
Daniel Martins

No discurso do estado da União mais aguardado dos últimos anos, Barack Obama dirige-se esta terça-feira aos norte-americanos, com uma mensagem que visa “ganhar o futuro”. O cenário político encontra-se mais desanuviado, com os media a centrarem atenções em Palin e com o incidente de Tucson ainda na agenda do dia. Todavia, apesar dos animadores dados macroeconómicos recentemente conhecidos, a conjuntura económica é ainda marcada por fortes incertezas. O Congresso encontra-se dividido, prometendo o GOP ser mais efectivo na oposição às políticas reformistas da actual administração, durante a segunda metade do mandato de Obama.
Com cobertura televisiva nacional, o discurso anual do presidente, dirigido ao Congresso, junta os três ramos do sistema de governo norte-americano. Este ano, o segundo de Obama, surge num momento crítico para a Casa Branca, depois das eleições intercalares de Novembro, em que viu o seu partido perder a maioria na Câmara dos Representantes. Depois de uma primeira metade de mandato caracterizada pela acérrima oposição republicana às reformas empreendidas no sistema de saúde, no sistema de regulação financeira e no sistema fiscal, Obama adquiriu novo fôlego, com vários estudos de opinião a mostrarem uma taxa de aprovação em crescendo. Não estranhamente, a referida taxa de aprovação sobe no preciso momento em que a economia parece finalmente entrar nos eixos, por terras do Tio Sam. It´s the economy, stupid!
Aproveitando o descontentamento do eleitorado republicano moderado com o assalto ao poder no GOP, levado a cabo pelos partidários do Tea Party, Obama mostra claros sinais de uma viragem ao centro no seu discurso. Aliviando a clivagem ideológica que pautou a agenda de Washington nos últimos dois anos, prepara-se para reconquistar a confiança do eleitorado independente que foi decisivo para a sua vitória em 2008. Apesar das dúvidas manifestadas por republicanos moderados, como Paul Ryan, e da prometida oposição do Tea Party, liderada por Michele Bachmann, o presidente em funções dedicará o grosso das suas palavras à economia, na tentativa de se aproximar das reais preocupações do Joe Plumber. Tal como Clinton, Obama sabe que é na carteira dos seus compatriotas que se decide a sua reeleição.
Quais serão então as linhas mestras do discurso de Obama e como pretende o presidente dos EUA dar o derradeiro pontapé na recessão? Durante 2011, existem cinco objectivos primordiais para assegurar a recuperação económica e financeira daquela que ainda é a mais poderosa economia mundial: criação de emprego de forma estruturante, protecção do sistema de segurança social, assegurar a continuidade do sistema de saúde que emergiu de uma longa batalha no Congresso, credibilizar o sistema de regulação financeira e assegurar a estabilização do valor do dólar. Garantindo a criação de postos de trabalho, afasta a desconfiança do cidadão médio; protegendo as reformas empreendidas na primeira metade do mandato, assegura a derradeira e necessária alteração do paradigma social americano vigente desde Eisenhower; credibilizando o sistema financeiro, demonstra estar ao lado dos contribuintes e longe de Wall Street; assegurando a estabilidade do dólar, abre a porta ao aumento das exportações e à diminuição da dependência de Pequim.
As cartas serão lançadas e os objectivos traçados. Do seu sucesso, depende o futuro político de Barry, o homem que um dia prometeu devolver o sonho ao american way of living.
Daniel Martins

As razões para Obama ter sido galardoado, de entre 200 nomeados, com o prémio Nobel da Paz podem ser mais fortes do que à primeira vista se tende a julgar.
Se formos crentes na credibilidade do prémio, esta atribuição poderá significar, ao velho estilo da "real politik" (se é que ela ainda existe), que a tensão nos corredores entre líderes mundiais estava (ou está) a níveis elevados. O que não será difícil, pois mesmo numa versão macro, em época de crise, também se regista a velha máxima "casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão".
Assim e sem o sabermos, Obama pode ter sido realmente um agente pacificador agindo cirurgicamente nos bastidores como se dizia que deveria ter sido a intervenção do seu antecessor, George W Bush. Não sei se o fez, nem se o não fez.
Não o querendo endeusar (já outros o fazem em demasia) também não quero deixar de acreditar que ainda existem resíduos de credibilidade nos prémios Nobel, pois para machadadas com sabor a marketing já chegou Al Gore.
Escreve a Lusa, citando a Associated Press,que a família Obama escolheu definitivamente um cão de água português para habitar a Casa Branca como animal de estimação presidencial. Depois do fotógrafo oficial de Obama, um luso-descendente, é a vez de um segundo "submarino" luso entrar na Casa Branca já que, segundo foi revelado, os Obama escolheram um cão de água português de seis meses como seu primeiro animal de estimação. O animal chamar-se-á Bo, nome dado pelas duas filhas do casal Obama, Malia, de dez anos, e Sasha, de sete. O cão, preto e branco, é uma prenda do senador Ted Kennedy, do Massachussetts, ele próprio dono de um cão de água português. A primeira aparição pública de Bo está prevista para a tarde de terça-feira.
Portugal estará seguramente colado ao écran para se derreter com a nova mascote "nacional"...
E já começou a desiludir dezenas de milhões de espectadores..."Barack Obama rouba médico a Dr. House", o malandro!Ainda por cima promete facilitar as viagens e remessas de dinheiro dos exilados para Cuba, que crápula!!!Inadmissível...
E se o Sr. Barroso fosse a favor do fim do bloqueio a Cuba e da integração do México nos EUA,Obama também acharia "normal"?
A possibilidade da integração turca na UE é uma questão complexa, não urgente, que divide os Estados Membros e mesmo as famílias politicas dentro do Parlamento Europeu e "dentro" de cada país, se alguém quisesse "meter" o México "dentro" dos EUA, ou pelo menos abolir as fronteiras, como responderia Obama?Certamente que seria um assunto do foro interno norte-americano...precisamente.
Já agora, por falar na Turquia, sou a favor da entrada da mesma para a UE,mas não faço a mais pequena de ideia de como lidaria a UE com as fronteiras Iraquiana e Iraniana, com os curdos e com o livre-trânsito que poderiam passar a ter alguns radicais islâmicos.Sendo no entanto certo que a Turquia é bem mais eficiente que muitos países da UE no que toca à vigilância e perseguição de terroristas, mas a questão da segurança é mesmo incontornável para os europeus.
Já no que toca ao regime laico turco julgo não haver grandes dúvidas em relação à sua estabilidade e firmeza, mas a simples diferença de religião do povo, será que seria um obstáculo sério?
Os Estados Unidos estão disponíveis para assinar um acordo sobre o clima até ao fim do ano, disse o enviado especial norte-americano para as alterações climáticas, Todd Stern, à chegada a Bona para participar na primeira de várias reuniões sobre o tema sob a égide das Nações Unidas.
“Estamos comprometidos com todas as nossas forças e com fervor no processo de negociação” de um novo acordo multilateral nos próximos meses até à conferência de Copenhaga, disse o emissário durante uma conferência de imprensa.
A nova administração de Obama, é em tudo contrastante com os oito infindáveis anos da era Bush. Com Obama renasceu o sentimento de esperança na dignidade humana e no respeito pelos direitos fundamentais. Em súmula, hoje podemos acreditar na nossa civilização e no equilíbrio entre homens e nações.
Parece que o Ministério Público mandou retirar o conteúdo satírico sobre o computador Magalhães, que fazia parte do "Monumento" (símbolo do Carnaval de Torres Vedras), e onde apareciam mulheres nuas no ecrã do portátil.
Se tal ordem peregrina se deveu ao "portátil Magalhães" esta é uma das ordens mais imbecis que já ouvi ou vi! Se se deveu a estarem expostas imagens de meninas nuas na via pública, apesar de achar subjectivo o problema de ter "mulheres nuas ou quase nuas" no Carnaval, terá mais sentido.Mas não é essa a imagem de marca da festa para os nossos irmãos brasileiros? Apesar do frio que sempre faz na altura desta festa não desfilam centenas de meninas encaloradas em várias cidades do País? Seria a nudez completa e explicita e violaria isso alguma disposição legal?Certamente mas espero que alguém pelo MP ou o quase sempre diligente jornal Público esclareçam esta matéria.Gozar com o Magalhães? Força!Mulheres ou homens encalorados no Carnaval, força, é tradição e há quem goste. Nudez explícita na via pública é crime, parece que sim....esclareça-se.
Por falar em liberdade de imprensa, direito à opinião ou sobre sátira , o New York Post bateu um novo recorde, retratou o Presidente Obama como um Chimpanzé.Racismo, Racismo, Racismo! Certo?
Até pode ser, mas também na Europa se fizeram uns cartoons com Maomé de gosto duvidoso, já vi muitos cartoons com o JC (entenda-se Jesus Cristo) que me causaram algum desconforto, fartei-me de rir com uma miríade de cartoons que chamavam "tudo e mais alguma coisa" a George W Bush, será então racismo e deveria ser proibido retratar Obama como um chimpanzé?Então e Maomé?E o JC?E o Bush?E José Sócrates como Pinóquio ou o Sr. Silva a divertir-se com bolo rei?Ou o Papa com um preservativo no nariz, também não?Isto da liberdade tem que se lhe diga!
O Papa não poderia ser retratado com um preservativo no nariz por ser um líder religioso.Maomé também não por se tratar do principal profeta de uma imensa religião.GWBush era presidente, então também não se poderia "gozar com ele" ,certo?E Sócrates é Primeiro Ministro e o Sr. Silva é Presidente da República, então também não!
Errado, podem sim senhor, todos, cabe ao público apreciar, apoiar, apupar,criticar,ser influenciado ou ignorar.Podem até deixar de comprar o jornal!Eu deixava...
Mas o "problema" é que Obama é afro-descendente num país marcado pela escravatura e discriminação racial.É por isso que a polémica atinge grande amplitude, GWBush é branco que se lixe, o Papa é branco que se aguente, Maomé nem é Ocidental que se amanhe!Não me faz sentido isto.Ou queremos liberdade e a defendemos sem nos submetermos ao medo do que os outros possam pensar ou ao medo de retaliações ou então começamos a ter de definir liberdade de primeira, liberdade de segunda, lideres religiosos de terceira ordem e politicos de quarta categoria, não faz sentido!
É de bom gosto o cartoon do NYPost,não!Tem piada?Não lhe acho nenhuma!É sensato ou ajuizado? Nem um bocadinho! É diferente de todos os outros cartoons sobre profetas, papas ou políticos, não! Quem quiser gosta, quem apreciar que se ria e se divirta, quem se sentir insultado deixe de comprar o NYP, quem se sentir ofendido processe a publicação em causa. Paremos é de tratar de forma diferente aquilo que é igual porque já todos padecemos demasiado num país que se habitou a tratar por igual aquilo que é diferente.
P.S. - declaração de interesse, não gosto nada do Carnaval.Já vi que a "censura" do MP em relação ao Carnaval de Torres se deveu a uma queixa crime duma cidadã local por causa dumas minúsculas fotos de moças mesmo despidas. Ainda bem que não foi por causa duma imagem gigante de Sócrates ao colo de Chavéz ou da Ministra da Educação em pose ousada, aí é que o caldo estaria mesmo entornado.Mantenho que acho isto uma parvoíce, umas fotos de 1 centímetro serem um atentado qualquer à moral pública soa-me tal e qual como algumas declarações serôdias ou retrógradas que temos ouvido recentemente sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, parvoices!
Adenda 1: ficam aqui as "gigantescas" imagens pecaminosas do "delito" que originou a queixa-crime duma cidadã de Torres Vedras
Adenda 2: pronto, o NY Post pediu desculpa aos leitores que se sentiram ofendidos pelo cartoon sobre Obama e despediu o "cartonista", simples, rápido, cínico.
Obama terá de voltar a procurar um dirigente para o Departamento do Comércio, depois do senador republicano do New Hampshire Judd Gregg, que aceitou para o cargo, ter constatado existirem “diferenças políticas irreconciliáveis” que o impedem de participar nesta Administração!
Não está nada fácil, uma certa aura de desânimo, estimulada pelos media do costume, que lá como cá "fazem politica" mas dão a cara e assumem os objectivos, começa a assombrar a Casa Branca...
Stocks plunge as government unveils bailout plan
Ora temos chuva aqui, trovoada aqui e vento forte por aqui....e daqui a bocado os mercados asiáticos também vão sentir a borrasca, o efeito Obama nos mercados está a ser uma desilusão, parece que ele ganhou uma mania pós-eleitoral bizarra, ser realista!
Estavam à espera de quê?Que Barack Obama fosse um presidente "à moda europeia a reinar" em Washington?Ele é americano, com tudo o que isso implica, de bom e de mau, na visão do resto do Mundo!
Dá gosto ver uns quantos anti-americanos primários, daqueles que sâo orgulhosamente anti-capitalismo-selvagem-ou-domesticado-o
Se fossem simplesmente anti-Bush, ainda os entendia, agora aqueles que se espalham, nalguns casos, pela blogosfera a gritar por Obama, eram ou são - já não sei - anti tudo o que dos states possa sair. Daí que não entenda na totalidade esta Obamaesteria.
Independentemente disso, já estou como um post que li por aí não sei onde (o autor que me perdoe**): mas com tanta expectativa, a inevitável ressaca vai ser dura. É sempre assim após a desmesurada euforia!
A Obama apenas desejo boa sorte. Ele vai precisar e nós também.
** o autor é cá da casa. Nem foi preciso ir longe: Filipe Miranda Ferreira
Por mais explicações que se inventem, parece claro que a gestão de expectativas acerca desta nova administração é má sobretudo para o próprio Obama.
Ainda recentemente falámos no RCP acerca da divinização da figura de Obama e dos prejuízos futuros para a sua imagem.
Por mais voltas que se dêem Obama já não é apenas um Homem com uma Missão, é um Icone pós-moderno, em que nos seus actos reside a resolução de todos os problemas do mundo.
Resta aguardar pela ressaca...

Assim anda a tão bendita "change" que Barack Obama defendeu até à exaustão. Mais uma nomeação e mais um passo na direcção da Administração Clinton 3.
Aqui fica a biografia do novo director da CIA.
Change you can trust...
“If somebody was sending rockets into my house where my two daughters sleep at night, I’m going to do everything in my power to stop that. And I would expect Israelis to do the same thing.”
Barack Obama, Julho de 2008
Coisinhas boas via Atlântico

Barack Obama lá teria as suas razões para apostar numa equipa com muita experiência. Com a actual conjuntura mundial seria muito perigoso para os EUA e para o Ocidente a escolha de um conjunto de personalidades que fizessem a sua aprendizagem on job.
O ataque terrorista a Bombaim e agora os ataques ás linhas de apoio logístico da Nato no Paquistão vêm mostrar que o futuro da guerra ao terror passa em muito pelo Paquistão.
A sua desagregação enquanto Estado não é boa para ninguém, nem para os EUA, nem para o Afeganistão, nem para a própria India, que só tem a ganhar em ter interlocutores fortes e previsiveis no Paquistão.
O futuro do sub-continente indiano e mesmo de toda a Asia Central está neste momento em jogo.
A bola está nas mãos de Barack Obama e da sua Administração.
ps: O Paquistão é uma potência nuclear
O futuro Director de recursos humanos da Casa Branca tinha esta foto no seu Facebook...acontece!Excesso de entusiasmo...

Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles.
Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada,
as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor.
Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me
atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista
sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África.
Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era
apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se
reerguia, liberta, dentro de nós. Meu coração tinha votado, mesmo sem
permissão: habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem
dimensões. Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para
Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa
feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra:
sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo
a da maioria branca) os Estados Unidos da América não nos entregariam
motivo para festejarmos.
Nos dias seguintes, fui colhendo as reacções eufóricas dos mais
diversos recantos do nosso continente. Pessoas anónimas, cidadãos
comuns querem testemunhar a sua felicidade. Ao mesmo tempo fui tomando
nota, com algumas reservas, das mensagens solidárias de dirigentes
africanos. Quase todos chamavam Obama de "nosso irmão". E pensei:
estarão todos esses dirigentes sendo sinceros? Será Barack Obama
familiar de tanta gente politicamente tão diversa? Tenho dúvidas. Na
pressa de ver preconceitos somente nos outros, não somos capazes de
ver os nossos próprios racismos e xenofobias. Na pressa de condenar o
Ocidente, esquecemo-nos de aceitar as lições que nos chegam desse
outro lado do mundo.
Foi então que me chegou às mãos um texto de um escritor camaronês,
Patrice Nganang, intitulado: "E se Obama fosse camaronês?". As
questões que o meu colega dos Camarões levantava sugeriram-me
perguntas diversas, formuladas agora em redor da seguinte hipótese: e
se Obama fosse africano e concorresse à presidência num país africano?
São estas perguntas que gostaria de explorar neste texto.
E se Obama fosse africano e candidato a uma presidência africana?
Hoje o dia acordou cinzento e com chuva.
Será que é mau presságio?
Não pode ser, o Messias voltou a descer à terra...
Ontem optei por ficar a assistir a um espectáculo que se previa animado e esclarecedor. Animado não foi. Esclarecedor apenas quanto ao facto de que nenhum dos candidatos tem um projecto sólido para salvar a economia americana. Vencedores não houve. Perdedores podemos ser, em 4 semanas, todos nós...
Em forma de resumo, Obama mostrou ter uma visão mais clara e completa dos momentos económicos, enquanto que Mccain tem uma visão mais informada sobre os EUA no mundo. Não houve vencedor claro, o que em princípio beneficia Obama, que partia com uma ligeira vantagem. As próximas quatro semanas vão obrigar os candidatos a comprometerem-se
com as suas posições e aí sim, poderemos começar a ter algumas certezas. Mas o cerne da questão é que são os dois fundamentalmente muito fracos. Para quem critica os nossos políticos, e com razão, devia ter assistido.
O PS lançou hoje, no comício em Guimarães, o seu novo slogan: Força de Mudança!
Ouvi alguns comentaristas dizerem que José Sócrates se inspirou em Obama. Não só no uso insistente da palavra "Mudança" mas também no plano cénico, colocando pessoas atrás de si!
No plano cénico ainda aceito, mas ao nível do uso da palavra "Mudança", há que pensar melhor. Obama concorre em oposição! Logo o conceito é outro. Mas o uso da palavra "Mudança" não é original. Então de onde vem essa inspiração? Certamente de um bom exemplo de democracia e liberdade.
Qual foi o candidato que, estando no poder, usou recentemente a palavra "Mudar"?
Uma pista, um país onde o português é língua oficial!
Pois ...

«Temos de colocar a nossa energia, a nossa paixão e as nossas forças para fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para eleger Barack Obama, o futuro presidente dos EUA.»
Hillary Clinton