítes para o povo e tentou repetir a receita na Nova Democracia. Esqueceu-se que na vida partidária, não existem duas receitas iguais.

Quando Manuel Monteiro funda a Nova Democracia, o partido prometia vir para ver e vencer. Surge rodeado de figuras como Jorge Ferreira, ex-lider parlamentar do CDS e pessoa que muito admiro, o Professor Paulo Otero ex-presidente da Faculdade de Direito de Lisboa, o próprio Jardim Gonçalves acabou por aparecer em algumas iniciativas e o Professor José Adelino Maltez encabeçou a lista do círculo eleitoral de Leiria nas legislativas de 2005.

Em Novembro de 2003 é fundado, no primeiro congresso, em Famalicão, o Partido da Nova Democracia. Assumindo-se como conservador-liberal, defendendo o eurocepticismo, o liberalismo económico, um sistema presidencialista, o reforço do sistema judicial e uma nova constituição, projecto elaborado pelo constitucionalista da FDL Paulo Otero. Tempos depois nasce o movimento de jovens do PND, as Novas Gerações, que têm alguma implementação em várias cidades do país, onde se destacam Matosinhos, Braga, Famalicão e Aveiro, recentemente estabeleceram-se também na cidade de Évora.

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O Movimento Partido da Terra (MPT) foi fundando em 1994 pelo Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, ex-presidente do Partido Popular Monárquico e actual Presidente Honorário do MPT. Este partido tem um cariz ruralista e ambientalista, contando no seu seio com inúmeras pessoas ligadas à causa monárquica.

Neste o momento o MPT tem dois deputados eleitos nas listas do PSD, Luís Carloto Marques e Pedro Quartin Graça, este último é o rosto mais visível deste movimento. Nas últimas eleições intercalares para a CML, Pedro Quartin Graça concorreu como cabeça de lista do MPT, obtendo apenas 0,53% da votação, mais 0,15% que o PPM, que ficou em último. Assumidamente monárquico, o deputado é associado do Instituto da Democracia Portuguesa, que tem como Presidente Honorário D. Duarte Pio de Bragança.

Este movimento partidário é dos que melhor tem sabido utilizar a internet, dentro dos chamados pequenos partidos, para divulgar as suas actividades, principalmente de âmbito parlamentar. Conta para isso de um site moderno e actualizado regularmente, de um canal de vídeos no Youtube e do blog de PQG, que o tem utilizado para saber a opinião dos leitores, através de votações on-line, sobre como deve o MPT concorrer em 2009.

Nas últimas eleições para a Assembleia Legislativa Regional da Madeira, o MPT conseguiu obter representação parlamentar, devido a uma cisão ocorrida no PS-Madeira. Neste momento parece contar com bastante actividade no arquipélago, estando o MPT-Madeira em fase de crescimento e afirmação.

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Caro Paulo Estêvão,

 

Quero reafirmar que objectivo do meu texto não foi afectar a imagem do PPM, ao qual reconheço um gramde historial de luta pela monarquia e por outras bandeiras, muitas das quais eu próprio também apoio. No entanto, se me permite, noto que o partido, a nível nacional e não nos Açores, está amorfo e denota alguma inactividade. Exemplo disso é o próprio site do partido.

 

Quanto à questão dinástica de Portugal, considero que o Nuno da Câmara Pereira, como presidente do Directório do PPM, acaba por vincular o partido a um certa posição. Já agora gostava de saber qual é a sua.

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A propósito do texto sobre o Partido Popular Monárquico, publicado neste mesmo blog, o Vice-Presidente do Directório Nacional do PPM, Paulo Estêvão, respondeu-me dizendo que o meu post teria o “propósito de denegrir” a imagem dos militantes que dirigem o partido. Em primeiro lugar, venho esclarecer o Sr. Paulo Estêvão que tenho toda a consideração pelos militantes do PPM e que tenho acompanhado o bom trabalho que têm feito na ilha do Corvo.

Quanto aos pontos referidos pelo Paulo Estêvão, tenho também que esclarecer algumas coisas:

- Efectivamente a Sra. Elsa Raposo não foi candidata pelo PPM à Câmara Municipal de Cascais, mas, segundo o Diário de Notícias do dia 30 de Junho de 2005, foi convidada a isso pelo Gonçalo da Câmara Pereira, líder da distrital de Lisboa e tal como o Paulo Estêvão, vice-presidente do PPM.

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O PPM nasceu em 1974, por iniciativa da Convergência Monárquica e reuniu no seu seio importantes pensadores políticos, como Francisco Rolão Preto, Gonçalo Ribeiro Teles, Henrique Barrilaro Ruas, João Vaz de Serra e Moura, João Camossa, entre outros. Foi o primeiro movimento político, de cariz partidário, a desenvolver um pensamento ecologista da sociedade portuguesa.

Nasceu na e da diversidade do pensamento monárquico, juntando católicos conservadores, os já referidos ecologistas e monárquicos anarquistas, que viam na figura do rei o último resquício do Estado, como João Camossa, o único advogado que, durante a ditadura, passou dessa qualidade a réu no decorrer do mesmo julgamento, onde defendia oposocionistas ao Estado Novo, por ter sido acusado pela PIDE de ser cúmplice dos restantes arguídos. Perante este facto, João Camossa comunicou  que se iria apresentar nu a tribunal, apenas envolvido na toga e que a tiraria se o juíz decidisse continuar o processo. O juíz fascista optou por evitar o escândalo.

Outros nomes grandes do PPM tiveram também o seu papel na luta contra o Estado Novo, falo por exemplo de Henrique Barrilaro Ruas, que no 3º Congresso da Oposição Democrática de Aveiro advogou o urgente derrube do regime e defendeu que os povos das colónias tinham que ser “donos do seu próprio destino”. É preciso não esquecer também Rolão Preto, apoiante das incursões monárquicas de Paiva Couceiro, da candidatura oposicionista de Quintão Meireles em 1951, posteriormente esteve com Humberto Delgado e acabou por ser condecorado por Mário Soares, em 1994 a título póstumo, naquilo que o próprio definiu como “estranho amor pela liberdade”.

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Existem, neste momento, três forças políticas a reunirem assinaturas para se formalizarem enquanto partidos políticos, com o objectivo de concorrem às próximas eleições Europeias, Legislativas e Autárquicas, que se irão realizar em 2009.

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