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Hoje, aqueles poucos que tinham dúvidas que o Orçamento de Estado para 2010 era um péssimo orçamento, já as não têm pois este serviu para aumentar a despesa em detrimento de reduzi-la e ao não atacar as razões conjunturais que já vêm de há muito e que nos levaram à beira do abismo em que nos encontramos. E esse aumento do défice foi deliberado como o Primeiro-Ministro há seis meses veio a terreiro confessar. Mas não foi para salvar o Estado Social como invocou. Foram meras medidas eleitoralistas tais como o abaixamento do IVA em 1%, o aumento em 3% nos vencimentos da função pública ou as costumeiras falhadas promessas eleitorais de não aumento dos impostos. O caricato campeão do Estado Social foi o seu coveiro apenas para se eternizar no poder a todo o custo. É este o legado político de José Sócrates.

 

Agora surge o mesmo Primeiro-Ministro, aquele que em Agosto montado num TGV proclamou a Pátria como o campeão do crescimento e que outrora escarneou aqueles que alertavam para a urgência da inversão do endividamento, vem com dor de alma (segundo o próprio) propor um novo orçamento para o ano vindouro tão mau como o anterior. Mas com uma novidade. Enquanto que o anterior escamoteava a realidade, este vem ainda piorá-la. A proposta de Orçamento de Estado para 2011 traduz um crescimento brutal dos impostos que estrangulará as empresas e as famílias condenando o País à recessão económica e subsequente colapso social. E surpreendentemente peca pelo mesmo de todos os anteriores: não reflecte uma política de fundo para a recuperação económica, não corta drasticamente a despesa pública extinguindo timidamente e de forma atabalhoada umas poucas dezenas de institutos públicos e apostando num aumento da receita fiscal e em engenharias financeiras para tapar o buraco deste ano. E atenção que graças à desorçamentação das empresas, institutos e fundações públicas bem como as parcerias público-privadas não vêm reflectidas neste orçamento pelo que o endividamento continua galopante.

 

O tangueiro Sócrates (nas várias acepções da palavra) de 2010 mudou de estilo musical, desta feita para uma soturna marcha fúnebre em 2011.

 

E é para este velório que mais uma vez vem convidar Pedro Passos Coelho e o PSD. Só que agora trata-se de um não convite pois é sua intenção que Pedro Passos Coelho falte à cerimónia chumbando o Orçamento de Estado. Só assim se explicam as suas provocações constantes e dos seus sequazes socialistas bem patentes no último debate quinzenal por exemplo. O PS não demonstrou uma verdadeira vontade de negociar, de chegar a um consenso. Ao invés vem impor o seu orçamento forçando o PSD a pagar a factura e mais uma vez a levar o Governo ao colo. Dada a falta de credibilidade socialista, à omissão governativa do último ano e sua ausência de rumo, o não cumprimento do acordo anterior bem como a desesperada situação económica portuguesa da qual é responsável, José Sócrates deseja o chumbo por parte do PSD. Sem orçamento, Portugal entrará num caos político, financeiro, económico e social e as hostes socialistas tendo as últimas sondagens em mente imputarão a responsabilidade a Pedro Passos Coelho e ao PSD.

 

Este é o pensamento típico daqueles que se agarram desesperadamente ao poder. O futuro do País é algo de somenos importância relegado para segundo plano por motivos partidários. A velha máxima socialista de que o que é bom para o partido é bom para o País está tão viva como nunca.

 

Pedro Passos Coelho tem uma decisão difícil para tomar. Face à pressão dos mercados financeiros, ao inevitável aumento dos juros e entrada do FMI em Portugal (e suas medidas dramáticas que se perspectivam) infelizmente terá que escolher o mal menor, viabilizando um mau orçamento de forma a escaparmos às consequências ainda mais gravosas da sua não aprovação; o que não significa que não deverá deixar bem claro o seu descontentamento por este orçamento socialista. Com esta atitude voltará a mostrar as suas qualidades de estadista acima de querelas partidárias e maquiavelismos políticos, marcando a diferença relativamente a outros que são medíocres na sua ganância pelo poder, revelando-se mais uma vez como o Primeiro-Ministro de que Portugal precisa.

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A confirmar-se o “sim” do PSD ao OE, “podemos estar perante um enorme embuste promovido por Passos Coelho, a sua entourage (onde alguns têm a mania que são os únicos ´espertalhões´ da política nacional) e o PSD nacional para que o líder ganhasse protagonismo mediático diário nas televisões, chamando a sim uma espécie de papel de "salvador da pátria", quando na realidade, pelos vistos, nunca pretendeu negociar nada”. E questiona: “Como é que o PSD pode votar contra este orçamento que penaliza a classe média e os pensionistas?

Segundo o ex-secretário-geral do PSD-M e chefe de gabinete do presidente da Assembleia da Madeira, a demissão de Passos Coelho permite que “o partido faça novas escolhas e não sofra pressões inconcebíveis, acusado de ou seja cúmplice, aos olhos dos eleitores, de um conjunto de medidas de austeridade verdadeiramente intoleráveis”

 

 

 

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Há um “tempo” para tudo na vida. Sempre houve e sempre haverá. Feito de adaptações, de ajustamentos, de leituras adequadas -  porque necessárias - da mudança na sociedade.  Nada se consegue sem uma gestão adequada dos “tempos”. A evolução da sociedade e das suas organizações é em grande medida o resultado dessa gestão conseguida dos “tempos” e das dinâmicas lhes associadas. Também Portugal tem tido os seus próprios “tempos” e o momento presente é de clara indefinição estratégica. A sociedade portuguesa encontra-se bloqueada, sem soluções operativas à vista, e impõe-se nesse sentido um sentido de urgência na eficácia das respostas conseguidas para as muitas perguntas que estão em cima da mesa.

 

O “tempo” de Portugal é em larga medida o “tempo” dos seus principais protagonistas. Quer enquanto indivíduos quer enquanto actores colectivamente organizados. Numa democracia aberta como aquela em que vivemos, compete aos Partidos Políticos o papel de liderança dinâmica de novas soluções para problemas cada vez mais diferentes. Portugal é hoje um País diferente. Nas suas pessoas, nas ideias que circulam, nas vontades que se demonstram, na mudança que se anseia. Impõe-se por isso que organizações com responsabilidade institucional legitimada na sociedade portuguesa saibam ler este novo “tempo” que Portugal vive. O PSD é uma dessas organizações. E a capacidade de afirmação do PSD neste novo “tempo” depende muito do próprio “ tempo” que o PSD souber assumir para uma sociedade que não tem tempo para esperar.

 

Pedro Passos Coelho é o novo “tempo” do PSD. O “tempo” certo para um PSD que quer ter o seu “tempo” ajustado às novas dinâmicas da sociedade e da economia portuguesas”. As variáveis centrais dum Novo Ciclo de Mudança, centrado na Competitividade, na Excelência e na Ambição são a Confiança, a Capacidade, a Consistência. Os verdadeiros 3 C do futuro. Pedro Passos Coelho tem um incontornável percurso de afirmação de uma humildade própria na leitura inteligente da sociedade portuguesa. Conhece o país, as suas pessoas, as suas vontades, as suas dinâmicas de futuro. Sabe o que é a impaciência incontrolável de Lisboa, mas também conhece melhor do que ninguém o país real, esquecido, com competências e talentos únicos, com vontade de entrarem no jogo da competição global.

 

O “tempo” de Pedro Passos Coelho, ajustado para a nova ambição do PSD e uma proposta sustentada de uma Nova Competitividade para Portugal, assenta num acto de permanente “construção de  ideias”. Que não se fazem por decreto, mas com o contributo simples, genuíno, desinteressado de um grande número de talentos espalhados pelo território, de Norte a Sul, do Interior para o Litoral. A renovação de Portugal implica uma ruptura muito séria na matriz social do pais – mais do que nunca, é o “tempo” da valorização do mérito, da competência, da dedicação. Não se pode tolerar mais, sob pena de hipotecar a dinâmica de futuro do país,  uma lógica de domínio secular das capacidades institucionais do país centrada em corporativismos que saltam de geração em geração avalizados por decretos instituídos nos corredores dum país que não existe.

 

É por isso “tempo” de mudar. De dar uma nova oportunidade a uma leitura diferente dos “tempos” que interessam ao futuro de Portugal. Só com Confiança, Capacidade e Consistência se vai lá. É esse o sentido da vontade de Pedro Passos Coelho. Que tenha por isso a oportunidade mais do que legítima de mostrar que há ainda uma oportunidade para um país que teima em ser adiado.

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Se Manuela Ferreira Leite diz que não disse aquilo que disse, e se vários dos seus pacientes intérpretes, dizem que aquilo que ela disse, não era aquilo que se percebeu que disse, porque é que o Pedro Passos Coelho, escreveu isto?
 

Estará o PSD transformado numa enorme torre de Babel?

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O caminho faz-se caminhando....aqui

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Pacheco Pereira não perde uma oportunidade para lançar farpas a Pedro Passos Coelho. Desta vez pega num detalhe de um nome de um livro. Já todas as pessoas perceram que JPP tem um ressabianço e azia para com PPC que duram há vários anos. Mas a razão de manter este fetiche que até apelidou de situacionismo é uma questão de futuro e não do seu passado como dirigente do PSD. O que está em causa é que até JPP já percebeu quem num futuro PPC será lider do PSD e apenas está a preparar o seu valor de mercado voltando ao papel que tanto gosta de criticar o seu próprio partido. E mais um triste detalhe, só JPP não percebe que em nada ajuda Manuela Ferreira Leite com este divisionismo.
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Impecável, este Domingo, na Pública, Pedro Passos Coelho, again!

Deixem o homem concorrer em vez da Manuela, além de todo o imenso lobby laranja que não existe na comunicação social ele ainda leva de arrasto o Público e todos os neo-proto-ex-whatever liberais, deixem o homem trabalhar...

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"Agora, esta atitude de meter pioneses na cadeira enquanto faz cara de menino bem comportado, convenhamos, já começa a enjoar." - João Miguel Tavares sobre Pedro Passos Coelho

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Os pescadores exibiram cartazes onde se podia ler: "Sócrates deixa-nos pescar", "Senhor ministro não pense as leis na retrete". Aos protestos dos pescadores juntaram-se os presidentes das câmaras de Vila do Bispo e Aljezur, e os deputados Mendes Bota (PSD), eleito pelo Algarve, e José Soeiro (PCP), eleito pelo círculo de Beja.
O líder do movimento de cidadãos promotor da iniciativa recusa qualquer associação a partidos políticos, e esclareceu que o movimento foi uma forma de mostrar o descontentamento e surgiu espontaneamente. "É uma contestação dos pescadores amadores que se sentem lesados, privados de um desporto que proporciona momentos de lazer", observou António Nunes.
Segundo aquele cidadão, a concentração "superou todas as expectativas, mas é um sinal e um aviso ao Governo, e que pode resultar em acções futuras de protesto a outro nível".
Sem especificar, António Nunes referiu que os protestos podem levar os pescadores a "bloquear estradas, nomeadamente a Via do Infante".
"É bom que o Governo tenha isso em mente", destacou. Os autarcas de Vila do Bispo e de Aljezur alertaram também para as consequências que a Portaria pode ter caso não seja revogada pelo Governo, que pode passar por um boicote às eleições que vão ocorrer este ano.
"Tenho conhecimento que estão preparadas acções futuras, que passam por um boicote às eleições".

 

Pescadores amadores de Portugal, uni-vos, a protecção do ambiente é o ópio dos politicos.

 

Um dia, com a provavel maioria relativa do PS, quando Cavaco quiser e a extrema esquerda deixar, Pedro Passos Coelho tem excelentes hipóteses de chegar subitamente a primeiro-ministro, espero que a partir de então estes assuntos sejam tratados com a seriedade que se exige a um "partido do arco da governação" como é o PPD...um dia!

A não ser que o PSD volte mais uma vez a ganhar ao PPD...

 

Adenda: O CDS vai requerer a realização de um debate parlamentar sobre a situação económica, como já vem sendo hábito, além de um melhor grupo parlamentar com maiores indices de produtividade, aproveitamento e visibilidade, e até melhor comunicação, consegue também marcar a agenda e estar em cima dos assuntos que mais interessam ao portugueses com opiniões finalmente coerentes (depois duma fase desgarrada de Paulo Portas antes das ultimas directas).A subir claramente de forma!

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Pedro Passos Coelho aparecer na Plenitude, publicação ligada a este grupo de interesses/negócios e afins, no meio da excelente campanha, segura, sólida e credível, que tem feito para assegurar a liderança do PPD pós Manuela Ferreira Leite, não me parece que tenha sido boa ideia.Era escusado e destoa das imensas actividades e aparições públicas bem escolhidas, bem organizadas e bem promovidas que tem realizado.

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Passos Coelho admite avançar «caso partido precise», por azar isso não aconteceu já porque a substituição de Manuela Ferreira Leite despoletada a partir do Funchal foi travada por causa das expectativas geradas pelas ondas de choque do "caso" Freeport...se calhar foi pior a emenda que o soneto!

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«o TGV é um projecto estratégico que envolve compromissos assumidos por vários governos».- Pedro Passos Coelho

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Crise, Globalização e Intervencionismo do Estado: Jantar-Debate com Daniel Bessa e João Salgueiro
Em directo a partir das 20h
www.construirideias.pt

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Este fim de semana, Pedro Passos Coelho apareceu em reuniões com militantes do PSD a comentar a actualidade governamental. Ele foi o primeiro membro do PSD a pronunciar-se sobre a situação das Forças Armadas e a reagir à nacionalização do BPN. Enquanto isso, Manuela Ferreira Leite dava entrevistas a justificar afirmações anteriores mal feitas e a gaguejar sobre as obras públicas. Em política não há acasos.

 

(publicado no Tomar Partido)

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Estimativa: Santana 45%; Passos Coelho 35% e Ferreira Leite 20%
por Rui Teixeira Santos
 

 

Começa a ser claro que Manuela Ferreira Leite não tem grandes hipóteses de chegar à liderança do PSD

 

Começa a ser claro que Manuela Ferreira Leite não tem grandes hipóteses de chegar à liderança do PSD. A antiga ministra das Finanças nunca teria nenhum voto do chamado grupo menezista e os barrosistas e o mendistas juntos não representam mais de 30% do PSD.
O que se passa é que uma grande parte dos apoios de Luís Marques Mendes se estão a passar para Pedro Passos Coelho, na esperança que o antigo vice-presidente de Luís Marques Mendes - apoiado em Ângelo Correia, Duarte Lima, Marco António e Carlos Carreiras - consiga dividir o campo santanista e, deste modo, evitar a eleição de Pedro Santana Lopes.
A grande preocupação agora de alguns sectores mendistas - é assim que deve ser lido o apoio de Paulo Teixeira Pinto - é conseguir, por qualquer meio, travar a eleição de Pedro Santana Lopes.
 

 

Ver mais no Semanário

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Eurosondagem - 23 a 29 de Abril (Quem está em melhor condições para liderar o PSD?)

 

Manuela Ferreira Leite - 29%

Pedro Santana Lopes - 25%

Pedro Passos Coelho - 15,5%

Patinha Antão - 3%

 

Aximage - 5 a 9 de Maio (Quem é o melhor candidato para liderar o PSD?)

 

Manuela Ferreira Leite - 40,8%

Pedro Santana Lopes - 13,2%

(Alberto João Jardim) - 7,5%

Luís Filipe Menezes - 4,5%

Pedro Passos Coelho - 3%

Marcelo Rebelo de Sousa - 2,5%

 

Intercampus - 16 a 20 de Maio (Quem é o melhor candidato para a liderança do PSD?)

 

Manuela Ferreira Leite - 43,3%

Pedro Santana Lopes - 20,2%

Pedro Passos Coelho - 19,2%

NSilva e PAntão - menos de 1%

 

Intercampus - para a candidatura de Patinha Antão (recente)

 

Manuela Ferreira Leite - 37,2%

Pedro Passos Coelho - 28,6%

Pedro Santana Lopes - 25,9%

Patinha Antão - 8,2%

 

Marktest - Maio de 2008 - eleitores que pretendem votar PSD

 

Manuela Ferreira Leite - 43,2%

Pedro Santana Lopes - 17,4%

Pedro Passos Coelho - 9,1%

Outros - 3,8%

Não Sabes - 25%

Não responde - 1,5%

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Este sábado o PSD vai a eleições, tendo os mais de setenta mil militantes, com as quotas em dia, de elegerem um dos quatro candidatos que se apresentam a estas directas. A disputa é fácil de prever será a três, estando Patinha Antão arredado da possibilidade de ser eleito líder da oposição e candidato a primeiro-ministro. Destes três candidatos todos se afirmam com possibilidade de ganhar, sendo consensuais numa ou noutra distrital, reunindo mais apoios ora na JSD ora nos TSD, tendo mais autarcas no sul ou mais autarcas no norte e enchendo pavilhões atrás de pavilhões, em mais um ou outro comício, que serve de mote à festa laranja.

Medir os apoios comparando as listas de apoiantes de cada candidato é um absurdo, por dois motivos: a maior parte dos grupos de pressão em jogo e das secções, optam sempre por se dividirem nos apoios a quem pode ganhar; o facto de uma pessoa ser presidente de câmara, deputado, ou qualquer outra coisa não implica que tenha votos no partido e a medição do verdadeiro peso eleitoral faz-se, infelizmente, num balanço entre o número de quotas pagas e a capacidade de mobilização dos caciques locais.

Para comprovar esta teoria, basta fazermos uma breve análise às directas disputadas por Luís Marques Mendes e Luís Filipe Menezes, em que o primeiro tinha o apoio de todos os notáveis, que hoje se apresentam ao lado de Manuela Ferreira e perdeu. Estaram então os três candidatos numa posição semelhante? Nunca estive tão certo de que sim.

Pedro Passos Coelho aparece como um Ron Paul, perderá e ganhará muitos votos por ter um discurso liberal, convertendo-se esta estratégia num jogo de soma zero, coisa que fica mal a um liberal. Terá no entanto um forte apoio da JSD, que representa uma fatia muito considerável do PSD, jogará a seu favor o facto de não lhe poder ser apontado qualquer erro passado, mas perderá em dois factores: primeiro é governativamente inexperiente, em segundo lugar rodeou-se de pessoas que dizem pouco ao PSD profundo, ao militante que irá escolher o próximo líder do PSD e não sabe, nem quer saber, quem são o Vasco Rato e a Filipa Martins.

Manuela Ferreira Leite deixa a pior imagem destas directas, aparecendo desgastada e quase obrigada a fazer estre frete ao partido, para além disso é preciso sabermos se terá forças para enfrentar José Sócrates em 2009, que nesse cenário fará questão da lembrar do descalabro que foi enquanto ministra do governo da tanga. MFL diz aos militantes que quer ser presidente do PSD, mas recusa-se a fazer campanha caso ganhe, a esboçar um sorriso e rodea-se de todos aqueles que a obrigaram a avançar, por sentirem que não era a altura deles próprios darem a cara. Pior do que isso, nada me garante que MFL, caso ganhe estas directas, seja candidata a primeira-ministra, ou se optará por lançar Rui Rio, o que no mínimo é desonesto para com os militantes do PSD.

Pedro Santa Lopes aparece neste momento a subir, sendo o rosto do partido na Assembleia da República, tendo a melhor máquina de comunicação de todos os candidatos, o melhor site e uma boa aposta nos vídeos de campanha. Para além disso tem adoptado uma postura de próximidade para com os militantes, abandonou o estatuto de vítima e tem mostrado ser o melhor conhecedor das pastas da actualidade política. Joga ainda a seu favor o apoio de Alberto João Jardim, a fidelidade de quem o rodeia, alguns apoios na JSD, o apoio  formal de algumas estruturas dos TSD, como  por exemplo a distrital de Lisboa e o facto do secretário-geral do partido, Ribau Esteves, lhe ter declarado apoio. No entanto, tem ainda a imagem muito marcada pelos seus mandatos no governo e na Câmara Municipal de Lisboa, não tendo hipóteses, tal como Pedro Passos Coelho e Manuela Ferreira Leite de fazer frente a José Sócrates, mas sendo provavelmente o melhor preparado, dos quatro candidatos, para liderar o PSD. É triste mas é verdade.

Sábado será o dia de todas as certezas.

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Independentemente de serem do PSD (apoiantes de qualquer candidatura), de outro partido, sem filiação partidária ou apenas o Rui Castro, deixo o convite / desafio para esta tertúlia.

Acredito que vá ser muito interessante.

Apareçam.

 

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Tendo em conta a posição das pessoas nestas fotografias, espera-se que Rui Castro faça o post "Passos Coelho - o candidato da mudança (3)".

 

Poderá juntar, por exemplo, a foto da Mandatária para a Juventude.

 

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Rui Castro, no 31 da Armada, continua a explanar o seu fetiche pela candidatura de Pedro Passos Coelho, assim e assim.

 

Relativamente a mudanças, ou não, proponho que analise o painel de oradores do debate organizado pelo blog Psicolaranja.

 

 

 

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No blog de apoio à candidatura de Pedro Passos Coelho, Filipa Martins, sua Mandatária para a Juventude, explica o porquê de ter aceite o convite / desafio!

Leitura obrigatória!

 

 

 

 

Com esta escolha, Pedro Passos Coelho marcou, uma vez mais, a diferença perante as outras candidaturas. Conheço os mandatários para a Juventude das candidaturas de Pedro Santana Lopes e Manuela Ferreira Leite e não vou discutir e analisar as suas capacidades. Embora tenha divergências politicas, reconheço-lhes valor.

Mas ambos não foram escolhidos pelo que fizeram e fazem na sua vida académica e profissional, foram escolhidos porque são militantes e exercem (ou exerceram) cargos nas estruturas da JSD e PSD, tal como eu. Se tivessem sido escolhidos por outras razões, nada do que aqui escrevo faria sentido, mas faz.

Pedro Passos Coelho podia ter optado por este caminho fácil. Olhava para a JSD e escolhia um. Mas não! O caminho foi outro!

E numa altura em que, mais uma vez, se volta a falar do afastamento dos jovens da política eis a Filipa Martins a dizer "presente"!

Que escolha BRUTAL!

Já acompanhava o trabalho da Filipa no Imagens de Marca e os seus posts no Corta Fitas, sempre de enorme qualidade. Não estava à espera de a ver como Mandatária de Pedro Passos Coelho, fiquei surpreendido! Positivamente surpreendido!

 

 

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Amigos, camaradas, companheiros, concidadãos, quem não votar Pedro Passos Coelho nas directas do próximo dia 31 de Maio........decapita todas as esperanças aos portugueses de ver a verdadeira face do liberalismo!

 

 

Filipa Martins, Jornalista no Imagens de Marca na SIC Notícias, escritora (vencedora de um prémio Revelação da APE),vai ser apresentada por Pedro Passos Coelho como sua Mandatária Nacional para a Juventude.

Tanto tempo a ler Locke, Adam Smith e Hayek e afinal a verdade estava no Corta-Fitas...

Qual Zapatero, qual Berlusconi, qual quê...bem, alguém tem uma ficha de adesão do PS para filiar a Joana Amaral Dias, este desafio do PPC é complicado....

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Filipa Martins, no Corta-Fitas, sobre Pedro Passos Coelho.

 

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Em 3 dias, no 31 da Armada, Rui Castro publicou 5 posts sobre Pedro Passos Coelho.

*ou falta de mimo

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Até dia 31 de Maio conto colocar posts que esclareçam o meu apoio a Pedro Passos Coelho.

Comecei logo no dia 20 de Abril por afirmar o meu apoio!

A convicção deste apoio cresce e solidifica-se todos os dias.

Porque apoio Pedro Passos Coelho?

Porque (outros) continuam a falar muito do PSD e do passado, enquanto Pedro Passos Coelho tem falado do país e dos portugueses e do que eles precisam para o futuro!

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Um pequeno porquê do meu apoio a Passos Coelho.
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Cada vez gosto mais deste senhor que se diz do PSD. Sim, porque eu não acredito que realmente o seja, ou melhor, já o ouviram falar bem do PSD?

A deslealdade que demonstra, quer ao partido quer intelectualmente, é gritante!

 

 

Pior, só este post castra_trofista em que o Messias reencarna no corpo e espírito de Manuela Ferreira Leite, pessoa pela qual, apesar de não a apoiar, nutro estima e consideração.

 

JPP escreve: "... mudar estilos, linguagem, processos e pessoas..." 

Não pode ser uma análise séria. Mudar? Com Manuela Ferreira Leite? Alguém acredita realmente na mudança com esta histórica, quando aparece na apresentação da candidatura rodeada, apenas e só, por ditos notáveis que tudo fizeram e fazem para que nada mude? Renovação ou mais do mesmo?

 

JPP diz que não quer que o PS governe por mais uma década, mas apoia Ferreira Leite.

 

Eu "apenas" quero que o País se desenvolva, e  por isso APOIO INCONDICIONALMENTE alguém que pode, efectivamente, mudar o panorama nacional, PEDRO PASSOS COELHO!

 

Por fim, uma curiosidade, sabem que idade tem PEDRO PASSOS COELHO? A mesma que tinha Cavaco Silva quando foi Primeiro-Ministro! E esta, hein?

 

 

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Nunca escondi a minha admiração por Pedro Passos Coelho. A opinião positiva que tenho dele vem desde há muitos anos, era ele Presidente da JSD - o melhor até hoje! 

Quando se candidatou a Presidente da Distrital de Lisboa do PSD, votei nele! Era apenas um militante, sem qualquer responsabilidades nas estruturas do PSD ou JSD.

Depois disso Pedro Passos Coelho "afastou-se" da política partidária.

Entretanto acabou o curso, com elevada nota, e iniciou a sua carreira de gestor.

Esporadicamente apareceu em momentos importantes da vida interna do PSD. No Congresso de Viseu, na disputa entre Durão Barroso, Santana Lopes e Marques Mendes, apareceu ao lado deste último. Depois voltou a afastar-se. Não foi com surpresa que no Congresso de Pombal tenha aparecido, mais uma vez, ao lado de Mendes, tendo sido eleito seu Vice Presidente. Mais tarde viria a demitir-se, não optando por um novo "afastamento", como se prova na intervenção do último Congresso (Torres Vedras).

Em Viseu e Pombal não estive em sintonia com Pedro Passos Coelho.

Mas ao longo destes anos sempre afirmei ter a convicção que um dia ele seria candidato a Presidente do PSD. Não é algo que estivesse escrito nas estrelas, mas algo inevitável face as qualidades da pessoa em causa. E nesse dia eu estaria a seu lado!

Por isto é com normalidade e forte convicção que APOIO e VOTAREI em Pedro Passos Coelho!

 

 

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Pedro Passos Coelho candidata-se à   liderança do PPD.

 

«A minha candidatura não depende de qualquer cálculo eleitoral interno, não estará dependente de outras candidaturas que venham a aparecer».

 

 

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