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http://2.bp.blogspot.com/_KITQCROC5uo/S7TMtTPm9_I/AAAAAAAAAD4/pZdCWZjbi_Q/s400/prec.jpg

 

Depois da tirada "Já viu uma criança correr atrás de uma galinha para tirar o pedacito de pão que levava na boca?", Fernando Nobre saiu-se, no debate de ontem frente a Manuel Alegre, com um piscar de olhos ao eleitorado de Francisco Lopes, ao considerar - se não me falha a memória - Vasco Gonçalves como um dos principais consolidadores da nossa democracia. Nobre não tem culpa de cometer gralhas atrás de gralhas, equívocos atrás de equívocos e erros atrás de erros - como ele próprio diz "não é político" e até a sua candidatura terá sido um tremendo equívoco -, mas o que deveria evitar era de fazer passar a néscia figura de educador paternalista e único candidato moral e eticamente capacitado para transmitir bons princípios, costumes e valores. É tão tristemente doloroso ver e ouvir Fernando Nobre colocar-se em bicos de pés, afirmando-se como o detentor da "patente da moral", como ver um qualquer cidadão opositor a Manuel Alegre a considerá-lo de "traidor à pátria". Ambas as posturas revelam desespero e são contra-producentes para com o seu objectivo.

 

Cláudio Carvalho (CC)

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É preciso aumentar os salários para que não haja um colapso do comércio” - Manuel Alegre

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Manuel Alegre foi visto a dar pulos de alegria, tiros de caçadeira e a abraçar as pessoas na rua vestido apenas com a bandeira do Partido Socialista, após ter lido esta noticia:

 

Guterres afasta regresso à política activa em Portugal

 

 

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Tantas vezes o cântaro vai à fonte...que a chantagem acaba por funcionar!  

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Voltando costas ao PS, orgulhosamente só, Glória Antiga, volta para MIM....

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Muitos comentadores "encartados" e alguns comentadores "não profissionais" consideraram ter Manuel Alegre "ganho algo" ou "mantido qualquer coisa" este último fim de semana!Eu percebo que o espectáculo tem de continuar, até respeito alguma da tradição circense e tudo mas fico na dúvida sobre qual o Congresso a que estes comentadores se referem!O de Espinho?Este fim de semana?

Manuel Alegre não tem um milhão de votos.Manuel Alegre e a mania do "bem-me-quer malmequer" afastaram o poeta do coração das bases do PS.Manuel Alegre já só "vale" pela ameaça de "barulho" de um pseudo-divórcio.Manuel Alegre não quer nenhum novo partido, dá muito trabalho (perguntem ao Rui Marques ou ao Eduardo Correia).Manuel Alegre não tem no Bloco de Esquerda uma "amante" que o pode "levar", tem apenas uma sereia que o quer enfeitiçar para dele se aproveitar.Manuel Alegre quer morar ao lado dos pasteis de Belém e não gosta de bolo rei. Demasiada parra para tão pouca uva.

Com tantos jornalistas e bloggers em Espinho não percebo como não foram óbvios os protagonistas e os momentos deste Congresso, foram simples, o discurso de António Costa e algumas ondas de choque, o discurso de José Sócrates os efeitos e os objectivos do mesmo, a chegada de António José Seguro ao Congresso e as ilações que tão facilmente se retiram à "vista desarmada" e o desempenho do Vasco Campilho, durante a cobertura do Congresso para o 31 da Armada, como fotógrafo na pista da discoteca ÀBOX.

É tão fácil resumir os pontos altos deste Congresso tal como de constatar que o governo continua a tomar   as   medidas   apropriadas que se impõem nesta fase de crise   global certa mas de contornos e futuro indefinido e incerto!

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Manuel Alegre, em tempos um defensor do método das directas para eleger o secretário-geral do PS, conclui agora, em declarações ao DN, que afinal o sistema fracassou. "Sou contra as directas", disse, argumentando que com este sistema "todo o debate fica muito centrado nas pessoas e pouco nas ideias", sobretudo quando só há um candidato.
 

Somos todos iguais mas uns são mais iguais que outros.

 

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A pedido de muitas famílias dei ínicio à petição online "Salvem a Joana Amaral Dias", se comunga do mesmo espírito democratico e de bom gosto, assine aqui:

 

PETIÇÃO "SALVEM A JOANA AMARAL DIAS"

 

O BE não exige a Manuel Alegre a ruptura com o PS, acto generoso e solidário sem dúvida, motivado não por qualquer ambição de influenciar o poder sem a obrigação de o exercer ou a ânsia de, tal como o PCP, eleger o PS como inimigo número um, mas sim por uma profunda admiração poética pela escrita do Manuel Alegre e pela análise cuidada de todas as muitas propostas concretas e definidas, como outras quaisquer, que este apresentou nesta legislatura.

Mas isto não é grave nem importante, grave e importante é a Joana Amaral Dias ter sido excluída das listas de Francisco Louça...é um crime lesivo dos interesses de todos os telespectadores da AR TV, de todos os admiradores do papel das mulheres na politica e defensores, não de quotas para enfeitar, mas da promoção dos melhores pelo seu valor próprio.Algo vai mal no Bloco de Esquerda quando há espaço para o Manuel Alegre e não há nenhum espacinho para a Joana...

 

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Manuel Alegre volta a quebrar a unanimidade socialista e vota ao lado da oposição contra o Código de Trabalho

 

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Após as recentes declarações de Alberto João Jardim pergunto-me,"o que" é o AJJ?

Um politico de Direita?Social Democrata?Liberal ou Conservador?Profissional da arte politica na vertente circense? Um autonomista apaixonado ou depende do Poder?

E esta reacção de Manuel Alegre?Tactica?Reconhecimento de incapacidades próprias?

Era este o plano de Alegre, condicionar o PS de acordo com os seus "princípios da verdadeira Esquerda"?Ou consequência das reacções negativas do PCP e do BE às suas aproximações e sonhos de alternativa de esquerda ou de frente unida...em torno de si mesmo? 

E ainda querem continuar a usar as referências "Esquerda" e "Direita" da mesma forma que foram sacralizadas ou instituídas, no século XX?Porquê?Se for pelo património histórico que ambas encerram, de acordo, mas julgo que a médio prazo apenas trarão ainda mais confusão ao objecto da acção politica, o povo, os eleitores que por qualquer razão misteriosa (que continua sem panaceia credível recomendada por curandeiros de Esquerda ou de Direita) insistem em se afastar da participação activa na politica...nem sequer para votar!

 

A minha "carta" ao André sobre a "Esquerda" e a "Direita"

 

Caríssimo André, mas não é sempre essa a questão? Quais serão os principais interesses da sociedade e os mais importantes objectivos do povo, bem como qual o caminho ideal para os alcançar?O que é o interesse público?
As sanguessugas que estripam a moral do Estado e a virtude dos políticos até podem ser combatidas mas como, ou para quê, se "os homens de bem" não souberem identificar os verdadeiros e mais importantes interesses da sociedade e descortinar a melhor maneira de os alcançar.

De que vale a palavra sem a consequência?Para que serve a poesia sem um sussurro que seja do mapa do tesouro?
Neste sentido acredito que nem Direita nem Esquerda ajudam ou salvam alguém, são como um Maestro, "servem" para marcar, ordenar e "temperar" o desempenho dos artistas que interpretam as pautas do compositor.Se nos colocarmos na posição do público ou do produtor do concerto, podemos escolher a obra que queremos ouvir, interpretada pela Orquestra preferida e dirigida pelo  Maestro mais conveniente.

Etiquetar algo ou alguém como de "Esquerda" ou de "Direita" nunca é equivalente a escolher entre o Bem e o Mal, como de Branco ou Preto, apenas como uma forma de alcançar algo, penso eu.

Ao contrário de muitos na blogosfera, mesmo nossos colegas, eu não acredito que a Esquerda ou Direita sejam Igrejas a quem os fiéis servem ou atendem crédula e diligentemente, são "ferramentas" ou "instrumentos" para que se alcancem metas.Os conceitos de Esquerda e Direita são nossos "servos" jamais nossos "amos"...

Tenho a certeza que apenas a inteligência, o bom senso, o carácter, o espírito de missão e de sacrifício podem ajudar a "elevar" a imagem e a "melhorar" o desempenho de governantes, autarcas, dirigentes e políticos , servindo assim, por consequência, o interesse último da sua função, o povo, a sociedade, o eleitor, o Estado, o regime ou a Pátria, qualquer que seja o prisma pelo qual se queira avaliar ou julgar esta questão.


É lírico, eu sei, mas se não temos, cada um de nós, uma utopia, qualquer que seja, o que é que fazemos "aqui"? 

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O André, com toda a amizade que nos une, resolveu lançar-me um "mimo" na onda do Estatuto dos Açores, pegando nas minhas palavras e pondo-me do lado daqueles que entendem que o actual Governo tem feito bem a Portugal.

Malandreco, lá diria o outro.

Não faço parte desse clube. Mesmo! Pelo que o "bem-vindo" não se aplica.
É inclusive o próprio André que no parágrafo seguinte, tirando a ultima frase, justifica bem as coisas do porquê de Cavaco Silva não dissolver a Assembleia.

Mas novidade é o André considerar que o Partido Socialista tem defendido bem os interesses nacionais. E o André é mais um exemplo do porquê de Manuel Alegre não avançar com o tal Partido "Alegrista". É que muitos dos que o apoiaram, quer nas directas e ate mesmo nas Presidenciais estão comodamente (aqui o André  não entra), "alegres" e contentes, no seio do Partido Socialista.
 

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Manuel Alegre e o BPP!?!?!?

 

via CC

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Ao que parece a crise na direita deixou de existir ou pelo menos deixou de ter interesse  para os analistas. O CDS está consolidado, sai reforçado das directas e enquanto oposição tem conquistado reconhecimento de todos os quadrantes. Por seu lado o PSD está numa crise sem fim à vista, mas que de ideológico tem pouco. Deve-se sobretudo à sua relação com o poder, à forma como educou os seus quadros a trabalharem o poder e a ressacarem dele quando lá não estão. As ressacas sempre deram mau-feitio, intolerância e desorientação.

 

Mas a esquerda, ao que parece, e embora seja maioria no parlamento - que parece espelhar o país - tem vindo a ssumir um desencontro tal junto do eleitorado, que se fala agora (?) na criação de mais um partido. Um partido socialista, pois claro, que é coisa que o país não tem!

 

Manuel Alegre personifica este bluf que visa conquistar simpatias e empatias para junto do PS. É uma forma de chegar junto daquele eleitorado que está prestes a saltar fora do barco por descontentamento. Manuel Alegre presta assim um serviço a Sócrates junto desse eleitorado em como irá fazer tudo por tudo para relembrar, conquistar os "direitos e liberdades de Abril". É uma espécie de catalisador do voto. Numa altura em que muitos simpatizantes do Largo do Rato se revoltam contra as posições assumidas, nada como ter um agente que signifique a derradeira esperança antes de se bater com a porta, alguém que simbolize o velho PS e chame esta rapaziada jovem, que não sabe o que faz, à razão.

 

E assim se aguenta mais um voto!

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Alegre diz que não está a representar o PS

 

"Pois, o problema é mesmo esse, Manuel Alegre não perdoou ao PS a derrota que sofreu nas directas que, seguindo a lógica de Mário Nogueira, deveria ter ganho por antiguidade e com base numa auto-avaliação" no O Jumento

 

Alegre ma non troppo

 

Numa aula magna que a esquerda verdadeira, segundo o jornalista da sic que lá estava, não encheu -- é natal, e apesar da crise mesmo a esquerda verdadeira, parece, vai às compras (ou isso ou fica em casa a fazer presentes em macramê) -- Manuel alegre encenou uma versão extremada do 'segurem-me senão eu saio'. tão extremada que começa cada vez mais a soar a 'empurrem-me lá, vá, para não passar por traidor e poder fazer de vítima'. Fernanda Câncio no Jugular

 

Obrigatório ler a Constituição do 1º Governo da IV República aqui, a não perder.

 

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Edmundo Pedro retirou o seu apoio ao 2.º Encontro das Esquerdas.

 

via a outra Câmara

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Manuel Alegre defendeu hoje a criação de uma “alternativa de poder” de esquerda, que “vá a votos” e não excluiu o cenário de criação de um partido político. Para alguma coisa havia de servir o tal Forum das Esquerdas, que nestas coisas os comunistas não são parvos. Agora, se o tal partido de esquerda avançar, como se faltassem partidos de esquerda ao país (só no Parlamento estão actualmente cinco sem contar com os fantasmagóricos Verdes melancia), avizinham-se tempos ainda mais difíceis para o PSD e o CDS: o eleitor comum, pouco dado à ideologia e ao médio prazo, tenderá a ver em Sócrates um verdadeiro líder de direita. Ao que isto chegou.

(publicado no Tomar Partido)
 

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"Democracia e Serviços Públicos" é o tema que reúne um conjunto de homens e mulheres de esquerda, hoje, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa.

 

A iniciativa de reflexão política à esquerda, como todas as iniciativas do género, é de louvar em democracia. O painel de oradores é respeitável, não só pela qualificação académica e intelectual que apresentam, mas pela transversalidade política, pois inclui desde militantes de diferentes partidos a independentes.

 

Ao Partido Socialista não incomodam fóruns de discussão. Cada um tem os seus.

 

Para mim, o que resulta é a equivocidade do resultado que estas iniciativas visam prosseguir: partido, coligação, entendimento? Para europeias, legislativas ou presidenciais? É isto que a esquerda tem de interpretar, pois vai ser maioritária no Parlamento durante mais uns anos e pode desenvolver um projecto central para o país, ensinando-o a sair da globalização desregulada e do capitalismo selvagem. Não deixa de ser curioso como estas afirmações hoje, suscitam muito menos paixões contra elas do que dantes. Dá vontade de dizer: houve quem avisasse!

 

Seriam bem vistos os entendimentos. Saibam todos os participantes envolver-se neles.

 

*

 

 

Nas nossas maravilhosas ilhas perto de África, também se levantam vozes dominicais contra outras equivocidades: as da direita. Que quer Alberto João Jardim dizer-nos?.

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"O motor principal e fundamental no homem, bem como nos animais, é o egoísmo, ou seja, o impulso à existência e ao bem-estar. [...] Na verdade, tanto nos animais quanto nos seres humanos, o egoísmo chega a ser idêntico, pois em ambos une-se perfeitamente ao seu âmago e à sua essência.
Desse modo, todas as acções dos homens e dos animais surgem, em regra, do egoísmo, e a ele também se atribui sempre a tentativa de explicar uma determinada acção. Nas suas acções baseia-se também, em geral, o cálculo de todos os meios pelos quais procura-se dirigir os seres humanos a um objectivo. Por natureza, o egoísmo é ilimitado: o homem quer conservar a sua existência utilizando qualquer meio ao seu alcance, quer ficar totalmente livre das dores que também incluem a falta e a privação, quer a maior quantidade possível de bem-estar e todo o prazer de que for capaz, e chega até mesmo a tentar desenvolver em si mesmo, quando possível, novas capacidades de deleite. Tudo o que se opõe ao ímpeto do seu egoísmo provoca o seu mau humor, a sua ira e o seu ódio: ele tentará aniquilá-lo como a um inimigo. Quer possivelmente desfrutar de tudo e possuir tudo; mas, como isso é impossível, quer, pelo menos, dominar tudo: 'Tudo para mim e nada para os outros' é o seu lema. O egoísmo é gigantesco: ele rege o mundo." - Arthur Schopenhauer, em 'A Arte de Insultar'

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Manuel Alegre não fecha a porta à criação de um partido.

 

Criar um partido dá muito trabalho, é preciso aparecer, reunir, passar o dia de manhã à noite empenhado em actividades não lúdicas e não lucrativas, é uma canseira!

Perguntem a Manuel Alegre onde anda o milhão de votos "dele" e como tem passado o MIC.

Por detrás de um grande homem como o Manuel Alegre há sempre um mar de voluntários, de gente empenhada e solidária que tem de fazer todo o trabalho, homens e mulheres, generosos e motivados, mas depois o tempo passa e a gélida realidade abate-se sobre as pessoas.

O sonho alimenta a vida...mas não inventa soluções, não substitui a razão e esfuma-se perante egos gigantes, maiores que o próprio sonho!

 

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Estou farto de bazófia, de paleio para entreter gente boa, de poesia sem rumo, de alma sem sentido, de voz forte e juízo fraco, de moralidades e éticas regadas em jantaradas e caçadas ao som das rezas dos profetas em causa própria e casa alheia.

Também estou farto dos senhores da razão sempre iluminada, sumo-sacerdotes da pureza ideológica perfeita, chanceleres das causas porreiras e úteis, supremos juizes da qualidade e bondade alheias, almirantes e generais dos pobrezinhos, coitadinhos e porreirinhos que se ponham a jeito.

 

Nota: há dias que correm assim...

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Por causa disto

 

O Governo redefiniu a reforma da educação como uma prioridade estratégica. Mas como reformar a educação, sem ou contra os professores? Em meu entender, não é possível passar do laxismo anterior a um excesso de burocracia conjugada com facilitismo. Governar para as estatísticas não é reformar. A falta da exigência da Escola Pública põe em causa a igualdade de oportunidades

 

Lembrei-me disto

 

Esta política educativa vai levar ao aumento da exclusão e da imobilidade social.

 Uma das grande mais valias da Democracia é a sua capacidade de regeneração, é a sua capacidade de gerar mobilidade social. Uma sociedade que não respira é uma sociedade fechada e imobilista.

 O Estado deve promover, isto sim, uma efectiva política de Igualdade de oportunidades, uma política que potencie aquilo que de melhor nós temos a oferecer à sociedade,  A Escola, e em especial, a Escola Pública, deve garantir que todos partam da mesma base e que o que conte sejam as capacidades de cada um e não a sua origem social.

 

 

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Manuel Alegre navega à vista, perdeu o norte e o milhão de votos, recolhe mais apoio no partido que deixou de apoiar o Sá Fernandes que no PS, muito seduzido pela cada vez mais falada hipótese de Cavaco Silva não se recandidatar a um segundo mandato e está cada vez mais apaixonado pela sua própria voz.Agora decidiu "malhar" na JS!

Questões fracturantes e da "moda", diz ele! Se calhar o problema é o pouco apoio que o mesmo recolhe nos jovens....mas isso é outra história.

Tenho visto umas coisas da JS acerca de educação, emprego e igualdade, além das causas ditas fracturantes, será suficiente?

Não sei, mas é de certeza melhor que mais poesia utópica para sonora "radiodifusão" do EU....

Ao menos a JS discute emprego o que certamente deve implicar que valorizam, por exemplo, a ASSIDUIDADE no local de trabalho...

 

P.S.- porque é que ninguém fala da proposta de legalização da prostituição?É tão obvia e tão útil/justa a medida que é incrível que não se fale mais desta proposta.

Deve ter a ver com a agenda mediática!

 

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A revista "Ops!", que terá uma periodicidade bimensal e que é divulgada em suporte digital em www.opiniaosocialista.org, vai ser apresentada hoje às 18h30 horas em Lisboa, num debate com a participação do secretário-geral da CGTP-IN, Carvalho da Silva.
 

 

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Em relação a este meu post aqui, julgo que isto e isto enquadram e comprovam perfeitamente o meu ponto de vista.

 

 

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  Pacheco                                                    Alegre

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Começar a colaboração neste espaço com uma crónica “negativa” estava longe de ser aquilo que eu mais desejava. Tanto mais quanto quem está em causa são colegas na Assembleia da República.
 
Houve contudo razões de agenda mediática que me levaram a tal. Refiro-me ao episódio da participação de Manuel Alegre no comício – festa das “esquerdas”. Alegre pode ter razão quanto às razões que estão na base da sua revolta. Mas Alegre foi longe de mais com a “vaidade” que exibe e a pretensão de ser o dono de um milhão de votos, de que pensa poder “dispor” como se de um couto de caça se tratasse.
 
A verdade é que o novo criptobloquista, como alguns já o designaram, está agora de mão dada com Francisco Louçã.
 
Tudo isto depois de 2 exasperantes anos de inactividade do seu MIC, de que é único responsável, e depois de o próprio BE já ter feito uma anterior experiência, bem mais modesta é certo, quando, “qual ave de rapina”, foi buscar ao MPT um conjunto de personalidades na área do ambiente com que pretendia, sem sucesso é certo, colorir o seu novo discurso verde.
 
Desta feita é com Alegre que o Bloco, entusiasmado com recentes sondagens que o dão acima dos dois dígitos, pretende crescer.
 
O poeta, como se já não bastasse a promíscua atitude revelada, dispara contra tudo e contra todos e envolve-se entretanto numa nova e emocionante polémica com o seu camarada José Lello, sobre quem pagou a viagem de quem, matéria que, convenhamos, interessa seguramente pouco à generalidade dos cidadãos.

Mais o que mais espanta é que tudo isto se passa sem que Alegre saia do PS, atitude que implicaria naturalmente a perda do seu lugar de Vice-Presidente da AR e sem que o Bloco, uma vez mais, tenha sequer a decência de confessar publicamente a sua democrática filosofia de que, na política, vale tudo desde que o resultado final vá ao encontro dos objectivos políticos traçados.
 
É a política no seu pior e totalmente desprovida de qualquer sentido de ética.
 
No fundo, como diz o poeta:
Ai....tudo isto existe,
tudo isto é triste,
tudo isto é fado!
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Qual a diferença entre Manuela e Manuel?

 

Ela não votou e ele não votará!

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A melhor forma de alguém se valorizar é forçar uma situação tal, digamos entre duas tendências, para que a sua posição, mesmo que muito minoritária possa ser "vendida" acima do valor de mercado...por exemplo.

Chamar-se-ia a isto enriquecimento sem causa ou habilidade negocial num mercado competitivo?Não sei, mas devem existir designações mais precisas.
Como julgo que a politica do século XXI, que a cada vez menos jovem democracia portuguesa e a titubeante III República precisam de outro tipo de políticos, de politicas, ou seja de ideias e de actores, parece-me que quem quer "negociar-se", andando com um pé em cada porta o deverá fazer....às claras e de forma coerente.
Portanto talvez Manuel Alegre devesse suspender mesmo o seu mandato como deputado, reflectir, falar com as bases do seu Partido de sempre, ir falando com o milhão de votos que teve nas últimas presidenciais e apresentar-se como alternativa a José Sócrates no próximo congresso....

Nada mais simples, nada mais honesto, nada mais coerente com a história da democracia, com a história do PS e com os pergaminhos ideológicos que o próprio muito justamente ostenta.
 Se não o fizer será como alguns armadores que usam peões de briga para lutar por mais subsídios (a Audi e a Mercedes continuam a lançar novos modelos e obrigam a estas coisas) ou fará a figura de especulador que tanto o incomoda nalgumas áreas de negócio (sujeitas a oligopólio ou excesso de regulamentação quiçá) ou até de um "discreto chantagista" como que ameaçando a aldeia gaulesa com a queda do céu!
Todos os Partidos Políticos em Portugal devem acompanhar a evolução dos tempos e da sociedade reflectindo essa evolução na sua base programática e nos seus actores, manter guiões gastos em actores no fim da sua carreira com tiques de prima donna é má ideia.

Isto é verdade quer falemos do PS, quer do PPD/PSD ou do CDS/PP, a questão é precisamente a mesma, com diferenças de escala e de estrutura, um dos Partidos tem algum "cimento ideológico", outro nunca teve e é aliás um caso antigo de publicidade enganosa, o outro além de cada vez menor contém uma quantidade de micro-ecosistemas tal que reflecte todas as ideologias possíveis à direita sem representar eficazmente nenhuma.
Se o socialismo evoluiu para o socialismo democrático, andou pela terceira via, assimilou na Península Ibérica a Social Democracia e agora enfrentando os desafios do novo século tiver de evoluir mais ainda reconhecendo mérito a teorias e conceitos antes desprezados que o faça já, de cara lavada e de peito feito, sem hesitações e sem mudanças de velocidade ou de sentido.

Basta de motores fora de prazo afogados em mordomias de octanas que apenas encantam alguns com o som dos pistons mas que não andam nem desenvolvem, aliás, não saiem do mesmo sítio!
Penso que os portugueses dispensam flautas mágicas, não somos ratos, somos cidadãos europeus, com raízes numa ancestral Pátria.

Depois duma  I Republica repleta de ideias, sonhos,erros e desilusões, duma equivoca e obtusa II Republica, não poderemos continuar a lavrar nos mesmos erros do pós 25 de Abril, após 34 anos já se podem identificar, claramente e sem tabus, vitórias e derrotas, sucessos e insucessos, métodos a manter, rumos a mudar, processos a rever, não podemos é continuar a olhar para o lado, assobiando alegremente, como se o Mundo de 2008 fosse o de 1968 visto pela lupa de 1974.

Os desafios que se colocam a Portugal não se superam com utopias de algodão doce, com chavões de metadona, com rimas de alma sem a mínima dose de substancia, sem ponta de estrutura, sem a mais pequena sombra de qualquer projecto credível, sem o mais pequeno vislumbre de capacidade para resolver de forma responsável e sustentável no mundo real qualquer problema que seja.

Como panaceia apenas se oferecem vãs palavras de conforto e solidariedade em tom eloquente e promessas exequíveis apenas nas métricas de papel.

Portugal não precisa de "Aspirinas", precisa é de "médicos" que gostem mesmo de "trabalhar", verdadeiramente comprometidos com a causa pública e que saibam o que fazer!
 Diz-se que é impossível agradar a gregos e a troianos, não sei se é, pelo menos durante algum tempo acredito que será, agora impossível de certeza é servir ao mesmo tempo a Deus e ao Diabo!

 

 

*este post começou por ser apenas um comentário a um texto do Atlântico mas mudei de opinião, salutar defeito que possuo, e julguei mais conveniente expor e enquadrar melhor o meu ponto de vista nesta Câmara, como é Comum fazer

 

Adenda - excelente artigo do Antonio Vitorino no DN - Separação de águas, a ler

 

 

 


 

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«Manuel Alegre comete a incongruência de preferir juntar-se àqueles que querem derrotar o partido. Quer o melhor de dois mundos: o benefício e a audição por ser do PS e depois quer ter uma posição fora do PS», afirmou José Lello, em declarações à Lusa.

José Lello criticou ainda a ausência do deputado socialista nas reuniões do partido, onde «não há delito de opinião».

«Manuel Alegre jamais se digna a vir às reuniões da comissão política ou às reuniões do grupo parlamentar afirmar as suas posições, debater no seio do partido».

 

Está tudo dito, polémica encerrada.

Uma resposta oportuna a um facto "oportunista".

 

Para encerrar este dossier deixo um post elucidativo e um excerto dum poema de Manuel Alegre:

 

É preciso enterrar el-rei Sebastião
é preciso dizer a toda a gente
que o Desejado já não pode vir.
É preciso quebrar na ideia e na canção
a guitarra fantástica e doente
que alguém trouxe de Alcácer Quibir.

Eu digo que está morto.
Deixai em paz el-rei Sebastião
deixai-o no desastre e na loucura.
Sem precisarmos de sair o porto
temos aqui à mão
a terra da aventura.

 

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