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O braço direito de Pedro Santana Lopes, Pedro Pinto, afirma que Maria José Nogueira Pinto é "um dos grandes camaleões da política portuguesa". Numa declaração pessoal, que fez questão de sublinhar nada ter a ver com a candidatura do antigo líder do PSD à Câmara de Lisboa, o também deputado social-democrata acusou ainda a ex-líder parlamentar do CDS de "estar quase sempre bem com todos" e que "qualquer projecto lhe serve, desde que ela ache que pode fazer parte dele".

Estas afirmações surgem na sequência da entrevista de Maria José Nogueira Pinto ao DN, publicada ontem, e na qual a actual candidata independente nas listas do PSD às legislativas reitera a sua posição quanto a quem apoiará na corrida à câmara da capital, remetendo para uma outra intervenção onde anunciou: "Nas europeias, voto Rangel, nas legislativas, voto Ferreira Leite e na Câmara de Lisboa, voto António Costa."

 

As listas de candidatos a deputados do PPD/PSD elaboradas por Manuela Ferreira Leite tiveram uma enorme vantagem, retirar a líder do PPD/PSD da solidão, já não é a única candidata a deputada do PPD/PSD que não consegue votar Santana Lopes!

 

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No primeiro debate Costa versus Santana, venceu a força das convicções à demagogia. No próximo dia 11 de Outubro os lisboetas terão pela frente a decisão entre Costa, um homem com obra e Santana, que é uma obra no uso da demagogia.

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Realmente, o Zé faz mesmo falta.

 

Quando Sá Fernandes não era Vereador, falava por tudo e por nada, inventava, gastava dinheiro do erário público com providências cautelares e deixava os lisboetas a agonizar com os atrasos provocados no Túnel.

Agora, propõe às juntas negócios ruinosos e pouco éticos, além de que a sua legalidade seja duvidosa.

 

E o resultado está à vista!

Agora um QUIZ:

 

O jardim mais próximo é tratado pela GEBALIS, o que se encontra mais longe é da responsabilidade:

 

1. Vereador José Sá Fernandes e António Costa

2. Vereador José Sá Fernandes e António Costa

3. De alguém chamado Zé e que dizia fazer falta

4. Todas as anteriores

Imaginem se isto se passasse no tempo do Zé que fazia falta!

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Hoje, enquanto deambulava por Lisboa, ia reflectindo sobre o que se vai passando na urbe em vésperas de eleições autarquicas.

 

Atravessei a rua numa passadeira esbatida junto a uma escola e pensei no que se passou nos últimos 2 anos na cidade de Lisboa. Uma casa arrumada dizem alguns... Os mesmos que diziam que era fundamental contrair um empréstimo de milhões de euros para pagar as dívidas e que depois afirmaram já não ser preciso quando o mesmo foi chumbado.

 

Contorno vários carros estacionados em segunda fila e junto-me às pessoas que circulam no passeio esburacado com ar taciturno na sua azáfama diária.

 

- Ultimamente tenho constatado o afã dos "vitalinos" em fazerem grandes odes à governação sebastiânica de António Costa na blogosfera e na imprensa. Estão a lutar pelo seu lugarzito nas listas - concluo. Mas o que é que mudou concretamente? Em que é que Lisboa melhorou comparativamente com as governações anteriores? Parece-me uma tarefa de difícil percepção para o comum dos lisboetas.

 

Passo por uma senhora que tenta pagar o estacionamento do carro, tão zelosamente fiscalizado pela EMEL. Tarefa infrutífera. Os parquímetros estão todos vandalizados. Esta desiste e confia na Sorte.

 

- Realmente, estacionar o carro  em Lisboa não é fácil - penso eu. Faltam parques de estacionamento e silos para automóveis. A EMEL deveria ter um papel fundamental na resolução desta problemática. No entanto, limita-se a fazer concorrência aos arrumadores de carros.

 

Paro numa pastelaria para tomar um café ao balcão.

 

Apercebo-me de dois sujeitos ao pé de mim. Um deles vocifera irado. É impossível não ouvir a conversa. Queixa-se de que o senhorio não faz obras na casa. O interluctor replica com o valor baixo da renda em causa. Como é que se pode exigir aos senhorios que façam as obras necessárias, quando as rendas não permitem que tal aconteça? Urge uma intervenção no mercado de arrendamento da capital, pensei. Houve uma tentativa relativamente recente, porém com resultados escassos. A instabilidade governativa não ajuda - verifico. Todavia muitos casos haverão em que o estado devoluto dos imóveis se deve à incúria dos senhorios, reféns da especulação imobiliária. Recordo-me de um programa de obras coersivas implementado há pouco tempo. Mais um que se encontra estagnado. Outro que devem justificar com a  falta de dinheiro e o pouco que existe  não chega para tudo. Há prioridades. Piqueniques do Modelo, por exemplo.

 

Pago a conta, saio da pastelaria e continuo a marcha. Cruzo um jardim. Verifico o mobiliário urbano danificado, os canteiros desmazelados, cotos de árvores abatidas e caldeiras vazias. O Zé faz falta...

 

Subo a rua até às Olaias, paredes-meias com um bairro social. Olho para as fachadas sombrias e descuidadas. Becos e vielas. Gente com aspecto duvidoso. Recordo-me dos distúrbios que ali se passaram há pouco tempo.

 

-Estamos a sofrer as consequências da política de realojamento em selvas de betão - pensei. As infraestruturas estão degradadas e os problemas sociais amontouam-se. E a GEBALIS? O que tem feito nos últimos tempos? - perguntei-me a mim próprio. Qual foi a estratégia de António Costa para enfrentar esta situação?

 

Apanho um táxi. O taxista queixa-se da criminalidade de que foi alvo. Falta polícia  em Lisboa e meios para estes exercerem a sua actividade de forma capaz, diz o motorista. Pondero acerca da bipolaridade do Presidente da Câmara enquanto Ministro do Interior e posteriormente como alcaide da capital.

 

Atravesso o vale de Santo António e contemplo obras que não sairam do papel e o abandonado cavouvo dos alicerces do futuro Arquivo Municipal. Obra a obra Lisboa, melhora...

 

Saio na Baixa depois de uma gincana pelo seu característico traçado ortogonal devido às alterações no trânsito naquela zona, estas feitas sem um estudo de tráfego. Isto não constitui novidade naquela zona. Também querem mexer no Terreiro do Paço sem o incontornável beneplácito do IGESPAR. Aí António Costa não é reponsável. Não manda nada ali, tal como não manda no resto da frente ribeirinha, repartida pela Sociedade Frente Tejo e a APL. Mas também não se queixa ou refila. Para quê? Nem no caso dos contentores, quanto mais. E o Zé tampouco. O Zé faz falta... Mais falta faziam os milhões que custou à cidade a sua intentona contra o túnel, com fito mediático. Como disse Helena Roseta há 2 anos aquando do acordo pós-eleitoral Costa/Zé: "ficamos a saber a quem é que o Zé fazia falta!" É o que dá cuspir para o ar... Mas coitada, é um sacrifício, do seu nome e do  seu movimento de desfilidados do PS que estão no PS não estando, ser o número 2 das listas socialistas. E eu que há tempos me lamentava da falta de espírito de missão na política! Claramente estava enganado, concluí.

 

Na decadente Baixa a maior parte do património edificado está ao abandono, no entanto  os cartazes a dizer "aprovado" abundam. Inspirado em Manuel Maria Carrilho, olho para detrás dos tapumes e... nada. Mas o cartaz é bonito e provoca impacto, verdade seja dita.

 

Levanta-se uma aragem. Lixo por todo o lado.

 

Chego ao meu destino e encontro-me com um amigo que foi morar para os arredores porque se cansou dos concursos da EPUL e devido ao incomportável preço do metro quadrado lisboeta para alguém que está no começo de vida.

 

Reparo num cartaz à nossa frente. António Costa olhando para nós com um ar simpático, generoso e esbranquiçado. "Cumprimos", dizia ele.

 

 

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O tacticismo, o interesse pessoal de Santana Lopes e do PSD, levaram a que estes inviabilizassem hoje, na Assembleia Municipal com a sua abstenção, a reabilitação do parque edificado de Lisboa.

Não bastou o que fizeram de mal a Lisboa durante os seis anos em que foram governo na cidade, não bastou as dívidas acumuladas que deixaram a empreiteiros, paralisando as obras, não bastou manterem centenas de famílias afastadas das suas casas, porque a intervenção nas suas habitações parou por falta de pagamento, custando todos os anos um milhão e duzentos mil euros em arrendamentos com estas famílias aos cofres municipais.

Eu digo basta, basta porque Lisboa precisa de se afirmar, porque esta cidade tem de reabilitar a sua imagem ,as suas escolas e os bairros que se têm degradado.

A cidade de Lisboa procura hoje acertar o passo rumo a um desenvolvimento sustentável, afirmativo e propulsor de qualidade, mas também de um município capaz e organizado, sustentável e honrado.

É sobre esta Lisboa que vos escrevo, em contraponto com o interesse meramente pessoal e partidário de Santana Lopes e do PSD.

 

Também em Miguel Teixeira-LX

 

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Acabei de saber que foram adjudicados a uma empresa, através de concurso por convite(carece de confirmação), 60(não me enganei, são mesmo sessenta) concertos no Parque Mayer.

Como não posso escrever aqui sobre a CML, resolvi escrever sobre Cultura, às paletes!

Ah, esqueci-me de dizer que os concertos são em Julho e Agosto.

Adivinhem quem fez este concurso... Adivinhem qual o objectivo... Adivinhem quem são os moralistas que adjudicaram estes concertos.

Agradeço que a partir de hoje deixem de falar sobre eleitoralismo e populismo. É ó mínimo de decência que podem ter.

 

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Portugal tem a partir de hoje o exemplo pioneiro de uma nova forma de fazer campanhas políitcas.

 

Os outdoors que interferem com a imagem da cidade (mesmo que isso só tenha sido descoberto tardiamente por alguns), os cartazes colados, os pendoes nos cadeeiros passaram à história (ou vão a caminho).

 

Pedro Santana Lopes apresentou hoje a sua candidatura no novo canal de televisão com emissão na internet. Este meio junta-se ao site, ao blog, ao banco de imagens electrónico e à adesão a redes sociais.

 

Veremos quem acompanha...

 

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O túnel do marquês completa no próximo dia 25 de Abril dois anos de funcionamento. Hoje é unânime entre os lisboetas e quem utiliza aquela infra-estrutura que foi um investimento adequado e que melhorou a circulação do tráfego automóvel.

Passados dois anos, ao contrário do que foi vaticinado (e quase desejado por alguns), o túnel demonstrou ser também seguro. Hoje soam a patéticos aqueles avisos em jeito de ameaça para que não se excedesse os 30 km/h sob pena de elevada perigosidade.
Com a distância de dois anos vale a pena ainda recordar que os lisboetas foram privados de poder usufruir mais cedo do túnel do marquês devido à paragem das obras provocada pela obsessão do vereador Sá Fernandes que serviu apenas para atrasar a obra, prejudicar a cidade e os lisboetas. Um atraso de quase um ano que custou, além do mais, cerca de 4 milhões de euros aos lisboetas.
Mas túnel do marquês não ficou completo. Devido à necessidade de obras no túnel do metro, a saída para a Avenida António Augusto de Aguiar não foi ainda concluída. As obras da responsabilidade do metropolitano de Lisboa estão terminadas há mais de um ano. As obras em falta da responsabilidade da câmara municipal já poderiam ter avançado e até terminado.
Por teimosia, por embirração, por não querer dar razão a quem teve a iniciativa de construir o túnel do marquês, a câmara municipal de Lisboa não promove a conclusão da obra, privando os lisboetas das suas vantagens.
São os mesmos que criticavam o próprio túnel e que se veio a comprovar não terem razão que agora, uma vez mais, colocam a táctica partidária à frente do interesse da cidade e dos lisboetas, privando-os de usufruir em pleno do túnel do marquês.

 

texto publicado no jornal Meia Hora

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Carlos, deixa-me dar os parabéns a ti e a António Costa.

A António Costa pela excelente medida em que colaborou.

Os parabéns que te endereço são motivados pela minha profunda convicção de que o teu papel é absolutamente preponderante na difusão de notícias de obra de António Costa. Já que ninguém vê, pelo menos que alguém diga que sim. E tu fa-lo na perfeição. Em toda a História da humanidade só consigo encontrar um ao teu nível, Goebbels.

Parabéns!

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Hugo

 

Essa estratégia de que uma mentira dita muitas vezes passa a ser verdade aqui é combatida!
Quer eu como outros militantes do PSD que participam e participaram aqui no blog já explicámos múltiplas vezes que essa fantasia de que a difícil situação financeira da CML é culpa do PSD é mentira! E fizemo-lo até com informação e documentos do actual executivo da CML, presidido por António Costa.
Por isto não vou aqui voltar a repeti-los. Entraste aqui no blog já essa discussão tinha barbas, pelo que compreendo que possas não ter lido. Mas basta reveres a matéria através do arquivo e das tags - lisboa, CML, etc....

É um exercício que vale a pena! Vale a pena pela verdade! Vale a pena por Lisboa!

Sobre as votações do PSD em Assembleia Municipal, não vale a pena a mesma estratégia para tentar dar a imagem de irresponsabilidade por parte do PSD. Nestes dois anos o PSD viabilizou muitas propostas deste Executivo, nomeadamente a do empréstimo, através de abstenção, mesmo com a birra socialista. E no que deu? Foi recusada pelo Tribunal de Contas. E não vale criticar o Tribunal de Contas. Já que serve para embandeirarem as criticas às contas de gestão anteriores, também aqui o devem aplaudir. Ou não? Enfim!

E sobre irresponsabilidades em Assembleia Municipal já aqui o Palmilha frisou, e bem, quem é que tem actuações irresponsáveis, nomeadamente entre 2001 e 2005 com chumbos constantes a Orçamentos, dificultando a gestão da CML ao tempo.

E não venhas com a demagogia das PME’s! Foi o actual Vereador das Finanças que reconheceu a finalidade desta tentativa de empréstimo. E não era para pagar a PME’s!

Portanto, esse “bla bla” do “sacudir a água do capote” faz ricochete e a carapuça é enfiada pelas hostes socialistas.

Mas se estão tão seguros (e aqui não é nenhuma indirecta relacionada com apelidos da família socialista) de tão bom trabalho, porque razão tanto nervosismo?
Alguma sondagem encomendada pelo PS feita recentemente? Não a querem divulgar através do Expresso desta vez? Vá lá! Os Lisboetas agradecem!

Termino como tu começaste, mas colocando o enfoque correcto:
Incrível o ponto a que a falta de vergonha do PS em Lisboa chegou!

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Decorre esta semana em Istambul na Turquia o Vº Fórum Mundial da Água para debater o problema da escassez de água.
Prevê-se que dentro de 20 anos, cerca de 2/3 da população mundial sofra com a escassez de água. Os próximos conflitos e guerras no mundo serão em função do controle de rios e albufeiras e da distribuição da água. Também em Portugal, a permanência dos actuais padrões de consumo de água poderá provocar a escassez de água.
Quem vive em locais onde basta abrir a torneira para obter água potável, esquece que essa água sofreu um processo de tratamento e transporte dispendioso.
A Matriz da Água de Lisboa elaborada pela Agência Lisboa E-Nova em 2006, reúne informações surpreendentes: O consumo anual de água é de 74,5 milhões de m3. As perdas são de 19,5 milhões de m3. Cerca de 42% do consumo de água corresponde a usos domésticos. Destes, 49% é gasto em duches e 22% em autoclismos. A câmara consome 7 milhões de m3 de água para regas e lavagens de ruas e cerca de 59 milhões de m3 de águas residuais tratadas não têm qualquer aproveitamento.
É urgente mudar comportamentos no uso da água. O gesto de cada um conta.
É necessário continuar a investir na diminuição das perdas ainda significativas em Lisboa. Por outro lado, é urgente aplicar uma política integrada para o uso racional da água, através da generalização de sistemas de rega automática racional, da adopção de plantas com baixas exigências hídricas nos jardins, mas também pelo aproveitamento da água residual tratada para a rega e lavagem de ruas. Lisboa pode e deve dar o exemplo no uso sustentável da água.
A água não se fabrica. Urge promover o uso racional e sustentável de um recurso tão valioso como é a água.
 

 

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Em plena campanha (não estará desde o início do seu mandato?), António Costa apresentou ontem as medidas para o simplis versão 2009 como é noticiado aqui. De entre as 38 medidas anunciadas (os anúncios são a especialidade de António Costa) surge a medida "a minha rua". Uma ideia interessante copiada de vários exemplos em cidades europeias (não há qualquer inconveniente em copiar boas ideias).

 
Esta iniciativa pretende criar mais um meio para que os lisboetas possam comunicar pequenos problemas no funcionamento da cidade (iluminação, calçadas, lixo, etc.). Tudo apresentado como novo. Mas não é! Recordam-se do serviço Lx Alerta? Nem mais! Ou melhor, aparentemente a menos. O serviço Lx Alerta foi criado durante o mandato de Santana Lopes para facilitar a comunicação de problemas da cidade, faltava-lhe a componente interactiva através da plataforma agora introduzida. O Lx Alerta foi dotado de meios próprios ou partilhados de forma a responder com maior rapidez às solicitações. Foi uma iniciativa que resultou muito bem com uma avaliação e monitorização que comprovam o sucesso. Depois, já no mandato de Carmona Rodrigues, procurei, com base na experiência recolhida, constituir, no âmbito do Lx Alerta, as "brigadas de intervenção rápida" de forma a optimizar o serviço. Os trabalhos preparatórios ficaram concluídos e na posse dos serviços. Agora tenta apagar-se o que existe e aparece este anúncio sem cuidar de adequar a capacidade de resposta às novas solicitações. É por isso uma iniciativa de fachada porque muito mais importante que poder comunicar um problema num mapa na internet, é ver a questão resolvida em tempo útil
 
Curiosamente, esta medida é anunciada para entrar em funcionamento apenas em Setembro... Um mês antes das eleições.... Dá vontade de dizer: "quem vier que feche a porta"! António Costa anuncia, até põe em funcionamento a parte fácil que é receber queixas, mas depois, a sua resolução ficará para quem vier a seguir. A dificuldade está em, com os meios limitados disponíveis, conseguir dar resposta com a celeridade prometida aos problemas colocados. Mas isso ficará para quem vier a seguir. Por agora fica apenas a criação de expectativas. Assim é fácil!
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Correndo o risco de ter o Paulo à perna por ter feito um novo post para responder a este do Carlos Castro, prefiro correr esse risco a não denunciar mais uma vez a memória, escrita ou leitura selectiva que o douto camarada já nos habituou.

 

Em primeiro lugar, a decisão cabe a António Costa!

Empréstimo? O que foi pedido e aprovado pelo PPD/PSD, embora com reservas quanto à forma, o que se veio a verificar com a recusa do Tribunal de Contas, o mesmo empréstimo que Costa garantiu já não ser necessário e que mais tarde voltou a ser indispensável! Memória Selectiva?

Segundo o camarada Carlos, seria para pagar dívidas a fornecedores. Segundo o Vereador das Finanças da CML, seria para, e passo a citar, "ocorrer a dificuldades de tesouraria".

Leitura Selectiva?

 

Por último, falemos de Irresponsabilidade. Para António Costa, decisões e palavra não são para manter, como já vimos pela longa estória do empréstimo que era para ser, não foi, voltou a ser e já não era e voltou a ser. Enfim.

Para o PPD/PSD, viabilizar os orçamentos da CML e permitir que António Costa tenha condições para governar Lisboa foi uma realidade. Que António Costa não o tenha feito e tenha vergado Lisboa ao caos que se verifica, é outra história.

Desde 2001 a 2005, altura em que o PSD governou Lisboa com a Maioria Socialista na Assembleia Municipal, TODOS os orçamentos foram chumbados, tal e qual força de bloqueio! Será isto a responsabilidade do PS?

PSD propõe gastar menos dinheiro em anúncios de jornal, rádio, televisão, inquéritos À população, brochuras, flyer's, outdoor's. E gastar mais nas obras que a cidade precisa!

 

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O tiroteio no "Portugal novo" - se for assim, prefiro o velho - é sem dúvida um caso de polícia. Foi um crime, mas isso não quer dizer, ao contrário do que procura descartar-se António Costa, que não seja também um caricato problema urbanístico.

 

Ao que parece e é quase caso para rir, desde 80 até cá que o bairro em que tudo aconteceu, não é de ninguém. Não se sabe quem manda ali e o Portugal Novo limita-se a existir sob a forma de amontoado de tijolos nas Olaias e amontoado de papéis na CML à espera de resolução.

 

Se nós por cá, falharmos o pagamento do IMI corremos sérios riscos de mais dia menos dia sermos postos fora de nossa casa, mas um bairro que não tem dono, que se governa sozinho numa espécie de lei do arredamento paralelo e onde acontecem tiroteios e imagino o quê mais, não é um problema urbanístico, nem da cidade. Tem piada...

 

António Costa foi extemporâneo na sua defesa, disso não restam dúvidas. Mas sirva o incidente para resolverem o problema.

 

PS: acho particular "piada" ao Portugal Novo ficar atrás dos serviços sociais da Câmara de Lisboa!

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O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, perante os incidentes ocorridos no bairro Portugal Novo, nas Olaias, não encontra afirmação mais adequada do que dizer que não tem nada que ver com o que se passou.

 

António Costa resume assim o problema: «Assaltar uma casa ou dar tiros não é um problema urbanístico, é um crime», logo não é um problema do presidente da câmara...

 

É esta atitude que resume o problema do Dr. António Costa: não tem jeito para presidente de câmara. Ainda não conseguiu despir o fato de ministro. A diferença é que agora se comporta como ministro de Lisboa e ainda por cima com um problema de relacionamento mal resolvido com o sucessor na administração interna. Lisboa é quem paga...

 

É inadmissível que um presidente de câmara de corpo inteiro se consiga afastar assim dos problemas da cidade. Só porque lhe dá jeito. Só para poder atacar o seu sucessor no ministério. Mas então deveria ser coerente. Há muito que as autarquias se substituem à administração central em muitas matérias: saúde, pobreza, educação, desporto, cultura, etc. Será que podemos esperar que o Dr. António Costa comece a rejeitar responsabilidades também nestas áreas?

 

Para um presidente de câmara a sério, qualquer problema em Lisboa é um seu problema.

 

 

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António Costa prometeu!

 

ANTÓNIO COSTA CUMPRIU!

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Como gosto de manter o mesmo peso e a mesma medida nas minhas orientações, ou seja, ser coerente, não posso deixar de dar aqui uma nota de congratulação pelas medidas tomadas pela CML no âmbito da limpeza urbana, que vão ao encontro daquilo que aqui referi.

 

Reforço dos recursos humanos, com 45 novos funcionários, de um total previsto de 120 no decorrer deste ano e reforço dos equipamentos, com novas viaturas e outro material necessário. Boas notícias!

 

Junta-se a isto uma campanha de sensibilização da população, algo sempre necessário, pois tal como referi: «Até porque há uma peça fundamental numa estratégia de higiene e limpeza urbana, que foge directamente a qualquer política, que é a atitude de cada cidadão. Por mais limpeza que exista, se as pessoas continuarem a deitar o "papel para o chão", não há serviço que resista.»

 

Fica por saber se também haverá uma aposta nos «mecanismos de controlo permanente» de forma a que se perceba «em qualquer momento, a eficiência e necessidades dos serviços».

 

 

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Dos objectivos que quero concretizar ao longo da minha vida, há dois que quero partilhar.

O primeiro é aprender a jogar golf e a segunda é fazer um safari!

Tenho que agradecer a António Costa a hipótese que me deu de realizar esses sonhos!

É que Lisboa parece um campo de golf e as suas ruas autênticas picadas das reservas africanas!

 

Obra a Obra, Lisboa Piora!

 

 

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Com que autoridade vem a câmara de Lisboa falar em moderação da propaganda?

A generalidade dos partidos políticos decidiu aceitar o desafio da Câmara Municipal de Lisboa para se absterem de colocar “outdoors” em algumas das praças de Lisboa. É uma atitude digna de registo. É um primeiro passo no sentido de diminuir os impactos negativos resultantes destas acções.

É de saudar a preocupação da CML com a salvaguarda do espaço público em matéria de propaganda. Com efeito, é manifesto o excesso de propaganda em Lisboa. Publicidade em suportes desadequados, ou com excessivo impacto visual, ou até ilegal.

Mas não deixa de ser curiosa esta súbita preocupação da CML com as restrições à propaganda política precisamente na altura em que os partidos e movimentos candidatos aos vários actos eleitorais – também às eleições autárquicas de Lisboa, começarão a difundir as suas propostas ou as suas críticas. Porque não iniciou esse esforço antes (dando continuidade ao trabalho efectuado no mandato anterior)?

Depois da invasão totalmente desregrada de publicidade em toda a cidade como sucedeu no último Natal ou com a total ocupação de praças e até da principal avenida com acções publicitárias que repetidamente impedem a circulação das pessoas, com que autoridade vêm os actuais responsáveis falar em moderação da publicidade?

Para voltar a haver uma atitude positiva nesta matéria, a câmara deverá começar por voltar respeitar as normas criadas no mandato anterior para o licenciamento de telas publicitárias com o objectivo de restringir a sua colocação especialmente nas zonas históricas e monumentais e deverá retomar o combate à publicidade ilegal que então permitiu limpar os principais eixos de Lisboa.

 

 

texto publicado no jornal Meia Hora

 

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Tão desinteressante a entrevista a António Costa no programa Discurso Directo conduzida por Ana Lourenço.

 

Sem nenhuma pergunta difícil mas também sem nenhuma resposta interessante. Sobre o que fez em Lisboa pouco, sobre ambição para Lisboa menos ainda. Sobre o futuro nada... Curioso...

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Circular em Lisboa tornou-se uma aventura tal é a quantidade de buracos nas ruas que colocam em perigo condutores e peões. São demasiado frequentes os relatos de acidentes e danos provocados por buracos nos pavimentos em zonas residenciais ou nas principais vias de entrada e saída de Lisboa, em zonas históricas e nos bairros mais recentes.
 
Há muito tempo que não se assiste a uma degradação tão generalizada e tão prolongada das ruas de Lisboa. Dantes era frequente assistir a este estado de coisas na cidade. Nessa altura, sempre que se aproximavam eleições lá se assistia ao frenesim do remendo de buracos. Mas isso era há muito tempo…
 
Hoje parece que voltámos atrás. O presidente da câmara anuncia, com pompa e circunstância, que vai mandar tapar buracos, curiosamente apenas a alguns meses das eleições. Coincidências… Este anúncio, à primeira vista, até parecia ser de uma intervenção extraordinária. Mas vejamos: trata-se tão só de repor o nível mínimo de serviço a que qualquer autarquia deve estar obrigada. Nada de excepcional, portanto. Apenas tapar buracos. Uma actividade que deveria ser permanente e vulgar.
 
A questão que tem de ser colocada é a seguinte: António Costa já se encontra à frente da câmara de Lisboa há mais de um ano e meio. Já tem responsabilidades há mais tempo do que a duração do último mandato do PSD. Agora, a “pesada herança” já de pouco vale. Então porque deixou António Costa chegar Lisboa a este estado de degradação? Pode tentar arranjar mil e uma justificações, mas a ideia de incapacidade de tapar simples buracos e de eleitoralismo à porta de eleições ficou-lhe colada.

 

 

 

texto publicado no jornal Meia Hora

 

imagem retirada de: diario.iol.pt

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Um texto escrito por um amigo!
 

Pois é, lá venho eu aqui dar mais uma opinião escrita, isto porque não tenho tempo de antena....lol.

 

Feitas as contas há uns vereadores autárquicos que saem mais caros que outros.

Isto claro, pesando na balança o que fazem ou deixam de fazer...

 

Então façam lá estas simples contas, entre paragens e arranques de obra o Tunel do Marquês custou mais coisa menos coisa que €5 milhões, entre despejos e quebras de contractos vamos calcular pelos numeros dos jornais mais €1,5 milhões, mais assessores cerca de €100.000 (9) mais secretários (2) cerca de €45000 e nestes ultimos dois itens não estão calculadas ajudas de custo (tipo apresentação de despesas de representação etc), mais o que tem preparado para acontecer até às eleições vai basicamente ascender a quase €8 milhões de euros de gastos sem nada acontecer, só prejudicar a população de Lisboa... que fica sem espaços e com mais transtorno...

 

Ora dividindo isto por 24 (2 anos de mandato) este Vereador custa à CML (OU SEJA, A NÓS...) cerca de €333,333 mil  por mês...

 

Digam lá que isto não é caro???

 

Para cúmulo agora, vêm os senhores que o ajudaram a pôr lá dizer e passo a citar "O ZÉ AFINAL NÃO FAZ FALTA!"

 

Por estas continhas feitas à pressa, o Sr. Vereador é sóóóóó, O VEREDOR MAIS CARO DA HISTÓRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA.

 

Texto publicado em http://morgadexsedlex.blogs.sapo.pt/2246.html

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A fazer fé na notícia do Sol (ver aqui), Santana Lopes vai ter a companhia de Bagão Félix na lista à CML.

Das duas uma, ou Lisboa na óptica da futura coligação de direita é vista como um pagode onde vale tudo, ou então têm mesmo uma fé muito grande para acreditarem que os lisboetas entraram num estado de insanidade total, que lhes permita esquecer a última aparição conjunta destes dois. Foi em 2005 e o País afundou. Lembram-se?

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No Marquês de Pombal, Terreiro do Paço, Praça do Município e Rossio

Lisboa: Zonas sem propaganda eleitoral

 

"O desejo é que seja consensual para que todos cumpram, mas até agora todos foram muito receptivos às propostas da autarquia',  explicou Sá Fernandes, lembrando que o objectivo é definir princípios que tenham continuidade no futuro"

 

in Correio da Manhã

 

 

Note-se: Marquês de Pombal, Terreiro do Paço, Praça do Município e Rossio...

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Muito se tem falado a respeito de coligações devido à recente decisão das bases do CDS-PP de apoiarem a candidatura de Santana Lopes à Câmara Municipal de Lisboa. Mesmo aqui no Câmara a provável coligação PSD+CDS para Lisboa foi escalpelizada e em diversos casos caricaturada.

 

De um momento para o outro apareceu uma linha doutrinaria que repudia as coligações, afirmando que a sua existência não representa mais que a junção de duas fraquezas, que um partido é a muleta do outro e alguns outros argumentos de fino recorte intelectual.

 

Com base nesta linha doutrinária, como é qualificariam as coligações PS+CDS (Governo), PS+PCP (Lisboa), já para não falar no famoso Bloco Central PS+PSD (Governo)?

 

E o que dizer da disponibilidade pública de António Costa de chegar a um entendimento com o PCP?

Uma prova de amor à cidade?

 

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Estou absolutamente irritado!

Chega de mentiras, demagogias e de lançar escadas ao Costa! É incrível como se consegue estar na campanha a apoiar um e no dia da vitória com o que ganhou, incrível como se disputam eleições contra alguém e depois se defende desta forma.

Palmas, é um artista português!

Se querem um poleiro, alcancem-no sem mentiras. Se eu estivesse na posição de António Costa, quem escreve assim seria o primeiro nome a ser eliminado. Se se mente desta forma para defender também se mente para atacar. É que até António Costa percebe este post é mais do que um exagero!

 

1. António Costa pagou a alguns fornecedores, não a todos. Redução da despesa? Lê o orçamento, não é isso que lá está escrito, quer no da CML quer no do Governo. Restruturação do sector empresarial municipal? O que foi criado por Sampaio? Criticado por Soares mas que nada fez para o dissolver? É aquele do qual se demitiu um administrador de uma das empresas por divergências éticas? Empréstimo? O que foi pedido, recusado, que afinal já não era preciso mas que agora é novamente indispensável?

 

2. Não tenho conhecimento das referidas regras, estás a falar do simplis? Como dirigente na área de Lisboa de certeza que estás bem informado sobre o assunto e agradeço que informes os teus camaradas e lisboetas sobre tais regras até agora desconhecidas.

 

3. Por favor, nem quero pensar no que isto quer dizer! Será que o Tiago foi vidente e previu a propaganda? Parque Mayer? Lembras-te quem chumbou um projecto que já poderia estar concluído?

 

4. Efectivamente tens razão. O miradouro de São Pedro de Alcântara esteve parado devido a falta de pagamento. Mas quem resolveu esse problema foi o PSD! Convido-te a conhecer o plano de recuperação de miradouros e jardins do António Prôa. António Costa só teve que cortar fitas!

 

Caro Miguel, a paciência para com os teus posts demagógicos e sem fundo de verdade chegou ao fim. Aconselho-te a reveres o discurso, não é assim que chegas ao Poleiro.

 

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A candidatura de Pedro Santana Lopes à Câmara Municipal de Lisboa (CML) significa inevitavelmente um regresso deste ao local do desastre, a um passado que nos traz recordações do pior período vivido pelos lisboetas no pós 25 de Abril, caos, polémicas, escândalos, cartazes e campanhas cheias de custos mas vazias de obra ou conteúdo.

Servem de contraponto a estas tristes lembranças o elevado progresso introduzido pelo Partido Socialista (PS) nos mandatos do dr. Jorge Sampaio e do dr. João Soares, que implementaram em Lisboa projectos estruturantes a diferentes níveis, como é o caso da total erradicação das barracas, da Lisboa capital europeia da Cultura, da CRIL, do túnel da Av. João XXI, entre tantos e muito bons exemplos que revitalizaram e deram dignidade à capital...

Os seis anos de consulado do Partido Social Democrata (PSD) na CML, primeiro com Santana Lopes e depois com Carmona Rodrigues, ambos com passagens por Governos de funesta memória, resultaram num gigantesco buraco orçamental, numa ausência de obra, numa cidade parada, sem rumo e plantada de tapumes que cobriam vergonhas sem destino.
 

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Ontem ficou publicamente consumada a união do CDS com o PSD, com vista às eleições autárquicas de Lisboa, como se pode ler aqui. 

Honestamente não esperava outro cenário, uma vez que se repetem os mesmos rostos e posturas que num passado recente de uma união cínica, uniram esforços para claro prejuízo da cidade e dos lisboetas.

Tenho para mim, que o CDS é cada vez mais um partido a recibos verdes, sem doutrina, campo ou ética, à mercê das supostas melhores oportunidades, prestando-se a um papel de moribundo à mão e mercê do pior PSD de que há memória, como escreveu no passado fim de semana, Miguel Sousa Tavares, em artigo publicado no semanário "Expresso".

 

Também em Miguel Teixeira-Lx

 

 

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2 comentários

Desta vez tenho que concordar totalmente com o CMC, quando escreve este excelente texto.

 

Finalmente alguém dá o crédito devido a Pedro Santana Lopes quando começou a limitar a circulação automóvel em zonas como o Bairro Alto e o Castelo.

 

É isso, Carlos!

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É verdade. 

Bem pedi ajuda ao CMC no esclarecimento das minhas dúvidas, mas refugiou-se num post do Rodrigo há algum tempo atrás, sobre conduta e carácter. 

Ainda bem que todos percebemos onde o Rodrigo queria chegar e onde eu nunca chegaria. 

Em primeiro lugar, e mais uma vez, sempre que escrevo sobre factos ninguém responde sobre os mesmos. Efectivamente custa discutir contra factos. Devo aqui fazer referência ao Rui Figueiredo que respondeu ponto por ponto! É assim que se discute e se chega a algum lado, não custa admitir o que é bom!

Mas em relação ao assunto que interessa, as melhorias sobre as quais tanto escreve o CMC

Critérios, pelos vistos não existem, se existem ninguém os explicou. 

Prédios, não se sabe bem quais são, os que se sabe já foram melhorados pelos proprietários anteriormente sem a ajuda da CML.

A taxa de juro é baixa porque o nível de intervenção é mais baixo devido aos melhoramentos anteriormente efectivados. 

Não posso deixar de referir que os 30 anos de empréstimo vão acarretar dívidas para a CML. 

Não está em causa a reabilitação, mas sim a forma como (não) foi delineada e planeada. 

Para quem tanto defende a credibilidade e a transparência, o saneamento financeiro da CML e trabalho efectivo, parece que não é um bom princípio. Não o da reabilitação, mas o do processo.

Ou será que tudo vale para fazer obra em 2009?

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