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Mais do que os presentes, mais até do que os regressos e as viagens, os sabores e os cheiros, gosto do "valor" do Natal como um "activo intangível".

Mesmo não sendo esta a data real do nascimento de Jesus Cristo julgo é importante comemorá-la e preocupa-me o enfado, a pouca emoção ou sensação, a histeria consumista (mesmo em crise) com que é vivida.

Foi-me mesmo muito dificil arrancar um Feliz Natal a imensa gente, no dia 22, no dia 23 e até no dia 24!Feliz Natal!Mesmo!

 

Acredito que o mais importante que esta "celebração/estividade" nos pode dar são momentos, calor, sentimentos, lembranças e recordações, reanimar ou reavivar Valores e Conceitos, algo bem melhor que o limite do cartão de crédito, os spreads dos empréstimos bancários, as declarações de gente que acha que todos os outros deviam nascer duas vezes para os igualar.....

 

Eu gosto do Natal, como cristão, como português, como filho, como Tomarense, como...como eu.Gosto, ponto.

 

Também por isto gostaria, humildemente, de lembrar a alguns viciados em encher a boca com Bolo Rei ou em regurgitar parvoíces, as palavras da Bíblia, neste caso do Velho Testamento, Zacarias 9,9:

 

"Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei; ele é justo e traz a salvação; ele é humilde e vem montado sobre um jumento, sobre um jumentinho, filho de jumenta."

 

Aproveito para endereçar os parabéns ao Artur Agostinho, que hoje completa 90 anos de vida, um marco da experiência e de recordações que vão escasseando em Portugal. Saborear o dia a dia, aproveitar o tempo enquanto ele existe. Carpe Diem. É o que posso recolher do exemplo deste grande sportinguista.

 

Em dia de Natal, ao jeito de homenagem, prefiro realçar o grande, enorme, fabuloso trabalho do ATL da Galiza, uma instituição de solidariedade no Estoril, que entre vários projectos na Casa Grande da Galiza lançada pela Professora Maria Gaivão, tem uma escolinha de Rugby que é UM BELO EXEMPLO!

Um fantástico projecto, uma modalidade perfeita, gente linda e maravilhosa....

 

Feliz Natal

 

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O tuga adora situações de pânico. Diz quem sabe, que a onda ontem gerada na procura desesperada de açúcar chegou a envolver diabéticos.

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Vencedor belga do ultimo sorteio do concurso do Euromilhões doa metade do prémio.

Belang van Limburg, 50 anos, solteiro, pai de 2 filhos, anunciou que irá doar metade o dinheiro que ganhou com o sorteio ao centro de ajuda social do seu município, para ser distribuído entre os mais necessitados.

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Sim, é a menina da Intimissimi, Irina Sheik.

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Polémica de Natal, por Bernardo Sanchez da Motta, publicado no Atlântico

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Viva a Mãe Natal...

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O Natal não são músicas quentes, nem o gelo a petrificar-nos a ponta do nariz. Não são montras luxuosamente montadas, nem vistosos embrulhos a compensar a nossa falta de tempo no resto do ano. O Natal não são rajadas de mensagens por e-mail ou sms desprovidas do mínimo conteúdo pessoal. Nem é por, neste dia, estendermos a mão com uma moedinha ao desgraçado que anda na rua, que vamos acabar com a fome que ele passa, nem que vamos ver as portas do céu mais abertas. Nem será por isso que ficaremos com a consciência mais tranquila, pois sabemos o quão egoístas somos nos restantes 364 dias do ano!

É um príncipio, eu sei...Um começo, talvez seja...Uma mera redenção...Mas não é, nem será nunca o suficiente!

 

Agissemos nós como gostaríamos -é rídiculo ter esta pretensão e nem a tentar concretizar! - no resto do ano e talvez, mas só mesmo talvez, tivessemos tempo para parar neste dia e cantar os parabéns a quem de direito.

 

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Mas felizmente foi escrita pelo Jumento..."Adeus, até ao meu regresso"

 

 

 

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Porque é Natal....(noticias em link nas receitas)

imagens cedidas por Paulo Colaço, director criativo da Punchline

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Feliz Natal e um excelente Ano Novo é o que desejo a todos os colegas e leitores do Camara de Comuns.

(Foto)

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"Em Lisboa aumenta o fosso entre os mais ricos e os mais pobres"

 
 
Nesta época de Natal todos somos convidados ao consumismo, muitos são convidados também à preocupação com os mais pobres. Em Lisboa estas duas realidades estão bem presentes no dia-a-dia.
 
Por estes dias, especialmente durante os fins-de-semana, as zonas comerciais de Lisboa enchem-se de pessoas em frenesim. À volta é o pandemónio no trânsito. Segundas e terceiras filas de automóveis estacionados desafiam a promessa de António Costa de “tolerância zero” às segundas filas. Era apenas mais uma promessa para não cumprir.
 
Nestes dias frios, logo que a noite cai, lado a lado com zonas comerciais onde se apela ao consumo, instalam-se os chamados “sem-abrigo”. Pessoas sem tecto, sem comida, sem futuro. Pessoas sem compras de Natal para fazer. A pobreza passa também pela alimentação, registando-se o aumento daqueles que procuram o apoio do Banco Alimentar Contra a Fome.
 
Estes factos são sintomas preocupantes de uma cidade incapaz de combater a pobreza e em que aumenta o fosso entre os mais ricos e os mais pobres.
 
Num período marcado por dificuldades económicas, o Governo socialista e a câmara municipal também socialista mostram-se incompetentes para atenuar o impacto da crise junto dos mais vulneráveis. Talvez também por isso se assista a manifestações de insatisfação no partido socialista, do reforço da popularidade dos partidos à esquerda do PS e até ao possível aparecimento de um novo partido.
 
É neste cenário social delicado que o PSD deve afirmar a sua tradição humanista e colocar em prática uma política social mais justa e mais eficaz, promovendo um maior equilíbrio entre os muito ricos e os muito pobres. Em Portugal e também em Lisboa!

 

 

 

texto publicado no jornal "Meia Hora"

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Caro António Prôa, longe de ser um fervoroso adepto socialista, como o é Carlos Manuel Castro, longe também de sequer ser filiado no PS ou de servir de advogado do diabo, a verdade é que quantas mais receitas conseguir a CML para este tipo de coisas, melhor para mim, para si e para todos os que já gastaram tudo o que tinham a gastar em lâmpadas este ano!

 

A publicidade poderia ser de melhor qualidade, concordo. Mas também não acho que seja ofensiva aos olhos, poluente ou que esteja a agredir património.

 

E é bom que o princípio esteja para ficar e perdure por mais e bons anos, independentemente da autarquia em causa, independentemente de ter ou não ter dinheiro e ser deste ou de outro partido. Se existem parceiros que vêem retorno sem onerar contribuintes, se existe a possibilidade de as autarquias gerarem receitas sem terem de se vender a empreendimentos privados, então pinte-se - desde que me garantam que sai - o Marquês de Pombal de verde Sporting, o Cristo-Rei de azul Samsung ou as Amoreiras de Vermelho Ferrari (assim como assim, estas também já estiveram mais berrantes)!

 

Melhor isso que gastar dinheiro, esse mesmo mal gasto, num mamarracho como o daquela rotunda em Braço de Prata.

 

E espero que na Páscoa existam um coelhos gigantes pela capital, sejam eles desta ou de outra operadora!

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Ponto prévio, sou favorável ao patrocínio das iluminações de Natal. Defendi, ao contrário de outros, quando a CML decorou a Av. da Liberdade através de patrocínio da Volkswagen, que veio a repetir no ano passado com o Santander Totta.

 

Ou seja, desta forma a tradição mantém-se, as ruas, avenidas e praças ficam melhor decoradas e, principalmente, não existe investimento público.

 

Este ano a CML, e bem, alargou a iniciativa e lançou um concurso para exploração e dinamização das iluminações que veio a ser ganho pela MOP.

 

Ficamos hoje a saber que as empresas / entidades que aderiram foram a TMN, Jogos Santa Casa, CTT e Turismo de Portugal.

 

Qual é que era um dos objectivos? Evitar investimento público!?

 

Fosse eu de intrigas e teorias de conspiração e até pensaria que o Primeiro Ministro, na sua vertente de "técnico comercial" e no balanço da promoção do Magalhães, tinha contactado os responsáveis das empresas e entidades referidas para garantir o sucesso desta iniciativa.

 

 

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