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Pela reeleição de Paulo Portas com 95% dos votos, o CDS-PP, merece esta dedicatória especial "fim de semana":

 


Não estou a insinuar nada... Parabéns Rodrigo e camaradas.

 

 

Cláudio Carvalho

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O CDS lançou hoje, em ante-estreia, um novo album, tributo aos Nirvana e a Kurt Cobain, "Smells like Power....and it smells gooooood!"

 

 

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Estranho tanto burburinho sobre coligações e limianos depois das declarações frontais do CDS-PP sobre o assunto. É óbvio que o partido que desde o início se mostrou contra as maiorias absolutas de um só partido e apontou os malefícios desse sistema, sabe também as consequências que daí advém: uma vezes poderá ter que votar contra e outras a favor. Isto é ser responsável e maduro em democracia. E não, "guardar uma agenda escondida", como muitos tentam fazer passar..

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Afinal de contas, todos os partidos com assento na Assembleia da República estavam ainda há pouco tempo motivados para alterar a lei do financiamento dos partidos. Uma lei séria acrescente-se, que permitiu que se retirasse uma pequena parte da suspeição, em muitos casos injusta que paira sobre as organizações partidárias e demais políticos. A sua aprovação representou aos olhos dos mais atentos, um estado maior de maturidade e seriedade a que os partidos políticos estão mais do que outras organizações obrigados.

Quando o PS, PSD, CDU, CDS-PP, BE e Verdes, se prepararam para votar uma lei contrária à existente, apenas o deputado António José Seguro foi sensível ao retrocesso que este inusitado movimento pluripartidário representou.

Esteve muito bem o senhor Presidente da República ao vetar a lei recentemente aprovada na Assembleia da República, tal como esteve muito bem António José Seguro. O tempo deu-lhe razão. Os partidos políticos, todos sem excepção ficam mal na fotografia, como ficam igualmente certos deputados, que se tomam da vaidade de pregar o moralismo mas que neste caso como em tantos outros ficou pela gaveta.

Não há nada como estar seguro do que fazemos e do que queremos.

 

 

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Sem vontade de ser tomado por radical, até porque a minha posição não é exactamente a mesma, a verdade é que, ao contrário do que o Carlos aqui tenta passar, a posição de Nuno Melo é reveladora de tudo menos de radicalismos.

 

As reservas ali transmitidas são, não só legítimas, como naturais e totalmente tolerantes. As reservas demográficas e geográficas estão relacionadas com um conceito geo-estratégico, onde o peso de um gigante que possa entrar - não por ser a Turquia - deve ser cuidadosamente analisado, sob o risco de, de forma desprevenida, descentrar o eixo da UE e vermos alguns dos países desta ponta fora do equilíbrio em que até aqui viviam. Há que ter reservas ou pelo menos andar de olhos abertos

 

Do ponto de vista da matriz Europeia, uma identidade judaico-cristã é muito mais que um dogma religioso. É uma ruga histórica, um pilar cultural, uma característica tão própria que, num momento de entrusamento como aquele que avaliamos, tem de ser meticulosamente sentido. Caso contrário, aquando dos alargamentos - e mais uma vez não personalizo na Turquia - em vez de uma Europa unida, coesa e entrelaçada, poderemos cair numa Europa de guetos com credos e cores a puxar cada um para seu lado. Imagine-se uma desunião onde mediterrânicos se bateriam contra os povos do Norte e estes com os Russófilos e estes com os Muçulmanos, and so on! De nada então serviria a UE.

 

Nestes argumentos não há nada de xenófobo, radical ou intolerante. Se me disserem que se deve ou até já devia ter dado resposta à Turquia em vez de a deixar indefinidamente à espera, aí eu concordo, agora apelidar de extremista dúvidas razoáveis, quando inclusive é deixada uma porta aberta, parece-me exagero.

 

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Nos últimos dias não tenho tido tempo para muito mais que não consumir informação. Não há tempo para o processo completo: ler, pensar, mastigar e regurgitar. Mas está para breve voltar em força. Enquanto isso, limito-me a anúncios:

 

Hoje às 21h na SIC é a vez de Paulo Portas em entrevista com Mário Crespo. A não perder...

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As próximas eleições europeias são bastante reveladoras do moralismo de pés de barro de alguns partidos portugueses.
Tenho sérias dificuldades em compreender que motivações têm partidos como o CDS-PP, o PCP e o BE, para apresentarem listas, para além daquelas que são óbvias, que são o quererem assegurar um vencimento confortável para alguns dos seus quadros.
Se por um lado, o PS e o PSD, têm uma óbvia e natural matriz pró-europeia, as eleições que se avizinham, são um momento em que populares, comunistas e bloquistas, ignoram todos os seus dogmas, toda a sua ideologia, toda a sua auto-proclamada coerência, para assobiarem para o lado e estenderem a mão aos portugueses.

 

O CDS-PP apresenta-se ao eleitorado com um projecto europeu relevante: apelam ao voto para castigar Sócrates. Esperam-se mais ideias inovadoras durante a campanha eleitoral como apelarem ao voto para castigar o Ministro da Agricultura. E quem sabe, se num momento de entusiasmo, não irão apelar ao voto para castigar o presidente da ASAE. Iguais a si próprios, nem o tom de falsete de Portas, ou o cenário idílico e bucólico dos textos do João Maria Condeixa aqui no blog, conseguem disfarçar o oportunismo europeu que escorre do Largo do Caldas.

 

O PCP apresenta-se, segundo os próprios, renovado. À boa maneira da escola revisionista e dogmática do Hotel Vitória, a imagem dessa renovação é…Ilda Figueiredo, exactamente a mesma Ilda, cabeça de lista do PCP nas últimas eleições europeias.
Há quem diga que a renovação comunista passará por ignorar tudo aquilo que colericamente disseram nas últimas décadas, em relação à Europa imperialista…

 

Por fim, o partido que não é igual aos outros. Os tais que não têm feito uso do mais rasco populismo em cartazes que…parasitam a crise. O Bloco do Francisco e do Luís. Também devia ser o Bloco da Joana e do Miguel. A primeira já foi colocada no gulag do esquecimento, o segundo é incómodo mas ainda tem a sua força no tutti-frutti bloquista.
Apesar de andar no colinho dos media, o Bloco não tem palco suficiente para o Francisco, para o Luís e para o Miguel. Então o Miguel vai para a Europa. Lá não chateia.
Então e as ideias do Bloco para a Europa? Nenhumas, porque isso é coisa de partidos, e o Bloco é diferente (sim e eu li o “Compromisso Eleitoral do Bloco para as europeias…”.

 

Cada voto depositado nas urnas, nas Europeias, dirigido ao CDS, ao PCP e ao BE, é um voto inútil, e acima de tudo, um voto anti-europeu. É um voto saudosista e com cheiro a mofo. É um voto que premeia a incoerência e revela pouco agradecimento.
E, tudo isto só é possível, porque 3 décadas de democracia não foram suficientes para o amadurecimento de algumas mentalidades, que se reflectem na escolha nos momentos eleitorais.
Só assim se explica, que quando chamados a expressar-se sobre a Europa, alguns portugueses, seduzidos pela retórica malabarista, se confundam em relação ao essencial da questão. É pena, perde Portugal e perde a Europa.

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Dos arautos da desgraça aos pregadores do optimismo, todos falam sobre o futuro do CDS. No primeiro teste, os Açores, o CDS saíu de cabeça bem erguida, com vontade e dever de trabalhar para o futuro. Entretanto as sondagens exibem ventos favoráveis e a corrida às Europeias cria a primeira oportunidade e aumenta a responsabilidade:

 

O CDS sabe que dia 7 é o primeiro confronto entre o eleitorado e o Governo de Sócrates. Sabe que se tem mostrado como a força de oposição credível e esforçada à direita do PS. Sabe que pode e deve capitalizar o descontentamento, o cartão vermelho, que o eleitorado vai exbir ao actual executivo rosa. Sabe que o PSD anda desnorteado e há assim uma oportunidade grande de criar os primeiros degraus para a subida neste ano eleitoral. Espera momento após momento eleitoral, conseguir demonstrar a utilidade de cada voto que é depositado no CDS e assim garantir um crescente até às legislativas. Daí que essa primeira oportunidade se transforme numa enorme responsabilidade. 

 

E para o fazer o CDS escolheu - e quanto a mim, bem - 3 rostos de competência, trabalho e credibilidade. Sem medos de esgotar quadros e dando prova que nos momentos futuros conseguirá, dentro da renovação que tem feito, assegurar com outros rostos a mesma qualidade, o CDS mostra assim que caminha em sentido contrário ao do "partido de um homem só".

 

Além do mais, mostra-se até agora como o único partido em que os principais cabeças de lista não pertencem à geração do avô cantigas, nem da vovó donalda, mostrando a vitalidade de um partido que muitos gostariam de considerar morto.

 

E fá-lo consciente que as eleições europeias são extremamente importantes. Não são desculpas para reformas antecipadas ou prémios de carreira. São funções em que, sobretudo nos dias que correm, importa um discurso com uma visão actual e sem estar presa a velhos fantasmas. E os três primeiros cabeças de lista do CDS são isto mesmo: desenpoeirados e cientes da Europa que querem. 

 

Mas como não há melhor que lerem na primeira pessoa as razões para integrar tal lista, esperem uns dias para verem as novidades aqui no Câmara de Comuns e a futura convidada que vai aparecer.

 

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Um partido que nas suas bases sabe o que quer, como quer e para onde pretende seguir, é sinal que é um partido vivo, participativo e real. Só Lisboa, só o CDS de Lisboa, está em posição de avaliar as consequências de avançar sozinho, a personalidade a candidatar, os meios para campanha e a estratégia a seguir.

 

Indicar um rosto só para cumprir calendário é enganador para o eleitorado, desmotiva tropas e pode esgotar hipóteses futuras. Encontrar uma plataforma de consenso, que tenha ideias e capacidade mobilizadora para uma batalha difícil, é saber ler o que as pessoas querem, é assumir um compromisso de responsabilidade para com o eleitorado e a autarquia. Uma candidatura inconsequente é muito mais fácil que uma posição de responsabilidade, sobretudo quando isso obriga a equilibrar uma outra força partidária.

 

Quanto a ter sido poder na capital e agora ter que agir em conjunto com um partido concorrente - tenho a perfeita noção disso, daí ver com bons olhos apenas coligações excepcionais - , transmite um perfeito sinal que se entende o lugar que o CDS hoje ocupa em Lisboa. Da mesma forma que ninguém pode viver de fantasmas do passado, também ninguém deve viver dos suspiros de glórias tidas. E se no poder a postura é uma, em contra poder, na oposição, se quiserem, há que definir uma outra estratégia, mas igualmente adequada.

 

Estou convicto que foi uma boa opção. Lisboa e o CDS merecem-no. E o trabalho vai prová-lo!

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Tirando a questão relativa às coligações, onde julgo que poderia ter concretizado mais e ter sido mais directo, Paulo Portas esteve no melhor nível de quem se quer considerar oposição forte. Independentemente de se concordar com as ideias - como sou suspeito, não vou tecer comentários sobre a qualidade das mesmas - é impossível não reconhecer que nesta grande entrevista foram apresentadas as críticas e lançadas de imediato as soluções alternativas.

 

Não percebo que se considere o CDS como um partido vazio de ideias e sem rumo, quando Portas, tanto no congresso, como na televisão, pautou por evidenciar as qualidades e pontos positivos do Governo, sempre que julgava existirem, ao mesmo que apontava os erros com firmeza e sem faltas de respeito ou demagogias. Somando a isso um trabalho intenso na busca de soluções credíveis e adequadas, parece-me ser possível dizer que esteve num grande nível.

 

Pena não ter posto logo os pontos nos "is" quanto a Lisboa - faltou ter dito de imediato qual o papel das decisões concelhias na estratégia - e quanto a eventuais acordos pontuais pós-legislativas. Ficou bem explícito que não existirão coligações pré-eleitorais, nem acordos cegos pós eleitorais, mas como o país precisa, e muito, de uma oposição franca na crítica, mas igualmente construtiva, não teria ficado mal apontar algumas áreas e rumos passíveis de serem tomados em concertação.

 

Seria bom que amanhã também existisse na AR a honestidade política que a proposta de avaliação que vai a votos merece.

 

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Em primeira mão deixo-vos o filme que Vitalino Canas viu em directo, tal como eu. Eu ri-me deste momento de humor. Quanto a ele não sei bem, mas terá tido o poder de encaixe suficiente, certamente.

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O CDS é cada vez mais um partido que se resume a Paulo Portas.

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Pois é, Paulo, velhos tempos em que se podia esperar ansiosamente por um jornal. O Independente terá sido, do que conheço, aquilo que alguma vez se aproximou mais da blogosfera que hoje editamos.

Quanto às Caldas, se puder faço uma cobertura como o 32 da Armada - promovido, desde que nos ultrapassaram em número de colaboradores - ou então transcrevo partes de uma denúncia bem feita sobre o estado das coisas em Portugal e que dá pelo nome de "Marcha dos Desalinhados". Não fosse co-autor diria que está muito boa, assim digo apenas que está bem boa e que vale a leitura.

 

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Concelhia do CDS-PP aprova apoio a Santana Lopes para encabeçar lista à Câmara de Lisboa 

 

A não haver coligação de Centro-Direita em Lisboa está-se mesmo a ver quem fica com o ónus da culpa...

E entretanto Santana vai sorrindo.

 

 

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Rui Paulo Figueiredo já devia saber o quanto - pouco, muito pouco -eu ligo a sondagens. Se assim não fosse, já me tinha vestido variadíssimas vezes de preto para ir ao funeral do CDS-PP que tantos teimam em querer ver morto e enterrado. E até agora, nada. Antes pelo contrário!

 

Mas o que eu aqui disse em nada é desmentido pelos últimos resultados que tanto parecem saisfazer o PS e compreensivelmente o RPF. Em primeiro lugar, porque também acho que o Partido Socialista vai ganhar e, infelizmente, ainda com maioria absoluta. Embora gostasse de ver uma aposta forte na direita que permitisse desmascarar o exibicionismo propagandístico de Sócrates, a verdade é que não auguro nada de bom para os lados do PSD e, infelizmente, o CDS ainda não é depósito de votos em massa - mesmo que suba nas intenções finais - pelo que Sócrates poderá ficar descansado. O que normalmente a alguém com maioria absoluta signifca teimosia exacerbada na governação.  

 

Tal como no caso do PSD, também só na segunda maioria de Cavaco, que deu origem ao termo  "forças de bloqueio", a uns Bolos-Rei e outros tantos episódios mais ou menos caricatos, é que se começou a generalizar um sentimento de opressão que incomodava e começou a ser denunciado em força.

 

Foi a pensar nisso que no último post referi que o modelo prepotente  do PS de maioria absoluta monopartidária será, no futuro, uma cópia fiel, mas não disse que a cópia estava já totalmente consumada. Para já Sócrates já nos dá um cheirinho, mas estou confiante que será capaz de muito mais...

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O PS criticou durante anos a fio a prepotência de Cavaco que dizia ser, não só, mas também, resultante da sua maioria absoluta. Mas desejava desesperadamente ter uma, pois só assim antevia aplicar o espírito reformista que guardavam ansiosamente na gaveta - talvez na mesma onde agora parte do PS diz que Sócrates guardou o Socialismo -.

 

Diziam que jamais seriam iguais ao Cavaco da Ponte sobre Tejo e que apenas utilizariam a maioria absoluta de uma forma benéfica - desde que conheço a política e o mundo, que me assustam aqueles que, de uma arma, apenas se propõem a utilizar os seus benefícios-.

 

Sob este pretexto de necessária maioria absoluta, condição única para atingir todas as promessas eleitorais, fizeram-se a votos. Agora, algum tempo passado, mostram-se incapazes de cumprir as metas prometidas - algumas já se sabia de antemão - e deixaram-se levar por todos os males das maiorias absolutas constituídas por um só partido.

 

Sem braços de ferro internos, sem um partido de oposição que em tamanho e qualidade lhe possa fazer frente, sem ninguém a partilhar o poder, este Governo tornar-se-á, sendo que em muitos aspectos já o é, uma cópia fiel daquilo que tanto criticou. Paulo, percebes agora a insistência de Portas? 

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Via Blasfémias - obrigado Gabriel - consegui chegar ao vídeo da entrevista de Paulo Portas à TVI onde são completamente desmontados os argumentos de Vítor Constâncio. Se o debate na AR tinha sido um bom aquecimento, nesta entrevista Portas tinha tudo estudado, bem articulado, como se deve pedir à oposição.

 

Mas as pessoas estão fartas da política. E porquê? Porque não obstante todo o esforço e dissecação de argumentos, não se sentiu repercussão e consequências devidas, nem sequer um mínimo pudor de reacção de Constâncio, pelo que cada vez mais existem pessoas a pensar política apenas uma "vez por ano" na altura do voto e é quando votam!

 

Enquanto isto, Constâncio aparece refasteladamente acima de qualquer crítica, numa postura de quase intocável!

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Como sei que nesta Câmara há quem tenha mais propriedade para evocar a memória social democrata e o irá certamente fazer, limito-me a lembrar, do meu lado, a força de quem transmite, a todos, o peso da responsabilidade e o rigor desde o primeiro dia de filiação.

 

Quem entra no Caldas, mesmo que nervosamente não repare no busto da entrada, tropeça depois numa frase sua, abre uma porta com o seu nome, ou ouve uma qualquer história onde ele esteve. Isto se não parar pela enésima vez para ver, a preto e branco, fotografias de Adelino Amaro da Costa em momentos que para os mais novos, só fruto da imaginação  são possíveis!

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Sem com este post querer fazer campanha, a verdade é que o CDS se mostrou hoje como o único partido a ler por completo, com o distanciamento necessário e sem demagogias, o cenário que marca a educação neste momento em Portugal.

 

Reparando que a avaliação é bem aceite por todas as partes, desde que não seja neste modelo burocrático, trabalhoso e nada estimulante; vendo que a Ministra se encontra, acima de tudo, numa postura arrogante de quem está num beco sem saída e teimosamente finge acreditar na "qualidade" de um projecto; vendo que o grau de insatisfação se generalizou, sobretudo por se considerar que esta avaliação em concreto não trará melhorias ao ensino e que apenas está a hostilizar professores; sabendo que existem outros modelos, nomeadamente, em escolas privadas que têm melhores resultados e onde os professores se sentem bem com o dito sistema; percebendo que os próprios sindicatos também estão receptivos a esse modelo e não vão poder continuar a desvirtuar a avaliação a partir do momento em que um modelo que funcione bem, lhes seja apresentado; por último, encarando que esta novela já foi longe de mais e o país precisa de uma resposta e não de um braço de ferro, é de assinalar a postura responsável e de alternativa que o CDS passou.

 

 

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Sucede que no domingo algo mudou. Enquanto o PSD obteve o seu pior resultado de sempre e passa de 36,84% (se bem que coligado com o CDS) em 2004 para 30,27%, Portas consegue trazer dos Açores uns honrosos 8,7% e passa de um deputado regional para um grupo parlamentar de cinco deputados. É obra. Portas acaba por provar que o trabalho árduo compensa e que a política se faz perto das pessoas, a discutir ideias, a fazer comícios e a palmilhar caminhos.

Como me disse um dia uma antiga dirigente daquele partido, pessoa que muito estimo, "o Paulo é como os gatos, tem sete vidas". A ser verdade, Portas pode tornar-se perigoso e até letal para o PSD em 2009. Com a esquerda do BE e do PCP em franco crescimento, com Sócrates a conseguir estancar perdas e com Portas em alta, as próximas eleições podem tornar-se um calvário para o PSD. Quem sabe se alguma vez voltará a ser o partido que conhecemos até aqui.

 

Francisco Almeida Leite no Corta-Fitas

 

PS: este post do corta-fitas tem o mesmo comentário anónimo que o meu aqui no CC. Será que se pode falar de um spam-político-recalcado?

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O CDS num resultado histórico, duplicou para além do que era apontado nas sondagens,o número de votos, conquistando assim cerca de 10% da Assembleia regional. É uma conquista importante para Artur Lima, para o partido e para Paulo Portas.

 

Não trazendo essa conquista para o continente, como fez José Sócrates, a verdade é que esta é uma boa demonstração e resposta aos arautos da desgraça que pela blogosfera proliferam e que dia pós dia, insistem, mesmo sem conteúdo ou forma, em anunciar a morte de um partido em que também uma expressiva massa de Açoreanos confiam.

 

A cinco votos de eleger o sexto deputado, é certamente gratificante, saber que um povo são, forte e lutador como é aquele - e eu sei, pois vivi um ano na ilha Terceira - deposita tanta esperança num projecto de direita sólida.

 

E é, também, sinal que o trabalho de casa está ser feito. A quem de direito, os meus parabéns!

 

 

 

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Menos de cem camas para cuidados paliativos

 

Os cuidados paliativos já merecem uma atenção especial por parte do Ministério Saúde.

 

Embora em Portugal estes tenham uma história relatvamente recente, em vários países da Europa já se encontram bastante desenvolvidos.

 

A sua integração na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados foi um bom princípio, e tudo fazia crer que a oferta, pública e privada, iria aumentar rapidamente.

 

A assunção da Dignidade do Ser Humano, até ao fim da sua vida é um princípio que todos devemos respeitar.

 

Daí que, embora louvando a iniciativa do grupo parlamentar do CDS-PP, não possa deixar de me perguntar sobre o porquê de um ratio tão baixo de camas face à população.

 

Compreendo que ao nível da Saúde as prioridades sejam mais do que muitas, mas não consigo encara explicação para estes números tão flagrantemente baixos.

 

Aguardo, com expectativa, pela explicação da Srª Ministra.

 

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