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A cimeira de Pittsburgh confirma a ascensão, devida e merecida, de novas potências regionais, com projecção mundial, como a África do Sul, a Índia, a Turquia, a China, Espanha, e outras. 

 

A presença do Brasil deve ser, naturalmente, saudada. Parece que a visão de Stefan Zweig se confirma no século XXI.

 

Nunca o mundo contou com tantos e tão diversos Estados a procurar respostas globais. Da América Latina, África e Ásia (central e de este), são vários os países presentes na mesa que junta as grandes potências mundiais.

 

Quem tanto gosta de criticar e culpar a globalização, eis uma excelente oportunidade de condená-la, pelo simples e nunca existente facto de vários países do Sul sentarem-se à mesa, de igual para igual, com as já "tradicionais" potências mundiais.

 

O mundo multipolar consolida-se.

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A economia norte-americana começa a dar os primeiros sinais de alento.

 

Ainda é cedo para considerar-se que a crise tem fim à vista, mas parece mais seguro avistar-se um início de viragem.

 

Resta esperar que os ventos dos EUA cheguem à Europa.

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Los expertos del Foro Económico concluyen que la crisis conllevará consecuencias "negativas" como el "resurgimiento del nacionalismo y proteccionismo en favor del sálvese quién pueda"

 

Davos apresenta uma resposta que a História há muito ensinou: em tempo de crise, a emoção tende a inclinar-se para a pior escolha, leia-se, proteccionismo e nacionalismo.

Os tempos são, por isso, de combate, não só à crise, mas também a esta enfermidade social e económica que destrói as sociedades, como são os princípios proteccionistas e nacionalistas. (Publicado no Palavra Aberta)

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es difícil hablar del futuro de la gestión Obama, aunque, sin duda, hay que moderar unas expectativas exageradas.

Estados Unidos es, y va a seguir siendo, la primera potencia del mundo, y como tal seguirá teniendo intereses y prioridades globales. Pero la dimensión y complejidad de las crisis que atravesamos hacen imposible que EE UU pueda afrontarlas en solitario. Esto marca el fin de un unilateralismo que ha agravado la situación. Así parece haberlo reconocido el nuevo presidente.

Sin embargo, a los que sienten satisfacción al comprobar que EE UU no puede seguir considerándose como un superpoder en solitario, y anuncian los albores de su decadencia, conviene advertirles que nosotros, europeos o latinoamericanos, tampoco podremos prescindir de Estados Unidos para afrontar los desafíos que tenemos por delante. La ecuación es simple: EE UU no puede solo; sin EE UU no podemos.

 

Felipe González continua a demonstrar uma grande lucidez política. Sem cair na tentação de endeusar, mas não renegando a oportunidade que a eleição de Obama representa, o antigo Presidente do Governo espanhol lança um desafio a norte-americanos, europeus e latino-americanos, para enfrentar os novos desafios globais.

Uma boa proposta que peca por não merecer o eco que devia, seja em certas chancelarias europeias, mais apostadas no proteccionismo, seja em alguns países latino-americanos, mais preocupados em valorizar o populismo e agitar fantasmas imperialistas, como isso acabasse com a miséria em alguns Estados. (Publicado no Palavra Aberta)

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«Espero que a equipa que terá a honra de servir o país examine atentamente as realidades do mundo, bem como dos instrumentos de que dispomos actualmente para proteger os Estados Unidos de um novo atentado»
extracto de uma entrevista de J.W.Bush ao canal Fox News


Em jeito de despedida, J.W.Bush, mantém-se igual a si mesmo. Cara de pau ou insanidade, dois possíveis títulos que bem lhe cabiam, quando o próprio foi o mestre principal, dos grandes distúrbios que afectam diferentes pontos do globo.

Ainda cabe na minha memória o encontro das Lajes, que teve como mordomo de recepção o português Durão Barroso. Desde então o mundo nunca mais foi igual e o ocidente ficou à mercê do terrorismo.
 
Também no miguelteixeira-lx
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O Conselho Nacional de Informação dos EUA – a nova estrutura que depois do 11 de Setembro centralizou a acção de várias agências de informação norte-americanas – editou um relatório que intitulou "Tendências Globais 2025, um Mundo em transformação", tendo os seus responsáveis sido convidados pelo Transatlantic Policy Network -associação de parlamentares europeus e congressistas norte-americanos de que faço parte – a fazer a sua apresentação em Bruxelas.

O relatório serve tanto para apreciarmos como será o mundo em 2025 como o que parece ser o estado de espírito americano quanto ao futuro.

Exaustivo e abrangente, o relatório toca em praticamente todos os pontos essenciais dos principais desafios actuais da humanidade.

O relatório corrobora a visão de um mundo cada vez mais centrado na Ásia, mas vê um declínio mais acentuado da Europa do que dos EUA, colocando este último país ligeiramente à frente da China em 2025.

Na perspectiva do documento, a Europa não vai conseguir encontrar uma fórmula de entendimento a fim de poder pesar na condução dos destinos mundiais e é essa a principal razão da perda do seu poder relativo.

Quanto à dependência do mundo em relação ao petróleo e ao gás, esta projecção faz dela uma das grandes dúvidas, em função da incerteza quanto à evolução das tecnologias de energias alternativas.

Surpreendentemente, o relatório, apesar de apontar correctamente para o aumento da dependência nestas matérias-primas do Golfo, não retira daí as necessárias ilações geopolíticas.

Muito técnico e apolítico, o relatório parece nada entender das consequências devastadoras para os interesses ocidentais da intervenção no Iraque, que abriu caminho ao domínio do Golfo por uma única potência agressiva.

Mesmo no cenário de guerra que ficciona no fim, a acção iraniana aparece como a ameaça de encerramento do Golfo, ou seja, aquelas a que já estamos habituados em 2008, parecendo o relatório não entender que se as coisas prosseguirem como até aqui, o Irão não precisará em 2025 de fechar o estreito do Golfo para controlar os fornecimentos de gás e petróleo.

Igualmente surpreendente é a visão do relatório quanto ao terrorismo. Tratado como um fenómeno socio-económico, prevê o seu declínio com base nas projecções demográficas do Grande Médio Oriente, fazendo-se absoluta tábua rasa das dimensões ideológicas e geopolíticas do fenómeno.

Por trás destas projecções persiste a incapacidade em entender que a lógica das ideologias não pode ser compreendida no quadro da racionalidade e que o mundo não se divide apenas entre Estados falhados e Estados racionais.

Da mesma forma, o relatório considera que o perigo fundamental está no avanço tecnológico do arsenal terrorista no domínio químico, biológico e nuclear, nunca colocando em questão o impacto da emergência de Estados que professam a ideologia e os métodos do chamado terrorismo como sua mola fundamental.

O relatório faz projecções mais consensuais em matéria demográfica, qualificação humana e tecnologias e dá por assente a aliança indo-americana.

A possível ruptura no bloco de Xangai – reabertura do conflito sino-russo – também me parece um cenário provável, enquanto o de um Brasil como a potência emergente benigna capaz de dialogar com todos é sem dúvida simpático, mas não sei se realista.

O futuro não é apenas uma questão de projecções, é também uma questão de construção, e por isso, a referência ao Brasil parece-me ser suficientemente importante para ser tida em conta por todos nós.

O Brasil pode ter sido incluído no lote das potências emergentes, porque BRIC soa melhor do que RIC, como alvitram os autores do estudo, mas tal como eles dizem pode ter sido uma feliz coincidência.

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Depois do encontro há poucos dias em Nova Deli, que juntou  Índia, Brasil e África do Sul (grupo Ibas), no qual Lula foi figura cimeira, a realização do encontro do G-20 (países emergentes) em São Paulo, no último fim de semana, com a presença de representantes do FMI, BM e UE, é mais uma prova de como a potência sul-americana surge como o país liderante desta nova era.

A poucos dias do encontro de Washington, que juntará as principais economias mundiais no sábado, o Brasil é a grande potência emergente e o único grande país do mundo firmemente apostado na construção de uma nova era.

Não sou grande fã do actual Presidente brasileiro, mas devo reconhecer que Lula tem a sua quota-parte de responsabilidade na projecção mundial que o Brasil assume nestes tempos. Depois da consolidação dos alicerces democráticos e económicos da era Henrique Cardoso, Lula consolida a agenda internacional brasileira.

 

(Publicado no Palavra Aberta)

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O "momento de promoção", como lhe chamou Sócrates, durou quase seis minutos, e serviu de ligação à mensagem central do discurso do primeiro-ministro: a ideia de que "só a educação permite o sucesso económico". Por isso, reforçou que só "o investimento em educação é aquele que pode oferecer um maior retorno, uma maior igualdade de oportunidades aos jovens e ser um trunfo importante de inclusão e participação na vida democrática".

 

Há, em Portugal, quem prefira não reconhecer a importância do Magalhães, como se fosse algo insignificante, irrisório, sem sentido. Como se fosse uma promessa não cumprida. Não só é uma promessa, como é, já, uma grande certeza. 

E, é um facto incontornável, aqui e no globo, onde o pequeno computador nacional é apresentado e conhecido, o sucesso é incontornável.

José Sócrates fez bem ao referir, na Cimeira Ibero-americana, a nova marca de Portugal no mundo, ao mesmo tempo que destacou a particularidade do nome do computador, a do grande navegador português, que passou pela América latina. 

Por outro lado, o Primeiro-Ministro teve o especial cuidado de destacar que o Magalhães não é um fim, mas um meio para mais oportunidades.

Nunca, nesta nova era global, como hoje, Portugal se afirma como País apostado na inovação e em contribuir para atenuar as desigualdades.

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¿Qué hay de bueno en lo peor? Que por su propio bien el egoísmo del Estado nación tiene que abrirse al espacio cosmopolita. Pero ésta es una de las muchas posibilidades que supone el estudio de la anticipación de catástrofes paradigmáticas. Otra posibilidad es que éstas no ocurran.

 

Interessantíssimo artigo do sociólogo alemão Ulrich Beck. 

 

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... Barack Obama era eleito por esmagadora maioria.

John McCain apenas triunfava em dois países, e que Estados: Geórgia e Cuba.

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“For savers, for small businesses, and for homeowners, we must in an uncertain and unstable world be the rock of stability on which the British people can depend.”

 

it is important that Europe and America work more closely together, so I spoke to President Bush last night after returning from Paris and we agreed the common ground for action across our two continents.

But this financial crisis now affects the whole world and because we recognise the importance of Asia, so I am in touch with the Asian authorities too.

This crisis demonstrates beyond doubt that a global capital market requires much stronger global cooperation and supervision and we need to ensure that we have an effective global early warning system to alert us across continents to economic and financial risks, we need globally accepted standards of supervision that apply equally in all countries, we need stronger arrangements for a cross-border supervision of global firms, and if we have learned anything, much stronger institutions for cooperation and concerted action in a crisis.

 

Pouco depois de suceder a Blair, e ao longo de um ano de mandato, Gordon Brown demonstrou ser um político que não estava à altura do cargo que ocupava no número 10 de Downing Street.

Hoje, perante a grave crise mundial, surge como o líder europeu e mundial mais bem preparado para lidar com a situação.

Enquanto uns titubeiam, e na Europa são muitos, Brown aponta caminhos de saída, que passam, como não podia deixar de ser, por coordenação internacional e não actuação à escala nacional. Pena que outros líderes europeus, e mais europeístas que Brown, não tenham a mesma leitura.

Não deixa de ser curioso este "renascer político" de quem estava à beira de uma queda abissal. Mas, ao fim e ao cabo, Brown destacou-se como grande político na qualidade de artífice financeiro-económico do New Labour. Agora está a demonstrar as suas qualidades, numas águas políticas, como as financeiras-económicas, nas quais se sente e move como peixe. 

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Passo na Bertrand do Chiado e vejo várias revistas estrangeiras evocarem nas capas uma possível vitória das teses de Marx perante os tempos que passam.

Ora, nem as teses marxistas vingaram, porque, na prática, nunca foram concretizadas, nem os caminhos teóricos apontados se ajustam às necessidades/aspirações das pessoas, isto porque, o mundo (político-teórico) de Marx era dicotómico e determinista, o mundo real é diverso e complexo.

Além de se comprovar que a História não tem fim, por mais que alguns a imaginem.

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Mario Soares disse na Visão que "A América, quer se queira quer não, entrou num novo ciclo. O neoliberalismo - e a 'terceira via', como se chamava em Londres e não só, morreu sem glória".

 

Caro Paulo,

 

Considerar que a terceira via é neoliberal, além de uma óbvia distorção de cada corrente, continua a revelar o que Mário Soares não quer ver, e reconhecer, no mandato de Blair: uma época de prosperidade no Reino Unido, na qual o Estado teve um papel importante e não secundário ou dispensável, como defendem os neoliberais.

Por outro lado, o que há em Washington, com a actual Administração, não é uma corrente neoliberal, mas neoconservadora - esta sim, em manifesta e acelarada decadência, o que não significa, todavia, que esteja em extinção, pois não está.

Sem premissas claras e correctas, é difícil manter um diálogo assertivo e coerente.

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A sensivelmente um mês da eleição do Presidente norte-americano, salvo um erro de palmatória ou um terramoto político, que não se prevê, até porque é difícil acontecer algo mais complexo e que faça esquecer o actual maremoto económico, Obama deverá suceder a Bush.

Afinal, quanto mais a crise económica aumenta, mais Obama tem probabilidade de triunfar. As sondagens isso indicam. Em Estados decisivos, como Michigan e Pensilvânia, o candidato Democrata vai conquistando mais apoios. E, não menos relevante, McCain não tem um plano para a actual crise.

Depois de 4 de Novembro, os índices de confiança (na nova Administração) devem começar a despontar nas duas margens do Atlântico norte. O que é desejável e pode ser benéfico!

O resto, depois, depende da equipa do Senador do Illinois e das suas propostas e respostas.

Os primeiros meses serão essenciais para lidar e ultrapassar uma situação bastante árdua.

Estará Obama à altura da missão? Mais do que Bush deve estar. Mas isso só não chega.

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Nicolas Sarkozy quiere "refundar el capitalismo" para lo que convocará a "los principales líderes mundiales" antes de fin de año para reconstruir, "partiendo de cero", el sistema financiero internacional, tal y como se hizo en la conferencia de Bretton Woods tras la II Guerra Mundial (en la que se adoptó el dólar como moneda internacional).

 

Ontem, enquanto o Ministro federal alemão das Finanças apontava, no Bundestag , a decadência do poderio económico norte-americano, em Toulon Sarkozy prometia refundar o capitalismo.

Cá estaremos no final do ano para verificar a proposta da presidência gaulesa da UE.

Como quer o Presidente gaulês reconstruir a partir do zero, quando na realidade política, económica e social esse número inventado na Índia não existe? Enfim...

Até ao momento, o seu mandato tem tido mais parra do que uva. Não me admiro nada que em Dezembro a montanha pára um rato.

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Que crise?
A economia brasileira mostra solidez diante do terremoto que abalou os pilares do capitalismo americano

 

os países emergentes respondem por 40% da economia mundial e que a participação dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) dobrou desde o início do século.

 

Um trabalho a ler e a reter no hemisfério norte, que ainda pode considerar parte do sul como área do globo sem dinâmica.

O mundo está a mudar muito e o grande aliado do desenvolvimento do sul tem sido a globalização.

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O século XXI começou há precisamente sete anos.

É bom não esquecer qual a trágica marca que abriu a nova época. 

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Caro João,

 

Já referi este livro, escrito a três, uma vez neste blogue e volto a referi-lo, agora como recomendação.

Se puderes, compra-o e lê. Verás como muita da tua argumentação não tem qualquer ponta de veracidade, pois mais não fazes do que pegar num discurso cheio de anátemas e procuras tê-lo como real. Mas cada um acredita no que quer!

Referes, com algum desprendimento, que há mais Liberdade do que havia. E consideras isso, de haver mais Liberdade, pouco? Enfim... E quanto a África, Ásia e América Latina, a saída de milhões da miséria, não é melhor, apesar de haver ainda muitos na extrema pobreza? Talvez fosse mais justo, para combater o capital, que todos fossem miseráveis, para justificar e legitimar o teu discurso.

Se estás interessado em ter um pensamento e leitura próprios do século XIX, totalmente determinista e dicotómico, é uma opção tua.

Se quiseres ver o mundo como ele é, que não é perfeito - nem o será (essa lengalenga de que o 'sol brilhará para todos nós' já teve uma experiência com as consequências e tragédias que se conhecem) mas podemos e devemos obviamente lutar por um mundo mais justo, então não encares a realidade pela cartilha mas pelo que existe. Com princípios e valores, naturalmente, mas que estejam ao serviço da Pessoa e não a Pessoa ao serviço da ideologia.

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Caro João,

 

Referes:

Os povos do mundo estão cada vez mais pobres

 

Não sei em que mundo vives ou que tipo de percepção histórica mundial tens, mas considerar que os povos do mundo estão mais pobres do que estavam, de duas uma, ou há onirismo ou branqueamento histórico da tua parte. Quero crer que é a primeira. Será que há 50, 100 ou 200 anos a maioria da população do mundo vivia bem? Nem na Europa, quanto mais noutros locais!

Que saiba, por muito mal que África ainda hoje esteja, e está lamentavelmente mal em várias regiões, seguramente deverás reconhecer que muitos casos de escravatura e miséria extrema desapareceram. Não tantos como se poderia desejar, mas há vários casos de franca melhoria.

Quanto à América Latina, recordo-te que esta não se resume à Venezuela e este país não é o único onde o populismo grassa e arruína as condições dos povos latino-americanos. Os resultados da governação populista estão à vista, seja ao fim de oito ou dois anos. Consulta-os. 

Mas também não posso deixar de notar os francos progressos verificados na América Latina, com a consolidação da Democracia na maioria dos países. Ainda recentemente o Paraguai foi um desses palcos da mudança que está a ocorrer na América Latina.

Quanto ao Socialismo Democrático que referes, o seu primeiro e crucial objectivo é a Liberdade, não é a defesa de um (já que gostas tanto de citar, imito-te o estilo) "triunfo dos porcos". 

Mal ou bem, e nem sempre funciona bem, parafraseando Adriano Moreira (e continuo a mimese de estilo), hoje há uma organização que se chama ONU onde os países se encontram e dão, algo que não se verificava há um século. Além desta coisa, da globalização, permitir  transformar uma causa local uma bandeira mundial, como Ingrid na Colômbia ou Suu Kiy na Birmânia. Hoje já não há tanto desconhecimento. E esse é um dos grandes trunfos da Cidadania.

Haveria isto há 50 ou 100 ou 200 anos?

Convém ter bem presente as balizas temporais.

Hoje, só fala em imperialismo quem está agarrado a premissas coloniais ou da Guerra-Fria. Ora, nem uma nem outra situação já se verificam presentemente.

E em termos de pobreza social, verifica qual o papel da mulher há meio século, por exemplo, e hoje.

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