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A fiabilidade dos números da Greve Geral, para os cidadãos/eleitores/contribuintes, "soa" à mesma música de muitas discussões politicas nos últimos anos,  cada um a falar  para  seu lado e o Povo a perder a paciência.

Sem acreditar em números, em politicas, em medidas ou em pessoas, o exercício da politica, do direito de voto, de greve ou de manifestação por parte do Povo ou dos seus representantes é mais um (auto) acto de Fé do que a consequência lógica do pleno "usufruto da cidadania" em total liberdade.  

 

Ainda é permitido usar esta palavra com letra grande, "Povo", sem complexos ou traumas? E "Pátria"? Já se voltou a poder utilizar sem fobias, taras ou manias?

É que a frase "O Povo é quem mais ordena" anda pelas ruas da amargura e não adianta culpar este ou aquele, um período ou outro, aquele partido ou o seguinte, uma ala ou uma facção, um lobby ou uma corporação. Todos somos responsáveis, votamos ou não, pagamos impostos ou não, pagamos quotas ou não, depositamos ou levantamos dinheiro, compramos ou contratamos, partimos ou ignoramos, rasgamos ou assinamos, gritamos ou ficamos calados, a culpa é quem então?

 

 

 

"Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes." Abraham Lincoln

 

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É verdade, consensual parece-me, que por diversas razões, desde o  25 de Abril ao 25 de Novembro, do processo de descolonização à integração dos chamados "retornados", por utilidade politica e ferramenta ideológica, sempre se "politizaram excessivamente" as questões envolvendo os ex-militares portugueses que serviram durante a Guerra do Ultramar, ou Guerra Colonial, ou Guerra de Libertação, chamem-lhe o que quiserem, foi uma Guerra.

13 anos de Guerra causaram muitas mortes e imensos feridos, brancos e negros, nascidos e criados na dita Metrópole ou no alegado Império, seres humanos com diferentes motivações, ideais ou príncipios.
Ficaram marcas profundas, essas marcas e essas vítimas são muito mais importantes que o nome que se queira dar ao conflito armado ocorrido.
As gerações que viveram, suportaram e combateram nessa Guerra, por motivos vários, políticos para uns, dor, medo, ódio ou frustração para outros, talvez mesmo por vergonha para alguns, preferiram esquecer, preferiram ignorar, olhando para o lado enquanto se escondiam traumas por debaixo dum tapete politicamente correcto, alimentando tabus dolorosos.
Não tivemos direito a heróis nem a histórias de coragem, apenas a algumas vitimas  politicamente correctas, socialmente aceites e reconhecidas, salientado apenas os episódios mais tristes, justamente merecedores de critica, da dita Guerra.
 
Militares e civis envolvidos nas várias áreas do conflito foram praticamente  votados ao abandono, perdidos num estranho nevoeiro que tudo cobriu excepto alguns complexos de culpa mal digeridos e um sentimento de vazio imenso, um luto estranho e demasiado silencioso....propício a pesadelos.
É como se os inúmeros portugueses afectados fossem culpados de alguma coisa, como se quem morreu cumprisse apenas um triste destino, uma fatalidade.
Como se os que voltaram com marcas irreversíveis pudessem ser "acusados" da desfaçatez de ter sobrevivido, como se devessem um pedido de desculpas por terem feito o que lhe foi ordenado, com maior ou menor hesitação , com maior ou menor convicção, com maior ou menor bravura.
É quase como se os muitos civis que viram as suas vidas mudar tão radicalmente não passassem de privilegiados que receberam o justo castigo por um qualquer pecado mortal supostamente cometido.
Todos maus dum lado, todos bons do outro.
Como se o mundo fosse exclusivamente a preto e branco, mas não é!
Como se servir uma causa nobre fosse apenas lutar contra um regime injusto, fosse exclusivamente sair do País para evitar a incorporação e o serviço militar, fosse unicamente trabalhar no sentido de sabotar e desmoralizar todos os esforços militares no terreno.
Reconheço a coragem de lutar contra um regime totalitário em que se não acredita, admiro a firmeza de carácter e a tenacidade necessárias para suportar perseguições e lutar pela liberdade dum País amordaçado, estou muito grato pelo resultado de todos esses esforços abnegados, por vezes pago com o próprio sacrifício .
A Democracia que, melhor ou pior, tivemos nos últimos 34 anos, a eles se deve.
Exigo porém, e tenho esse direito, que se reconheça o esforço de quem cumpriu ordens honradamente, de quem, sem convicções politicas embarcou para um pesadelo, de quem acreditava que o dever para com a Pátria estava sempre em primeiro lugar, de quem não teve qualquer alternativa senão lutar.
Porque a Direita não tem "o exclusivo" do serviço à Pátria, porque nem só o Manuel Alegre pode rimar Pátria com Esquerda, porque os "comunas não comem criancinhas" e os portugueses que serviram nos vários teatros de operações militares não eram todos "monstros fascistas e facínoras", porque os cidadãos portugueses que residiam fora do Continente não eram todos "um bando de exploradores e esclavagistas" e muitos até lá residiam porque para lá foram "empurrados", quer pelo Estado, quer pela carreira profissional, quer pelo desejo de melhores condições de vida do que na terra natal, empobrecida e sem oportunidades.
 
É uma elementar questão de justiça, para com os mortos e para com os vivos.
 
Tabus em Democracia são contraproducentes, negam a própria definição de liberdade.
 
Hoje não temos História, apenas complexos de culpa, não temos heróis, apenas saudades dum tempo longínquo em que fomos "qualquer coisa", não temos sequer respeito por nós mesmos, enquanto Nação, ao recusar olhar ao espelho e ver claramente, sem fobias nem descriminações, com virtudes e defeitos, coisas boas e menos boas, admirando os feitos e reconhecendo as derrotas ou as injustiças.
 
Nenhuma das minhas frases neste texto começa por J'accuse ", mas sempre que oiço a retórica arrogante e prepotente de alguma Direita sobre os Antigos Combatentes, sempre que observo a postura e oiço o discurso ressentido e rancoroso de alguma esquerda sobre tudo o que tem a ver com a nossa História, nomeadamente a tal Guerra de 13 anos, não consigo evitar lembrar-me dum nome muito especial, para mim, inscrito numa das ultimas lápides descerradas no ano 2000, no Monumento aos Mortos da Guerra do Ultramar, pelo Presidente da República Dr. Jorge Sampaio.
 
Para explicar o sentimento que me invade, termino com as palavras de Émile Zola :
 
« Mon devoir est de parler , je ne veux pas être complice . Mes nuits seraient hantées par le spectre de l'innocent qui expie là-bas , dans la plus affreuse des tortures, un crime qu'il n'a pas commis . »

 

 

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Morreu hoje Hermínio da Palma Inácio.
 

Para mim, que faço parte da geração de portugueses que nasceu em democracia, aqui fica a minha singela homenagem a um homem que morre livre e que me permitiu ter nascido em liberdade.

 

Por respeito a esta figura incontornável da luta contra a ditadura, e pela sincera admiração que tenho pelo seu exemplo de vida, actos de coragem e imenso altruísmo, hoje sou parco em palavras.

 

Descanse em Paz. 

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O principal valor duma sociedade como a nossa deveria ser a liberdade, certo?A par do respeito pelos outros, correcto?Umas das mais importantes "dádivas divinas" ao Homem foi o livre arbítrio, julgo que é consensual também.Então porque é que eu não posso escolher o nível de sal no pão que pretendo comer?Depende do sistema de saúde que tenho?E se for privado, já me podem "dar" esse direito?

Se apenas 6 deputados da AR não votaram favoravelmente este projecto-lei o que é que todos os outros pensam de regular o presunto, a alheira, a entremeada e o toucinho?

E , apesar de não ser do meu agrado, toda a doçaria que anda por aí a destruir o sistema cardiovascular português e as balanças nacionais?

 

Adenda: E os pacotes PEQUENOS de batatas fritas com o sal equivalente a TRINTA E CINCO carcaças(noticia RTP)!!!Ninguém regulamenta também!?

Para as almas mais livres, mais humanistas, mais liberais, ou que gostem apenas de comer bem ficam aqui as minhas sugestões (que vão desde os 39€ aos 125€).

 

 

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A massa evangelizadora aqui do Câmara de Comuns, que até agora tinha o seu expoente máximo na pessoa do Carlos Manuel Castro, conta agora com um novo discípulo que é o Hugo Gaspar, que peca, infelizmente, por não ser, ou por não querer ser, muito rigoroso.

 

É que embora não goste de vestir a pele de advogado do Diabo ou a de quem quer que seja, a verdade é que me parece existir uma diferença grande entre a análise de um documento sobre o IEFP, a sua estrutura e funcionamento - tal como foi feito por Bagão e em parte agor -, e a análise de um discurso de Sócrates intitulado "Ambição".

 

Na primeira estudam-se os conhecimentos do entrevistado sobre a sua matéria de trabalho. No seguinte estudam-se as suas capacidades para a formatação ideológica.

 

Já diziam na liga dos últimos: há que ver, ver! E o Hugo não quer ver!

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“A polémica sobre um discurso de José Sócrates ser leitura recomendada para uma prova escrita de um concurso de promoção de funcionários do Instituto de Emprego e Formação Profissional também foi hoje ao debate quinzenal com o primeiro-ministro, que negou qualquer responsabilidade no assunto. O "trunfo" saiu, contudo, da boca do ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, que mostrou um texto do mesmo instituto, mas com data de 2003, e que se baseava em documentos do ministro da Segurança Social, Bagão Félix, e do secretário de Estado do Trabalho, Pais Antunes.” In Público

 

Aguardo que o João Maria Condeixa, que mostrou a sua indignação aqui, comente. E termino citando-o “Bem sei que temos poucos escritores de qualidade em Portugal e que Padre António Vieira perto do nosso Primeiro só lança sermões entediantes, mas um pouco mais de vergonha na cara talvez não fosse mal pensado.”

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A omnipresença de Sócrates e de Magalhães é algo que me começa irritar, confesso. Não por ele pertencer a outro partido ou ter outras ideias. Sou democrata e desde que me dêem espaço para contestar, sobrevivo bem com isso.

 

O verdadeiro problema é quando me sinto lesado na minha liberdade ou vejo a liberdade dos outros sistematicamente abusada. Como não me apetece ir buscar os piercings, o fumo, as delacções da educação, as exonerações da saúde, os abusos da ASAE, as correcções à comunicação social ou qualquer estagnação económica - já se pode dizer estagnação? - fico-me, se não se importarem, pelo exemplo mais recente do lacaismo socrático, dos envagelizadores governativos, dos Jeovás do PM e do Magalhães, que insistem a divulgar a palavra do governo muito além da razoabilidade.

 

A mim cansa-me. À liberdade será certamente um atentado. Não é aceitável que num concurso do IEFP uma das provas escritas seja sobre um discurso de Sócrates. A  eventual entidade empregadora a formatar o empregado. Noutros tempos isto teria outro nome e outra reacção do Partido Socialista.

 

Bem sei que temos poucos escritores de qualidade em Portugal e que Padre António Vieira perto do nosso Primeiro só lança sermões entediantes, mas um pouco mais de vergonha na cara talvez não fosse mal pensado.

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Pelos valores da democracia e da liberdade!

 

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in www.clubedejornalistas.pt

 

Excertos das audições na ERC mostram como as opiniões se dividiram. Os jornalistas confirmam as pressões. O Governo nega


“Foram sete ou oito telefonemas (...). O primeiro telefonema (do PM) foi um telefonema violento. Disse que aquilo eram rumores que andavam a correr na blogosfera, eram pessoas anónimas, que ele não respondia ao «bas fond» e que se eu pertencia ao «bas fond» isso era comigo” 
Ricardo Dias Felner, jornalista e autor do artigo do ‘Público’ sobre a licenciatura

“(Do ponto de vista das relações entre o jornalismo e o poder) o caso roçou o inadmissível. Acho que David Damião (assessor) prestou um mau serviço ao PM. Há formas de pressão um bocado excessivas e aquilo vinha de Sócrates” 
Francisco Sarsfield Cabral, director da RR

“Este Governo não tem feito mais telefonemas do que os outros governos. Não tenho a sensação de haver qualquer pressão. Só é condicionado quem se deixa condicionar” 
David Damião, assessor de Imprensa do PM

“Este poder sabe relacionar-se com a Comunicação Social, sabe como chegar aos jornalistas, como intervir. Fá-lo de forma a que não possa considerar-se uma pressão” 
José Eduardo Moniz, director da TVI

“Eu acho normal que uma entrevista seja negociada, pelo menos na data (...). Foram (os assessores do PM) absolutamente inflexíveis nisso: ‘eh pá, tem de ser nesta semana, o PM entendeu que tem de ser esta semana que vai dar a entrevista (...) ele quer falar agora’” 
Luís Marinho, director de Informação da RTP sobre a entrevista a José Sócrates, feita na semana de férias de Judite de Sousa

“Em nenhum momento houve qualquer tipo de pressão que fosse exercida” 
Luís Bernardo, assessor do PM

“(David Damião) ligou muito exaltado porque estávamos a dar aquela notícia, e éramos a única rádio que a estava a dar (...) Mas, sobretudo porque o nosso jornalista rematava a notícia dizendo ‘licenciado, talvez. Engenheiro, não’ (...) Falou na possibilidade de instaurar um processo” 
Raquel Abecassis, subdirectora da RR

“O PM valoriza sistematicamente a comunicação pública acessível a todos, tanto quanto é sóbrio e contido no relacionamento através, por exemplo, de entrevistas, com este ou aquele órgão em particular” 
José Sócrates, em resposta ao questionário enviado pela ERC

 

1ª pergunta: É lícito o comportamento do Primeiro-Ministro?

2ª pergunta: É lícito o comportamento dos seus membros de gabinete?

3ª pergunta: É licito o comportamento da ERC em esconder estas informações                           durante meses a fio?

4ª pergunta:Porque é que esta notícia acabou abafada, sem nenhum destaque                        de relevo?

 

Valha-nos a boa disposição de um dos membros da ERC que ao ser confrontada com a indignação de um dos mais respeitados jornalistas nacionais, Sarsfield Cabral, apenas respondeu o seguinte:

 

"Com o Tony Blair é pior"

 

 

Enough said.

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Finalmente!

 

Já é oficial.

 

34 anos depois do 25 de Abril, o Estado Português, pela boca da Srª Ministra da Educação (?) afirma com clareza e frontalidade aquele que é um princípio basilar da política de educação deste governo: passar, depreende-se com aproveitamento (??), todos os alunos do 9º ano.

 

Um Estado não é ideologicamente neutro, nem é suposto ser. Um Estado democrático, como Portugal se orgulha de ser, defende e muito bem um conjunto de valores que nós, enquanto Comunidade, defendemos.

 

A Liberdade, a Igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos das minorias são alguns desses valores que nos distinguem doutros países, como por exemplo a Venezuela.

 

Esta meta, esta ambição, este desígnio de passar todos os alunos, é algo de perturbador, mas sobretudo de muito errado.

 

A pessoa humana, que deveria ser o alfa e o ómega de toda e qualquer política, é secundarizada por motivos de mera ordem estatística. A explicação da Srª Ministra chega a raiar o absurdo, defendendo-se com a necessidade de imitar o que é feito nalguns países europeus.

 

Se não fosse trágico até seria cómico.

 

Esta política retira da equação educativa valores como o estudo, o mérito, o sacrifício e o trabalho.

 

Pressiona-se, de forma injusta e unaceitavel, os professores, baixando assim os critérios de avaliação, tudo em nome da sacrossanta (cruz credo) Igualdade.

 

A História da Humanidade tem-nos mostrado que a procura utópica da Igualdade não tem dado os melhores resultados...

 

Este novo Graal, esta demanda da Igualdade não vem mais do que perpetuar velhas e bem conhecidas desigualdades.

 

Esta deriva facilitista, a curto-prazo, será muito boa para todos, toda a gente contente, pais, alunos, professores. Ao chegar aquela altura na vida em que as avaliações, mais do necessárias são uma obrigação, então como vai ser?

 

Aí, são aqueles com melhor ambiente familiar, com famílias com melhores condições económicas que se vão destacar. São estes que têm as vantagens comparativas. Todas!

 

Esta política educativa vai levar ao aumento da exclusão e da mobilidade social.

 

Uma das grande mais valias da Democracia é a sua capacidade de regeneração, é a sua capacidade de gerar mobilidade social. Uma sociedade que não respira é uma sociedade fechada e imobilista.

 

O Estado deve promover, isto sim, uma efectiva política de Igualdade de oportunidades, uma política que potencie aquilo que de melhor nós temos a oferecer à sociedade,  A Escola, e em especial, a Escola Pública, deve garantir que todos partam da mesma base e que o que conte sejam as capacidades de cada um e não a sua origem social.

 

Cada Ser Humano é um fenómeno único na História da humanidade. Somos todos diferentes, com diferentes capacidades e com diferentes ambições. A Escola deve(ria) servir para que cada um seja tudo aquilo que tenha capacidade e motivação para ser. Com esforço, trabalho e recompensando o mérito, então já temos as bases de um sistema educativo.

 

A Liberdade, a individual e a de todos nós enquanto partes integrantes de uma Comunidade, não pode ser diminuida nem cerceada de uma forma tão leviana.

 

Hoje começamos na Educação, amanha acabamos onde?

 

Isto, para uma Democracia, é apenas e somente a sua sobrevivência.

 

nota: Agradeço ao Rodrigo e ao Pedro o convite para escrever no Câmara. Espero que não se arrependam :)

 

 

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Embirrei com a google/blogspot a partir da "censura" ao E deus criou a Mulher, agora foi a vez de outro dos meus blogs favoritos, O Jumento.

Mas quem é que se queixa de algumas fotos artísticas sem nada de mal excepto a perversidade, trauma, fobia ou inveja de algum pseudo-leitor?

No caso destes visados é apenas gente rasca....

Qual é o código de "conduta" da google/blogspot?

Parece ter sido redigido nalgum altar religioso ultra-ortodoxo ou em cima de algum mural marxista-leninista...

 

 

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O protesto de hoje dos camionistas não tem recebido o apoio generalizado da classe e muitos dos veículos pesados são obrigados a parar junto às bermas das estradas e no interior das empresas contra a vontade dos seus motoristas. Sem questionar o direito à manifestação dos camionistas, entendo que o Estado não pode ser cúmplice do impedimento do exercício da liberdade de circulação relativamente aos camionistas que não querem participar no protesto. Da mesma forma que não entendo como é que o Estado tolera o abuso de poder praticado recorrentemente pelos tenebrosos piquetes de greve, que mais não fazem do que impedir ilegitimamente o exercício do direito ao trabalho pelos trabalhadores que não querem fazer greve. Defendo mesmo que a lei seja alterada e se acabe com estes piquetes. Como? Revogando o artigo 594º do Código do Trabalho.

 

(publicado no Tomar Partido)
 

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sobre o 25 que nos trouxe a liberdade ... falamos em Novembro!

 

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Ou o Economist,citado no Câmara Corporativa via Diário de Noticias,anda a soldo da alucinação que alguns apelidam de "maquina temível de propaganda do actual Governo", ou então muitos politicos da oposição à direita do PS falam, falam ,falam, mas não dizem quase nada!

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