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A caminho do emprego, escuto na TSF o líder da FENPROF, Mário Nogueira a apelar a todos os deputados que são professores, que pensem como classe profissional durante o debate sobre o modelo de avaliação de professores, em vez de “obedecerem aos partidos”.
 

Não me contive e em pleno trânsito tive que dar uma sonora gargalhada.

 

Qual foi a última vez que Mário Nogueira colocou os interesses da classe profissional dos professores, acima dos interesses de pura táctica eleitoral e desobedeceu ao PCP?

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"Há brincadeiras que, pura e simplesmente, não são admissíveis. Os professores não estão nas aulas para brincar e os alunos também não podem estar", afirmou Mário Nogueira.

 

Depois de gozar, humilhar e escarnecer de todo o sistema educativo, do ministério e de todos os responsáveis, depois de insultar e promover o desrespeito por parte de alunos e professores, depois de incentivar e ser conivente com "dispensas de aulas para realização de trabalhos de campo na cadeira de acção directa ou anarquia aplicada", depois de demonstrar a todo o País que não é o melhor acordo que pretende para os professores mas a guerra pura e simples sem qualquer avaliação que seja, excepto a mais estúpida versão da auto-avaliação, Mário Nogueira não tem moral para fazer estas declarações....sem laranjas ou ovos na mão!

Todo e qualquer professor, a sério, dos que trabalham mesmo, preparam e dão aulas, saltam de reunião para aula e de volta para reunião em vez de cirandar em pseudo-encontros e férias administrativas nas falanges dos sindicatos sustentadas pelo erário público, tem ainda autoridade para fazer estas declarações.O Mário...não!

Estes professores têm a moral, têm a sua quota de razão, merecem aliás mais respeito e dignidade, merecem até muito melhor representação, agora o Mário....nem pensar!

Realmente há brincadeiras que pura e simplesmente não são MESMO admissíveis!

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Síndrome de Asperger, vertente do vulgo autismo. Suspeito.

 

Dizem-me os meus parcos conhecimentos de medicina que este síndrome caracteriza quem dele sofre, entre outras coisas, pela interpretação literal das palavras que ouve e pela vivência num mundo seu, por vezes desligado da realidade. Fazem uma interpretação literal do que ouvem, não adiantando explicar "devagarinho", na medida em que se trata de uma inaptidão funcional. Têm como virtude o facto de serem geralmente brilhantes no "nicho" a que se dedicam, porque o vivem com níveis máximos de intensidade e dedicação.

 

Poderia ser este o diagnóstico da criatura Mário Nogueira. O grave é que não é.

 

Como não percebe que a avaliação é um ponto encerrado? Mais que isto, já se começa a banhar na habitual má fé, iniciando pressões num tema que terá o primeiro round negocial nas primeira semanas de Janeiro...

 

O costume.

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A Dama de Ferro Maria de Lurdes Rodrigues desejou hoje Feliz Natal e um Próspero Ano Novo a todos os Professores. O Natal traz a Avaliação no Sapatinho.

 

Respeito muito a classe  dos Professores, mas jamais compreenderei o seguidismo facilitista das ideias preguiçosas e pouco exigentes de Mário Nogueira e da FENPROF. Estas semanas voltaram a deixar uma coisa bem clara: o problema não é esta avaliação, o problema é a avaliação.

 

A Ministra não esteve irrepreensível ao longo do processo, mas soube ceder q.b., soube ouvir e soube dar oportunidades de entendimento dentro daquilo que era o patamar mínimo exigido: o da avaliação já, imediatamente, este ano lectivo. 

 

Ao Camarada Mário Nogueira fica o recordar de um ditado popular: as vozes do burro não chegaram ao céu. É bom que perceba isto, aos poucos os Professores vão compreendendo como foram manipulados. É que o tempo traz a consciência.

 

 

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Primeiro foi o líder da Pró-Ordem dos professores, Filipe do Paulo, que apelou ontem ao diálogo com o Ministério da Educação e criticou o radicalismo da Fenprof. Posição seguida depois por Eleonora Bettencourt, do sindicato dos Professores do Pré-Escolar e Ensino Básico, ao defender a aplicação deste modelo de avaliação, depois de ainda mais simplificado, e acusar a Fenprof e a FNE de terem transformado a luta contra este modelo numa questão política. O porta voz da Plataforma nega a divisão do movimento sindical, mas a manifestação de disponibilidade para negociar do secretário de Estado começa a surtir efeito..

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Nem uma palavrinha da FENPROF ou do PCP?Ops, um pleonasmo!

Estes aliados de ocasião por vezes tornam-se inconvenientes, os alunos, mas são eles a causa, o efeito, o objecto, o que mais importante o sistema de ensino contém, mas não parece muito, pois não?

Por acaso a apresentação da proposta de método de avaliação da FENPROF também passou algo discreta, sem grande comentário ou visibilidade, por exemplo de Mário Nogueira, será por ser um pouco, como direi, RIDÍCULA! 

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E se de repente o "passado", Carvalho da Silva, se candidatasse a uma Câmara Municipal Municipal famosa por uma coligação de esquerdas puras e imaculadas?

Claro, para isto teria de fazer finalmente a vontade ao Comité Central do PCP e colocar a CGTP nas mãos de um operacional bem mais duro e persistente, ou se preferirmos, menos sensato, mais obtuso e cumpridor das orientações da Soeiro Pereira Gomes.

Mas isso implicaria uma mudança antecipada no mandato de Carvalho da Silva, reeleito em Fevereiro deste ano...como é que se trataria desta troca?

Lembra-me um anúncio já antigo...

 

 

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A manchete de ontem no DN, e que pode ser consultada na integra aqui, é reveladora do espírito construtivo e de progresso (…), com que Mário Nogueira e a sua parafernália de sindicatos, se encontra a negociar com a Ministra da Educação.


Ficámos portanto a saber que a proposta alternativa ao modelo de avaliação, que Mário Nogueira anunciou durante dias, cheio de raiva, prepotente e chegando a ser insultuoso, é afinal um modelo de auto-avaliação.

 

Ou seja, o que os sindicatos propõem é que sejam os professores a avaliar-se a si próprios. Compreendo agora o terem sido contra a imposição de quotas máximas para as avaliações de bom e excelente.

 

Como diria Scolari…e o burro sou eu?

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Manual de Guerrilha e o Público mente

 

Deixo também o Cartaz da Semana:

 

25 de Novembro - protesto nacional dos professores descentralizado na zona Norte
26 de Novembro - protesto nacional dos professores descentralizado na zona Centro;
27 de Novembro - protesto nacional dos professores descentralizado na zona da Grande Lisboa;estreia nacional de Madagáscar 2, Cidade dos Homens, O Perigo Espreita, O Sorriso das Estrelas e Quatro noites com Anna.
28 de Novembro - protesto nacional dos professores descentralizado na zona Sul

29 de Novembro - Início do XVIII Congresso do PCP comemorando a perda de 1/3 dos militantes com a apresentação destas "Teses".

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Aprendi uma coisa na vida, não se cede a terroristas.

Se o fizermos, é o fim do estado de direito.

 

O que se passará agora?

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«A guerra aberta entre os professores e a ministra da Educação é um manancial de perplexidades e incómodos. Registo alguns dos que me tocam.

1. É normal a ministra da Educação receber o líder da Fenprof, Mário Nogueira, depois de este afirmar que sairia da reunião caso a ministra, nos primeiros cinco minutos de conversa, não dissesse o que ele queria ouvir? Uma ministra, que representa o Estado, deve negociar nestas condições?

2. É normal um Governo desencadear um processo de avaliação sem, pelo menos, acautelar que um número significativo de visados compreende e aceita o modelo proposto?

3. É normal as escolas decidirem e, efectivamente, suspenderem um processo ao qual estão obrigados por lei e pela dependência orgânica do Ministério da Educação?

4. É normal existirem professores que, dentro do espaço da escola, façam autênticos comícios junto dos alunos contra a ministra e o Governo? E é normal que esses e outros professores incentivem alunos a ir a manifestações de rua contra a ministra?

5. É normal que um processo de avaliação seja tão odiado que leve 120 mil professores para a rua? Ou tudo isto não passa de uma explosão dos professores que ainda tem em vista o Estatuto da Carreira Docente que os obriga a muito mais permanência nas escolas, a mais trabalho e a mais dedicação?

6. É normal o Ministério da Educação apresentar um modelo de avaliação tão complexo que, passados uns tempos, necessita (segundo afirma a própria ministra) de um ‘simplex’?

7. É normal os professores verem-se envolvidos numa clara e evidente disputa pela liderança da CGTP, pelo facto de o líder da Fenprof ser o nome que o PCP gostaria de ver à frente da central, para substituir o ‘moderado’ Carvalho da Silva?

8. É normal que o próprio conceito de avaliação tenha de ser discutido pela ministra como se de uma questão política se tratasse, e, ao invés disto, nunca se ver uma discussão séria sobre a qualidade do ensino o qual, de acordo com os indicadores internacionais, é lamentável?

9. É normal nunca termos visto uma classe tão mobilizada como os professores protestar contra a degradação do ensino ou qualquer outro aspecto directamente relacionado com a Educação, mas apenas com as suas próprias condições e retribuições?

10. É normal um Conselho de Ministros discutir como se devem avaliar professores?

Estas 10 perguntas simples têm, a meu ver, todas a mesma resposta: não, não é normal.»-Henrique Monteiro- [Expresso assinantes] - recolhido via Jumento

 

Aproveitando o bom trabalho e a generosidade d' O Jumento deixo um artigo de opinião de Miguel Sousa Tavares que é imprescindível ler.

 

NÃO SE GOVERNAM NEM SE DEIXAM GOVERNAR

 

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Mário Nogueira pode chamar canalha ao Primeiro Ministro e à Ministra da Educação, aos microfones duma rádio, que não tem problema nenhum, o Presidente da República pode questionar a Lusa sobre o espaço dado a uma noticia, tudo normal.Nos tempos do Luís Delgado é que a Lusa era boa e imparcial, agora deve andar "manipulada e manietada"!

 

Neste contexto politico-mediático porque diabo haveria de ser um problema MFL meter os pés pelas mãos com o salário mínimo nacional, desemprego ucraniano e cabo-verdiano, obras públicas e suspensão da democracia?São lapsos (ou não!) que demonstram falta de jeito, de vontade ou empenho, que provam erros passados ou presentes, mas fazer disto um circo também não vejo qualquer necessidade ou justificação.

MFL é um "zombie-politico" (*) e apenas a manifesta falta de qualidade da liderança do CDS/PP impede o PPD/PSD de sofrer uma razia no seu eleitorado mais à direita.

Tivesse o CDS/PP um lider com "aroma liberal e sabor não recauchutado" que certamente cresceria exponencialmente, mas não, Paulo Portas é o seguro de vida do PPD/PSD.

Por enquanto, no futuro, com Pedro Passos Coelho na liderança laranja a chamar a si os "liberais","proto-liberais" e "wanna be liberais" o CDS/PP vai definhar...ainda mais.

 

Vamos fazer um teste...e se eu chamar canalha ao Mário Nogueira?E se eu chamar canalha ao Mário Nogueira numa rádio em directo?E se eu o fizer enquanto representante de alguma organização ou instituição?

Estaria a ser mal educado, a faltar ao respeito ao senhor Mário Nogueira e à organização ou instituição que o mesmo representa, estaria a conspurcar o nome da organização ou instituição em nome da qual eu próprio estivesse a falar....PRECISAMENTE!

Posto isto, o que dizer da conduta de Mário Nogueira?E da imagem que reflecte sobre a organização, ou organizações, que representa?

 

(*) Nota - por "zombie-politico" entenda-se alguém que no desempenho ou cumprimento de um cargo ou missão politica ultrapassa a etapa ou patamar a partir da qual já não tem qualquer hipótese ou esperança de alcançar qualquer sucesso ou vitória, por mínima que seja.Quer esteja consciente ou inconsciente dessa mesma realidade.

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15/Abril/2008 - Mario Nogueira:


Referindo-se a alguns movimentos de professores que não aprovam a definição do memorando de entendimento com o Ministério da Educação, o líder sindical afirmou que “apenas querem dividir” e “desvalorizar a luta dos professores”. E sublinhou que a ministra da Educação “cedeu em matérias que disse que eram pontos de honra”.
O coordenador da Plataforma Sindical salientou que o entendimento é favorável aos professores, pois possibilita uma avaliação simplificada e uniformizada no presente ano lectivo e permitirá uma posterior reavaliação do “repudiado” modelo de avaliação a aplicar no próximo ano lectivo.
Mário Nogueira referiu mesmo que a aplicação integral do modelo de avaliação dos professores em 2008/2009, a título experimental, seria positivapositiva ao “provar que aquilo é inaplicável e inadequado”. - contributo enviado pelo leitor Jerónimo

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«Lisboa, Almada, Barreiro e Seixal encabeçam as localidades onde os protestos foram mais significativos. «Nós tivemos uma grande preparação para esta manifestação. Estivemos três ou quatro semanas a distribuir documentos nas escolas. Os estudantes saem daqui com uma percepção maior do que é a luta e porque é que estão a lutar», disse, ao Avante!, João Martins, da José Afonso, no Seixal. » no Avante

  

Antes do Verão o líder da Fenprof era visto em tudo quanto era local onde Sócrates ia, tanto abusou da estratégia que teve que desistir, começava a enjoar. O líder da Frenprof e os professores do PCP desapareceram.

Agora são os "pioneiros" que fazem esperas à ministra da Educação para lhe atirar ovos, tornando impossível qualquer deslocação a uma escola.

Estamos perante duas tácticas idênticas protagonizadas e organizadas pelos mesmos, em comum têm o sinal da intolerância, o desrespeito pelas ideias diferentes, a intenção de desestabilizar o sistema de ensino.

É tempo de o PCP assumir publicamente aquilo que faz e que agora chegou ao extremo de usarem crianças e jovens com objectivos políticos, como tropa de choque só porque os truques do líder da Fenprof começaram a ficar evidentes - no Jumento

 

Adenda:

Várias centenas de professores estão desde o princípio da tarde de hoje concentrados no Marquês de Pombal, em Lisboa, numa manifestação de protesto contra a política de educação, sete dias após a maior manifestação de sempre de docentes. "Podíamos ser muitos mais se não tivesse havido a manifestação de sábado passado", disse José António Farinha, do Movimento de Mobilização e Unidade dos Professores (MUP).

 

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