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Apesar de estar em decadência, a França continua a ser um dos gigantes europeus e as próximas presidenciais, de Maio de 2012, vão ser um grande teste à França e à UE. Em causa estão dois projectos políticos claros e distintos: à direita, a continuação da política de austeridade, imposta por Merkel e seguida por Sarkozy; e, à esquerda, uma política apostada no crescimento e no emprego, assumida por François Hollande.

 

Uma disputa vital para a França e a UE.

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Nicolas Sarkozy y Europa tendrán que esperar. Los socialistas franceses no votarán la regla de oro del déficit acordada por los líderes de la Unión Europea, salvo el Reino Unido, en Bruselas. El Partido Socialista (PS) rechaza además de forma global el acuerdo impulsado por Angela Merkel y Nicolas Sarkozy. Sarkozy, “antes de haber aprobado la regla de oro en Bruselas, debería haber consultado con la oposición y no lo hizo”. “Europa se olvida del crecimiento y no habla del papel del Banco Central Europeo. Nosotros creemos que hace falta otra política”

 

Según los socialistas, Sarkozy, lejos de salir reforzado, ha salido más débil y menos creíble del acuerdo de Bruselas: “No ha podido variar en nada la posición de Alemania, ya que en el fondo no tiene su confianza, y se ha plegado en todo a los deseos” de Angela Merkel, analiza Valls.

 

"El problema no es el Reino Unido, sino que un tratado a 26 no se sabe bien lo que es, no existe”

 

Perante o descalabro europeu, que a direita protagoniza e agrava, o PS francês dá uma boa resposta a menos de meio ano das presidenciais gaulesas.

 

Além da falta de respeito institucional de Sarkozy, nem consultou a oposição, o rumo que o PS quer dar à França e à UE não é de penalização, mas de crescimento.

Bons sinais vindos de França!

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Presidente francês pede estatuto de estado observador para a Palestina.

 

Falhado nas propostas e medidas em França, este pedido do Chefe de Estado gaulês faz sentido, pois corresponde tanto às aspirações dos palestinianos como à necessidade de compromisso dos israelitas.

 

Nota-se uma grande diferença, na diplomacia francesa, desde que o experiente Alain Juppé chegou à tutela dos Negócios Estrangeiros.

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Strauss-Kahn romperá su silencio en televisión el próximo domingo

 

Uma entrevista bastante aguardada, por todos os motivos possíveis e imaginários, domingo à noite, na TF1. 

 

Veremos se não é comprometedora para o PSF, quando consta que a mulher do ex-Director do FMI, Anne Sinclair, pretende que o marido concorra ao Eliseu.

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Como se previa, os sociais-democratas chegam ao poder na Dinamarca, apesar de terem obtido, na eleição legislativa de ontem, um dos piores resultados das últimas décadas (chegou a perder votos em relação ao Partido Liberal, no Governo, que ainda obteve mais votos que nas anteriores eleições legislativas). Todavia, devido à subida de outras formações de esquerda, esta torna-se maioritária e pode formar Governo, depois de uma década de domínio de direita na Dinamarca.

 

No domingo, há mais uma decisiva eleição na Alemanha, com a eleição em Berlim, onde o SPD deve renovar o mandato à frente da capital germânica. Dos resultados importa apurar, além dos números do vencedor, quais os apoios que a CDU e o FDP vão contar. Pode haver mais um forte sinal de reprovação ao Governo de Merkel que começa a abrir muitas brechas, com total falta de sintonia entre os Ministros da CDU e os do FDP.

 

Por outro lado, em França, na disputa das primárias, que ontem teve o primeiro debate televisivo, não obstante as diferenças entre os seis candidatos, estes não entraram numa lógica de insulto, e preferiram a elevação, dando um sinal de maturidade e confiança ao eleitorado gaulês. Prevê-se que no dia 9 de Outubro cerca de 15% do eleitorado francês, correspondente a 6,5 milhões de pessoas votem (as primárias do PSF são abertas à população, assim, além dos militantes socialistas têm direito a voto os cidadãos que se inscreveram previamente, pagaram 1 €uro e manifestaram, por assinatura, o reconhecimento com as causas do projecto da esquerda socialista).

 

Se em Espanha o PSOE dificilmente ganhará nas legislativas de Novembro, há, no entanto, uma vaga de fundo na Europa que começa a dar sinais de mudança e regresso da esquerda à liderança na França, Itália e Alemanha.

 

Os socialistas, sociais-democratas e trabalhistas podem chegar a 2014 como a força maioritária na UE. E a eleição para o Parlamento Europeu pode atestar isso. Veremos!

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Hoje à noite, os seis candidatos nas primárias francesas, da qual resultará o candidato do PSF às presidenciais francesas de Maio de 2012, realizam o primeiro debate televisivo.

 

François Hollande, ex-Secretário-Geral do PSF, parte como o grande favorito, e Aubry, actual líder do partido, é a principal concorrente, de acordo com as sondagens.

 

Ségolène Royal, a candidata em 2007, dificilmente renovará a vitória, numa disputa em que Manuel Valls aparece para marcar presença para o futuro. 

 

Espera-se que os socialistas não entrem numa espiral de confronto e entreguem o poder, numa bandeja, à direita.

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Cohn-Bendit critica, e bem, o argumento de Jean-Marie Le Pen acerca dos crimes de Oslo e Utoya, que condena o Governo norueguês e não o assassino. O histórico líder da extrema-direita francesa responde ao eurodeputado dos Verdes com a elevação que o caracteriza, com a filha e candidata da FN à presidência francesa, Marine Le Pen, a incentivar as teses do pai.
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Sarkozy e Merkel reúnem-se hoje para debater reforma da Zona Euro

 

Já perdi a conta às vezes que o Presidente francês e a Chanceler alemã reuniram este ano, só para acalmar os mercados e salvar o €uro. Por isso, a partir de agora, vou colocar um tag, nest blog, sarkozy-merkel, para poder contabilizar estes encontros, assim como as causas e as consequências... julgo que são iguais de cimeira em cimeira, a UE afunda-se mais.

 

O encontro de hoje mais não serve os interesses gauleses. Aflito que está Sarkozy, com a possível baixa de rating da França, o Chefe de Estado gaulês vai tentar apresentar medidas que impeçam a França de ter o mesmo caminho dos EUA. Obviamente, a Alemanha também está preocupada, pois o efeito contaminação está a ser rápido e uma vez atingida França, a Alemanha é a cereja no topo do bolo.

 

De qualquer modo, considero que o dia de hoje nada trará de novo.

 

 

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Quando França passa a ser o principal alvo de ataque, verifica-se uma grande diferença quando Governa a esquerda ou a direita, com o destaque que a esquerda, a governar, investe na área social. 

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Sarkozy acusa de egoísmo a Alemania antes de la reunión con Merkel

 

"Los griegos están haciendo todo lo que pueden y ya han conseguido mucho. Los únicos que carecen de solidaridad son los alemanes", esgrime el presidente francés

 

Estou inteiramente de acordo com o cidadão europeu Nicolas Sarkozy: o Governo alemão é egoísta. Porém, fico desiludido quando o Chefe de Estado de uma das maiores potências europeas limita-se a condenar o vizinho, como se não tivesse responsabilidades.

 

Com estas palavras, Sarkozy demonstra por que não está ao nível de liderar a França.

 

Entretanto, em menos de 24 horas, Merkel desdiz o que disse. De pessimista, nos resultados do Conselho Europeu de amanhã, conforme confessou ontem, encara, hoje, com esperança o encontro de amanhã. Como pode haver estabilidade se as piruetas são constantes? 

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Esta UE está a chegar a um ponto de ruptura em que, de duas uma, ou dá o salto que precisa e aprofunda a dimensão europeia - a única via de desenvolvimento para todos os Estados e povos europeus -, ou rebenta, pelo egoísmo e falta de responsabilidade dos líderes europeus, nomeadamente dos alemães e franceses.

 

O lamentável de tudo isto é a actual Chanceler alemã ser o maior obstáculo, em vez de ser a principal alavanca da UE, como sempre foram os líderes germânicos desde Konrad Adenauer até Helmut Kohl (estes dois, por sinal, da mesma formação política de Angela Merkel).

 

Como se pode dizer, com leviandade, que não se pode esperar muito da cimeira europeia de amanhã, em especial num momento em que é mais preciso afirmação? 

 

Veremos, dentro de algumas horas, o que dá a reunião preparatória entre Merkel e Sarkozy, a decorrer neste momento. Mas pelo andar da carruagem, não é de esperar grandes ajudas, apenas problemas.

 

Estes líderes do eixo franco-alemão, essencial para a UE, são uma vergonha para a Europa e um insulto aos valores e princípios da França e da Alemanha.  

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Caso Strauss-Kahn está à beira de desmoronar, diz jornal

 

Vítima perdeu credibilidade após mentir repetidamente em declarações

 

Na madrugada em que as televisões anunciaram a detenção de Dominique Strauss-Kahn, pelo rocambolesco da história, duvidei dos factos de que era acusado. Por várias razões: estava num hotel com qualidade de serviço e onde os empregados não entram no quarto quando querem. Depois, porque DSK estava plenamente ciente de que, sendo conhecida a sua fama de homem de mil amores, e estando a preparar uma candidatura à presidência da República de França, não cairia na esparrela de se envolver numa situação que o deixasse vulnerável. Uns dias depois, uma pessoa próxima de DSK disse à imprensa que o então Director do FMI suspeitava que lhe estariam a preparar uma cilada. E, há poucos dias, soube-se que o Eliseu tinha ordenado o seguimento de todos os passos de DSK - o principal rival de Nicolas Sarkozy.

 

Depois, a detenção de DSK era digna de um filme de Hollywood. Desde a tese da saída do hotel à pressa, com o esquecimento dos telemóveis no quarto, indiciando uma fuga.

 

Hoje, vêm a lume muitas das mentiras da presumível vítima e que, afinal, a violação de DSK não acontecera, como fora inicialmente noticiado.

 

DSK era o Director do FMI e o mais cotado para em Maio próximo ganhar a eleição presidencial francesa. Hoje, DSK já não é Director do FMI e não será candidato presidencial. Assim se perdeu uma grande esperança para a França e para a Europa.

 

Resta-nos saber qual a origem de tudo isto.

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Apesar dos momentos actuais conduzirem a nossa atenção para a importante eleição legislativa nacional de 5 de Junho, a detenção de Dominique Strauss-Kahn (DSK) em Nova Iorque, com um profundo impacto na França e repercussão em todo o mundo, é merecedora de atenção, pois está muito mais em jogo do que podemos pensar, tanto para a França, como para Portugal, como para a UE no seu todo.

 

Não vou pronunciar-me acerca do caso, mas do que esta saída da corrida presidencial de DSK pode provocar em França e como isso pode ser perigoso para todos nós, europeus.

 

A imprensa gaulesa, antes de noticiar a detenção do Director do FMI, dava DSK como o grande favorito das presidenciais francesas de Maio de 2012. Desde há meses que o antigo Ministro de Mitterrand e Jospin, sem ter anunciado a candidatura presidencial, batia aos pontos os seus adversários, tanto internamente, no PS francês, como no confronto com a direita. A sua caminhada parecia imbatível. E eram vários os pontos positivos de DSK: além de ser o francês neste momento com melhor noção de que mundo vivemos e de quais as melhores respostas a dar, decorrente das suas funções no FMI, DSK é um dos políticos mais experientes e que granjeava apoios tanto à esquerda como à direita.

 

Qual castelo de cartas, toda esta imagem, que também conta(va) com alguns episódios pessoais menos abonatórios, tomba num sopro.

 

Os franceses são abalados por este terramoto político e as cartas voltam a ser baralhadas: tudo está em aberto nas presidenciais de 2012. E é aqui que o assunto começa a ser muito delicado.

 

Nos últimos anos, a política francesa tem vindo a transformar-se num campo de batalha de egos e traições, e todo este cenário só tem beneficiado a candidatura da extrema-direita, de Marine Le Pen, que já surge como a segunda candidata mais creditada na corrida ao Eliseu, quase sempre à frente de Sarkozy e atrás de DSK.

 

Quanto ao actual Presidente francês, uma das maiores desilusões políticas da actualidade, por ter surgido, em 2007, como o novo rosto da França pujante, todo o seu mandato fica marcado pelo incumprimento do que prometera nas últimas eleições presidenciais. Pouco mudou e nada evoluiu.

 

Não bastasse o mandato falhado, no seu campo político surgem potenciais candidaturas que apenas se movem contra a sua candidatura e triunfam com a derrota de Sarkozy: Villepin, o seu arqui-inimigo e ex-Primeiro-Ministro de Jacques Chirac; e, Jean-Louis Borloo, ex-Ministro de Sarkozy e líder da formação radical, que acaba de sair do UMP. São sempre uns votos, talvez os suficientes para prejudicar Sarkozy de não alcançar a segunda volta.

 

Não bastasse a fragmentação da direita francesa, a esquerda, com a saída de DSK de cena (à qual, aliás, ainda nem tinha subido), apresenta candidaturas que traduzem a divisão que tem marcado o PSF nos últimos anos: François Hollande e, muito possivelmente, Ségolène Royal e Martine Aubry.

 

É, pois, com todo este turbilhão, e passando pelos pingos da chuva, que aparece a “imaculada” Marine Le Pen.

 

A filha do carismático líder da extrema-direita, Jean-Marie Le Pen, tem vindo a subir nas sondagens com grande sustentabilidade. A adaptação dos princípios do pai ao momento presente, mas com uma imagem mais fresca e moderna, trabalhada de modo a que a comunicação das ideias, por mais incongruentes que sejam, passe e conquiste apoios.

 

O caminho que Marine tem feito, de acordo com os estudos de opinião, tem sido muito favorável à Frente Nacional.

 

Com o seu engenho de propalar a moral e bons costumes nacionais, tendo nos estrangeiros, no projecto europeu e na globalização todos os males de França, a extrema-direita faz com que Marine surja como o rosto mais credível, face às desavenças da esquerda e direita democráticas, mais enredadas nas questões internas do que nos problemas do país.

 

O que hoje parece algo sem grande impacto, rapidamente pode transformar-se numa hipótese muito preocupante. Um breve exercício de memória lembrar-nos-á o que se passou em 2002, quando a França e a Europa acordaram, em choque, no dia a seguir à primeira volta das presidenciais, com Jean-Marie Le Pen a passar à segunda volta e a defrontar Chirac. Depois de em 2000 a extrema-direita ter chegado ao poder na Áustria. Pois é muito provável que Marine Le Pen chegue à segunda volta das presidenciais de 2012 e já esteve mais longe a certeza de que a sua candidatura podia perder.

 

E é fácil compreender como os ventos sopram a favor do extremismo. O actual descrédito dos candidatos dos partidos-referência, a detenção de DSK é mais uma contribuição, e a desilusão de parte significativa do eleitorado, que se vai rendendo, em França como noutros países europeus, à extrema-direita, tornam o nosso futuro mais inseguro do que incerto.

 

A retirada da França do €uro e o reerguer das fronteiras na UE, entre outras medidas que Marine Le Pen apregoa, e muitos franceses apreciam, não mais seria que o descalabro europeu, a sentir-se, em primeiro lugar, em países como o nosso.

 

Pensava eu, até há poucos dias, que DSK seria a pessoa que iria resgatar a França e a UE do actual marasmo. Vai-se esta grande esperança, oxalá outra possa surgir no horizonte.

 

Dentro de um ano verifique-se este escrito, desejando estar completamente errado no que ao sucesso da extrema-direita diz respeito.

 

* Texto publicado, hoje, no blog Delito de Opinião.

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Sarkozy es el único dirigente francés, y seguramente europeo, que no parece haber comprendido que la búsqueda de réditos electorales a costa de la inmigración no le ha beneficiado y está alimentando las expectativas de la candidata presidencial del Frente Nacional, Marine Le Pen. Si no prospera la propuesta de revisar el Tratado, y es de esperar que no prospere, será la ultraderecha francesa, y por extensión europea, quien reciba el regalo de abanderar una medida en la que Sarkozy y Berlusconi habrán fracasado.

 

Ontem, em Roma, Berlusconi e Sarkozy deram mais um forte apoio à extrema-direita europeia. Ao querer rever a todo o custo Schengen, sem querer intervir a montante do problema que a UE e o norte de África enfrentam, os dirigentes gaulês e transalpino só ajudam a reforçar o discurso xenófobo dos radicais, que um pouco por toda a Europa recrudesce. É sempre mais fácil, para não trabalhar, desdenhar os imigrantes clandestinos, ignorando as suas necessidades, como se o erguer de muros, por si, resolvessem problemas (tal como a barragem que acumula muita água, esta sairá por algum lado e haverá sempre inundações).

 

Assim, aos défices europeus, somam-se problemas sociais graves, e que servem para causar mais mossa na UE e prejudicar os 500 milhões de europeus. Mas certos líderes europeus, como Berlusconi e Sarkozy, gostam de se apresentar como se estivessem a resolver os problemas.

 

À falta de liderança europeia e de líderes nacionais dos principais Estados sem visão, continuamos a cavar as conquistas de 60 anos de Paz e Democracia. Colocam-se em causa modelos sociais e, também, económicos.

 

Por outro lado, quem costuma falar de neoliberalismo na Europa, bem pode ver neste acontecimento mais uma prova de como neoliberais as políticas dos Estados europeus nada têm. Continua-se a confundir proteccionismo com neoliberalismo. Enfim... mas não deixa de ser hipócrita, sobretudo de Sarkozy, o que mais tem forçado a revisão de Schengen, com o reerguer parcial das fronteiras, ao mesmo tempo bate-se pelo mercado interno (e os italianos, para protegerem as suas empresas estratégicas copiam, imagine-se!, o modelo de defesa francês). A Lactalis, que além de querer dominar a Parmalat, já opera na Tunísia, desde 1999. Como se deduz, tudo coerência!

 

Os Estados têm legítimos interesses, mas devem ser acompanhados de decência. Esta reunião franco-italiana foi tudo menos decente, pela hipocrisia exibida por cada parte, tanto a nível da imigração como da economia. E, pior do que isto, é que são tão prejudicados os europeus como os norte-africanos.

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Marine Le Pen, candidate préférée des ouvriers

Sondage après sondage, la montée en puissance de la candidate du FN pour la présidentielle de 2012 semble se confirmer. Plus inquiétant pour les partis dits "de gouvernement", Marine Le Pen serait la candidate préférée des ouvriers.

 

A cada semana que passa a candidatura presidencial de Marine Le Pen ganha mais força. A descrença num Presidente, Sarkozy, que nada fez para melhorar a França, e uma oposição, a socialista, que ao longo de anos não tem correspondido a uma evolução dos projectos, para dar resposta efectiva às pessoas, tem permitido que a Frente Nacional, agora com uma liderança nova e cativante, Marine Le Pen, ao contrário da gasta e datada, de Jean-Marie Le Pen, seja apreciada por mais pessoas.

 

Face à divisão na direita democrática (Sarkozy, Villepin) e a uma esquerda (PS) que ainda não tem candidato, Marine vai cativando, com o seu discurso populista e xenófobo, simpatias no descontentamento popular.

 

Com uma UE sem liderança, e que não consegue demonstrar, no quotidiano, por que é uma mais valia para a vida das pessoas, a promoção dos ideais nacionais (que na era global são a resposta mais desastrada em termos europeus, pois nenhum país, por si, terá competitividade global) acaba por singrar.

 

Espero, sinceramente, que não haja nenhum hiato na Europa, isto é, que entre 1945 e 2012 houve um período de Paz e entendimento em Democracia no Velho Continente, pois o caminho que estamos a levar indica isso, que apenas tivemos pouco mais de meio século de entendimento e depois, devido a uma crise, tal como vivemos há 80 anos, conduziu, à imagem de século anteriores, os Estados europeus a guerrearem-se entre si.*

 

Transpondo esta questão/hipótese para a realidade portuguesa, caso a extrema-direita triunfe (continuo a não conceber tal facto): todo o esforço que podemos estar a fazer agora, com o FEEF, pode ir, ao fim de um poucos anos, por água abaixo, pois a hipotética saída da França do Euro e o reerguer de fronteiras entre países, pode conduzir-nos para uma espiral de descalabro imprevisível. E vale a pena recordar que a nossa situação, assim como a grega e a irlandesa, oxalá não se junte a espanhola, também é um contributo para a FN reforçar o seu discurso anti-Europa, pois solidariedade e cooperação não são princípios que o extremismo valorize. Queiramos ou não, tenhamos consciência ou não, todos estamos interdependentes e a nossa situação (boa ou má) contagia os outros. Normalmente, a má condição é mais considerada em termos sociais e políticos.  

 

* Espera-se que a reunião de Sarkozy e Berlusconi, na terça, por casua dos imigrantes clandestinos, produza frutos. Esta guerra sem sentido, entre França e Itália, pode sair mais caro do que aparenta.

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Les « vrais Finlandais » : Un succès révélateur

 

Confrontés à la désagrégation de leurs identités et de leurs économies par les forces mondialistes, de nombreux citoyens réagissent. Ils constatent les périls d’une immigration massive et incontrôlée. Ils observent les conséquences du déclin moral et la progression de l’insécurité. Ils s’indignent de ce que l’Union Européenne, loin de les protéger comme elle le devait, les asservit à tous les flux de marchandises, de capitaux et de personnes en provenance de l’extérieur.

 

Les succès des Nationaux en France, mais aussi en Flandres, en Suisse, en Grande-Bretagne, en Autriche, aux Pays-Bas, en Hongrie, en Suède, au Danemark, en sont l’illustration. Ce nouveau succès en Finlande augure bien de l’avenir.

 

A extrema-direita europeia acordou, hoje, com boa disposição e mais força, para continuar a sua luta em prol da instabilidade social, acusando os imigrantes de todos os males e a UE de ser a culpada da insegurança das pessoas - como se os egoísmos nacionais, que estes formações políticas empunham, não fossem os nossos piores inimigos, como a terrível experiência que a Europa teve no passado século nos demonstrou, e muitos europeus parecem esquecer-se.

 

O comunicado Frente Nacional francesa traduz a satisfação com os resultados finlandeses.

 

O eurodeputado Nigel Farage, do UKIP, uma das principais vozes contra a construção europeia também aplaude o resultado dos "Verdadeiros Finlandeses".

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A criação da moeda única, o €uro, parecia confirmar, há uma década, o consolidar do projecto europeu. Depois de séculos sucessivos de confrontos, que teve na II Guerra Mundial o derradeiro e mais do que letal capítulo, os europeus davam a entender que queriam viver em conjunto, com base na Paz, Democracia e Solidariedade de todos os povos, outrora massacrados, quer por ditaduras internas quer por agressões e invasões dos vizinhos.

 

O debate em torno do que devia ser a UE inquinou, a maior parte das vezes, numa concepção que não tem nenhum sentido com o nosso continente, pois baseava-se na tese de que seríamos uns Estados Unidos da Europa. Como se o modelo dos EUA tivesse qualquer correspondência na construção europeia.

 

Do outro lado do Atlântico norte, a nação construiu-se, desde lado estamos a tentar criar uma Cidadania (europeia), com base nas nações já existentes e consolidadas.

 

Este intróito vem a propósito do que se está a passar na campanha presidencial francesa. A um ano das presidenciais, constata-se a debilidade do partido liderante no país há cerca de década e meia, de centro-direita, o UMP (antigo RPR), e a ascensão da extrema-direita, que passou de formação de contesto para a arena da opção principal, a par dos grandes partidos: UMP e PSF.

 

A Frente Nacional quer apresentar-se como formação responsável e credível, mas não obstante a nova liderança de Marine Le Pen, com um ar mais jovial e meloso do que o seu áspero pai, na verdade, a filha segue as pisadas de Jean-Marie Le Pen, pois o espírito de xenofobia, exclusão e ódio estão bem patentes nos princípios da FN.

 

Esta declaração de intenções de Marine Le Pen, para as presidenciais de 2012, de retirar a França da NATO, do €uro e erguer as fronteiras abolidas por Schengen, tem vindo a ganhar muitos adeptos, devido ao descontentamento e desconforto de milhões de pessoas, que se deixam levar na observação e propostas fáceis, de que as culpas são sempre dos outros, como se a França, por si (como qualquer Estado europeu), conseguisse ter capacidade de competitividade em variadas áreas com os novos pólos emergentes, da Ásia e América Latina, de modo a mantermos e melhorarmos as nossas condições de vida.

 

Por outro lado, as guerras de egos e ambições pessoais conduzem a um desmantelamento e desacreditar das principais formações políticas. Aconteceu isso ao PSF, em 2002, com o desentendimento entre Jospin e Chevènement, desavenças que permitiram a passagem de Jean-Marie Le Pen à segunda volta; e estas brigas repetem-se, desta feita na direita, com a rivalidade entre Sarkozy e Villepin, o famoso Ministro dos Negócios Estrangeiros francês que, em 2003, no Conselho de Segurança da ONU, se opôs, determinantemente, à intervenção no Iraque.

 

Villepin, delfim de Chirac, cotado com crível e responsável também já em entrou na pré-campanha, fora do UMP, e surge com propostas populistas que vão ao encontro não das necessidades dos franceses mas de coisas que lhes soam bem, mesmo sem tradução na melhoria da sua condição.

 

Aliás, todos os políticos franceses de direita, faça-se a excepção de alguns, como o Primeiro-Ministro, François Fillon, deram guinadas à direita, chegando, por vezes, a empunhar as causas da extrema-direita.

 

Não será, pois, de estranhar se no próximo ano, uma das duas candidaturas presentes na segunda volta tenha o rosto de Marine Le Pen.

Assim vai a França, país central e decisivo na construção europeia.

 

É bom ter noção, em todos os países da UE, da relevância da eleição francesa do próximo ano, pois vai tocar-nos a todos. Oxalá não seja pelos piores motivos, mas estes podem estar bem mais próximos de se concretizar do que pensamos.

 

Esperemos que milhões de franceses cantem a Liberdade, Igualdade e Fraternidade!

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A consagração, esperada, no passado fim-de-semana, de Marine Le Pen, no Congresso da Frente Nacional (FN), sucedendo ao seu pai, Jean-Marie Le Pen, na liderança da FN, significa que a extrema-direita está forte e apresenta um futuro promissor. O que não deixa de ser uma causa de profunda preocupação, dados os valores que defende e a simpatia que recolhe por uma parte já significativa do eleitorado francês (cerca de um quinto). 

 

Marine, que venceu a disputa interna da FN com dois terços dos votos, apresenta-se como a candidata da extrema-direita ao Eliseu no próximo ano.

 

É evidente que Marine sabe que não ganhará a eleição, mas será, desde logo, uma adversária difícil e pode ser determinante para a eleição do próximo Chefe de Estado francês.

 

Com um programa que não renega as causas xenófobas da FN, Marine limita-se a adaptar o discurso e teses do seu pai aos tempos que correm, para recolher votos no descontentamento. Que, em França, é muito. Em vez de se falar em imigração, passa a predominar o combate ao Islão; a negação das câmaras de gás da II Guerra Mundial deixam de figurar nos argumentos apresentados, mas o combate ao €uro e o regresso ao franco, emergem como causa mais recente, dada a crise financeira.

 

Marine eleva a fasquia e pretende que a FN, liderada por si, ultrapasse as votações obtidas por Jean-Marie Le Pen. O que é bem provável, tendo em conta as sondagens, que dão a Marine cerca de 18% dos votos nas presidenciais.

 

Se a eleição presidencial, pela função e poder que o Presidente tem em França, aparece nos escaparates, é bom não esquecer que há legislativas e autárquicas, onde a FN carece de maior implantação, para poder consolidar-se como um dos grandes partidos gauleses, a par do PSF e do UMP.

 

Todavia, o maior desafio, em termos de sistema político e do quadro de valores, é manter a diferença entre a direita democrática e a extrema-direita em França. E tudo por causa da base eleitoral do UMP, que vê hoje, em alguns locais, com bons olhos, alianças entre a UMP e a FN. Isto prende-se com o futuro das direitas francesas, hoje em grande parte convergente no UMP, que não deverá ser a mesma a partir de 2012, devido à profusão de candidatos: Sarkozy, Marine Le Pen, Villepin,  (possivelmente) Borloo. E se a esquerda ganha, como é bem possível, no actual quadro, mais acelera um quadro de reajustamento partidário à direita, que pode dar espaço de manobra à FN para subir.

 

Se juntarmos às guerras de egos das personagens em contenda, a crise predominante, o mal estar existente na sociedade e as condições para o progresso de uma discurso xenófobo, Marine sujeita-se a cumprir com o seu objectivo.

 

Certo, para já, é a grande disputa presidencial em 2012.

 

Carlos Manuel Castro

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Resulta sorprendente que, en un día como el de ayer, en que los mercados convirtieron a Portugal en protagonista involuntario, hacia donde había que estar mirando realmente era hacia Italia.

 

Depois da Grécia e da Irlanda, Portugal e Espanha tornaram-se os novos alvos a merecer resgate do FMI. Porém, se a Grécia que devia ter sido uma lição, pois só as instituições europeias deviam, por ter capacidade, ser as únicas a intervir na economia nacional helénica, a condescendência e demissão das potências com mais responsabilidade na UE, Alemanha e França, continuou e, deste modo, a Irlanda tornou-se presa fácil para os mercados, com as consequências conhecidas.

 

Enquanto o €uro começou a ser alvo de ataque permanente incessante, deste a Primavera de 2010, e ainda não terminou nem se colocou um ponto final a este ataque, Portugal e Espanha são os países que se seguem, para receber o FMI, apesar de já estar em "agenda" outros países, com mais poderio e que podem representar um passo muito forte para o desmoronamento do €uro: a Bélgica, que devido à insustentável condição de entendimento político se torna um alvo fácil, e, sobretudo, e mais preocupante, a Itália.

 

Na actualidade, justifica-se plenamente a consciência da nossa cidadania europeia, que partilhamos a 27 e há que encontrar os responsáveis desta situação de grande instabilidade: Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, a senhora e o senhor que no final do ano 2010 anunciaram que 2011 não seria como o ano anterior.

 

Pelos vistos, os governantes alemães e franceses continuam a assobiar para o lado, qual orquestra do Titanic.

 

Carlos Manuel Castro

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O Presidente francês Nicolas Sarkozy defendeu esta tarde que o uso da burqa por mulheres muçulmanas “não é bem-vindo” em França e apoiou a criação de uma comissão parlamentar para preparar uma nova lei que proíba o uso de véus islâmicos que cobrem todo o rosto, como a burqa e o niqab. Num discurso no Palácio de Versalhes, o primeiro de um chefe de Estado francês desde 1848, Sarkozy considerou que a burqa “não é um símbolo religioso, é um símbolo de subserviência”.
Perante os deputados e senadores franceses, Sarkozy considerou que a religião muçulmana “deve ser tão respeitada como outras religiões”, mas sublinhou que “a questão da burqa não é um problema religioso, é um problema de liberdade e de dignidade da mulher”.

 

Quando Sarkozy diz que a burqa não é bem vinda em França, o que está verdadeiramente em causa? Para defender outros valores e outras concepções civilizacionais restringe-se a Liberdade? Será que ao tomar esta posição estará a defender a la longue uma França plural e imune a extremismos que minam os alicerces da própria sociedade francesa?

Aqui está uma discussão essencial, não só para França, mas para todos os países ocidentais com largas comunidades de origem islâmica...

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Face ao resultado e perda dos socialistas, em França e em Espanha, vale a pena recordar o que por aqui se escreveu há uns tempos:

 

Sarkozy, que governa o país sem rumo e lidera a UE mediante a reacção, pode continuar a refastelar-se e fazer as piruetas que quiser, pois 2012, com o PSF como está, o líder da direita sujeita-se a fazer um passeio triunfal para manter a sua residência oficial no Eliseu até 2017. (24/11/08)

 

Não prevejo, infelizmente, melhores dias para o Executivo do PSOE. (09/04/09)

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Selon les premières estimations TNS-Sofres, l'UMP arrive largement en tête avec 28,3 % des voix suivi du PS avec 17,5%.

 

A confirmar-se a projecção TNS, o PSF nem atinge os 20% dos votos, conforme as sondagens indicavam.

 

A UMP, de Sarkozy, mesmo sem um resultado esmagador, longe disso, ganha com grande conforto.

 

O socialismo gaulês continua a afundar-se e os franceses dizem isso nas urnas.

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Sarkozy foi eleito Presidente da República francesa há precisamente dois anos. Um pouco por toda a Europa, a direita sorria e esperavam, muitos, em França como no Velho Continente, um novo futuro para os franceses e europeus.

 

Volvido este tempo, dois em cada três franceses estão desiludidos com o seu Chefe de Estado. Caso para dizer: só se iludiu quem quis.

 

Todas as promessas de Sarkozy modernizar a França estão na gaveta. Não é por acaso que os sarkozistas entusiastas de há dois anos nunca mais se pronunciaram. Sarkozy continua a ser o que sempre foi: um político de muita parra e pouca uva. (Publicado no Palavra Aberta)

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O presidente francês, Nicolas Sarkozy, menosprezou o presidente americano, Barack Obama, a chanceler alemã, Angela Merkel, o presidente do Governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, e o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, ao mesmo tempo que indicou o primeiro-ministro de Itália, Silvio Berlusconi, um exemplo a seguir.

 

Esta é a conclusão que se tira das declarações feitas pelo presidente francês nesta quarta-feira a um grupo de deputados franceses durante um almoço de trabalho, e que foram publicadas hoje pelo jornal Libération numa peça intitulada «Sarkozy considera-se o chefe do mundo».

 

Palavras para quê? É um artista francês que tem como exemplo alguém que diz, a quem acaba de ver ruir a sua residência e tem de encontrar albergue numa tenda que tal é o mesmo que passar um fim-de-semana num parque de campismo.

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Le Pen reafirma que câmaras de gás são pormenor da 2ª Guerra Mundial

 

Continua o branqueamento histórico, da II Guerra Mundial, por parte do líder da Frente Nacional (francesa).

A amnésia é sempre uma grande aliada das posições irracionais.

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Caro Filipe,

 

Já que se refere a França, e apesar de considerar que Sarkozy tem feito um mandato pobre e com uma condução política sem sentido, a sua governação tem sido um ziguezague constante, eis dois pontos positivos do actual poder francês.

O primeiro, simbólico e bastante material, o regresso da França ao núcleo duro da NATO. Este é um assunto a que certamente voltaremos a debater em breve, mas é, sem dúvida, uma boa e significativa marca.

O debate parlamentar de terça-feira, do Primeiro-Ministro, François Fillon, tanto com os gaulistas de direita, saudosos do RPR, como com os gaulistas de esquerda, representados pelo socialismo retrógrado que infelizmente ainda domina o PSF, foi um momento com alguma comédia e drama, entre quem quer lançar a França para o futuro e quem gosta de mitos do passado e não responde ao presente.  

O outro, e não menos relevante em termos de segurança e coesão social, o da criação de grupos especiais da Polícia para lidar com a delinquência urbana.

Após muitas promessas, três anos depois do "terramoto urbano" começam a aparecer propostas e intervenções, que tanto devem ser de polícia, quando isso requer, como social, que deve ser contínua. 

Parece haver, finalmente, uma estratégia urbana, que bem merece a atenção de outros países, como Portugal, pelas medidas que vão ser implementadas e pelos resultados que a acção vai gerar. 

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"O Governo vai cometer um erro se subestimar a violência contida. violência que ainda não foi revelada, mas cujo sentimento existe, e é sempre possível. O Governo tem que compreender a situação e nós estamos preocupados com o facto de o presidente se estar a agarrar a dogmas económicos pelos quais foi eleito, mas que desapareceram varridos pela crise", afirmou o dirigente sindical René Valladon.

 

Não é só no sindicalismo português que se faz de conta que o mundo não mudou e há novos e complexos desafios para enfrentar e responder.

Em França, até mais do que cá, há quem continue a pensar que o Estado pode garantir tudo a todos - como se isto não representasse um grande peso para os contribuintes.

A greve geral gaulesa de hoje, veremos qual a proporção que assumirá, apenas serve para perder tempo. Apenas se contesta, nada se apresenta. Apenas se reclama, já nem o impossível se reclama como possível.

A França, como quase toda a Europa, precisa de mudar de modelo social, por forma a garantir direitos e deveres, que de outro modo podem perder-se, devido ao esgotamento do actual sistema.

Há quem não queira ver e entender a nova realidade, mas já é tempo de a começar a apreender.

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Continuando na actualidade política francesa, aqui fica uma notícia curiosa. O MoDem de François Bayrou exige a realização de um referendo para a aprovação da reintegração da França na estrutrura militar da NATO.

O curioso é que Bayrou utiliza os argumentos de Charles DeGaulle para contrariar as posições tomadas pelo... partido gaulista de Sarkozy.

Ironias da história.

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Mon cher ami Filipe,

 

Andas tão entusiasmado com as medidas do Chefe de Estado gaulês, por isso deixo-te a leitura de alguém que é quase insuspeito e sendo do teu campo político não partilha do mesmo entusiasmo. Pelo contrário.

 

Villepin critique la «vision un peu courte» de Sarkozy

L'ancien premier ministre estime que la politique de l'actuel chef de l'Etat face à la crise «n'est pas à la hauteur».

 

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Aqui fica a entrevista dada pelo presidente francês Sarkozy a um canal de televisão a respeito do seu plano de combate à crise.

Em França, um país muito propenso a agitações sociais e a proteccionismos tem aqui uma liderança que diz que esta crise não pode ser uma desculpa para parar as reformas já iniciadas, mas antes um catalizador para que estas realmente se façam.

Tão diferente de Portugal...

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