comentar

La Chine n'aidera pas l'Europe sans contrepartie

 

Hollande avisara ontem, Sarkozy devia estar à espera de uma ajuda humanitária.

Tags: ,
comentar

L'Europe demande l'aide des émergents

Le responsable du Fonds européen de stabilité financière sera dès demain à Pékin.

 

Ao ponto que chegámos, nós (UE), a maior economia do mundo, andar a pedinchar.

 

Em vez de estarmos a criar soluções, andamos a desbaratar as nossas condições. 

Tags: ,
comentar

China pone precio político a su compromiso de ayudar a Europa

Pekín pide eliminar las restricciones a las exportaciones e inversiones

 

Enquanto o Ocidente definha, a China, que anda a sustentar e aguentar o Ocidente, encara este momento como uma oportunidade de expandir o seu poderio político e comercial.

 

Encarando o amanhã, ao contrário do Ocidente, que apenas olha para o hoje com saudades de ontem, quando tinha um poderio de projecção mundial, os chineses querem contrapartidas, bastante benéficas para os seus interesses, pois ajudam a consolidar o seu poderio mundial.

 

Não posso condenar as ambições do Governo de Pequim, pois está a agir de acordo com os seus legítimos interesses, mas lamento a ausência de liderança no Ocidente, que um dia, depois da crise, e se corresponder agora aos pedidos chineses, bem pode ter novos problemas. Mas a culpa é nossa, não da China.

Tags: ,
comentar

India starts trade talks with African countries in effort to rival China

 

Depois da China, é a vez da Índia aportar em África. Os gigantes asiáticos mundiais sabem que África é um ponto estratégico e nevrálgico para o seu desenvolvimento e projecção global do seu poderio, por ser uma das terras mais ricas do planeta e ainda grande parte do seu potencial não ter sido rentabilizado.  

 

A visita de Manmohan Singh a África é a confirmação do lançamento mundial da Índia. África onde russos e brasileiros também já têm vindo a apostar. 

 

Enquanto este novo mundo (sem o Ocidente) cresce e consolida-se, na Europa continuamos num declínio agoniante e sem entender que o mundo mudou e o Ocidente já não domina, apesar dos nossos cânones cívicos e civilizacionais continuarem com o pensamento do Ocidente omnipresente e omnipotente.  

 

Tal como nos séculos anteriores, em que os impérios europeus se degladiavam no continente africano, África, uma vez mais, volta a ser palco dos confrontos e enriquecimentos que acontecem no mundo. Resta saber, neste xadrez, quando é que África conquistará o seu lugar ao Sol.   

Tags: , , ,
1 comentário

Teixeira dos Santos foi ligeiro para o Império do Meio vender títulos de dívida de forma a conseguir mais umas patacas para aguentar por mais uns tempos o nível de vida que não podemos pagar.

 

Portugal necessita de investimento externo como de pão para a boca, é certo. No entanto qualquer decisão deste género não deve ser tomada de ânimo leve. Especialmente quando a contraparte é a China.

 

A China é o país com maiores reservas de divisas no mundo. É credora de 2/3 da dívida externa norte-americana e já controla grande parte dos recursos de África e da Ásia. Oficialmente a sua política externa é de não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados o que a leva a investir no Sudão da mesma forma que investe no Ocidente. No entanto tal não significa que não exerça a sua influência de qualquer modo. Há vários exemplos disso mesmo, desde as questões que concernem ao Tibete ou às Coreias, aos direitos humanos e direitos laborais ou às relações comerciais, bem como a sua cada vez maior tendência hegemónica no Pacífico e no Índico.

 

Já diz o meu Professor César das Neves: "não há almoços grátis". Tenho sérias reservas relativamente às contrapartidas exigidas pelos chineses. O preço a pagar poderá ser demasiado alto para além de que ficarmos nas mãos "controleiras" da China é a última coisa de que precisamos. A prudência aconselha que relativamente a esta matéria explorássemos outras possibilidades; como por exemplo o Brasil, que aliás até já se predispôs a isso.

Tags: , , ,
comentar

Enquanto o presidente chinês reunia com Sócrates e prometia ajudar Portugal a recuperar da crise económica, a Primeira-Dama Chinesa passeava por Lisboa. Com a sua comitiva trataram de comprar tudo o que viam, com especial carinho pelo artesanato português que irão seguramente copiar, replicar, produzir a melhor preço e tornar a sua importação extremamente apetecível. Por isso, não estranhem se o próximo Galo de Barcelos que virem numa loja Lisboeta disser "Made in China". 

 

Com esta brincadeira quero apenas dizer que cada um tira o que pode destes encontros. Nem Portugal, nem China nasceram ontem e comprar dívida pública não é ainda um desporto nacional chinês, nem um dos mandamentos de caridadezinha de bairro fino de Pequim, pelo que é um negócio como outro qualquer, não devendo por isso ser visto como uma parte da salvação nacional, nem, por outro lado, como um acto vampiresco.

 

A China aproveitar-se-á das fraquezas dos países para se impulsionar o mais que possa e o seu peso mundial, depois da crise, pisará severamente os calcanhares aos EUA, que apertado na sua posição de líder mundial, usará as instituições que partilha com a UE, como por exemplo a NATO, mais do que a sua capacidade financeira, para manter a sua hegemonia.

 

E a Europa, enquanto anciã da diplomacia, tirará, da relação competitiva EUA vs CHINA que, como há tempos disse Obama, moldará o Séc XXI, tantos outros dividendos que agora não estamos a medir. Afinal, quem está a aproveitar-se de quem?

 

também publicado no República do Cáustico

Tags: , , ,
comentar

US and China sign climate accord

 

Temos de nos começar a habituar a estes entendimentos, das maiores potências da actualidade.

 

Valerá a pena, na UE, pensar o que queremos para o nosso futuro. E pensar se queremos ser um actor global ou ficarmos confinados à nossa actuação regional.

 

O Tratado de Lisboa não cria nem dá milagres, mas ajudará, e muito, a UE a projectar a sua posição no mundo.

 

Tags: , ,
comentar

Certeiras palavras de Miguel Vale de Almeida acerca do que se passou na China.

Tags:
comentar

Com o avanço da globalização, assistimos paralelamente à emergência de um conjunto de valores, "shared values", que balizam a discussão política mundial.

Este facto ,até há bem pouco tempo impensável, é hoje uma realidade incontornável que o poder político em qualquer país, mais ou menos democrático, tem de enfrentar.

O Ambiente é indubitavelmente um destes "shared values".

O crescimento económico da China foi totalmente alicerçado no uso massivo de duas matérias primas altamente poluentes: o carvão e o petróleo. Só para dar uma ideia da grandeza dos números, basta dizer que a China utiliza mais carvão que os EUA, a Europa e o Japão juntos.

Para a China é essencial a obtenção destas matérias-primas em número suficiente para alimentar o seu sector produtivo.

Se a direcção política chinesa quiser impor a China como potência à escala global, não pode ignorar que tem de enfrentar a problemática ambiental.

Maior poder implica maior responsabilidade e a China não se poderá alhear deste debate.

Por um lado, toda a estrutura económica chinesa está feita para funcionar através do uso intensivo de energias fósseis, que são as mais poluentes, quando a Europa e os EUA já apostam noutro tipo de tecnologia mais limpa, por outro lado como se pode impor aos chineses que estes têm de utilizar já energias menos poluentes quando o Ocidente teve mais de 100 anos a utiliza-las fortemente.

Não são desafios fáceis para uma nova geração de líderes que começa a despontar.

 

Tags:
comentar

Como referiu Paul Krugman, a China vai ter de aumentar o seu mercado interno e os EUA diminuir o seu déficit.

Cada vez mais é observável uma interligação entre os EUA e a China estando cada um dependente do que o parceiro fizer. O consumo americano tem estado dependente do dinheiro chinês, e estes fazem depender as suas exportações do consumo interno norte-americano.

Qualquer alteração estrutural desta realidade irá ter consequências imprevisiveis para a estabilidade política mundial.

A China, para aumentar o seu mercado interno, terá de aumentar o rendimento das famílias muito consideravelmente, o que terá consequências num dos maiores factores da competitividade chinesa:  o custo reduzido da sua mão-de-obra.

Os EUA, para diminuir o seu déficit, terão de escolher onde cortar na despesa, e com os projectos de ampliação dos benefícios sociais nomeadamente na sáude, a área da defesa é onde parece mais lógico cortar. Mas assim, os EUA perderão influência mundial numa altura em que, mais do que nunca, os EUA serão chamados a intervir.

Como desfazer este nó górdio?

Tags:
comentar

No início desta crise, a China era a potência emergente mais activa internacionalmente. Para além da sua área tradicional de influência na Ásia, onde as comunidades de chineses emigrados são um factor de riqueza para os países da região, a China implementou uma agressiva política de acesso a recursos naturais, como o petróleo. Esta política visa suprir as debilidades de produção interna e alavancariam os fantásticos números do crescimento económico chinês.

No xadrês geopolítico global, os EUA e a China estão numa luta pelo acesso e distribuição dos recuros naturais africanos. Neste contexto é inegável a retracção da influência europeia em Africa, um continente onde potências como a França e a Grã-Bretanha sempre tiveram uma grande importância.

Esta luta em Africa veio mudar o panorama político deste continente. As últimas administrações norte-americanas, e a de W. Bush não foi excepção, sempre indexaram a ajuda e investimento dos EUA à aceitação de um conjunto de critérios de boa governança e de respeito pelos direitos humanos. Também, a Europa utilizva estes critérios na sua ajuda aos países africanos.

Com o excesso de liquidez existente, os chineses conseguiram implantar-se neste continente pela inexistência de iguais critérios aos utilizados pelo Ocidente.

Neste contexto qual irá ser a resposta ocidental?

Tags:
comentar

O Nobel da Economia Paul Krugman concordou que “para avançar, a China precisa de aumentar a procura interna”, mas reconheceu ter “dificuldade” em compreender aquele país, revelou hoje a imprensa oficial chinesa.

“A China é um país onde compreender o que está realmente a acontecer é mais difícil do que nos outros países”, disse Krugman numa das quatro conferências que realizou segunda e terça-feira em Pequim e Xangai.

 

Se é difícil para Paul Krugman então o que dizer dos restantes mortais que não ganharam o prémio nobel da economia?

Existe unanimidade em considerar a China como o mais poderoso dos países emergentes, talvez mesmo o único com aspirações globais, como se vê pela sua crescente influência em Africa, mas na realidade muito pouco se sabe sobre a sua realidade interna.

Esta opacidade é uma vantagem ou uma desvantagem para as suas ambições futuras?

Tags:
comentar

Os Estados Unidos perderam 663 mil postos de trabalho em março, o que elevou a taxa de desemprego no país para 8,5%, o mais alto patamar desde novembro de 1983, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento do Trabalho americano. Pelas contas do governo, foram fechadas 5,1 milhões de vagas desde o início da recessão, em dezembro de 2007. É o maior volume de postos perdidos desde o pós-guerra e cerca de dois terços foram extintos nos últimos cinco meses.

 

Enquanto ainda se digerem os reais resultados da cimeira G20 em Londres, entre loas a uma nova ordem económica mundial e criticas ao que não se decidiu, importa voltar aos factos.

Os EUA, ainda o principal motor da economia mundial (os chineses que o digam), estão numa situação muito delicada. Os efeitos da crise financeira verteram muito rapidamente para a economia real, e este aumento do desemprego coloca em causa não só a estabilidade social dos próprios EUA, mas igualmente as exportações chinesas, que dependem muito do mercado norte-americano.

Cada vez mais as economias da China e dos EUA, os dois gigantes do século XXI se encontram interligadas, existindo quem já afirme que existe um eixo Washington-Pequim, que forma o G2, no fundo o directorio mundial deste início de século.

Voltaremos em breve a esta temática.

Tags: ,
1 comentário

O Governo chinês voltou a tornar inacessível o site de partilha de vídeos You Tube, num bloqueio que dura desde ontem. Não foram ainda avançadas razões oficiais para o corte de acesso ao site.

Tags:
5 comentários

China acusada de aumentar violação dos direitos humanos antes dos Jogos Olímpicos

 

Todos são iguais,mas uns são mais iguais que outros...

 

 A China vai censurar a Internet utilizada pelos media estrangeiros durante os Jogos Olímpicos de Pequim, indicou hoje um responsável do comité de organização, recuando numa promessa de garantir liberdade total aos media durante o evento.

Deve ser o poder do grande capital ou a esmagadora razão dos números que leva a esta disparidade de tratamento....1 300 milhoes de chineses a comprar e a consumir, a financiar e a influenciar, são muitas razões para o Ocidente "assobiar para o lado"....

 

A decisão de Pequim de quebrar a promessa de liberdade de acesso à Internet para os meios de comunicação estrangeiros está a "decepcionar" o Comité Olímpico Internacional (COI), que analisará "seriamente" a questão, afirmaram hoje representantes da organização.
"É realmente uma decepção", afirmou John Coates, Chefe da Missão Australiana a Pequim, que também é membro do COI.
"Penso que é um assunto que o COI vai levar muito a sério", acrescentou Coates aos jornalistas no centro de imprensa olímpico em Pequim.
Deve ser verdade deve....claro que vai levar muito a sério, muitíssimo mesmo....

 

 

Tags: ,
comentar

Quase toda a gente gosta de falar no portento económico chinês, no oceano de "consumidores" da China, do show off tecnológico e na cultura chinesa mas por baixo de tanto espanto e admiração, medo e reverência ainda subsistem graves violações de direitos humanos, não há liberdade religiosa, de imprensa, de associação e expressão, a democracia é uma patética miragem mas como se pode facilmente constatar à luz do actual direito internacional e da prática das organizações internacionais, todos os países são iguais mas uns são mais iguais que outros...

Por falar nisso, o PCP tem comentado alguma coisa sobre a China,para além de condenar interferências imperialistas na "questão tibetana"?

Tags: ,
2 comentários

O governo chinês ajuda militarmente o governo do Sudão na província de Darfur com equipamentos e treinando seu pessoal, afirmou hoje o programa "Panorama", da "BBC".

Além disso, o programa obteve testemunhos de que a China treina pilotos para os caças chineses A5 Fantan.

O embargo imposto pela ONU na província sudanesa de Darfur exige que os governos estrangeiros não ajudem militarmente nenhum dos grupos envolvidos no conflito.

 

Enquanto algumas pessoas continuam a pensar que vivemos em tempos do imperialismo de Washington, o mundo gira e os poderes emergentes continuam a consolidar a sua agenda internacional, em muito à revelia dos Direitos Humanos e do crivo da análise pública.

Violando o embargo da ONU, Pequim não deixou de financiar e treinar os militares sudaneses, como a BBC nos dá a saber.

Ainda há poucas horas, na reunião do Conselho de Segurança da ONU, tanto chineses como russos, acompanhados de mais uns países pouco interessados na realidade do Zimbabué, rejeitaram a proposta dos EUA de impor sanções ao regime de Mugabe. Por outro lado, não se deve esquecer quais as potências que sustentam nestes tempos o regime de Teerão e as suas experiências nucleares. 

E ainda se considera que o tempo é de imperialismo norte-americano.

Tags: , , , ,
comentar

China vai dar Bíblias grátis aos atletas e visitantes

 

Cerca de 10.000 cópias em duas línguas vão ser distribuídas na Aldeia Olímpica, casa de atletas e jornalistas entre 08 e 24 de Agosto.

Mais 30.000 cópias do Novo Testamento também vão estar disponíveis durante os Jogos

A Aldeia Olímpica também vai ter um centro religioso para prestar serviços de culto a seguidores de outras religiões.

É a primeira vez que um logótipo olímpico vai ser incluído num livro religioso.

 

Tags: ,
comentar

Roubado aqui

Tags: ,

Pesquisar
 
Contactos
camaradecomuns@sapo.pt

Editorial

Visitantes online

Comentários Recentes
Para mim casamento deve ser entre um homem e uma m...
Caro RFCom a modéstia com que foi escrito, podes t...
N sei q espirito deus aspirou pr a Africa. este co...
Mocambique està mais que tudo isto, sinto d...
e há cartas que nunca chegam.
Aguem colocou esta carta excelente na página de PP...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Everdade este pais precisa de um bom governador k ...
Casino EstorilA falta de escrúpulos veio para fic...
Tags

todas as tags

Links

Esquerda

5 dias
A barbearia do senhor Luís (Luís Novaes Tito)
A Busca pela Sabedoria (Micael Sousa)
A Forma e o Conteúdo (José Ferreira Marques)
A Forma Justa (Tiago Tibúrcio)
A Linha-Clube de Reflexão Política
A Nossa Candeia (Ana Paula Fitas)
Absorto (Eduardo Graça)
Activismo de Sofá (João R. Vasconcelos)
Adeus Lenine
Arrastão
Aspirina B
Banco Corrido (Paulo Pedroso)
Bicho Carpinteiro
Câmara Corporativa
Câmara de Comuns
Cantigueiro
Causa Nossa
Cortex Frontal
Defender o Quadrado (Sofia Loureiro dos Santos)
Der Terrorist (José Simões)
Entre as brumas da memória (Joana Lopes)
Esquerda Republicana
Hoje há conquilhas (Tomás Vasques)
Irmão Lúcia (Pedro Vieira)
Jovem Socialista
Jugular
Ladrões de Bicicletas
Les Canards libertaîres
Léxico Familiar (Pedro Adão e Silva)
Loja de Ideias
Luminária
Machina Speculatrix (Porfírio Silva)
Maia Actual
Mãos Visíveis
Mário Ruivo
Metapolítica (Tiago Barbosa Ribeiro)
Minoria Relativa
O Grande Zoo (Rui Namorado)
O Jumento
O Povo é Sereno
Raiz Política
Rui Tavares
Spectrum
Vias de facto
Vou ali e já venho (André Costa)
Vozes de Burros

Direita

31 da Armada
4R – Quarta República
A Arte da Fuga
A Douta Ignorância
A Origem das Espécies (Francisco José Viegas)
Abrupto (José Pacheco Pereira)
Albergue Espanhol
Alunos do Liberalismo
Blasfémias
Causa Monárquica (Rui Monteiro)
Clube das Repúblicas Mortas (Henrique Raposo)
Corta-fitas
Delito de Opinião
Era uma vez na América
Estado Sentido
Geração Rasca
Herdeiro de Aécio
Macroscópio
Menino Rabino (Marco Moreira)
Mercado de Limões (Tiago Tavares)
Minoria Ruidosa (Miguel Vaz)
O Cachimbo de Magritte
O Diplomata (Alexandre Guerra)
O Insurgente
Ordem Natural (Rui Botelho Rodrigues)
Palavrossavrvs Rex (Joaquim Carlos Santos)
Portugal Contemporâneo
Portugal dos Pequeninos
Psicolaranja
República do Caústico (João Maria Condeixa)
Rua da Judiaria
Suction with Valcheck
União de Facto

Outros

A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
A Cidade Deprimente
A Cidade Supreendente
A Terceira Noite
Clube dos Pensadores (Joaquim Jorge)
De Rerum Natura
É tudo gente morta
Horas Extraordinárias (Maria do Rosário Pedreira)
Notas ao Café
O Diplomata
Arquivo

Abril 2015

Dezembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Março 2013

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Janeiro 2008