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Deixe-mo-nos de tretas e olhemos de FRENTE para a imundície que é a fossa séptica pestilenta BPN com a mesma minúcia e detalhe (mas sem invenções ou manipulações, por favor) com que se olhou alguns "casos" recentemente ou como se deverá deveria sempre olhar para qualquer "caso" de "aparente" corrupção.

O Freeport foi o Freeport.Tentaram algo que não pegou.Temos pena.O Face Oculta será o que for.Eu ainda esperei pelo "Apito" e vou "deitando o olho" ao "Furacão" mas a esperança de que alguém dê um pontapé na caixinha da Tia Pandora, confesso, não é muita.Assumo a minha descrença.

Agora, deitarem, descarada e despudoradamente, areia para os olhos dos portugueses sobre a maior fraude desde o Alves dos Reis, fazendo de todos nós "tolinhos", ISSO NÃO!

A imagem Bíblica de fazer passar um camelo por uma agulha pode ser um enorme exagero ou então um erro de tradução do original aramaico ("gamla", camelo; "gamala", corda grossa), mas tentar fazer Cavaco Silva passar por competente e honesto começa a ser mesmo como tentar fazer passar um grande camelo pelo buraco duma agulha bem pequenina....!


 

 

Perguntas  da VISÃO sem resposta


Estas são algumas das questões enviadas a Cavaco Silva, para Belém e para a sua direção de campanha.

- Pode o senhor Presidente da República confirmar que adquiriu a propriedade do atual lote 18 da Urbanização da Coelha (Sesmarias, Albufeira) à empresaConstralmada?
- Essa transação foi feita através de uma permuta de terrenos?
- Por que valores foram avaliados os terrenos que adquiriu, e os que cedeu?
- Recorda-se do ano em que foi feita a escritura pública desta transação?
- Tinha conhecimento que a referida empresa, a Constralmada, era detida pela Opi-92, empresa de que eram acionista o Dr. Fernando Fantasia?
- Quem lhe propôs a permuta?
- Recorda-se do cartório notarial onde foi firmada a escritura pública desta transação?

 

 

publicado também aqui

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O BPN não é "A" razão para não votar no candidato Cavaco Silva. É apenas e tão somente a etiqueta dum baú cheio de mofo, pó e teias de aranha, onde abundam "estórias com ou sem café", "novelas secas e molhadas", "azares e coincidências", "conhecimentos e desconhecimentos" insólitos e inusitados. É muito azar para um Presidente só!

Para quem governou com grande parte da comunicação social nacional ainda "controlada" pelo seu Governo, o ex ministro das finanças "pré FMI em Portugal", o ex-primeiro ministro e actual recandidato a Presidente da República, não conspira nada mal, comunica horrivelmente e explica-se ainda pior. Parece um "Professor" que não gosta de ensinar, apenas de dar lições de moral aos pupilos!

 

 

 

 

Publicado em estéreo aqui nesta chafarica

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As palavras de Cavaco Silva no debate com Manuel Alegre a propósito da alegada incapacidade da gestão CGD para "recuperar" o imenso buraco deixado pelos amigos no BPN são de uma tal atrocidade, são tão grotescas e tão cinicamente hipócritas que apenas uma "espécie de amostra" de república das bananas, onde um Presidente da República se aguentasse no cargo após ser "apanhado" a manipular informação e a conspirar para montar "cabalas" em capas de jornais, o poderia reeleger por convicção ou falta de opção!

Eu gosto de bananas, mas não suporto que me tentem fazer passar por tolinho!

Também por isto,em 2011 ir-me-ei dedicar a alguns temas que normalmente causam "alergias", Guerra Colonial, Descolonização, Camarate e Fundo das Forças Armadas, Bolama e a venda de armas durante o conflito Irão-Iraque.São temas interessantes que merecem, na minha opinião,atenção. Causaram muito sofrimento a muitos portugueses e uma bela fortuna a uns quantos...indivíduos.

Temos de parar com (a mania) o hábito de meter a sujidade para debaixo do tapete.Os se aspira, ou se varre ou se lava, mas debaixo do tapete, durante muito tempo, começa a cheirar mal!

Muito mal cheira esta "estória" mal contada do BPN.Vir agora Cavaco Silva bater no peito e cobrir-se de cinza, clamando aos céus por vingança na defesa do seu bom nome, gritando ao vento que todos deviam nascer duas vezes para serem tão puros e imaculados quanto ele...suscita-me repulsa!Lamento...

Em vez de nascer duas vezes, alguns deveriam era passar uma eternidade no Purgatório para expiar a culpa do estado a que chegamos depois de tanta incompetência, tanto erro e tanto roubo....

  

 

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O jornal Expresso noticia esta semana que Charles Smith desmentiu as declarações que ele próprio fez... Não sei. Porque devemos valorizar mais o desmentido do que as declarações iniciais?

 

A estratégia parece ser agora desacreditar o personagem que coloca em causa José Sócrates. Nada melhor que evidenciar esta contradição. O problema é que para alguém com o perfil que querem traçar de Charles Smith, este seria o comportamento típico: Confrontado com declarações controversas, tende a desmenti-las quando publicamente confrontado com elas. Típico.

 

O investimento na estratégia é grande. A notícia é primeira página do jornal Expresso. Mas atente-se: Existe uma deliberada tentativa de confundir o rigor dos factos: o desmentido de Charles Smith perante a afirmação de que José Sócrates é corrupto (tal como foi afirmado na tal gravação no DVD) foi conseguido por uns advogados contratados (alegadamente pela Freeport).

 

Trata-se portanto de um processo de investigação privado. Não foi perante a polícia nem perante quaisquer autoridades judiciais. Foi uma confissão obtida não se sabe em que condições. Pode ser até que Charles Smith venha a fazer declarações idênticas à polícia, nomeadamente à inglesa que se encontra a investigar o caso que envolve o primeiro ministro português. Não me surpreenderá. O facto é que a notícia do Expresso deixa (deliberadamente?) a dúvida sobre quem recolheu a dita "confissão".

 

A propósito, também me recordo que após as declarações do tio de José Sócrates "soube-se" de que o dito tio teria uma doença que lhe provocava falta de memória e confusões... Mesmo a propósito...

 

Mas o que importa mesmo é saber durante mais quanto tempo suporta o país esta situação de suspeições sistemáticas sobre o primeiro ministro de Portugal.

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Durante mais quanto tempo vai resistir o país com um primeiro ministro sobre quem são lançadas recorrentemente suspeitas de corrupção? Acusações gravadas e publicadas, condutas mal explicadas, justificações omitidas.

 

E internacionalmente? como será visto um país dirigido por alguém que está envolvido num processo de investigação de corrupção pelas autoridades inglesas?

 

Por mais quanto tempo suporta Portugal esta situação?

 

 

 

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Mas quem dúvida das pressões?! Primeiro o Público, depois o Correio da Manhã, de seguida a TVI e agora os procuradores... Então não é este o comportamento habitual?

 

Mas já se esqueceram de quando o primeiro ministro e os seus assessores telefonam para jornalistas e directores de jornais? Não são pressões? Todos os dias!

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Seis milhões e meio de euros de duas empresas do grupo Freeport terão dado entrada na Vieira de Almeida & Associados, sociedade de advogados, a pretexto de prestações de serviços e adiantamento de despesas na compra dos terrenos para o outlet de Alcochete – um valor apurado nas recentes buscas levadas a cabo pela investigação do Ministério Público.

 

in Correio da Manhã

 

 

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Caso Freeport
Polícia inglesa suspeita de José Sócrates

A polícia inglesa considera que José Sócrates é suspeito de ter «solicitado, recebido, ou facilitado pagamentos» no âmbito do licenciamento do Freeport.

O pequeno envelope continha uma grande bomba. No passado dia 19 de Janeiro, chegou a um gabinete do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), na Avenida Alexandre Herculano, em Lisboa, uma carta rogatória enviada pela polícia inglesa. Nesse documento, diz-se, explicitamente, que o primeiro-ministro José Sócrates é suspeito de ter «solicitado, recebido ou facilitado pagamentos» no âmbito do processo relativo ao licenciamento do empreendimento Freeport, em Alcochete.

 

A carta foi enviada pelo Serious Fraud Office – a unidade da Justiça inglesa que averigua o crime económico mais complexo e que, desde 2007, investiga alegados desvios de dinheiro relacionados com a aprovação da construção daquele outlet.

in Visão

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José Sócrates, o secretário de estado Rui Gonçalves, o ministro Silva Pereira e outros, têm insistido nos argumentos de que não houve pressa na viabilização do empreendimento Freeport e de que a alteração da zona de protecção especial do estuário do Tejo não teve relação com o processo Freeport.

 

As evidências e os factos têm demonstrado que os protagonistas referidos não têm dito a verdade. Hoje mais uma prova de que entre o discurso e a realidade existem insanáveis contradições.

 

Por um lado, um processo que leva anos a avançar, com um ritmo lento em que entre as várias etapas, entre os vários serviços, passam meses, de repente, quando o governo fica demissionário e no momento em que se pretende viabilizar o Freeport, o processo ganha uma velocidade alucinante em que várias etapas são cumpridas num mesmo dia.

 

Por outro lado, quanto à relação entre a alteração da ZPE e o Freeport, desmentindo a posição de Sócrates e do governo, é a própria fundamentação do decreto-lei proposto pelo ICN que afirma que o objectivo "é permitir uma “intervenção urbanística requalificadora da área” das fábricas desactivadas, incluindo a Firestone (*)."
 

(*) onde se localiza o Freeport

 

Aqui fica um excerto da notícia do Público, mas que vale a pena ler na íntegra:

 

Durante os doze meses que se seguem o processo não sofre qualquer avanço, coincidindo esse período com a discussão final da avaliação de impacte ambiental do Freeport. Só em 1 de Março de 2002 é que o ICN remete ao secretário de Estado um documento que reproduz quase integralmente o parecer de Carlos Guerra do ano anterior e que é acompanhado por uma proposta de decreto com data de 2001 (sem indicação de mês ou dia). O documento explica, ao contrário do que o Governo tem afirmado nos últimos dias, que um dos objectivos do diploma proposto é permitir uma “intervenção urbanística requalificadora da área” das fábricas desactivadas, incluindo a Firestone.

No mesmo dia 1 o presidente do ICN dá o seu “concordo” e, também nesse dia, Pedro Silva Pereira aprova a proposta de decreto e remete-a ao gabinete de Sócrates “tendo em vista o agendamento para reunião do Conselho de Ministros”.

Treze dias depois, no mesmo dia em que é aprovada a declaração de impacte ambiental que viabiliza o Freeport em termos ambientais, o decreto é aprovado. Contrariamente às obrigações legais de Portugal junto da União Europeia, a Comissão não foi previamente ouvida
.

 

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A entrevista de Mário Crespo ao ministro Pedro Silva Pereira foi muito interessante do ponto de vista do que foi dito, como foi dito e do que ficou por esclarecer.

 

O grande momento da entrevista foi quando Mário Crespo se cansou do sistemático jogo de palavras de Pedro Silva Pereira e irritado confrontou o ministro com essa atitude.

 

Pedro Silva Pereira não trouxe nenhum elemento novo que contribuísse para o esclarecimento do caso Freeport e do envolvimento de José Sócrates no processo. Antes jogou com as palavras e tentou confundir com datas.

 

O melhor exemplo deste esforço de tentar confundir os factos foi o da data do decreto-lei que alterou os limites da zona especial de protecção do estuário do Tejo.

 

Mário Crespo: "A alteração da zona de protecção do estuário do Tejo foi tomada na mesma altura da aprovação final do Freeport?"

 

Silva Pereira: "falso: uma é de Março, a outra é de Maio"

 

Mário Crespo diz, isso são as datas dos documentos legislativos, não a data de decisão, que é a do mesmo Conselho de Ministros em vésperas de eleições. Tem uma decisão a ver com a outra?

 

"Falso" diz Silva Pereira, porque se tratou de retirar da zona de protecção uma fábrica de pneus.

 

Só que, diz Crespo, a área da fábrica de pneus é a mesma da zona mais sensível do Freeport...

 

E quanto à fábrica de pneus, é mais uma vez um elemento para tentar confundir, uma vez que se sabia que a fábrica não continuaria. Se não houvesse intenção de viabilizar o empreendimento Freeport, então a alteração aos limites da ZPE não era necessária pois a fábrica deixaria de existir. Se não houvesse intenção de viabilizar o Freeport, o que seria natural seria reabilitar o espaço ocupado pela tal fábrica e devolve-lo renaturalizado, pois já integrava a ZPE do estuário do Tejo.

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Ontem a SIC e a RTP conseguiram falar com Charles Smith. Recorde-se que Charles Smith estará a ser investigado pela polícia britânica depois de uma alegada gravação de uma conversa deste com administradores da Freeport em que afirma o pagamento de luvas a políticos portugueses como contrapartida da viabilização do projecto Freeport.

 

Charles Smith é questionado pelos jornalistas sobre um encontro com José Sócrates. Responde de forma inequívoca que esteve reunido no ministério do ambiente mas que não esteve com o primeiro-ministro.

 

Quem vem agora suportar a argumentação de que José Sócrates não falou com Charles Smith com o testemunho do próprio, deve ter em conta que é o mesmo que terá afirmado que pagou luvas a políticos portugueses no âmbito do caso Freeport. E dessa vez? Mentia ou dizia a verdade?

 

O que me parece óbvio que faltou naquela oportunidade que os jornalistas tiveram de confrontar Charles Smith, foi a pergunta sobre as tais "luvas" que ele terá afirmado ter pago. Era uma pergunta óbvia que falhou... É que se ele diz que pagou, necessariamente sabe a quem...

 

E o crédito que essa resposta teria, seria o mesmo daquela que deu sobre o encontro com José Sócrates.

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Antigo secretário de Estado confirma falha no caso Freeport
 
 Mário Ferreira de Almeida confirma a existência de uma “irregularidade legislativa” no processo de licenciamento do Freeport

 

 O membro do Governo de Durão Barroso que herdou o projecto do espaço comercial Freeport adianta ter detectado uma “irregularidade legislativa” no decreto que alterou a Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, a somar a uma “quebra do compromisso” assumido com a União Europeia. Mário Ferreira de Almeida, antigo secretário de Estado do Ordenamento do Território, revela que o Ministério do Ambiente chefiado por José Sócrates não ouviu ambientalistas ou autarquias.

 
Em declarações à rádio TSF, Mário Ferreira de Almeida fez ontem novas revelações sobre o processo de licenciamento do complexo comercial Freeport, em Alcochete. Segundo o antigo secretário de Estado do Ordenamento do Território, o Executivo socialista de António Guterres não esclareceu as instituições europeias sobre os motivos que levaram à alteração da Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo.

in RTP

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O ESTADO DAS COISAS

«O Sol noticiou o caso Freeport. Os recentes actos judiciais mostraram que com razão. O assunto não tem a ver com eleições, mas com acções duma justiça independente, a britânica. Segundo a imprensa, por causa das notícias do Freeport, o Sol foi agora alvo duma acção de controle político por parte do PS, que controla o BCP, accionista do jornal. O PS de Sócrates quer calar o Sol por causa duma investigação que aparece nas notícias e comentários relacionada com Sócrates. Este PS de ditadura político-financeira já não é o mesmo de 1975, do caso República. A Controlinveste despediu 122 pessoas, incluindo dezenas de jornalistas do DN e do JN: eis o preço da subserviência editorial ao governo; os cidadãos não querem ler jornais alinhados com o poder. Os jornalistas que vivem o medo nas redacções deveriam reflectir se vale a pena calar-se perante linhas editoriais assim. Como proletários que são e como os proletários de ontem, deveriam ver se têm alguma coisa a perder em opor-se a isto. Jardim, na Madeira, aproveitou para despedir no dia seguinte 20 pessoas do “seu” jornal regional. Que esperto foi: a central de propaganda do PS e governo, sempre pronta a atacá-lo, nem tugiu nem mugiu.»

 

Eduardo Cintra Torres, no Público.

 

 

retirado do "comunicar a direito"

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A jornalista Felícia Cabrita denunciou hoje, em entrevista na TVI, pressões que terão sido exercidas sobre o jornal Sol para que não continuassse a investigar o caso Freeport.

 

Era inevitável. Corresponde ao estilo e à prática. O regime que José Sócrates pretende impôr passa pelo controlo e pressões junto da comunicação social. Desta vez, como noutras, há queixas de pressões sentidas. Resta saber se desta vez, como noutras, foi o próprio José Sócrates a exerce-las.

 

 

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«Se existe, como dizem que existe - eu não conheço - um e-mail de um filho do meu tio para o Freeport reclamando uma qualquer vantagem para si invocando o meu nome, considero isso um abuso de confiança. E considero que essa invocação é completamente ilegítima e inadmissível», afirmou o primeiro-ministro.

 

in Diário Digital

 

 

Reparem: "filho do meu tio", que é como que diz "o meu primo". Porquê? Porque há aqui uma intenção de criar distanciamento. Quando é feita de forma forçada como esta o resultado é patético. Quem diz, para se referir a um seu primo: "filho do meu tio"?

 

É um pormenor. Mas veremos mais à frente, com o desenvolvimento da investigação, que os problemas virão nos detalhes.

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José Sócrates disse que o licenciamento do projecto Freeport "foi feito obedecendo a todas as normas e exigências legais".

 

(*) Podia ter também explicado se essa "obediência" ocorreu antes ou depois de ter alterado a delimitação da Zona de protecção especial ao Estuário do Tejo para que o Freeport que estava "em cima" ficasse "de fora". Tudo isto a três dias das eleições legislativas de 2002 e feito por um governo que já estava demissionário...

 

(*) muito bem assinalado pelo Carlos Nunes Lopes

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Na reportagem da SIC Notícias, Sócrates apressa-se em afirmar que ouviu falar no "caso" em 2005 e em 2009 insinuando coincidência eleitoral. Esqueceu-se dizer que a primeira vez que ouviu falar no "caso" foi em 2002 quando o ministério que tutelava aprovou o "caso" depois de ter tido um percurso pelas entidades oficiais excepcionalmente célere...

 

De seguida o ministro Santos Silva, demonstra ter aprendido bem a lição do chefe: sublinha o facto de o "caso" ter sido referido em 2005 e agora, ambos anos eleitorais. É um facto, mas desta vez "esqueceu-se" que a insinuação é ridícula dado que a nova investigação foi provocada pelo sistema judicial inglês.

 

É claro que a tese da cabala política é o melhor argumento que Sócrates encontrou e foi o escolhido. Isto até podia resultar, mas o "pormenor" da investigação inglesa" torna o argumento ridículo.

 

Desta vez parece ser um "caso" sério...

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José Sócrates apressou-se hoje a enunciar a tese da cabala política. Sócrates deu o mote e resultou pois já tem muitos seguidores.

 

Sucede que este argumento tem duas fragilidades. Uma genérica porquanto afirmar que o caso (re)aparece relacionado com a proximidade eleitoral significa acusar o sistema judicial de ter uma agenda política. Será que tem? José Sócrates lá saberá... Por outro lado, no caso concreto, dizer isto, neste caso, sendo público que existe uma investigação a correr no Reino Unido, é quase patético pois é o mesmo que dizer que o ciclo político português condiciona o sistema judicial inglês...

 

É melhor que José Sócrates encontre rapidamente outro argumento pois este é fraco e facilmente desmontável...

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Esta era a notícia de há uns dias atrás. Na altura já todos sabiam de quem se tratava mas estranhamente o nome de José Sócrates não era referido explicitamente. Hoje foi...

 

Há uns dias aqui preferi não fazer comentários. Agora é impossível não fazer...

 

 

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Caso Freeport: vídeo prova pagamento de "luvas" a ministro português 

 

(*) para já...

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“Dinheiro público é como água benta: todos põem a mão”.
Provérbio italiano

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"Até Bin Laden pode dar opinião sobre investigações"

 

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Corrupção: Voltam a estar na moda "prendas" como no tempo de Al Capone - directora DCIAP

 

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PJ prende fiscal de obras

 

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A já fantástica produção de António Costa e do PS, "Rosalia no País das Maravilhas" conhece mais um episódio.

 

Não contentes com o esquecimento de candidatura ao QREN, o esquecimento das políticas de Juventude e o esquecimento de que ocupa o lugar de Vereadora, agora também o esquecimento de que seria de bom tom não contratar fornecedores de serviços que se encontrem implicados na acusação de cartelização.

 

Mesmo com toda a transparência e legalidade que acredito existirem no processo, parece-me que contratar uma destas empresas para servirem as refeições aos infantários e escolas de Lisboa é, no mínimo, um episódio digno da espada justiceira do Zé.

 

Se não acreditam, vejam a proposta 46, na página 11.

 

E não se preocupem, o Zé vota a favor! E a novela continua!

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Reparo, em baixo, num texto que tem como objectivo demolir Pedro Santana Lopes e o PSD num estilo, no mínimo, discutível.

 
Não me detenho quanto à forma ou estilo literário pois cada um faz o que sabe. Mas quanto ao conteúdo não posso deixar de fazer alguns reparos ainda que de forma construtiva. Desde logo um genérico: uma crítica séria e construtiva baseia-se em factos, nomeia-os e, tanto quanto possível, quantifica-os. De outro modo pode até parecer que só "se ouviu falar" mas não se conhecem os assuntos. Acreditando não ser esse o caso, Sugiro que em próxima oportunidade seja utilizado maior rigor.
 
É referida a proliferação de cartazes anunciando "banalidades". Ora, se admito que a cidade não sai beneficiada com excesso de suportes publicitários, não sei a que “banalidades” se refere em concreto. À criação de novos jardins? Ao serviço Lisboa alerta? Ao serviço Lisboa porta-a-porta? “Banalidades”? Em qualquer caso é sempre preferível do que ver a cidade de novo invadida por telas publicitárias sem critério e sem disciplina como sucede agora.
 
Depois a referência ao Casino e ao Parque Mayer. Depois de tantos anos esquecido pela câmara municipal, alguém apresenta um plano, mas mais importante, consegue meios financeiros para a sua recuperação. É que o casino de Lisboa é “apenas” um instrumento para viabilizar financeiramente a recuperação daquele espaço de cultura na cidade. É aliás com esse recurso que a actual gestão pretende recuperar várias coisas em Lisboa. Só mais dois “pormenores”: este processo do Parque Mayer (e da Bragaparques que só por manifesto esquecimento não foi referido) obteve o entusiástico apoio da actual vereadora socialista Ana Sara Brito. Só mais uma coisa: não eram seis meses. Eram oito. Uma questão de rigor.
 
Quanto ao estacionamento nos bairros históricos é referido que o condicionamento da circulação “esqueceu” os residentes… Ora só por manifesto desconhecimento se afirma que uma medida que permitiu dar exclusividade de acesso aos residentes os “esqueceu”.
 
A referência às alegadas alterações de símbolo da cidade também peca por manifesto desconhecimento e desatenção. O brasão da cidade nunca foi alterado. Foi alterado apenas um logótipo para identificar a cidade para fins de promoção. Aliás o que foi alterado foi um símbolo criado durante a gestão de João Soares que utilizava uma estrela. Com Jorge Sampaio tinha sido usado um corvo como símbolo. É um tema interessante que convém estudar. Deixo aqui a descrição oficial do brasão de Lisboa (que permanece desde 1940):
 
«de ouro, com um barco exteriormente de negro, realçado de prata e interiormente de prata realçado de negro, mastreado e encordado de negro com uma vela ferrada de cinco bolsas de prata. A popa e a proa rematada por dois corvos de negro, afrontados. Leme de negro realçado de prata. O barco assente num mar de sete faixas ondadas, quatro de verde e três de de prata. Coroa mural de ouro de cinco torres. Colar da Torre e Espada, listel branco com os dizeres: «MUI NOBRE E SEMPRE LEAL CIDADE DE LISBOA», de negro».
 
Finalmente um reparo à referência á corrupção na câmara de Lisboa: o texto menciona “inúmeros episódios que envolvem funcionários”. Quanto a esta afirmação aconselho a ter cuidado. Não sei se o autor pretende vir a ter uma carreira pública. Em qualquer caso não é admissível lançar uma acusação genérica ainda mais não provada, não quantificada e não concretizada sobre o conjunto dos funcionários da câmara municipal de Lisboa. Bem sei que o objectivo era atingir Santana Lopes e o PSD, mas nem todos os meios justificam todos os fins. Já agora, foi o PSD, por iniciativa de Carmona Rodrigues, que, pela primeira vez, tomou a iniciativa de solicitar uma sindicância aos serviços do urbanismo da CML, precisamente para pôr fim às sistemáticas suspeitas que recaem sobre estes há muitos anos. A diferença é que antes ninguém tinha querido averiguar…
 
 
António Prôa
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MFL e seus comentadores atacam o PS pela sua posição dominante no aparelho de Estado, nas redacções dos órgãos de comunicação social e nas principais empresas da economia nacional. Insinua a existência de um sistema de partido único quase imbatível. Conclui que a democracia está asfixiada. Em bom rigor, basta haver um caso de condicionalismo no financiamento público de uma iniciativa manifestamente meritória, fruto de retaliação face a uma qualquer intervenção ou militância crítica contra quem decide, para que tal seja verdade. E conhecendo, em medida aceitável, o aparelho de Estado central e distrital, certamente haverá muitos casos - já não me choca. Choca-me o silêncio da comunicação social e a passividade de tantos espíritos livres face a imbecilidades diárias de aparatchiks vis e incompetentes - sempre na esperança que lhes sobrem umas migalhas na correnteza, facilmente corroendo uma exigível ética republicana.

 

(texto completo in Ad confessionem)

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Nesta questão da corrupção todos os partidos políticos, todos os grupos de interesse na sociedade, todos os sectores de actividade, sabem do que se esta a falar, de algo mau, grave "ma non troppo", generalizado mais numas áreas que outras, mais evidente nuns casos que noutros, ciclicamente dá que falar, esporadicamente até dá que fazer.

O principal problema é cultural, num país nórdico é um vergonha ser apanhado a copiar, é humilhante ser apanhado a fugir aos (altos) impostos, em Portugal é motivo de elogio ao (chico-esperto) artista em causa......

Juntem-se todos os actores interessados e com poder de intervenção, comunicação social e professores incluídos, haja um verdadeiro consenso neste combate, exista um compromisso firme e sejam afectos os meios de investigação proporcionais às intenções da "legislação/legislador", que acredito que as coisas mudem, levará uma geração se calhar, mas mudam....basta querer mesmo!

Quanto ao João Cravinho, com a experiencia e o passado que tem, tem toda a obrigação de perceber o porquê de termos chegado a este ponto, tem obrigação de saber que não é com legislação fundamentalista que se resolve este problema que não apareceu agora de repente e para o qual muitos contribuíram no passado.

Olhando para ele eu sinceramente e respeitosamente prefiro falar de obras públicas, de alguns "porquê'" e "para quê" e um ou outro "como"...

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