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Afinal, dentro do prazo, garantiu, estará pronto apenas o relatório de avaliação do ‘buraco’ nas contas da região. A apresentação está marcada para amanhã. O programa, esse, só será apresentado após as eleições regionais (9 de Outubro), disse, uma vez que terá de ser negociado com o governo e, neste momento, decorre a campanha eleitoral, justificou.

 

Quem pensava que Passos Coelho tinha demonstrado muita coragem há dias, acerca do que disse da situação calamitosa das contas madeirenses, engana-se. A fachada do determinado caiu perante a posição do líder do PSD/Madeira.

 

A Passos Coelho e ao PSD nacional não faltam aquilo que há muito o PSD/M não tem: vergonha. E ainda protegem a desgovernação, como se o enorme buraco fosse uma mera infelicidade, feita sem noção.

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O PSD diz que "não é essencial" que seja conhecido o retrato das contas da Madeira antes das eleições de 9 de Outubro.

 

A promessa de Vítor Gaspar, dar a conhecer o estado das contas da Madeira, não caiu bem no PSD - Madeira (M). Guilherme Silva foi a voz que fez saber que pressas para conhecer os números não existem. Compreende-se bem esta tentativa de não querer mostrar a cratera orçamental criada pelo PSD na Pérola do Atlântico.

 

Resta saber se o Governo da República cumpre ou, uma vez mais, o PSD - M impõe-se.

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“Esta pergunta - quem paga - é dirigida ao primeiro-ministro de Portugal. Quem paga a irresponsabilidade da dívida que existe aqui na Madeira, da exclusiva responsabilidade do seu partido, o PSD, aqui na Madeira?”, questionou o líder socialista (...) Referindo que a dívida da Madeira é de oito mil milhões de euros, António José Seguro afirmou ainda que “os bebés daqui [da região autónoma] já nascem endividados”. “O PSD-Madeira pôs a Madeira na bancarrota, tem um buraco colossal, gaba-se disso e pede que sejam todos a pagar a factura da sua irresponsabilidade”, acrescentou.

 

A poucas horas ou dias de conhecermos os grandes cortes, como Portugal não tinha desde 1950, de acordo com o super-Ministro Álvaro, esperemos que haja uma palavra do Governo acerca da situação da Madeira, num momento em que, não obstante o buraco conhecido, o Presidente do Governo Regional anuncia mais obras, sem se importar com quem paga a factura.

 

Como bem diz António José Seguro, na Madeira as crianças já nascem endividadas.

 

Aguardemos a resposta do Governo, que gosta de se mostrar muito determinado. 

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A capa do Sol de hoje é elucidativa dos dois pesos e duas medidas do PSD.

 

Em grande destaque, o Primeiro Passos e o Ministro Relvas, quais dois bravos guerreiros no combate às despesas das autarquias locais.

 

Por outro lado, em rodapé, o deputado Amorim (não confundir com o trabalhador e mal remunerado Américo, que é um injustiçado, pois um proletário da sua estirpe não teve, até hoje, uma única defesa ou apoio da CGTP e/ou da UGT) defende o "injustiçado" Alberto João Jardim.

 

Para um partido que se reclama a força do Poder Local e para um partido que é dominante no Poder Local, este PSD não tem vergonha, pois permite espezinhar o trabalho dos autarcas, como se fosse uns esbanjadores natos, e ao Governo Regional da Madeira permite-se tudo, pois gasta sem regras nem cuidado.

 

E, para cúmulo da hiporcrisa, o PSD ainda considera o principal responsável da desepesa um coitado. A impunidade continua e o desleixo é incentivado.

 

A moral da história é bem conhecida e as últimas horas são como o algodão, não enganam, pois  as finanças regionais madeirenses entraram em ruptura, mas o líder regional dá-se ao luxo de continuar a anunciar obras.

 

Com governantes destes, Alberto João Jardim bem pode continuar a gastar sem critério, pois tudo lhe é permitido.

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Passos Coelho dá o braço a Alberto João Jardim no último dia de campanha

 

O Primeiro-Ministro, Passos Coelho, que impõe aos portugueses sacrifícios, é o mesmo líder do PSD que vai à Madeira dizer: votem no Alberto, pois o Governo Regional da Madeira vai continuar a esbanjar dinheiro sem rigor nem critério e o Governo da República nem quer saber.

 

O tempo passa, mas o PSD continua a ser totalmente conivente com o despesismo dos seus companheiros da Madeira. 

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Num regime totalitário as inaugurações "públicas" são apenas para os acólitos do regime.

Num regime totalitário um Presidente dum Governo Regional diz à policia "EU ESTOU A MANDAR" no que toca a permitir uma "manifestação espontânea".

Num regime totalitário existe sempre uma "Mocidade" para "montar" as manifestações "espontâneas" de apoio ao regime.

Num regime totalitário ofendem-se minorias étnicas, humilham-se certas opções sexuais, adjudicam-se obras sempre aos companheiros, ameaça-se as forças de segurança que não respondam humildemente ao líder, ameaça-se repetidamente outros símbolos "estrangeiros" do poder democraticamente eleito "no continente" mandando, por exemplo os deputados duma Assembleia da República qualquer irem fazer o amor com eles próprios!

Num regime totalitário asfixiam-se os jornalistas insultando as suas mães de rameiras.

 

Que merda anda Cavaco Silva a fazer para ignorar o que se passa na Madeira?

 

Que porra anda a tomar Manuela Ferreira Leite para fingir que nada vê e nada ouve?

 

Espero que o futuro Primeiro Ministro tome alguma posição sobre o comportamento do senhor presidente do governo regional da Madeira, o arquipélago é território português, aplica-se ali a lei portuguesa, se há dúvidas entre os residentes na Madeira faça-se um referendo para aferir se querem ser portugueses ou jardinianos.

 

Jardim foi democraticamente eleito?Sim.Pode violar repetidamente a lei e toda e qualquer regra de boa educação, bem como todo e qualquer quadro ético politico e democrático?NÃO!

 

Vai muito mal a III República se deixa um Bokassa de trazer por casa, uma espécie  de Ceausescu de roupão e chinelo, fazer o que bem quer e entende à revelia da lei e do quadro de costumes do País, o país que vai do Minho a Ponta Delgada passando pelo Funchal.

 

 

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Muito educadinho mesmo o chefe de gabinete de Alberto João Jardim, deve ser das más companhias!

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O presidente do Governo Regional da Madeira gastou em 2008 mais de meio milhão de euros em viagens, todas classificadas de “secretas”. Este montante representa mais de um quarto do orçamento da presidência do executivo, que não tem qualquer despesa de investimento.
O recurso sistemático àquela classificação das viagens, cuja execução de fornecimento envolve “medidas especiais de segurança”, é criticada pelo Tribunal de Contas. No relatório n.º 1/2009 da auditoria ao gabinete de Alberto João Jardim, a secção regional do TC conclui que esse procedimento “indicia uma aplicação tendencialmente constante da excepção prevista” no Decreto-lei 197/99, “passível de a transformar em regra”.
Na maioria das viagens analisadas pelo TC, para participar em reuniões do comité das regiões ou da comissão das regiões periféricas da Europa no primeiro semestre de 2008, Jardim fez-se acompanhar de assistente permanente. Noutras, de visita de emigrantes, as despesas incluem viagens e estadia da esposa e do director regional das Comunidades Madeirenses.
Com ausências em média de uma semana, às vezes para participar em reuniões de um dia em que normalmente o seu homólogo açoriano se faz representar pelo subsecretário regional dos Assuntos Europeus, o presidente madeirense gastou nas seis viagens analisadas pelo TC mais de 70 mil euros, apesar de só em duas ter pago as passagens aéreas, normalmente pagas pelas instituições europeias. A mais cara foi a visita a emigrantes em Londres e Jersey, que custou 23 mil euros (13,3 mil de hotel em oito dias, 5,4 mil em passagens aéreas e 4,6 mil euros no habitual aluguer de viatura com condutor).

 

Percebo o impacto (e perigo!) do Sr. Jardim nos media para adversários e para os próprios companheiros, é clara a importância do Sr. Jardim nalgumas estratégias e financiamentos de relevância nacional de hoje e de "ontem", sei bem de algumas dívidas e "rabos presos" de figuras nacionais do PPD para com o Sr. Jardim, mas sinceramente, na São Caetano à Lapa não há ninguém que tenha olhos para ver que o cemitério está cheio de insubstituiveis?Já mete nojo e causa asco!Nenhum dos "delfins" está ainda pronto para tomar as rédeas do burgo?

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Alberto João Jardim, garantiu ontem à noite que o “Jornal da Madeira” continuará a ser publicado não obstante a lei "nazificante" aprovada na Assembleia da República, referindo-se à Lei do pluralismo e da não concentração dos meios de comunicação social.
"É uma lei nazificante, de iniciativa fascista e que pretende calar a imprensa de vários quadrantes políticos e não apenas o ‘Jornal da Madeira’", "isto ainda vai dar muita luta mas há uma coisa que vos garanto. O ‘Jornal da Madeira’ vai sair nem que a gente vá todos presos". Que auto-análise brilhante!

Afinal AJJ vê-se ao espelho, projectando os seus medos, fobias e traumas em "inimigos externos, que vivem no armário e debaixo da cama"´.Não fora a sua falha narcísica e poderia estar a caminho da cura! Mas a boa noticia é que há esperança afinal para esta alma atormentada há mais de 30 anos...

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A propósito deste post aqui, acrescento que a percentagem dos processos julgados na Madeira que confirmam a existência de ilegalidades urbanísticas é de 60%!

Tudo isto é normal, para o PPD e para o Presidente da República, especialmente, mas também para os restantes partidos politicos....bizarra normalidade!

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O Governo Regional da Madeira vai encurtar de dez para apenas três anos o prazo para requerer ao Ministério Público, através de acções populares, a nulidade de licenciamentos de construções ou loteamentos que colidam com o interesse público.

Muito coerente por parte deste "grande democrata", acérrimo opositor das acções populares, Alberto João Jardim fixa no prazo de três anos a caducidade do direito de declarar a nulidade e do direito de participação para efeito de propositura da acção administrativa especial, e respectivos meios processuais acessórios.

 

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O jornal Público destaca que no primeiro ano em que Portugal junta três eleições, o Governo não tem, afinal, grandes obras para inaugurar. Nem sequer há uma que possa ser considerada a obra do regime e o Executivo acabará por ter que fazer campanha a reboque de obras de expressão concelhia e de projectos ainda no papel.E depois?

A SONAE, ou o JMF, preferem dezenas de inaugurações com festas mesmo faraónicas, durante a própria campanha eleitoral?É fácil, basta apanharem o próximo voo para o Funchal e  assistirem ao vivo à Jardinada do PPD Madeira.O Público não tem correspondentes na território insular ou estiveram de férias nos últimos 19 anos?

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Em dia de descanso, nada como um convite para visitar a zona mais desconhecida de Portugal e, simultaneamente, a última fronteira do nosso País: As Ilhas Selvagens.

 

O Blog “Ilhas Selvagens” é um espaço dedicado à divulgação das Ilhas Selvagens, subarquipélago da Madeira, o extremo mais a sul do território nacional. Entre e explore as ilhas!

 

http://ilhasselvagens.blogspot.com/

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O Tribunal Constitucional declarou hoje inconstitucionais duas normas do decreto legislativo regional que alterou a lei orgânica da Assembleia Regional da Madeira, aumentando as subvenções dos partidos. A fiscalização preventiva do diploma, conhecido por "lei jackpot", tinha sido pedida pelo Representante da República, Monteiro Diniz.
O Tribunal Constitucional sublinha que o parlamento regional “legislou em matéria relativa ao financiamento dos partidos políticos” – uma matéria que integra a reserva absoluta de competência legislativa da Assembleia da República.
Assim sendo, “não poderia a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, por sua iniciativa, alterar os limites do financiamento público dos partidos políticos".

 

Saiu o Jackpot furado ao PPD/PSD Madeira, curiosamente parece que "no pasa nada" da São Caetano à Lapa em Lisboa à Quinta Vigia no Funchal....deve ser esquecimento!

 

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De acordo com o Expresso não é só um terço do património classificado pela UNESCO que ameaça ruir, é também a moral da actual administração da CGD caso não tome medidas em relação à vergonha que se passa com os ex-administradores reformados por questões de saúde, António Vila Cova e Gracinda Raposo.Inválidos uma ova!

Parece também que depois da derrocada do Império teremos a derrocada da República, diz que há na Madeira quem queira "uma espécie de federação", claro que querem, Alberto João não vai ficando mais novo e para a ilha Jardim seguir o caminho dos Açores e aprovar também um novo estatuto politico administrativo teria de aumentar o nível de fiscalização e de democracia em diversas áreas...e isso nunca, "jamé"!

De derrocada em derrocada até à derrocada final...

 

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Madeira altera contratos públicos para facilitar empreitadas por ajuste directo

 

Ameaçar a "República Portuguesa", procurar conflitos com o Governo da "Metrópole", pronto, já percebemos,está a faltar o "pilim" pelas Terras de São Jardim e está na hora do velho truque, chantagear os "papalvos" do Continente....já funcionou no passado com governos PSD, governos PPD/CDS, com governos PS, será que funcionará com este Governo?

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Vi, ontem, breves trechos do debate que decorreu na Assembleia Regional da Madeira.

Do inenarrável deputado do PND às tradicionais ameaças do soba regional à República, tudo foi um chorrilho de banalidades, nada digno de um Parlamento, merecedor desse nome.

Se o reiterado silêncio do Presidente da República sobre o estado da política no arquipélago começa a ser preocupante, não menos escandaloso é a omissão do PPD nacional para com a atitude do PPD regional. 

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"Ou a República Portuguesa respeita a Madeira", "ou assume as consequências"

 

por: Alberto João jardim, presidente do Governo regional da Madeira, em 11||Dez.08 - debate do Plano e Orçamento da Madeira para 2009

 

Uma vez mais, o presidente do Governo Regional da Madeira, abre o saco das suas inenarráveis ameaças separatistas?

Porventura pode alguém no juízo das suas funções constitucionais permitir semelhante desafio?

De que forma é que a República se pode permitir a tamanha devassa verbal?

Que papel assumirá o senhor Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva? - Será um Presidente de todos os portugueses ou uma vez mais comportar-se-á como espera o fidalgo Jardim do senhor Silva?

Imagino o coro de protesto e indignação, se semelhante observação partisse do presidente do Governo Regional dos Açores?

 

Para que fique explícito, não sou cubano senhor fidalgo Jardim, sou um português, que está farto de ver vexado um País e suas gentes aos seus contínuos atropelos separatistas, triste por perceber que a República e as Instituições não funcionam, preocupado por perceber que a Madeira e os madeirenses mais não são do que uma colónia nas suas mãos, na sua indigente gestão de fidalgo colonialista.

 

Também em http://www.miguelteixeira-lx.blogspot.com/

 

 

 

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Na cerimónia comemorativa do 25 de Novembro realizada na ALM, após a intervenção de Leonel Nunes houve uma troca de «bocas» entre o deputado e Jaime Ramos (PSD), tendo o líder parlamentar «laranja» chamado «chulo da sociedade» ao representante do PCP.

 

O Grupo Banco Português de Negócios tem ligações a deputados do PSD-Madeira na Assembleia Regional. Tranquada Gomes, membro da direcção do grupo parlamentar do PSD-Madeira, é o advogado na região de Abdool Vakil, presidente do Banco Efisa, incluído no grupo BPN. Além disso, o Efisa tem "representação permanente" da sua sucursal financeira no "off-shore" na Madeira no escritório que esse advogado mantém com Coito Pita, outro deputado do PSD na Assembleia Regional.

A escritura de criação da representação permanente do Banco Efisa SA (Sucursal Financeira Exterior), matriculada a 12 de Novembro de 2003 na Conservatória Privativa da Zona Franca da Madeira, indica como "local de representação" a sede daquela sociedade de advogados madeirenses que, por não estarem sujeitos ao regime nacional de incompatibilidades e impedimentos dos deputados, podem fazer negócios e prestar serviços ao Governo Regional em simultâneo.
O Banco Efisa, sem qualquer balcão no Funchal, tem sido contratado pelo Governo Regional da Madeira para montar e liderar operações de financiamento para empresas regionais de capitais públicos. Sem concurso público, aquela instituição do grupo BPN foi escolhida para concretizar a emissão de cinco empréstimos obrigacionistas, no montante total de 190 milhões de euros, para financiamento de quatro sociedades de desenvolvimento e uma de parques empresariais, criadas para contornar a norma de endividamento zero das regiões autónomas.

Tanto falso moralismo e ética de plástico que abundam em Belém, ignorar o pântano onde chafurdam muitos apoiantes e amigos do núcleo duro e os esquemas nojentos que alimentam os companheiros laranjas mais degenerados na ilha da Madeira....grotesco e atroz!

Cavaco Silva pode dar o ar sisudo, cinzento e asséptico que lhe apetecer mas realmente em casa de ferreiro, espeto de pau!

 

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Aferindo o grau de independência da Região Autónoma da Madeira pela atenção e pelas declarações de Cavaco Silva em relação aos muitos atropelos à legalidade/democracia nela relatados, pode-se facilmente chegar à conclusão que a mesma não faz parte integrante do território nacional.

Uma coisa é o magistério de influência, outra bem diferente é a inércia, a inacção e a hipocrisia!

Usando a terminologia local, de Alberto João Jardim e acólitos, pode-se dizer que deve ter ocorrido uma "descolonização" bem mais eficiente que a de 74-76, nem se deu por ela!

Se o "império português" que "oprimia e subjugava duramente o povo madeirense" retirou da "sofredora e martirizada" ilha deve ter sido mesmo pela calada da noite que o "punho de ferro",que esgotava os recursos naturais e os impostos do arquipélago da Madeira, fugiu!

Haja vergonha, haja decência e respeito, por todos os portugueses, naturais ou residentes em território continental bem como em território insular madeirense.

Chega de cinismo Sr. Silva, é medo a mais ou respeito a menos?

O que é demais também enjoa... 

Adenda:

 

Coito Pita, um dos vice-presidentes do Grupo Parlamentar do PSD/Madeira à Assembleia Legislativa, apresentou o seu pedido de demissão do cargo, confirmou hoje o próprio à Agência Lusa.

"Confirmo que me demiti das funções de vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD/M e, sexta-feira, enviei uma carta ao líder parlamentar, Jaime Ramos, dando conta dessa decisão", disse.

O deputado, um dos mais influentes membros do PSD madeirense, referiu que "as razões desta decisão serão discutidas internamente", afirmando esperar que "aí haja bom senso".

Coito Pita acrescentou que esta matéria poderá estar em análise na reunião da Comissão Política do partido da próxima semana, em que não estará presente, mas "também deverá ser discutida em reunião do Grupo Parlamentar que, com certeza, o líder da bancada irá requerer".

O deputado social-democrata sublinhou que a sua demissão "é irreversível".

A notícia da demissão de Coito Pita foi avançada esta manhã pelo Diário de Notícias, dando conta de que esta decisão é "um protesto pela forma autoritária e independente como o líder Jaime Ramos e o filho Jaime Filipe Ramos têm dirigido os deputados 'laranja".

"Há uma vaga que acompanha a indisposição de Coito", uma "linha que quer conservar uma postura firme com a oposição mas dentro da legalidade e sem a prepotência que se tornou imagem de marca do grupo parlamentar", diz o matutino citando bastidores do partido.

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O governo regional da Madeira decidiu administrativamente, por portaria, avaliar com “bom” os professores em exercício no arquipélago.
“Para todos os efeitos de avaliação do desempenho dos docentes contratados, de transição ao 6º escalão e progressão na carreira dos docentes do quadro, o tempo de serviço prestado nos anos escolares 2007/08 e 2008/09, considera-se classificado com a menção qualitativa de Bom”, determina o artigo 1º da portaria 165-A/2008, publicada a 7 de Outubro na II Série do Jornal Oficial da região. O segundo e último artigo adianta que “o presente diploma entra imediatamente em vigor”.

A que horas começa a manif de profs na Madeira?

 

A ver - Que classe de cartaz, sim senhor!A seguir teremos o quê?RPGs, Stingers, homens-bomba,Antrax?

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O Presidente da República disse hoje ter informações que o funcionamento da Assembleia Legislativa da Madeira "tende à normalidade", sublinhando a importância do "bom senso" e da "ponderação" em casos como o que se viveu no Parlamento regional.

 

O que não é de bom senso e que requer ponderação das instituições da República, é o distanciamento táctico do senhor presidente Aníbal Cavaco Silva, face às questões que envolvem a Madeira, o PSD reginal e o senhor Jardim.

 

A República tem os seus limites, neste caso territoriais!

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Um tapa os ouvidos e conta anedotas sobre uns loucos na Assembleia Legislativa da Madeira, outro tapa os olhos e imagina-se chefe dum asilo para loucos exigindo mais poder, mais poder, mais poder para o Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, o ultimo cala-se e finge que em Portugal nada de errado se passa pela Madeira!

 

 

Nota: vai uma aposta que vou ter uns fans deste post que acharão um insulto a comparação entre uma IMAGEM DUM TEMPLO JAPONÊS ALEGADAMENTE INSPIRADA NUM MONGE BUDISTA CHINÊS e algumas ATITUDES destes três politicos profissionais?

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Carlos,

 

Quando escrevi, não pretendi referir-me a Cuba como regime análogo ao da Madeira, mas apenas dar conta de semelhanças evidentes. No entanto, ao ler a tua reposta, percebi que as parecenças são maiores do que as que havia constatado.

 

Averiguando a opinião dos madeirenses acerca do seu Déspota conseguimos três tipos de reacção: os poucos que dizem que não gostam, os que o defendem com a convicção do medo e os que o protegem com a força dos interesses. Outra semelhança, esta tipicamente terceiro mundista, é o facto de o turismo ser a principal indústria de ambas as Ilhas. Continuando temos ainda a semelhança táctica do adversário externo, o papão que está algures lá fora e que, se Rei posto, virá ocupar tudo o que é nosso. Tanto o velho Maquiavel discorreu acerca do medo na governação... 

 

Quanto à obra vi que também a há em Cuba. Castro desenvolveu a Ilha em múltiplos aspectos, e teria mais obra se tivesse os milionários apoios da União Europeia em vez de um embargo americano. Achas que é por acaso que a Madeira estagnou nos últimos anos, exactamente quando a "torneira" secou? A Madeira nunca foi auto-suficiente com AJJ. Sempre parasitou e cresceu à custa dos recursos alheios, verificando-se pouco aumento de produção de riqueza. Neste aspecto tem mais mérito Castro no crescimento de Cuba do que AJJ no da Madeira. Duvido que tenham chovido mais notas das nuvens Soviéticas, do que as que choveram das Europeias.

 

Na questão da medíocre qualificação das pessoas e da pouca abertura a novos pólos de desenvolvimento, também adoptam estratégias semelhantes. A abertura traz novas ideias, traz informação e cultura, tudo coisas de que ambos fogem a sete pés.

 

Resta a questão da violência política. Em Cuba Castro matou em nome de um regime que pretendia uno. AJJ não o faz, mas tens dúvidas que as ameaças e os "acidentes" fazem parte do quotidiano madeirense há muitos anos?

 

Diferente é a questão da oposição. AJJ não a tem embora exista pluripartidarismo na Madeira. Castro teve de lidar com fortes movimentos que faziam oposição desde os Estados Unidos (Flórida) e financiavam os seus adversários internos. Oposição por oposição acho que a Cubana é mais forte.

 

Há evidentemente grandes diferenças entre os dois regimes, em especial no que diz respeito aos Direitos Humanos. Não o questiono, afirmo-o. Ainda assim, e apesar do que disseste, não se pode afirmar categoricamente que a Madeira não é Cuba. Sinceramente não vejo mais diferenças que semelhanças.

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Caro André,

Não tenho nenhuma simpatia política pelo líder do Governo Regional da Madeira e Presidente do PPD regional.

Porém, procurar passar a mensagem de que na Madeira há um regime análogo ao de Cuba, isso, só mesmo para o agrado do soba local, que aprecia e recebe essa consideração como um elogio, ainda que não pareça.

Não sejamos inocentes nem demagogos. A Madeira não é Cuba. Felizmente para a Pérola do Atlântico!

Se já estiveste na Madeira e foste aos locais recônditos da ilha, devias verificar como votam essas pessoas e quem mais defendem.

As conversas que se têm, sobre política, nem sempre são as mais fáceis, em especial quando se fala do líder regional em tom crítico. Mas há uma coisa que não podemos iludir: o homem tem obra. Quem conhecia o arquipélago há um bom par de anos e quem o conhece agora constata a mudança. Mas esta diferença, que é enorme, em termos de infra-estruturas, peca por falta de dinamismo e incentivo noutras áreas nevrálgicas, como a qualificação das pessoas, a abertura de novos pólos de desenvolvimento, a falta de incentivo de uma sociedade civil forte, ainda que a Madeira conte com um sector com um dinamismo e um poder muito próprio - o da hotelaria. O facto de haver uma boa Região de Turismo ajuda e muito.

Quanto aos partidos da oposição, o seu papel também tem ficado aquém do que seria desejável. Se a atitude há dias do deputado do PND na Assembleia Regional apenas foi uma imagem do que o PND realizou na campanha regional do ano passado, no caso do maior partido da oposição, o PS, não se cota em melhores exemplos. Não se prestando os socialistas madeirenses a cenas rídiculas, a actual liderança regional do PS, por vezes, chega a roçar o ridículo.

Em suma, a força de Alberto João Jardim tem sido a criação de um adversário 'externo', que serve e usa como mais lhe interessa, para manter o poder.

Visa este escrito anular as posturas e  as arengas laranja, em especial as do Chão da Lagoa? Não, pois há coisas que não batem muito bem, como por exemplo as empresas do secretário-geral regional do PPD ganharem bastantes concursos públicos. Coincidências? Que las hay, hay!

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Acerca do post do Carlos Manuel Castro e comments anexos, sobre a atitude do Deputado Regional do PND José Manuel Coelho:

 

Não invertamos os factos.

Tive oportunidade de passar duas semanas na Madeira. Estava de férias mas não me limitei à Madeira do sol e do hotel. Tal como fiz em Cuba (e não é por acaso que digo isto), entrei mesmo na Madeira profunda dos bairros de pescadores, das povoações recônditas, das sedes do PPD/PSD a cada quarteirão (por vezes literalmente), da ausência prática de mais Partidos, da cultura do Partido Único, do culto do Presidente, da dificuldade em encontrar jornais do continente, etc. O que digo é que o ar que se respira por ali não é assim tão diferente do de Cuba.

 

 

Deputado Regional José Manuel Coelho

 

Claro que a atitude do Deputado do PND é ridícula. Ainda mais ridículo é o conceito de nazis-fascistas, que denuncia uma tremenda ignorância de tudo o que seja História e Ciência Política, estranha num Deputado. A questão é muito mais grave e profunda do que parece. Numa Ilha onde nem o Secretário-Geral do PS põe os pés, só mesmo os malucos ousam enfrentar o Governo Regional e o poder opressor instituído. Foi o caso.

 

Não nos centremos no Homem mas sim no problema que a sua insanidade denuncia, ou estaremos a dar razão a quem irá utilizar este facto para estender ainda mais os tentáculos do Polvo.

 

La Piovra

 

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O plenário da Assembleia Legislativa da Madeira foi hoje suspenso depois de o deputado do Partido da Nova Democracia (PND), José Manuel Coelho, ter ostentado a bandeira nazi com que identificou o PSD regional.

 

A postura do deputado do PND à Assembleia Regional da Madeira é a todos os níveis inadmissível.

O PPD/Madeira pode ter, e tem, muitos defeitos, daí a ser considerado nazi-fascista!

Tivesse o elemento do PND um pouco de conhecimento e respeito histórico e não faria figuras deploráveis. 

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Acabei de ouvir, no programa "Quadratura do Circulo", António Costa criticar o PSD por bloquear alterações eleitorais e democráticas na Madeira, dizendo que o sistema eleitoral beneficia o PSD. Isto foi dito em defesa do PS Açoriano, dizendo que nos Açores é que foi dado um exemplo de democraticidade.

 

É grave que um político experiente, ex deputado, ex Ministro e, actualmente, comentador político demonstre uma falta de conhecimento brutal do que se passa no país.

 

Ambas Regiões Autónomas tiveram alterações nas suas leis eleitorais recentemente. Quer as recentes eleições nos Açores como as últimas na Madeira decorreram pela primeira vez com as novas leis.

 

Nos Açores aumentaram o numero de deputados. Não critico. Esse aumento é justificado pela criação do Circulo de Compensação. E os resultados comprovaram que foram os partidos pequenos que mais beneficiaram desta novidade. Com uma realidade geográfica de 9 ilhas, dificilmente deixará de haver vários Circulos.

 

E na Madeira? Reduziu-se o numero de deputados, ao mesmo tempo que terminaram os vários circulos eleitorais, passando a um único.

Sejamos sérios, com esta alteração se há critica que não pode ser feita ao PSD e em especial a Alberto João Jardim é de falta de democraticidade.

Com o último resultado nas eleições regionais mas com a anterior lei o PSD Madeira teria eleito ainda mais deputados. E existem agora mais partidos com representação parlamentar.

 

Aquando da aprovação da actual lei eleitoral madeirense, escreveu o Diário de Noticias:

«Com todos os partidos a concordarem que as alterações agora aprovadas representam um inequívoco avanço no respeito pela proporcionalidade entre o número de votos obtidos por cada partido e a sua conversão em mandatos (uma reivindicação antiga dos pequenos partidos)(...)».

 

É grave que certas pessoas não saibam estes factos. Ou será falta de memória? Conveniente!

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O Conselho Regional do PSD/Madeira, que reuniu durante esta manhã, manifestou a sua preocupação face aos três actos eleitorais que se aproximam, alertando para uma «eventual instrumentalização dos meios do Estado pelo Partido Socialista»

 

Não estou a ver, por exemplo, o Primeiro-Ministro português a inaugurar e reinaugurar obras, mesmo que sejam de meia-dúzia de metros, no período de campanha, como se verifica no arquipélago da Madeira.

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