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Santana Lopes na Misericórdia mas sem ordenado e quer acumular vereação com Santa Casa

 

A notícia foi conhecida esta semana e os títulos são interessantes, pela mensagem que procuram passar: Santana sem ordenado. De facto, não irá auferir qualquer vencimento, pois já acumula pensões dos cargos que teve e essa lei, do Governo Sócrates, determinou que se deixasse de acumular remunerações (mais uma razão para atacar Sócrates, por adoptar o rigor no exercício das funções públicas). Por isso, a missão não é aceite com qualquer espírito de abnegação, mas de desafio. E é no desafio que reside o ponto interessante. Santana Lopes é Vereador na Câmara de Lisboa e aceita, com todo o direito e legitimidade, a proposta de ser Provedor, sem abdicar, com todo o direito e legitimidade, o lugar para que foi eleito na Câmara Municipal de Lisboa. Porém, fica uma grande dúvida que o tempo esclarecerá, pois não esqueçamos que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa é uma das grandes interventoras na capital, dado o património e trabalho que tem na cidade: Santana vai querer ser na Santa Casa o Presidente de Câmara e nas reuniões de Câmara o Provedor da Santa Casa?

 

De Santana Lopes já estamos habituados a trapalhadas sem fim e é bem provável que muitas mais venham a caminho.

 

 

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Vendo e comparando os mapas das freguesias, é fácil perceber a evolução positiva que se vai registar em Lisboa.

 

E não são só as fronteiras que mudam em grande parte, é o aumento de competências e meios a transferir para as Freguesias que vai melhorar a cidade.

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O mundo vive de mitos urbanos e foi um deles que levou a que António Costa Pereira tivesse de recorrer a partidos políticos, Governo, Presidência da República - de quem durante dois anos levou sopa e não foi sobras - para pôr em prática a sua ideia de distribuir as refeições sobrantes de cantinas e restaurantes pelos mais necessitados. Dizia-se que isso não era possível por causa da Lei de Saúde Pública e do seu braço armado, a ASAE. Afinal, não era bem assim e até esses se mostraram disponíveis para promover e pôr em prática tão simples gesto, mas que demorou anos a concretizar-se.

 

Foi preciso vir a crise para a coisa andar. De repente passámos de um encolher de ombros para uma prioridade nacional. Em Lisboa a Moção do CDS-PP vingou em sessão de Assembleia e de Câmara. Cavaco já se pronunciou e não tardará para que a ideia se estenda a todas as autarquias do país. Pelo meio ficou a ideia socialista de criar uma "agência" para controlar e zelar pela operacionalidade da coisa - imagino quantos administradores, directores e amigos não levaria -. Felizmente os tempos vão sendo outros e houve quem falasse mais alto e conseguisse livrar o projecto das mãos sorvedouras e inoperantes do Estado Central para o colocar mais próximo do terreno e de quem tem capacidade para o fazer, quase sem custos.

 

Cabe agora às Câmaras e Juntas de Freguesia darem o apoio necessário e mostrarem que o aumento de autonomia lhes assenta que nem uma luva, tal como reclamam. A ver vamos. Há quem bem precise. A António Costa Pereira um sentido obrigado! Portugal precisava de mais cidadãos do género.

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Fui ontem à manif do PCP Anti-NATO na esperança de ganhar um World Press Photo Award baseado naquela ideia de Robert Capa "if a picture is not good enough, you weren't close enough", o que demonstra muito da minha qualidade enquanto fotógrafo que vive à espera que lhe apareça um morteiro à frente da objectiva, já que não tem técnica para mais. Mas não tive essa sorte.

 

Portugal não é capaz de atrair investimento estrangeiro, nem arruaceiros de outras paragens - simplesmente não há quem nos ligue! - pelo que me vi obrigado a fotografar a escassa "prata da casa": quase vinte e dois anarquistas e meio que não se pouparam em trajes e pinturas, mas que, alérgicos a bastonadas na espinha, jamais tentaram a "desobediência civil" que treinam nus diariamente frente ao espelho à saída do banho. Uns meninos, portanto, que hipotecaram o meu prémio.

 

E o pior é que para além deles não havia mais ninguém. Tirando aquela malta de esquerda que parecendo os marchantes de Santo António em dia de ensaio geral, se manifestavam contra tudo e contra todos usando a NATO como artificio. Havia-os para todos os gostos: manifestantes contra touradas que a NATO patrocina, seres estéricos que, avenida acima, avenida abaixo, culpabilizavam a NATO pela cauda cor-de-rosa que lhes saía das calças, mulheres contra o tráfico de outras mulheres, que como é sabido, mundialmente, é culpa directa da NATO. E sindicatos, muitos sindicatos da CGTP, que apelavam à greve geral, presumo eu, contra a NATO, essa instituição capitalista de má índole e mais-não-sei-o-quê que a constituição não permite.

 

E todos eles gritavam palavras de ordem com imenso sentido. Provas? Deixo-vos a fotografia lá em cima. Todos nós sabemos que se não fosse pela guerra, o Sul de Portugal, nomeadamente o Algarve, tinha todas as condições para o Turismo. Valha-nos sindicatos destes que não dormem um segundo que seja e que lutam tanto por nós! Um dia Albufeira viverá em paz, reerguer-se-á dos escombros e os portugueses poderão vendê-la aos ingleses.

 

Depois de ontem fiquei com a certeza que há figurantes profissionais que vão ao programa do Goucha e depois há estes.

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Depois de ler alguns escritos aqui, sobre a campanha de Lisboa, fico com a sensação que há no Câmara de Comuns boas pessoas com jeito para o humor. Caso contrário não escreveriam sobre António Costa o que em grande medida traduz a candidatura de Santana Lopes.

 

Como diria um candidato há uns anos: "não dá p'ra ser feliz". 

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Santana Lopes apresentou esta noite o seu programa aos taxistas de Lisboa. No rescaldo das eleições legislativas Santana considerou que Sócrates tentou dar boleia ao candidato do PS (António Costa) e que isso é o melhor prenúncio de que a candidatura que encabeça será vencedora nas eleições de 11 de Outubro.

 

Santana Lopes começa a campanha com argumentos sem sentido, para tentar tapar a fragilidade da sua candidatura e a vergonha que deve sentir pelo resultado eleitoral do seu partido. (Sentirá, tendo em conta o resultado que obteve nas legislativas de 2005? Afinal, Ferreira Leite obteve um resultado melhor do que Santana.)

 

Se na sexta-feira o acabrunhamento de Santana Lopes foi visível, com a ausência na arruada do Chiado, de manhã, e só à tarde, de modo muito tímido e parecia quase forçado, lá surgiu ao lado de Ferreira Leite, na arruada da Avenida da Igreja - talvez os comentários no telejornal da hora de almoço tenham provocado algum telefonema para que o candidato do PPD a Lisboa se quisesse associar ou associasse à líder laranja - para que a campanha do maior partido da oposição mostrasse alguma coerência e sentido nas suas candidaturas nacional e local na capital do País. Como é que no dia da campanha nacional em Lisboa o candidato à capital não aparecia ao lado da líder? Só por falta de reconhecimento ou não interesse. (Veremos se Ferreira Leite aparecerá ao lado de Santana na campanha.)

 

António Costa, pelo contrário, esteve nas legislativas com empenho e total identificação com o partido, do mesmo modo que agora José Sócrates manifesta total apoio à candidatura socialista a Lisboa.

 

Santana Lopes, que nem quis estar ao lado da líder do seu partido, na noite da derrota - Rui Rio, por exemplo, mostrou elevação e respeito para com o partido, ao estar ao lado da líder -, tenta agora fazer de conta que Sócrates precisa de Costa ou Costa de Sócrates. 

 

No fundo, Santana é que precisa de "boleia", não sabe é bem de quem, pois como anda por aí, se do partido, como se percebe, nem o apoio incondicional deve receber, quanto mais contar com o apoio dos lisboetas.

 

A sinceridade conta muito em política. Mas Santana parece estar mais do lado da vergonha do que se passa no PPD. Porém, esta tem de ser tratada internamente, não em Lisboa.  

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... nomeadamente o Editorial, que dedica parte do texto à Cidade de Lisboa, em particular ao seu (ainda) Presidente de Câmara.

Fica a imagem para leitura.

 

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Os exemplos da estratégia propagandística do actual executivo da Câmara Municipal de Lisboa não param de surpreender.

 

Depois da mórbida colocação de um cartaz dentro do Cemitério do Alto de São João, basta atravessar a estrada para encontrar mais um exemplo da necessidade de mudança no dia 11 de Outubro. Para que Lisboa volte a ter e fazer Sentido.

 

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Passei pela Avenida de Liberdade e junto ao Parque Mayer encontra-se um outdoor do candidato da direita à Câmara de Lisboa indicando que já tinha gasto dois milhões de euros com o projecto de Gehry para este emblemático local de cultura da capital. Com uma mensagem que insinua que a actual gestão municipal não devia ter promovido um concurso público para a reabilitação do Parque.

 

Parece, todavia, que a postura angélica candidato da direita de Lisboa se esquece que quando chegou à liderança da Câmara, em 2002, antes de gastar um balúrdio em maquetes com o creditado arquitecto canadiano, tinha um projecto, do tempo da vereação de João Soares, de outro não menos reputado arquitecto: Norman Foster.

 

É preciso topete. Mas enfim, Lisboa conhece e sabe o que está em causa em 11 de Outubro.

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Por Lisboa prolifera agora o micro-frenezim de obras aqui e acolá. Aquilo que faz com que os eleitores digam "estamos em ano de eleições!". A avaliar pela governação de Costa, tudo foi deixado milimetricamente para no último momento ser inaugurado e propagandeado em catadupa.

O homem que não tinha dinheiro e que depois já tinha, mas que afinal não tinha e que agora faz estas obras e que gasta aquela fortuna num festival propagandístico lá para os lados do Parque Mayer, prepara-se agora para lançar estes últimos confetis. Até lá, há que sofrer, sobretudo a partir de hoje que já começaram as aulas, com o trânsito que esses pequenos remendos causam nas artérias de Lisboa. São os passeios aqui e ali, o Terreiro do Paço (este transtorno não é pontual, pois o projecto é mau de raiz) , a Av. Santos e Castro (caótica), Telheiras, Bairro Azul e outros locais (com ciclovias à pressão) e tantos outros exemplos que poderia descrever com o tempo que perco no trânsito por Lisboa, mas que agora não pode ser.

 

Nunca mais chega dia 11?

 

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Hoje de manhã ouvi na rádio um novo anúncio da EMEL, empresa municipal.


No último ano tem sido constante a presença publicitária da Câmara Municipal de Lisboa, directamente ou através das empresas municipais, nos órgãos de comunicação social. Anúncios de televisão, spots de rádio, anúncios na imprensa e ainda encartes. De tudo tem sido usado para publicitar e propagandear acções do Município.


Desde campanhas muito necessárias, como a de sensibilização para a higiene urbana, até outras de importância questionável como a apresentação de documentos, mesmo que baptizados de estratégicos, têm sido vários os motivos para esta presença constante.


A isto devemos somar os múltiplos cartazes afixados pela Cidade, quer os da (pseudo) “obra a obra”, como os que acusavam outro órgão autárquico, a Assembleia Municipal, de não ter aprovado obras. (?!) Ou ainda os que anunciam lançamento de concursos para realização de obras em piscinas e outros equipamentos.


Destes cartazes muito podia ser dito, mas depois da colocação de um no interior do cemitério do Alto de S. João, o que mais poderá ser dito da mórbida frieza e insensibilidade dos responsáveis autárquicos?


Voltando aos anúncios, devo afirmar que não sou contra a utilização destes meios para que as Autarquias divulguem iniciativas ou façam sensibilização. São formas de comunicação eficazes e necessárias com os munícipes e outros.


Mas na actualidade colocam-se duas questões. Em primeiro lugar não se pode esquecer que António Costa continua com o discurso que a situação financeira da CML é frágil (termo que já agilizou para dar a ideia que resolveu algo). Para quem diz que os cofres da CML estavam completamente despidos e, desde inicio, anda com publicidade e propaganda a pergunta impõe-se: Então? Há dinheiro ou não?


A segunda questão está relacionada com os timings. A um mês das eleições continuam a lançar campanhas propagandísticas. Ora são anúncios da CML na televisão, ora são os da EMEL na rádio e outros meios. Mandava o bom senso (já para não falar em ética, antes que a palavra se gaste) que estas campanhas esperassem um mês para serem lançadas. Não sendo assim, sabe-se qual o objectivo: Propaganda Eleitoral.


Tudo isto é mais um exemplo da incoerência e demagogia que pululam nos actuais responsáveis autárquicos em Lisboa.


E só de lembrar o que se disse de Pedro Santana Lopes por colocar, ao longo do seu mandato, lonas em edifícios que estavam em obras!


Dois pesos e muita, demasiada, propaganda.

 

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Quando o bem-estar e a comodidade são francamente afectados pelo "paternalismo da saúde" algo está mal.

O desporto deveria ser um complemento ao bem estar dos Lisboetas, a que a Câmara deveria ligar, mas sem ser enquanto imposição que possa afectar negativamente, nalguns casos concretos, o dia-a-dia dos que por cá trabalham, vivem ou apenas circulam. E é isso que se passa com a construção da ciclovia, por exemplo, no Bairro Azul que aqui foi notícia, mas que noutros locais também tem deixado as suas marcas.

 

Quem vive em determinados bairros, sobretudo naqueles que são calcorreados por milhares de pessoas e onde encontrar estacionamento é um caos, qualquer espaço retirado é visto como um roubo ao seu bem-estar. É visto como um empecilho. E as pessoas precisam de pensar no desporto como algo que lhes permita relaxar, não como algo que lhes roube horas de sono ou que lhes deixe o carro a quilómetros de casa. 

 

Tirar 400 lugares de estacionamento num bairro como aquele de que falo é não perceber a essência dos projectos de ciclovia. É transtornar o dia-a-dia dos lisboetas.

 

Há formas de compatibilizar estacionamento com ciclovias e exemplo disso é essa fotografia de Florença que aqui deixo.

 

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Lá vai Lisboa ...

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Ontem foram divulgados os gastos dos partidos com as campanhas. Pelo que fiquei a perceber o PS é aquele que tenciona gastar mais (5,5 milhões de euros). Embora soe já a muito, sobretudo em tempos de crise, este não é o valor final. Neste montante não estão contempladas acções de campanha (não vale a pena dizer que assim não é) que o PS desenvolve via central, governo, ou via autarquias, nomeadamente Lisboa.

 

Vem isto a propósito do arranque de um festival "Lisboa ao Parque" que arranca hoje e acaba (veja-se o desplante) dia 11 de Outubro. Esta acção irá custar à autarquia 1,6 milhões de euros. Sim, 1,6 milhões de euros numa efémera acção, não estruturante sequer a médio prazo (lembremo-nos que há projectos para mudar aquele espaço) e que custa mais de metade daquilo que o mesmo PS aponta a Carmona Rodrigues como estando a ser um enorme ónus. E esse ónus é de facto grande, sobretudo por ser desnecessário, pois o processo da feira popular poderia já estar resolvido: Mas acções de campanha como esta, com estes encargos, não resolvem não ajudam nada e não poderão ser considerados investimento.

 

Apenas permitem que se divulgam números cá para fora que não correspondem à realidade, uma vez que parte desta campanha parece ser feita pelo poder.

 

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Já se percebe por que Santana Lopes não quis levar a sua lista à Câmara de Lisboa a votação na distritial de Lisboa. A ausência de qualidade é manifesta.

 

Esperava-se um pouco melhor, quando Santana prometeu renovação de elementos.

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 Henrique Burnay, ex-assessor do Ministério da Justiça, e Rodrigo Moita de Deus foram ouvidos pela Polícia, por suspeita de terem sido autores do furto da bandeira da Câmara Municipal de Lisboa. Moita de Deus foi o único a ser constituído arguido.

 

"Eu e o Henrique Burnay, como representantes do blogue Movimento do 31 da Armada , fomos devolver a bandeira, lavada e engomada", conta Nuno Miguel Guedes, jornalista free-lancer.
A Polícia foi chamada ao local pela própria autarquia e levou para interrogatório o portador da bandeira, Henrique Burnay, e Moita de Deus, que assumiu a autoria do furto.
Os dois deslocaram-se à Polícia pelos seus próprios meios. Só Rodrigo Moita de Deus foi constituído arguido. Não se sabe, para já, de que crime foi indiciado.
 
Julgo que no final de toda esta  (óptima) história, devamos agradecer a António Costa. Este fez mais pela Causa Monárquica do que 500 manifestos. A sua falta de humor e rigidez perante um acto simbólico mostraram a sua verdadeira face.Na sua gestão deste episódio, António Costa acumulou equivocos atrás de equivocos.
Queixou-se na Polícia e da Polícia.
Foi alvo de uma partida e respondeu como se a Cidade estivesse debaixo de um ataque. Um verdadeiro Giulliani de trazer por casa... 
Para já elevou os 31's à condição de mártires... Eles decerto agradecem.

 

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Vinha numa das artérias de Lisboa - uma daquelas que por sinal Santana até tem alternativa "underground" para melhorar substacialmente o caos que lá se vive - quando olho para aquele que julgo ser o primeiro cartaz do BE para as autárquicas: "Lisboa não é negócio", diz o cartaz. Nada mais cómico...

 

Ora o partido que fez aquilo a que só se pode chamar de negócio com António Costa e que personalizou esse negócio naquele que bloqueou - onerando contribuintes - uma das obras de Santana com mais sucesso, vem agora dizer tal coisa?

 

Mesmo que seja para desmascarar a passividade de António Costa face àquele que foi ou será um dos negócios mais polémicos de Lisboa, esta frase fica-lhes frágil. Não tanto como o dos contentores, é claro!

 

Lisboa precisa de quem a conheça de fio a pavio e não do BE ou do PS e muito menos dos  negócios entre os dois. Lisboa precisa de Santana Lopes.

 

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um Campo de Santana

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 O vice-presidente da Câmara de Lisboa, Manuel Salgado, afirmou hoje que a substituição da bandeira municipal pela bandeira monárquica nos Paços do Concelho constituiu uma «demonstração da insegurança» do centro da cidade.

 

Muito se fala dos desentendimentos no seio do PSD, confusões com listas e coisas afins. Mas mesmo no seio desse coisa árida e cinzenta que é o PS (Partido do Sócrates) as coisas também mexem...

Face à restauração da Monarquia numa madrugada histórica (sim, viva a Monarquia), qual a prioridade de quem dirige os destinos da Câmara de Lisboa?

O ataque ao responsável pela tutela da Administração Interna, Rui Pereira, por sinal o sucessor de António Costa nesse mesmo ministério e seu adversário político...

Muito mau, mesmo para o PS.

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Lá vai Lisboa

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- Vamos beber um copo ao Bairro Alto?

- Vamos. Mas no horário de funcionamento ou no horário de campanha?

 

 

Lá vai Lisboa

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1 mês para proceder à limpeza seja daquilo que for já é grave. Sendo de Monsanto mais ainda.

 

A cada dia que passa, a cada (in)acção, fica mais perceptível a quem o Zé faz falta. Tal como fica patente a incapacidade de António Costa.

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O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, considerou hoje que "nenhuma das obras" feitas nos últimos dois anos, correspondentes ao seu mandato, teria sido realizada "se a casa não tivesse sido arrumada" e as dívidas da autarquia saldadas.

 

Há quem deva considerar que a Câmara pode continuar a endividar-se e não pagar as suas facturas.

 

Não reconhecer o mérito, deste curto e excepcional mandato da Câmara Municipal, para colocar as contas em ordem, arrumar a casa e preparar o futuro, é desprezar qualquer interesse pelo futuro de Lisboa.

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Ontem foi notícia que o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa decidiu avançar com o "caso bragaparques" para julgamento.

 

E lá veio o "Zé Justiceiro" e as caixas de ressonância lançarem foguetes.

 

Infelizmente não li nem ouvi duas questões tão óbvias como:

 

1- Carmona Rodrigues, Fontão de Carvalho, Eduarda Napoleão e mais 3 pessoas terão agora, realmente, oportunidade de se defenderem.

 

2- Lembrar que há uma pessoa, Gabriela Seara, a quem não foi feita acusação.

E recordo-me bem daquilo que aconteceu, o que foi escrito e dito, em Janeiro de 2007, obrigando à suspensão do mandato, da então vereadora Gabriela Seara.

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Assim ia Lisboa noutros tempos em que o seu governo era mais desgoverno que outra coisa.

Parece que o Vereador José Sá Fernandes fazia mesmo falta para alguma coisa. Por outro lado fica cada vez mais nítido o ódio que alguma direita lhe tem e a persistência na descredibilização do homem que tanta profícua vez colocou a boca no trombone.

Vamos ver onde este rio vai desaguar mas para já a sua corrente faz tremer as pernas de muita gente.

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Carmona Rodrigues criticou, esta quarta-feira, a maneira como foram desenhadas as alterações de trânsito no Terreiro do Paço, que têm sido motivo de protestos pelos comerciantes da zona.

 

O actual vereador da CML diz ver «com preocupação» o eventual fecho do Martinho da Arcada e sublinhou que as alterações ao trânsito naquela zona e o corredor de autocarros que atravessa o Terreiro do Paço, a Rua do Arsenal e a Bernardino Costa, até ao Cais do Sodré, «foram feitos com alguma teimosia e falta de cuidado».
 

Para quem esteve atento ontem ao debate entre António Costa e Pedro Santana Lopes basta somar 1+1.

 

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A ânsia de António Costa em se manter na CML é tanta que até tem dois links para o site da CML no site da candidatura.

 

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O primeiro debate entre António Costa e Santana Lopes foi esclarecedor quanto ao projecto de cidade que cada um tem.

 

Ao fim e ao cabo, pode traduzir-se a visão, por um lado, do rigor e da seriedade, de quem sabe que uma Câmara Municipal deve ter a cidade a funcionar e servir as pessoas, e, por outro, quem considera mas não diz que Autarquia deve estar ao serviço de egos pessoais ou caprichos de momento, sem qualquer consistência ou visão de cidade.

 

Como António Costa já dissera, e bem, Santana Lopes tem problemas com a realidade. Ao ouvir o ex-edil e candidato da coligação de direita, é de pasmar como não reconhece erros cometidos na gestão da cidade.

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De um lado um António Costa agarrado e dependente de documentos do Tribunal de Contas. O mesmo Tribunal que critica quando lhe reprova empréstimos. Bastava isto para demonstrar a suposta credibilidade do actual Presidente da CML. Mas junta-se o facto dos documentos não dizerem aquilo que queria tentar transmitir que diziam.

 

Do outro lado um Pedro Santana Lopes, a demonstrar que conhece muito bem a Cidade e a própria CML. As mais valias e os problemas! Ao explicar a António Costa qual foi a "engenharia" usada nos mandatos de Jorge Sampaio e João Soares para pagar obras como a construção do túnel do Campo Grande, Santana Lopes desferiu um forte golpe no adversário.

 

De um lado um António Costa a dizer que quer tirar carros da Cidade e ao mesmo tempo a defender uma nova ponte a descarregar (ainda mais) carros.

 

Do outro um Pedro Santana Lopes a demonstrar que as suas ideias e soluções defendem a Cidade e quem nela habita e trabalha.

 

De um lado um António Costa de plástico com postura e frases treinadas em frente ao espelho.

 

Do outro um Pedro Santana Lopes genuíno. Que não esconde o contentamento com obra feita e a indignação da demagogia do adversário.

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 Bom debate!

Inesperado foi o forte elogio de António Costa a Manuela Ferreira Leite... Dizer que Manuela Ferreira Leite foi quem pôs as contas das autarquias em ordem é obra. Mais uma dor de cabeça para os spin doctors do PS.

Sócrates deve estar a saltar de emoção. Manuela Ferreira Leite agradece.

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