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Esta é a primeira Motion Graphics 100% Portuguesa sobre política. Espero que gostem. Vejam. Partilhem. Agitem, pois o momento merece!

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Fui ontem à manif do PCP Anti-NATO na esperança de ganhar um World Press Photo Award baseado naquela ideia de Robert Capa "if a picture is not good enough, you weren't close enough", o que demonstra muito da minha qualidade enquanto fotógrafo que vive à espera que lhe apareça um morteiro à frente da objectiva, já que não tem técnica para mais. Mas não tive essa sorte.

 

Portugal não é capaz de atrair investimento estrangeiro, nem arruaceiros de outras paragens - simplesmente não há quem nos ligue! - pelo que me vi obrigado a fotografar a escassa "prata da casa": quase vinte e dois anarquistas e meio que não se pouparam em trajes e pinturas, mas que, alérgicos a bastonadas na espinha, jamais tentaram a "desobediência civil" que treinam nus diariamente frente ao espelho à saída do banho. Uns meninos, portanto, que hipotecaram o meu prémio.

 

E o pior é que para além deles não havia mais ninguém. Tirando aquela malta de esquerda que parecendo os marchantes de Santo António em dia de ensaio geral, se manifestavam contra tudo e contra todos usando a NATO como artificio. Havia-os para todos os gostos: manifestantes contra touradas que a NATO patrocina, seres estéricos que, avenida acima, avenida abaixo, culpabilizavam a NATO pela cauda cor-de-rosa que lhes saía das calças, mulheres contra o tráfico de outras mulheres, que como é sabido, mundialmente, é culpa directa da NATO. E sindicatos, muitos sindicatos da CGTP, que apelavam à greve geral, presumo eu, contra a NATO, essa instituição capitalista de má índole e mais-não-sei-o-quê que a constituição não permite.

 

E todos eles gritavam palavras de ordem com imenso sentido. Provas? Deixo-vos a fotografia lá em cima. Todos nós sabemos que se não fosse pela guerra, o Sul de Portugal, nomeadamente o Algarve, tinha todas as condições para o Turismo. Valha-nos sindicatos destes que não dormem um segundo que seja e que lutam tanto por nós! Um dia Albufeira viverá em paz, reerguer-se-á dos escombros e os portugueses poderão vendê-la aos ingleses.

 

Depois de ontem fiquei com a certeza que há figurantes profissionais que vão ao programa do Goucha e depois há estes.

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BE desqualifica profissão de professor

 

1. No programa eleitoral partidário do BE procurei e encontrei com facilidade o ataque ao estatuto da carreira docente dos professores do ensino básico e secundário. Encontrei, em particular, a rejeição da categoria de “professor titular” que o BE considera “fracturar” o corpo docente. Não admira pois que o BE declare comprometer-se com a defesa [...] do fim da fractura entre professores de primeira e de segunda, leia-se, com o fim da hierarquização da carreira.

2. No programa eleitoral do BE procurei mas não encontrei a contestação da fractura dos professores universitários em três categorias ou, usando a linguagem do BE, da fractura entre professores de primeira, segunda e terceira. Pelo contrário, encontrei uma defesa explícita dessa hierarquização no quadro da crítica do BE ao estatuto da carreira docente no ensino politécnico. Citando: o Bloco de Esquerda rejeita a proposta governamental de Estatuto do Politécnico e exige a equiparação com as universidades, do ponto de vista dos percursos e dos processos de qualificação do pessoal docente”.

3. Para esta dualidade de critérios só encontro duas explicações plausíveis. A primeira, será uma desvalorização, pelo BE, da profissão de professor não universitário. Recusando atribuir-lhe o estatuto de qualificação que reconhece à carreira de professor universitário, o BE trata a profissão docente no ensino básico e secundário como uma ocupação indiferenciada, e portanto não hierarquizável. Em rigor, o BE opera assim uma deslocação do seu critério de professores de “primeira” e de “segunda” para a oposição entre professores universitários e “profissionais da educação” (do básico e secundário). O elitismo implícito só supreenderá quem não tiver dado a devida atenção a outras propostas do BE.

4. A segunda explicação baseia-se no pressuposto de que o Partido dos professores catedráticos Francisco Louçã e Fernando Rosas sabe ser demagógico qualificar a hierarquização das carreira docentes como fractura entre professores de primeira e de segunda (e de terceira). O compromisso público do BE com a reivindicação de eliminação da categoria de professor titular configuraria, neste caso, uma estratégia oportunista de caça ao voto sem princípios.

5. Não sei o que me incomoda mais nesta proposta do BE, se o seu eventual elitismo se o seu possível oportunismo político. O que sei é que, objectivamente, o BE prova assim ter em muito baixa consideração o estatuto profissional dos professores do ensino básico e secundário. Pois mesmo a aceitação da hipótese do oportunismo requer uma desvalorização das suas consequências, por desvalorização da missão da escola pública. Ou, então, uma nova explicação: a de total irresponsabilidade do BE em relação às consequências das suas propostas.

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Se Portugal não conseguir o apuramento para o Campeonato do Mundo de futebol, a realizar no próximo ano na África do Sul, Louçã tem mais uma causa para nacionalizar: o futebol. Tudo para que dê resultados!

 

Pensa que é brincadeira? O BE tem a sua inspiração na Bolívia:

 

O presidente da Bolívia, Evo Morales, quer levar ao extremo a presença do governo no futebol do seu país. Descontente com o desempenho da seleção boliviana, que recebe o Brasil no próximo mês, nas eliminatórias sul-americanas (está na penúltima posição e já sem chance de garantir uma vaga na Copa do Mundo da África do Sul), o político disse ser a favor da estatização da modalidade. "O futebol tem um caráter privado, mas tem que ser estatizado para ter uma representação digna", disse Morales na cidade de Cochabamba. "Lamentamos o desempenho da nossa seleção nas eliminatórias. O futebol até agora foi dirigido por personalidades esportivas, mas não dá resultados", completou o presidente.

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Mário Lino desafia Louçã a identificar obras com grandes derrapagens

 

O Ministro das Obras Públicas continua de bom humor. Agora quer que o líder do BE demonstre o que imagina.

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Quando a direita até já cita Francisco Louçã para argumnetar, está tudo dito quanto às causas que tem.

 

O Rodrigo pode não ter lido, mas acabou por descair-se, pois Louçã e Ferreira Leite comungam da mesma "coerência política"

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Há menos de um ano o líder do BE dizia:

Francisco Louçã diz que está mais empenhado em unir a esquerda de quem se pará-la

 

Agora, face às inúmeras tentativas feitas por António Costa, de unir as esquerdas em Lisboa, Louçã responde:

Louçã acusa Costa de separar a esquerda

 

Manuela Ferreira Leite prometia rasgar e depois disse que não rasgava. Louçã apelava à união e, ao fim e ao cabo, quer a divisão.

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Louçã apresentou ontem, no jantar de encerramento de legislatura do BE, a proposta que tem para apresentar aos portugueses: retirar a maioria absoluta ao PS. Tal como o PCP, o PPD e o CDS, o Bloco junta-se ao grupo dos partidos que nada tem para apresentar, apenas quer derrubar.

 

Hoje, em mais uma atitude de irresponsabilidade para com o nosso País e o mundo, para uma formação política que se diz muito moderna e a par destes tempos globais, esta posição, contra a participação de Portugal no Afeganistão, vem demonstrar o total desinteresse para com a segurança global.

 

Tal como o PCP, que vê movimentos imperialistas em qualquer circunstância, o BE não quer perceber que a nossa segurança joga-se tanto nas nossas ruas como em paragens longínquas, como o Afeganistão, o Iraque ou Paquistão.  

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"A Oposição em Portugal não tem no ADN a responsabilidade. Bloco e PCP são tão democráticos como o PS, o PSD ou o CDS, mas não estão disponíveis para governar no interesse comum".

 Paulo Baldaia, director da TSF, "Jornal de Notícias", 13-06-2009

 
 
 
E ver que o BE e o PCP tiveram um crescimento eleitoral, dá que pensar. Interrogo-me se não andamos por vezes a gozar uns com os outros e com isso a manter uma coligação de estruturas radicais e oportunistas que formaram o Bloco, e um Partido Comunista que mantém o mesmo discurso e quase sempre as mesmas caras. A propósito, já imaginaram o Bloco sem Louça, é que eu ainda não conheci outro rosto na sua liderança.
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Afinal de contas, todos os partidos com assento na Assembleia da República estavam ainda há pouco tempo motivados para alterar a lei do financiamento dos partidos. Uma lei séria acrescente-se, que permitiu que se retirasse uma pequena parte da suspeição, em muitos casos injusta que paira sobre as organizações partidárias e demais políticos. A sua aprovação representou aos olhos dos mais atentos, um estado maior de maturidade e seriedade a que os partidos políticos estão mais do que outras organizações obrigados.

Quando o PS, PSD, CDU, CDS-PP, BE e Verdes, se prepararam para votar uma lei contrária à existente, apenas o deputado António José Seguro foi sensível ao retrocesso que este inusitado movimento pluripartidário representou.

Esteve muito bem o senhor Presidente da República ao vetar a lei recentemente aprovada na Assembleia da República, tal como esteve muito bem António José Seguro. O tempo deu-lhe razão. Os partidos políticos, todos sem excepção ficam mal na fotografia, como ficam igualmente certos deputados, que se tomam da vaidade de pregar o moralismo mas que neste caso como em tantos outros ficou pela gaveta.

Não há nada como estar seguro do que fazemos e do que queremos.

 

 

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É tempo de voltar a arrumar a esperança na arca dos sonhos e voltar a esgrimir a raiva de classe. Tendo assumido o leme a meio do furacão, Obama está resolutamente a dirigir o navio do estado para a mesma rota catastrófica que o seu predecessor. Uma viragem à esquerda pode ser uma tendência real no eleitorado, mas é ilusória ou pior ao nível do império e da macroeconomia.

 

Ainda há um ano, viam-se, por cá, os bloquistas todos entusiasmados com a candidatura Obama. Bem me parecia que havia uma alegria fingido. Para o BE, Obama é um norte-americano, que ascendeu à Presidência por entendimento e vontade das pessoas, logo é um perigoso-capitalista-adepto-entusiasta-do-neoliberal-o-conservadorismo-de-Washington-tal-como-Bush-Jr.

 

Para o BE, nada serve, tudo é desprezível. Até o outrora encantador Obama passou a besta.

 

Nada que surpreenda, para quem, como os munícipes de Lisboa conhecem as responsabilidades do Bloco para com as pessoas: assim que as assume fogem delas como o diabo da cruz.

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As próximas eleições europeias são bastante reveladoras do moralismo de pés de barro de alguns partidos portugueses.
Tenho sérias dificuldades em compreender que motivações têm partidos como o CDS-PP, o PCP e o BE, para apresentarem listas, para além daquelas que são óbvias, que são o quererem assegurar um vencimento confortável para alguns dos seus quadros.
Se por um lado, o PS e o PSD, têm uma óbvia e natural matriz pró-europeia, as eleições que se avizinham, são um momento em que populares, comunistas e bloquistas, ignoram todos os seus dogmas, toda a sua ideologia, toda a sua auto-proclamada coerência, para assobiarem para o lado e estenderem a mão aos portugueses.

 

O CDS-PP apresenta-se ao eleitorado com um projecto europeu relevante: apelam ao voto para castigar Sócrates. Esperam-se mais ideias inovadoras durante a campanha eleitoral como apelarem ao voto para castigar o Ministro da Agricultura. E quem sabe, se num momento de entusiasmo, não irão apelar ao voto para castigar o presidente da ASAE. Iguais a si próprios, nem o tom de falsete de Portas, ou o cenário idílico e bucólico dos textos do João Maria Condeixa aqui no blog, conseguem disfarçar o oportunismo europeu que escorre do Largo do Caldas.

 

O PCP apresenta-se, segundo os próprios, renovado. À boa maneira da escola revisionista e dogmática do Hotel Vitória, a imagem dessa renovação é…Ilda Figueiredo, exactamente a mesma Ilda, cabeça de lista do PCP nas últimas eleições europeias.
Há quem diga que a renovação comunista passará por ignorar tudo aquilo que colericamente disseram nas últimas décadas, em relação à Europa imperialista…

 

Por fim, o partido que não é igual aos outros. Os tais que não têm feito uso do mais rasco populismo em cartazes que…parasitam a crise. O Bloco do Francisco e do Luís. Também devia ser o Bloco da Joana e do Miguel. A primeira já foi colocada no gulag do esquecimento, o segundo é incómodo mas ainda tem a sua força no tutti-frutti bloquista.
Apesar de andar no colinho dos media, o Bloco não tem palco suficiente para o Francisco, para o Luís e para o Miguel. Então o Miguel vai para a Europa. Lá não chateia.
Então e as ideias do Bloco para a Europa? Nenhumas, porque isso é coisa de partidos, e o Bloco é diferente (sim e eu li o “Compromisso Eleitoral do Bloco para as europeias…”.

 

Cada voto depositado nas urnas, nas Europeias, dirigido ao CDS, ao PCP e ao BE, é um voto inútil, e acima de tudo, um voto anti-europeu. É um voto saudosista e com cheiro a mofo. É um voto que premeia a incoerência e revela pouco agradecimento.
E, tudo isto só é possível, porque 3 décadas de democracia não foram suficientes para o amadurecimento de algumas mentalidades, que se reflectem na escolha nos momentos eleitorais.
Só assim se explica, que quando chamados a expressar-se sobre a Europa, alguns portugueses, seduzidos pela retórica malabarista, se confundam em relação ao essencial da questão. É pena, perde Portugal e perde a Europa.

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Cerca de 120 jovens estiveram presentes no fórum “Inconformação 2009”, organizado pelos Jovens do Bloco no fim-de-semana de 3,4 e 5 de Abril em Lisboa. Na troca de experiências, na formação de estratégias de resistência e, sobretudo, na análise correcta das condições sociais e políticas o “Inconformação 2009” preencheu o espaço de interacção na busca de ferramentas políticas capazes de fortalecer a luta da juventude e do campo da esquerda política.

 

O BE não esconde a suas posturas e merece consideração a política, e formação, que os bloquistas promovem, pois tudo é contrário ao progresso que a esquerda democrática valoriza e promove.

À inovação e ao desenvolvimento, o BE defende "resistência", que deve ter uma "análise correcta das condições". Para quem há meia dúzia de meses andava a pular de felicidade com a eleição de Obama, a tendência para o radicalismo e condenação não passa. A posição de Miguel Portas e Francisco Louçã isso demonstram:   

 

No encerramento do fórum, Miguel Portas reforçou o pendor anti-militar do Bloco de Esquerda ao criticar o Governo do PS pelo anúncio do reforço do contingente militar português no Afeganistão e lembrou o fracassado encontro do G20. Francisco Louçã frisou a necessidade do aprofundamento da análise das formas nocivas do capitalismo e a urgência de lhe contrapor alternativas potenciadoras de luta social.

 

Ainda hoje estão por conhecer as alternativas que o Bloco tanto refere e que ninguém conhece.

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Não, não é nenhum “déjà vu”. O polémico anúncio da Antena 1 – retirado da emissão na semana passada por atentar contra as manifestações – está outra vez a ser emitido, mas num outro contexto. O Bloco de Esquerda decidiu aproveitar o spot original, mas dando-lhe uma nova mensagem: apelar à participação de todos os portugueses na manifestação do 1º de Maio.

O objectivo do Bloco de Esquerda foi “responder com humor a uma iniciativa de muito mau gosto democrático do serviço público, que fez um ataque ao direito de manifestação e uma recriminação dos protestos que são muitos e muito justos”, explicou ao PÚBLICO Jorge Costa, da Comissão Política do BE. “É totalmente inadmissível a utilização de recursos que são de todos para servir a agenda política”, acrescentou.

Desta vez a locutora diz ao ouvinte que “não vale a pena ir por aí porque hoje já não vai trabalhar”. Quando Rui lhe pergunta se há algum acidente, a “Eduarda Maio” contratada pelo Bloco de Esquerda responde-lhe que o seu patrão o despediu. “Parece que tem alguma coisa contra si. (...) Contra si e o resto dos trabalhadores que lá estavam. A produção passou para a Eslováquia”, ouve-se.

 

Uma vez mais o BE continua a alimentar a sua postura na ignomínia. Além de querer ser engraçado, brinca com coisas sérias, como o emprego, tanto de portugueses como de eslovacos.

 

Talvez o BE não saiba, nem quer saber, que a Eslováquia, na actualidade, é um país que conta com uma taxa de desemprego superior à portuguesa e, em termos de emprego dos mais novos, conforme dados recentemente publicados, é um dos Estados-membros com a taxa mais elevada. Bem superior à nossa.

 

Para quem está a poucas semanas de disputar uma eleição europeia, na qual também participam eslovacos, é de mau tom esta falta de respeito pelas pessoas.

 

Ainda há dias, o BE surgia em público ofendido com as palavras do Primeiro-Ministro britânico, quando disse empregos britânicos para os britânicos. E agora, não se envergonha com o que propala?

 

Pela lógica do BE, todas as empresas estrangeiras que investem em Portugal, que geram emprego e riqueza, deviam sair. Com palavras destas, pouco difere a atitude do BE com a de Le Pen's.

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José Sócrates lançou no Congresso Nacional de Espinho a sua plataforma de candidatura socrates2009.com, com uma dimensão e um cariz inédito em Portugal bebendo muito na experiência de Barack Obama nas últimas eleições americanas.

Hoje foi a vez de o Bloco de Esquerda vir a terreiro constituindo-se como o primeiro Partido em Portugal a debater online e em tempo real o seu programa eleitoral. Pela inovadora experiência que será e pelos nomes envolvidos parece-me merecedora de destaque e atenção.

Enquanto a esquerda galga terreno sendo pioneira nas novas tecnologias adaptadas a campanhas em Portugal, a direita continua a perder-se, mergulhando cada vez mais fundo nas areias movediças de onde não há meio de sair, desta feita pela voz do incontornável Alberto João Jardim.

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“A finalizar, eu gostaria que o Bloco de Esquerda me explicasse qual a sua opção preferida para lidar com o problema do BPN:

a) Não fazer nada, como pretende agora o PSD e sustentam os republicanos nos EUA?
b) Socorrer os bancos sem que o Estado use a legitimidade que essa intervenção lhe confere para apertar o controlo sobre a sua gestão, como Obama está a fazer?
c) Nacionalizar os bancos insolventes, como fizeram, entre outros, os governos inglês e português?"

 

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Estava hoje ao fim da tarde em amena conversa em frente ao Café Império quando uma senhora simpática veio oferecer um jornal e uns panfletos da IURD, estava eu delicadamente a recusar as oferendas quando saem do Café Império, Miguel Portas, Daniel Oliveira e Ana Drago.Ele há com cada coincidência, é que por acaso tenho da IURD a mesma opinião que tenho do Bloco de Esquerda....

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Considerando que “a esquerda está a mudar”, Louçã lembrou os encontros que o BE tem mantido com Manuel Alegre e a esquerda do PS, no Treatro da Trindade e na Aula Magna e garantiu que “ninguém está por acaso nessas convergências, ninguém está enganado”, para concluir: “Toda a gente sabe a responsabilidade que estamos a assumir.”
 

Louçã diz que a esquerda, a do BE, está a mudar. Mas o que mudou numa década de existência do partido? Nada. Nem os rostos, nem as causas do ser contra só por ser, nem a pretensão de assumir responsabilidades.

 

P.S.- Por falar em mudanças, há uma frase que diz tudo quanto ao BE: Aos 52 anos, Francisco Louçã é o mais antigo líder político em exercício.

 

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A pedido de muitas famílias dei ínicio à petição online "Salvem a Joana Amaral Dias", se comunga do mesmo espírito democratico e de bom gosto, assine aqui:

 

PETIÇÃO "SALVEM A JOANA AMARAL DIAS"

 

O BE não exige a Manuel Alegre a ruptura com o PS, acto generoso e solidário sem dúvida, motivado não por qualquer ambição de influenciar o poder sem a obrigação de o exercer ou a ânsia de, tal como o PCP, eleger o PS como inimigo número um, mas sim por uma profunda admiração poética pela escrita do Manuel Alegre e pela análise cuidada de todas as muitas propostas concretas e definidas, como outras quaisquer, que este apresentou nesta legislatura.

Mas isto não é grave nem importante, grave e importante é a Joana Amaral Dias ter sido excluída das listas de Francisco Louça...é um crime lesivo dos interesses de todos os telespectadores da AR TV, de todos os admiradores do papel das mulheres na politica e defensores, não de quotas para enfeitar, mas da promoção dos melhores pelo seu valor próprio.Algo vai mal no Bloco de Esquerda quando há espaço para o Manuel Alegre e não há nenhum espacinho para a Joana...

 

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 Sócrates promete reduzir impostos da classe média

 

Com o rumo que a Conveção levou e com a estrategia do BE corporizada no ultimo discurso de Louçã, Sócrates voltou a ter espaço político para, sem abandonar alguma retórica esquerdista, se voltar a apresentar como um primeiro-ministro moderado.

Vejam como ele se aproveita de uma bandeira do PSD e da sua líder...

O PS pode estar agradedcido a Francisco Louçã!

 

*Posição política do PS até ao dia 8 de fevereiro de 2009. Que descanse em paz.

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Francisco Louçã: "Relativamente ás presidenciais não discutimos nomes".

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 Francisco Louçã: "Apresentaremos um programa de Governo"

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Simples não é?

Afinal a esquerda moderna e progressista não parece assim tão diferente de outras esquerdas do passado.

Só não vale apagar fotos

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Se o Gil Garcia é uma especie de Manuel Alegre, depois desta convenção a Joana Amaral Dias será o Pacheco Pereira do BE. Veremos ...
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Com esta Convenção do BE e com o discurso final de Francisco Louçã, quem se deve estar a rir è Paulo Portas.

O BE e Louçã acabaram de entregar uma coligação pós-eleitoral com o PS nas mãos do CDS/PP.

No Largo do Caldas as garrafas de champanhe já sairam do frigorífico.

Paulo Portas agradece.

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"A Ganância é o nome próprio do capitalismo"

 

Francisco Louçã

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O grande critico de Manuel Alegre na convenção do BE, Gil Garcia, é uma especie de Alegre do BE.
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Estou perplexo por a Joana Amaral Dias estar perplexa por ter sido excluida da Mesa Nacional do BE.
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O primeiro dia da convenção bloquista revelou bem o interesse e as prioridades da esquerda radical. Num ano de escolhas, e num momento de aflição perante a crise, o BE não apresentou nenhuma proposta para a UE, nenhuma proposta para Portugal, nenhuma proposta para os concelhos do País. Em suma, não propôs nada aos portugueses. Tudo se resumiu a uma analogia falhada de coelho e dinheiro. A parvoíce é tanta que se comparam alhos e bugalhos, e, calcule-se, prioridade das prioridades desta convenção: a defesa de uma candidatura presidencial, personificada por alguém que nem é militante do BE. E estamos a dois anos da eleição presidencial.

No dia em que se esperar que o BE apresente alguma coisa ao País e aos portugueses, aí sim, coelhos junto com notas conseguirão reproduzir dinheiro.

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