comentar

Passos Coelho: Folga orçamental pode chegar aos 3 mil milhões

 

A cada dia que passa fica mais evidente a irresponsabilidade política de Passos Coelho. Antes e durante o processo da votação do Orçamento do Estado, não havia margem, folga, qualquer possibilidade, a não ser: cortes no subsídio de Férias e Natal, cortes na Saúde, cortes na Educação, cortes na Segurança Social, em suma: cortes.

 

Tudo, por causa de uma política europeia, com sentido, na austeridade - é preciso ter regras e disciplina -, mas totalmente irresponsável, como é, actualmente, no que concerne ao crescimento e emprego; pois a direita europeia, com o acólito Passos Coelho a fazer suas as determinações de Angela Merkel, é preciso impor sanções e penalizar os incumpridores, como se em período de recessão, como o que atravessamos, pudéssemos adoptar as mesmas regras de um período de expansão económica. 

 

Há poucos dias, qual novidade - depois do PS ter dito que havia almofadas que permitiam desagravar as condições de milhares de famílias, perante a negação constante do Governo, razão pela qual um dos subsídios não devia ser retirado -, havia uma folga de 2 mil milhões de euros.

 

Ontem, para maior surpresa, pois afinal não é uma almofada, é um travesseiro, há uma margem 3 mil milhões, e o Primeiro-Ministro ainda disse que era necessário poupar mais na Saúde, tudo isto no preciso momento em que se apresenta um aumento brutal nas taxas moderadoras, como se a Saúde fosse uma área irrelevante para a vida de uma sociedade e merecesse um tratamento apenas baseado no lucro. Tudo ao arrepio dos novos desafios contemporâneos, que carecem de uma aposta integrada e concertada de diferentes actores, no qual o Estado tem um papel crucial, para lidar com um conjunto de novas enfermidades que ameaçam a nossa sociedade.  

 

Por este andar, acaba-se com o sector público, taxa-se tudo, por tudo e por nada, e ficamos com as contas em ordem. Porém, um país não são só números, e se este Governo já lida mal com números (não havia margem, mas há folga!), com as pessoas a relação e tratamento das pessoas tende a ser cada vez pior.

 

Passos demonstra nem ter a cura, que dizia ter, nem faz o tratamento, uma vez que conduz o paciente (Portugal) a um estado ainda mais vulnerável, e sem necessidade, como as suas palavras demonstram.

 

 

Tags:
comentar

A presidente da Assembleia da República condenou hoje o "modelo soberanista" de "cada um por si" da União Europeia, que está "sem coragem e sem rumo" numa altura em que a pobreza e o desemprego alastram.

 

Até a insupeita Assunção Esteves diz o óbvio, mas infelizmente o Primeiro-Ministro de Portugal não quer ver o óbvio.

Numa UE, liderada por quem tem uma obsessão em sancionar, o nosso Chefe de Governo não se apresenta como defensor do crescimento e do emprego, que tanta falta fazem em Portugal, mas apoiante de quem quer penalizar.

Tags: ,
comentar

Notícia de hoje:

 

A agência de notação financeira cortou o "rating" de Portugal em um nível, colocando-o num patamar considerado "lixo". As perspectivas continuam a ser "negativas".

 

Afirmações do actual Secretário de Estado de Passos Coelho, Carlos Moedas de seu nome, há poucos meses:

 

«Rating voltará a subir com medidas do PSD» Carlos Moedas não tem dúvidas de que notas voltarão a subir quando mercados perceberem que PSD vai cumprir as metas de défice

Tags: ,
comentar

A cada dia que passa o actual Governo português demonstra uma total irresponsabilidade e grande hipocrisia. E estas palavras não se prendem com considerações, mas com factos.

 

Vejamos:

 

Irresponsabilidade

 

No Verão: 

O Ministério da Economia confirmou hoje que o Governo vai comunicar às empresas de transportes públicos um aumento médio de 15 por cento nos preços dos bilhetes e passes sociais

 

No Outono:

Governo quer encerrar Metro de Lisboa mais cedo à noite

 

Outra irresponsabilidade: 

Secretário de Estado apela a jovens para emigrarem

 

A função de um Secretário de Estado da Juventude é de batalhar por melhores condições dos jovens ou condenar o futuro da Juventude em Portugal? No entender deste Governo, a segunda missão é a mais adequada. Por isso, bem dizem, com toda a convicção, que a Segurança Social, a médio prazo está ameaçada. Assim, é provável que deixe de estar a médio para passar a curto prazo.

 

Um claro sinal de falta de articulação de políticas. Já não bastava a falta de noção do super-Álvaro, que impõe um aumento brutal e, ao mesmo tempo, procura limitar o acesso aos transportes públicos.

   

Hipocrisia

 

Há uns tempos, o CDS acusava:

O eurodeputado do CDS-PP José Ribeiro e Castro acusou hoje o primeiro-ministro português, José Sócrates, de ser "lambe-botas" do presidente venezuelano Hugo Chavez e de prosseguir uma "política externa de cócoras".

 

Hoje, Paulo Portas, o líder do CDS, na sua qualidade de Ministro dos Negócios Estrangeiros:

 

Paulo Portas na Venezuela para "consolidar" comércio

 

Sem esquecer esta pérola. Depois do PSD tanto condenar o Magalhães, vejamos o que é feito: Passos Coelho ´vende` Magalhães de Sócrates.

 

Mas nada disto deve surpreender, como disse, há uns meses, o então líder da oposição, actual Primeiro-Ministro de Portugal: Passos Coelho no WSJ: Medidas do PEC IV "não iam suficientemente longe".

 

E não bastava a má política, sem sentido nem orientação, apenas baseada nos cortes cegos e insensíveis, temos um Primeiro-Ministro português que, no exterior, anda a mendigar, como fez há dois dias, na Cimeira Ibero-Americana, solicitando ao México para, no G20, ajudar a resolver a crise.

 

Uma fonte da delegação portuguesa disse que Passos Coelho pediu ao presidente mexicano, Felipe Calderon, para dizer aos membros do G20, que Washington deveria ajudar a resolver a crise, "estimulando o comércio e também com ajuda financeira".

 

Pelos vistos, Passos Coelho que já esteve nalguns Conselhos Europeus, ainda não percebeu o que aquilo é e o que está lá a fazer, pois além de ter assento, voz e voto, devido à sua função de líder do Governo português, ele bem pode e devia falar com quem tem grandes responsabilidades e, por sinal, até pertence à sua família política: Angela Merkel e Nicolas Sarkozy. Por acaso, pessoas que também têm assento no G20, como o Presidente mexicano.

 

Se é certo que a crise de 2008, teve origem nos EUA, a recessão que está à beira de acontecer, deve-se à UE, por não saber, com os meios que tem ao seu dispor, colocar um fim ao actual e dramático momento para milhões de pessoas, na Europa e no mundo. Sobre isto, Passos Coelho e o seu Governo nem têm a mínima noção.

 

Assim, vamos tendo um Governo irresponsável e sem noção. Em suma, o ideal para o desastre!

Tags: ,
comentar

"Só vamos sair desta situação empobrecendo"

 

Esta afirmação de Passos Coelho revela a sua total pobreza de espírito, garra e vontade como político. Infelizmente, temos um Primeiro-Ministro que se conforma e nada faz para inverter a situação, esquecendo-se que a sua função, à frente do Governo, é batalhar por um País melhor.

 

Como referi aqui, não vi e nem vemos o Primeiro-Ministro multiplicar-se em contactos e trabalho com os seus parceiros europeus e/ou na busca de investimento para Portugal no espaço extra-comunitário. 

 

Esta liderança pobre acaba por querer impor a pobreza a Portugal e, por isso, vamos mesmo empobrecer, porque a tese do ficar pior para um dia, não se sabe quando, melhorar, vigora no actual Executivo.

 

Infelizmente, aquela bandeira lusa na lapela dos governantes e deputados do PSD (o CDS, ao menos, não desceu ao patriotismo bacoco), apenas revela uma prioridade que não têm: Portugal. 

 

Para quem pensa que a Palavra em política vale pouco, este momento revela como tal não corresponde à verdade, pois a Palavra é tradutora de um projecto e o projecto que o PSD tem para Portugal nos últimos anos é claro: tanga e empobreceminto.

Tags: ,
comentar

A Comissão Europeia defende que o exercício orçamental de 2011 é "muito exigente" para Portugal porque terá de acomodar num orçamento difícil de consolidação a dívida oculta da Madeira e uma menor actividade que resulta do arrefecimento da economia europeia. Para 2012 pede-se uma "austeridade inteligente" para não prejudicar o crescimento.

 

Não vale a pena o PSD e o CDS apresentarem a tese da vítima ofendida, de que a culpa é da governação do PS. A Comissão Europeia, insuspeita e dominada pelo partido no qual os dois partidos do Governo português têm filiação europeia (o PPE), diz, preto no branco: os desvios de 2011 devem-se à Madeira - o arquipélago governado pelo PSD quase há quatro décadas - e à crise europeia.

 

Por outro lado, é pedida uma "austeridade inteligente". Lamentavelmente, ontem, Passos Coelho apresentou um garrote a milhões de portugueses, colocando entraves ao crescimento económico. 

Tags: , , ,
3 comentários

Não ouvi toda a entrevista do Presidente da República, ontem à TVI. Mas apanhei a parte final, na qual se falou do projecto europeu. Uma vez mais Cavaco Silva foi fiel a si mesmo: Portugal tem de ser um aluno, à espera que os mestres, nomeadamente os alemães, dêem a lição para fazermos o trabalho.

 

Infelizmente, a lógica europeia do PSD, desde os tempos de Cavaco, até ao presente (o período de Durão Barroso foi curto para perceber qual a predisposição do partido quando o actual Presidente da Comissão Europeia liderou o Governo nacional) tem sido a do "menino que se quer portar bem para estar junto dos grandes e desenvolvidos da Europa".

 

Ontem, Cavaco voltou a apresentar a mesma filosofia: Portugal tem de fazer os seus deveres, determinados pelos maestros. Com Kohl, Mitterand e Delors a coisa até passava, pois estávamos perante grandes líderes que tinham um rumo e as pessoas conheciam qual era o caminho, mas perante Merkel tudo é o oposto, nem a senhora é docente nem o rumo existe e a insegurança quanto ao futuro predomina. 

 

Cavaco, tal como Passos Coelho, não percebe o que é o projecto europeu: uma união de vários percursos, muita das vezes antagónicos, de vários países, que, com a base na Democracia e na Liberdade - alcançadas ao fim de séculos de guerra e miséria - procuram, na harmonia e respeito por cada um, melhorar o espaço e as condições em que estamos inevitavelmente condenados a viver.

 

Ao contrário dos mandatos do PS (no Governo) e dos Chefes de Estado da área socialista (Soares e Sampaio), no qual Portugal sempre foi um dos grandes contribuintes do projecto europeu - a nível governativo com a Agenda e Tratado de Lisboa, a nível presidencial com a consolidação de Portugal no espaço europeu (Soares) e a reflexão e melhoria do projecto europeu (Sampaio, com o grupo de Arraiolos) -, o PSD apresenta a postura do paísinho pobre e preconceituoso do sul da Europa, do portuguesinho inculto e envergonhado, que considera que Portugal nada tem a dar à UE, apenas se limita a receber.

 

Assim, com estes valores, apenas nos limitamos a receber instruções para fazermos o nosso caminho, que nós não temos, mas alguém terá por nós.

 

Não é apenas com a má governação de Merkel que a Europa perde, é também com este tipo de responsáveis nacionais que nada têm a apresentar e por nada lutam. Navegam à vista, com o único objectivo de sobreviver. Como pode um homem experiente como Cavaco dizer que Portugal, cumprindo ponto por ponto o acordo com a troika, irá estar melhor, pois por mais que o acordo seja cumprido, se a situação na Europa e no mundo não melhorar também nós perdemos?

 

Quem nem a linha do horizonte consegue avistar não tem capacidade para apresentar um projecto de futuro, quanto mais concretizá-lo.

 

Assim estamos, com o cavaquismo (na Presidência da República) e o pós-cavaquismo (no Governo) instalados no poder nacional, sem nos dar um porvir decente, que temos toda a legitimidade a ambicionar para as nossas vidas na Europa do século XXI.

Tags: , , ,
comentar

González, Delors, Schröder y otros exlíderes europeos abogan por la emisión de eurobonos en la UE

 

Bajo el lema de "Europa es la solución y no el problema", el Consejo para el Futuro de Europa, un centro de reflexión creado hace justamente un año, hizo públicas ayer en Bruselas sus recomendaciones para sacar a la Unión Europea de su parálisis.

 

Acabado de assumir a liderança do Governo em Portugal, Passos Coelho, em vez de se bater pelas soluções, leia-se: eurobonds, que muito ajudariam Portugal neste difícil momento, associa-se aos problemas, promovidos pela Chanceler alemã, contra os eurobonds. Isto, quando é mais evidente que a sua criação será inevitável. Porém, quanto mais adiamos, mais pesada é a factura. 

Tags: , ,
1 comentário

O Governo confirma o nome de Pedro Santana Lopes à frente da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. O antigo primeiro-ministro foi convidado e aceitou, mas vai prescindir do vencimento, mantendo-se como vereador na Câmara de Lisboa, segundo confirmou o secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social.

 

É um gesto de humildade, ainda mais prescindindo do vencimento a que teria direito. E, portanto, é com satisfação que vemos que exemplos destes também ajudam a mobilizar os portugueses para o trabalho que temos pela frente”, sublinhou Marco António Costa, à margem de visita ao concelho de Matosinhos.

 

Marco António pensa que as pessoas são estúpidas, ao considerar que é um "gesto de humildade" Santana Lopes aceitar o lugar de Provedor da Santa Casa e prescindir do vencimento. Se calhar é uma forma de querer dizer aos portugueses: façam como o Santana, trabalhem mas não aufiram salários.

 

Ora, Pedro Santana Lopes já recebe pensões de reforma, e só não vai receber remuneração da Santa Casa, porque o malandro do Sócrates fez aprovar uma lei que impede a acumulação de vencimentos. Caso contrário, Santana iria somar os vencimentos da Santa Casa com as suas pensões.

Tags: ,
comentar

Antigo ministro do PSD prevê "desgraça futura" na Saúde

 

Ferreira Leite discorda da política fiscal do Governo

 

Mais impostos «é um murro no estômago»

Marques Mendes diz que o Governo ainda não lançou uma única medida para relançar a Economia, nem emagrecimento do estado

 

Não é a oposição que o diz, mas elementos com vasta experiência governativa, em nome do PSD, que dizem o óbvio.

 

É o que dá, ter um Governo sem experiência, nem ideias nem rumo, com pessoas sem experiência de governação em áreas nevrálgicas, que se limitam a encarar a vida apenas do lado teórico, como tudo se resumisse a números e as pessoas são mero decoro nas equações que fazem.

Tags: ,
comentar

O social-democrata Vasco Graça Moura considerou hoje que o aumento de impostos que está a ser levado a cabo pelo Governo PSD/CDS-PP está a traduzir-se “num incomportável sacrifício das classes médias”.

 

O trabalho deste Governo está a ser bem traduzido por Vasco Graça Moura. Infelizmente, as partes da governação só são compostas por Inferno, Inferno e Inferno. Não se avista nenhum Paraíso.

Tags:
1 comentário

O primeiro-ministro disse, esta quinta-feira, concordar totalmente com Angela Merkel na ideia de que lançar títulos conjuntos de dívida para financiar orçamentos não faz sentido nesta altura.

 

Por outras palavras: não interessa uma resposta europeia determinada, vamos deixar andar o barco europeu à deriva e a meter água, depois logo se vê.

 

Passos Coelho rompe com a postura nacional, de estar na linha da frente do projecto europeu, e prefere seguir a directriz do modelo da recessão e do enfraquecimento da UE. 

 

Não deixa de ser interessante que Passos Coelho só toma posições, em relação às grandes matérias, fora de Portugal. Será que cá não tem leitura ou dão-lhe uma fora do País?  

Tags: , ,
comentar

A manhã em Peso da Régua está a ser marcada por uma manifestação de vitivinicultores em defesa dos vinhos do Porto e do Douro. Os produtores contestam os limites impostos à produção pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto.

 

A Ministra da Agricultura ou o CDS já se manifestaram ao lado e com as soluções ideais para os protestos destes vitivinicultores?

 

Na oposição tinham tanto empenho em defender a lavoura e agora, no Governo, nem há sinal dessa causa.

Tags: , ,
2 comentários

Passos quer chamar PS para discutir défice na Constituição

 

E neste período difícil, Passos Coelho reafirmou em Madrid que não pode haver TGV.

 

Passos Coelho esteve remetido ao silêncio durante duas semanas, depois do dueto da desgraça (Sarkozy - Merkel) ter proposto a inscrição da limitação do endividamento na Constituição dos Estados nacionais.

 

Em Espanha, avançou-se rapidamente no sentido de inscrever tal medida na Constituição e, na sexta, votam a alteração da Constituição, no Parlamento espanhol.

 

Hoje, em Madrid, no início do périplo europeu que está a realizar, o Primeiro-Ministro português nada acrescenta em relação a esta proposta, mas abre o diálogo (o mesmo instrumento que recusara a José Sócrates no PEC IV) para abordar o assunto com o PS. Como se verifica, Passos não tem uma ideia ou opinião. Logo se vê o que calha, mediante a orientação dos ventos.

 

Por outro lado, e apesar de surgir em rodapé, Passos disse hoje que não há TGV Lisboa-Madrid. Ora, o super-Ministro Álvaro, que há dias tinha ido à mesma cidade de Madrid, onde hoje está Passos Coelho, dizer que em Setembro anunciava a decisão do Governo português. Pelos vistos, Álvaro Santos Pereira pouco conta no Governo e Passos Coelho é que dá a ordem: não há TGV. Assim, não precisamos de esperar mais pelas palavras de Álvaro Santos Pereira que, ao fim e ao cabo, pouco valem, pois há dias anunciava para esta semana cortes históricos, que não tinham lugar desde 1950, e hoje, do Governo, não conhecemos cortes, mas mais impostos. Em suma, um Governo sem Rei nem Roque!    

Tags:
2 comentários

A direcção política de Passos Coelho tem sido marcada por uma cópia simples dos tories britânicos. Foi assim não oposição, é assim no Governo. E, além de ser uma cópia banal, copia um mau modelo.

 

Dentro de algumas horas, o Governo português vai apresentar um enorme pacote de medidas de cortes. Há pouco mais de um ano, pouco tempo depois de ter ganho as eleições, o Governo conservador britânico, pela mão do Ministro das Finanças, George Osborne, apresentava-se perante os seus cidadãos cheio de determinação, para melhorar a condição de vida dos britânicos, com o necessário crescimento económico para gerar mais oportunidades. Para tal, implementou um conjunto de cortes, sem critério nem sentido, visando os objectivos.

 

Um ano depois, comprova-se como a receita, de profundos cortes sem critério nem sensibilidade, falhou rotundamente nos seus propósitos e com um efeito demolidor: o Reino Unido está pior.

 

Por cá, Passos Coelho não quer aprender a lição da sua fonte de inspiração. Adoptar um pacote de cortes sem sentido e que apenas obedece ao desígnio dos números em ordem, sem ligação às condições de vida das pessoas, é não entender nada do que é governar um país e, pior, é comprometer o futuro do país.

 

O que vamos ver dentro de algumas horas já assistimos, na versão original, no Reino Unido. E já sabemos qual vai ser o resultado.   

Tags:
2 comentários

Miguel Relvas, ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, que tutela o desporto, anunciou a constituição de três grupos de trabalho dedicados para avaliar o futebol.

 

Aos poucos ficamos com uma leitura mais evidente das qualidades de cada Ministro. O super-Álvaro é o governante que anuncia que vai anunciar, enquanto o Ministro Relvas cria grupos de trabalho para estudar temas que, de duas uma, ou nada decidem e apenas servem para perder tempo - como o grupo que estuda o serviço público de comunicação social (já sabemos que a RTP vai ser privatizada em 2012) e agora este, de três grupos, um só não chegava são precisos três, para avaliar o futebol.

 

Lamentavelmente, para este Governo o Desporto resume-se só a futebol, como se as outras modalidades não devessem destaque e não fossem importantes para a projecção do País. E estamos nas vésperas dos Jogos Olímpicos, o que não faria o Governo se estivéssemos a três ou quatro anos das Olimpíadas. 

 

Em termos de governação, os dois Ministros têm estilos diferentes, mas ambos são estéreis.

 

Para quem anuncia cortes e disciplina na despesa, vê-se como se estão a gastar verbas sem sentido e utilidade. 

Tags:
comentar
Os Serviços Secretos de um Estado têm especial relevância para a segurança interna e externa de um país. Muita das vezes pouco perceptíveis - e é bom que assim seja - e muita das vezes incompreendidos, ao ponto de parte da opinião pública por vezes compreender os serviços como terroristas de Estado. Todavia, os serviços secretos desenrolam um papel crucial que o Estado não pode descurar. Pela credibilidade do trabalho que se desenvolver e a segurança do país, o pior que pode acontecer é colocar em xeque a credibilidade dos serviços. Desde que este novo Governo tomou posse, somam-se casos com a secreta lusa, desde o caso Bairrão ao caso do jornalista do "Público", e aumentam as dúvidas em relação ao profissionalismo da agência. Seria bom que o Governo não andasse a brincar com um serviço nevrálgico do Estado e se apurem todos os factos. Há domínios onde o erro é inadmissível e pode ser fatal. É bom ter isto em conta.
Tags: ,
comentar

O ministro da Economia Álvaro Santos prometeu hoje um "corte histórico" no Estado da parte da despesa. "Os cortes vão ser feitos, independentemente da magnitude.

 

Os números ainda não estão fechados. Este Governo vai fazer um corte de despesa histórica, de uma maneira que não foi feita desde 1950."

 

Estou cada vez mais rendido à política do super-Ministro Álvaro. Nada tem a dizer aos portugueses, a não ser o anúncio de que vai anunciar. Depois de ontem, hoje fiquei intrigado, pois a precisão do anúncio foi tanto, com o ano de 1950, que fico na dúvida se Álvaro está a governar ou a trabalhar para os seus estudos académicos.

 

Seja como for, marcas de registo o super-Ministro Álvaro já tem, anuncia que vai anunciar um corte histórico, mas ninguém o bate na super-remuneração da sua Chefe de Gabinete. Para quem promete cortes históricos é um pouco contraditório com aquilo que faz.

Tags:
comentar

A capa do Sol de hoje é elucidativa dos dois pesos e duas medidas do PSD.

 

Em grande destaque, o Primeiro Passos e o Ministro Relvas, quais dois bravos guerreiros no combate às despesas das autarquias locais.

 

Por outro lado, em rodapé, o deputado Amorim (não confundir com o trabalhador e mal remunerado Américo, que é um injustiçado, pois um proletário da sua estirpe não teve, até hoje, uma única defesa ou apoio da CGTP e/ou da UGT) defende o "injustiçado" Alberto João Jardim.

 

Para um partido que se reclama a força do Poder Local e para um partido que é dominante no Poder Local, este PSD não tem vergonha, pois permite espezinhar o trabalho dos autarcas, como se fosse uns esbanjadores natos, e ao Governo Regional da Madeira permite-se tudo, pois gasta sem regras nem cuidado.

 

E, para cúmulo da hiporcrisa, o PSD ainda considera o principal responsável da desepesa um coitado. A impunidade continua e o desleixo é incentivado.

 

A moral da história é bem conhecida e as últimas horas são como o algodão, não enganam, pois  as finanças regionais madeirenses entraram em ruptura, mas o líder regional dá-se ao luxo de continuar a anunciar obras.

 

Com governantes destes, Alberto João Jardim bem pode continuar a gastar sem critério, pois tudo lhe é permitido.

Tags: , ,
comentar

O primeiro-ministro português e a Chanceler alemã Angela Merkel irão reunir-se na próxima quinta-feira com o objectivo de discutirem políticas europeias.

 

É bom saber que os líderes dos governos luso e alemão se vão encontrar dentro de poucos dias para tratar de políticas europeias. Do lado germânico já conhecemos as propostas, mas do lado português há semanas que não se ouve uma única palavra do senhor Primeiro-Ministro. O silêncio é absoluto.

 

É importante saber qual a leitura do Governo de Portugal, não só as suas propostas, mas também a interpretação à proposta franco-germânica. Ou será que o silêncio do lado de Passo Coelho continuará e, depois da reunião de trabalho, virá uma jogada constitucional do PSD, de inscrever o tecto da dívida na Constituição e, como o processo da revisão constitucional está a decorrer, aproveitar a retomar as célebres propostas laranjas

Tags: , ,
comentar

"Estamos a planear para as próximas semanas várias medidas para promover a retoma da economia", declarou o ministro em entrevista à revista Exame, onde também prometeu "anunciar nas próximas semanas poupanças significativas" no campo do investimento público. Tudo dentro da ideia de que "as políticas económicas públicas dos últimos anos têm de ser totalmente invertidas". Uma das áreas a estimular é a das exportações

 

O super-Ministro Álvaro, depois de ter anunciado em Madrid que iria anunciar a decisão de Portugal em relação ao projecto do TGV nas próximas semanas, anuncia, agora, que dentro de umas semanas vai anunciar medidas de retoma da economia.

 

Considero um óptimo sinal, esta vontade do super-Ministro Álvaro querer dinamizar a nossa economia, mas o super-Ministro Álvaro devia perceber que nas suas funções, de governante, não se deve andar a anunciar o que vai anunciar. Caso contrário dá uma ideia de ser um Ministro em constante vazio.

 

Por outro lado, como reputado académico, devia ser mais leal à realidade, a não ser que o super-Ministro Álvaro não queira o bem do País. Então é preciso "inverter" as política económicas e uma das áreas a estimular é a das exportações, logo uma das áreas em que Portugal, nos últimos anos, tem vindo a melhorar significativamente, como os números comprovam? Será que o bom trabalho é para deitar fora e, com isso, abrandar as exportações?

 

O super-Ministro Álvaro precisa de anunciar a si o anúncio de que precisa de inverter o modelo de governação que adopta, sob pena de super-Ministro passar a ser conhecido como o vago-Ministro.

Tags:
1 comentário

O Governo português, com pouco mais de 100 dias, e apesar da promessa do Primeiro-Ministro de que não iria para férias, parece estar totalmente de férias.

 

Há uma semana, em Paris, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy apresentavam um pacote de medidas a nível europeu. Até hoje, dos órgãos nacionais, só o Presidente da República libertou umas palavrinhas acerca do proposto. Do Governo, que devia ter essa competência, primeiro houve o silêncio e depois umas palavritas de agrado do Ministro dos Negócios Estrangeiros. Todavia, posição oficial do Governo não se conhece.

 

Aqui ao lado, em Espanha, o Governo compareceu, ontem, no Parlamento, onde o Presidente do Governo e o líder da oposição manifestaram toda a sintonia na inscrição do tecto do endividamento na Constituição espanhola (não me admira nada a posição de Rajoy, mas considero errada a opção de Zapatero, pois a proposta da dupla Merkel/Sarkozy não tem nenhum sentido).

 

Por cá, com meia dúzia de semanas de mandato, o Governo anda desaparecido e nada tem a expressar, a não ser pelo inefável Carlos Moedas, um Secretário de Estado "muito visual", que nem consegue explicar onde está o "desvio colossal" que o PSD falava há umas semanas. 

 

Moedas, o muito experiente e creditado governante, também revelou que o Governo nada tem a dizer dos eurobonds. E, como se a situação fosse muito boa, em Portugal, o debate com o Primeiro-Ministro, que devia ter lugar ainda neste mês de Agosto, só a proposta da dupla franco-alemã merecia uma calendarização (em Espanha demorou menos de uma semana a convocar o Governo e deputados), por cá, o debate com o Primeiro-Ministro só se realiza no dia 7 de Setembro.  

 

Em suma, estamos a ser desgovernados. O mundo a mudar e o Governo a assobiar, enquanto aplica cortes sem sentido nem saber porquê.

Tags:
comentar

TGV: CDS quer mais esclarecimentos do ministro da economia
O CDS mantém a posição sempre defendida pelo partido, ou seja, o TGV não deve avançar neste momento

 

O CDS manifesta a oposição à construção do TGV, mas "neste momento". Veremos o que decidirá o Governo dentro de um mês, quando terá de informar o Governo espanhol da posição portuguesa face à alta velocidade. Então, teremos oportunidade de verificar o cumprimento ou não dado na campanha eleitoral, pelas duas formações opostas ao TGV: PSD e CDS.

 

Se calhar, dentro de um mês o CDS pode ser um forte entusiasta.

 

Todavia, há uma sensação, nesta coligação PSD/CDS, que nem está formosa nem segura.

 

Tags: , ,
comentar

Sarkozy e Merkel querem uma taxa Tobin e um novo governo para a zona euro

Governo não reage às propostas franco-alemãs

 

O dueto da desgraça europeia anunciou ontem medidas com impacto em todos os Estados-membros da UE. O nosso País, devido à intervenção da troika, está na linha da frente da vigilância e das causas e argumentos das medidas que se pretendem adoptar.

 

Vários governos nacionais, como é natural, começaram, entre ontem e hoje, a manifestar o seu ponto de vista face à proposta franco-alemã. Surpresa das surpresas, ou não, o Governo português nada tem a dizer. Só posso entender este silêncio de Lisboa pelo período de férias que atravessamos. Como é que numa matéria tão delicada e essencial o Governo português nada diz?

 

E prometia Passos Coelhos, há poucas semanas, após tomar posse que o Governo não teria férias. O que aconteceria, sem tivesse!

Tags: ,
comentar

Carlos Moedas: “Governo cortará na despesa como nunca outro o fez”

 

Esta afirmação de Carlos Moedas é bem tradutora do vazio do actual Governo. Não há um rumo ou uma proposta. Moedas anuncia as palavras de um burocrata cinzento, faz as coisas só porque sim ou porque não. Sabe que tem de cortar e ponto. Nada mais.

 

O Estado Social e o Estado Estratego não são importantes para este Governo, que apenas se limita a agarrar na tesoura e cortar, sem noção nem sensibilidade.

 

Moedas pensa que a grande mais-valia da sua afirmação é: cortar na depesa como nunca nenhum outro Governo cortou. A equipa de Passos Coelho corre para cortar, como se não houvesse nada mais depois das contas colocadas em ordem.

 

Se este Governo fosse um nutricionista, em vez de aplicar uma dieta rigorosa, para diminuir o peso do paciente, preferia amputar órgãos do corpo. Assim não vamos lá!  

Tags:
comentar

O IVA na electricidade e no gás vai passar já no último trimestre da taxa reduzida de seis por cento para a taxa normal de 23 por cento, anunciou o ministro das Finanças, Vítor Gaspar

 

O momento é importante e o líder do Governo deve estar presente e anunciar as medidas ao País. Pelo menos, esta é a regra elementar.

 

Porém, o que fez o nosso Primeiro-Ministro, com poucas semanas de trabalho? Passos está de férias, não as corta - praticamente todos os líderes europeus têm interrompido as suas férias para assumir medidas, dada a situação que atravessamos -, e deixa ao Ministro das Finanças o anúncio de medidas que competia ao Primeiro-Ministro apresentar ao País.

 

Em poucas semanas, este Governo dá um sinal evidente de falta de qualificação e total desprezo pelas funções que de governante. Será que já perceberam que estão a tratar da governação de Portugal? Não parece.

 

O mais lamentável é o comportamento da direita. Na oposição exige sempre cortes na despesa, mas estando no poder só obtém dinheiro através da receita. Agrave-se mais a condição de vida dos portugueses, com o aumento do IVA em áreas centrais para a vida das pessoas, como a electricidade e o gás.  

Tags:
2 comentários

Em poucas semanas, Passos Coelho desbaratou todas as primeiras boas impressões que podia deixar, pois os actos do seu Governo, sem qualquer rumo nem ideia para Portugal, demonstram que as vagas palavras que expressou na campanha eleitoral não passaram de puro oportunismo. O tal rigor que prometia, afinal, não passa de promessa a rasgar. 

 

Começando no episódio Fernando Nobre, passando pelo caso Bernardo Bairrão, ao anúncio na Comissão Política do PSD de um buraco colossal herdado do anterior Governo (de José Sócrates) que de colossal nada tinha, como acabou por admitir o Primeiro-Ministro; agora, as nomeações de 51 especialistas em 42 diaso vencimento exorbitante da chefe de Gabinete do Álvaroas remunerações elevadas dos motoristas do Secretário de Estado da Cultura, sem esquecer o caso BPN. Em suma, tudo não passa de uma enorme trapalhada e gastos inadmissíveis, quando o momento requer recato, rigor e prudência, tudo o que o Governo português não tem demonstrado.

 

Onde anda o homem que há poucos meses exigia "mão na despesa"?   

Tags:
comentar

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considera que Portugal saiu hoje de Bruxelas com melhores condições para cumprir com sucesso o seu programa de assistência financeira, na sequência da resposta “robusta” dada pela cimeira extraordinária da Zona Euro.

 

Depois de muito se ter suspeitado do sucesso da reunião extraordinária, de ontem, do Conselho Europeu, pode considerar-se que o resultado alcançado é bastante positivo. Depois de semanas em que as denominadas economias periféricas (leia-se: Grécia, Irlanda e Portugal) foram atacadas sem qualquer solidariedade europeia, só o ataque à poderosa Itália fez os líderes europeus levantar a cabeça e encarar, com temor, o problema que estava a recrudescer. Mais cedo ou mais tarde os ataques também bateriam à porta de franceses e alemães.

 

A Grécia conta, finalmente, com um balão de oxigénio, indispensável, depois de mais de um ano com a UE a asfixiar os gregos. Os irlandeses e portugueses passam a beneficiar de melhores condições para cumprir os seus compromissos.

 

Naturalmente, se a primeira linha está mais aliviada, não obstante o grande desgaste nos últimos meses, a linha crucial - de risco para o €uro -, composta por Espanha, Itália e Bélgica está muito mais tranquila, pela estabilidade promovida, ainda que esta linha crucial não faça parte dos holofotes mediáticos.

 

Ora, havendo condições mais favoráveis, isso requer que os Governos, e no caso concreto o português, não abandone a linha de rigor, mas exclua as políticas de asfixia que começa a implementar.

 

Se, afinal, Passos Coelho reconhece que não há nenhum "buraco colossal", qual a razão para manter o corte do subsídio de Natal a milhares de portugueses que atravessam grandes dificuldades? Se, afinal, não há nenhum "buraco colossal", porquê deixar de investir na Saúde, apenas por puros critérios economicistas, sem considerar as condições das pessoas? E, se não há nenhum "buraco colossal", porquê aumentar o acesso aos transportes públicos, quando este era o momento indicado, com o preço a que está a gasolina, para incentivar o uso dos transportes públicos?

 

O Estado deve ser rigoroso com as contas, mas não pode ter uma filosofia meramente empresarial, limitando-se ao puro lucro, sob pena de descapitalizarmos o País. A natureza do Público pode aprender muitas coisas com o Privado, em termos de gestão, mas não pode rasgar a sua missão, de servir as pessoas.   

Tags: , ,
comentar

Na edição do Povo Livre (jornal oficial do PSD) da semana passada, refere-se a frase de Passos Coelho, no Conselho Nacional do PSD, de ter encontrado um "desvio colossal" (ver pág. 9). 

 

Com este argumento, pretendia-se anular o impacto negativo e prejudicial para a vida de muitos portugueses, do corte no subsídio de Natal.

 

Uma semana passada, o mesmo Pedro Passos Coelho nega que haja um "buraco colossal". Será caso para perguntar, nesse sentido não é necessário aplicar o corte no subsídio de Natal.

 

Em suma, numa semana não se tapa ou anula um buraco colossal, como se pretendeu dar a entender na semana passada, ainda por cima com grande turbolência, devido ao ataque a Itália que agitou as economias europeias, mas numa semana percebe-se bem os erros colossais que se cometem.

 

Tags: ,
1 comentário

 

Penso que o Governo e o El Corte Inglès não combinaram nada, mas o Governo português faz a mesma "promoção" do El Corte Inglès, e aplica os -50% ao subsídio de Natal.

Com a diferença do corte da empresa espanhola ser de festa, como indica o anúnico, e a do Executivo nacional ser de dor na carteira.

Por outro lado, não sendo esta uma medida da troika, é bom ter isto em consideração, é a primeira medida de campanha rasgada por Passos Coelho.

Tags:

Pesquisar
 
Contactos
camaradecomuns@sapo.pt

Editorial

Visitantes online

Comentários Recentes
Para mim casamento deve ser entre um homem e uma m...
Caro RFCom a modéstia com que foi escrito, podes t...
N sei q espirito deus aspirou pr a Africa. este co...
Mocambique està mais que tudo isto, sinto d...
e há cartas que nunca chegam.
Aguem colocou esta carta excelente na página de PP...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Everdade este pais precisa de um bom governador k ...
Casino EstorilA falta de escrúpulos veio para fic...
Tags

todas as tags

Links

Esquerda

5 dias
A barbearia do senhor Luís (Luís Novaes Tito)
A Busca pela Sabedoria (Micael Sousa)
A Forma e o Conteúdo (José Ferreira Marques)
A Forma Justa (Tiago Tibúrcio)
A Linha-Clube de Reflexão Política
A Nossa Candeia (Ana Paula Fitas)
Absorto (Eduardo Graça)
Activismo de Sofá (João R. Vasconcelos)
Adeus Lenine
Arrastão
Aspirina B
Banco Corrido (Paulo Pedroso)
Bicho Carpinteiro
Câmara Corporativa
Câmara de Comuns
Cantigueiro
Causa Nossa
Cortex Frontal
Defender o Quadrado (Sofia Loureiro dos Santos)
Der Terrorist (José Simões)
Entre as brumas da memória (Joana Lopes)
Esquerda Republicana
Hoje há conquilhas (Tomás Vasques)
Irmão Lúcia (Pedro Vieira)
Jovem Socialista
Jugular
Ladrões de Bicicletas
Les Canards libertaîres
Léxico Familiar (Pedro Adão e Silva)
Loja de Ideias
Luminária
Machina Speculatrix (Porfírio Silva)
Maia Actual
Mãos Visíveis
Mário Ruivo
Metapolítica (Tiago Barbosa Ribeiro)
Minoria Relativa
O Grande Zoo (Rui Namorado)
O Jumento
O Povo é Sereno
Raiz Política
Rui Tavares
Spectrum
Vias de facto
Vou ali e já venho (André Costa)
Vozes de Burros

Direita

31 da Armada
4R – Quarta República
A Arte da Fuga
A Douta Ignorância
A Origem das Espécies (Francisco José Viegas)
Abrupto (José Pacheco Pereira)
Albergue Espanhol
Alunos do Liberalismo
Blasfémias
Causa Monárquica (Rui Monteiro)
Clube das Repúblicas Mortas (Henrique Raposo)
Corta-fitas
Delito de Opinião
Era uma vez na América
Estado Sentido
Geração Rasca
Herdeiro de Aécio
Macroscópio
Menino Rabino (Marco Moreira)
Mercado de Limões (Tiago Tavares)
Minoria Ruidosa (Miguel Vaz)
O Cachimbo de Magritte
O Diplomata (Alexandre Guerra)
O Insurgente
Ordem Natural (Rui Botelho Rodrigues)
Palavrossavrvs Rex (Joaquim Carlos Santos)
Portugal Contemporâneo
Portugal dos Pequeninos
Psicolaranja
República do Caústico (João Maria Condeixa)
Rua da Judiaria
Suction with Valcheck
União de Facto

Outros

A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
A Cidade Deprimente
A Cidade Supreendente
A Terceira Noite
Clube dos Pensadores (Joaquim Jorge)
De Rerum Natura
É tudo gente morta
Horas Extraordinárias (Maria do Rosário Pedreira)
Notas ao Café
O Diplomata
Arquivo

Abril 2015

Dezembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Março 2013

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Janeiro 2008