3 comentários

“Eu quero chegar a casa, depois de ganhar as eleições, todos os dias e quero que a minha filha tenha orgulho daquilo que está a ser feito”, disse o porta-voz do PSD, acrescentando: “Eu no lugar do engenheiro Sócrates tinha vergonha, eu se fosse parente do engenheiro Sócrates escondia que era parente dele”.

 

Miguel Relvas, aqui há tempos, num exercício de asco político em que é perito...

comentar

 

 

Na realidade a direita não faz mal a ninguém, tal como a esquerda, o centro ou os volantes mais voláteis.

A direita que nos governa esta errada, muito errada, perigosa e irresponsavelmente errada, mas a culpa não é dos eleitores, dos militantes ou dos dirigentes dos partidos politicos fossilizados na actual necrofaga coligação da irresponsabilidade experimentalista da depressão fatalista, dita PPD-PSD/CDS-PP.

A escumalha que se arroga a si mesmo direitos (quase) divinos de poder e influência, a canalha que vive apenas para alimentar a sua própria algibeira usando o voto como combustível, a vara de flibusteiros que parasita o sistema ou o regime como sanguessugas implacáveis e insaciáveis, esses sim, em todos os partidos politicos, são a fonte de todos os  males, uma praga que mata, uma pandemia que corrói e mina este ou outro qualquer regime que tenhamos experimentado ou ainda esteja para ser inventado.

Mas atenção, são uma minoria, reles,mandona e sabichona, mas apenas um minoria. Mais ainda, transpiraram ou rastejaram da sociedade dita civil  para dentro dos partidos ou "aparelhos agregados ou agregadores".Não foram inventados pelos partidos políticos!

Portanto, primeiro, urge correr com os vermes e os corsários, mercenários ou vulgares ladrões.

Segundo, é fundamental aceitar as diferenças e partir para o combate das ideias sem esquecer as utopias ou os ideias, nunca.

Terceiro, é mister premiar os valores e princípios em detrimento do show off encenado para consumo circense-mediático.

Penso eu de que...

 

 

1 comentário

 

Um deputado regional madeirense diz que há ministros do actual Governo que deveriam ser investigados. Investigue-se já a séria e grave acusação do rapaz!

 

Um deputado regional madeirense diz que o povo da Madeira deverá lutar pela independência. Investigue-se a fundo as declarações ou então o governo da república assuma de vez se quer dar a (tal) independência solicitada, em ocasiões de especial necessidade ou aperto, pelos barões da Madeira!

 

O deputado regional madeirense do PSD, lider da JSD Madeira, que lançou tão COLOSSAL ataque ao governo PSD/CDS, esqueceu-se apenas de pedir desculpas pelas décadas de (rumores de) falcatruas, (alegações de) roubo, (noticias de) asfixia democratica, (denúncias de) usurpação de meios e fundos do povo para (alegado) usufruto e beneficio duma (suposta) elite sanguessuga que acha (nitidamente) "piada" a representantes eleitos andarem ébrios em figuras tristes pelo meio da rua e a atirar petardos ou "very-lights" contra edifícios durante a madrugada. Relembre-se o moço destes factos!

 

Se tudo isto fosse apenas uma piada, ainda assim era muito triste para um povo que tenta sobreviver esmagado por cortes e reduções, eliminação de direitos e despedimentos.

 

Mas não, é uma realidade nojenta cuja factura parece que ultrapassa oito mil milhões de euros.

 

 

1 comentário

A SIC Noticias esta neste momento a transmitir um fórum, Opinião Pública, sobre as comemorações do 25 de Abril.

Para comentar a efeméride convidou um sociólogo barra politólogo que responde pelo nome de José Bourdain.

A escolha, sem dúvida regida por critérios de independência, isenção e imparcialidade, movida apenas pelo desejo de informar e promover o debate e discussão, tem um pequenino problema. José Bourdain coleciona atoardas como areia na praia e muda de opinião mais vezes do que de camisa.

Este iluminado, que se autodenomina como patriota, escreveu em 2009 uma peça intitulado "Divisão de Portugal em 2 países Independentes" onde regurgita pérolas como:

 

“Portugal é hoje um país supostamente democrático (eu chamar-lhe-ia antes um regime de bandalheira) e que se auto intitula de moderno.

Parte dessa modernidade prende-se com ideias dos partidos da esquerda portuguesa (PS, PCP e BE): casamento homossexual; despenalização e desculpabilização do crime e da vigarice; menos autoridade para as forças policiais; quanto mais imigração melhor; tirar cada vez mais a quem trabalha para distribuir por mandriões que não querem trabalhar; carregar os cidadãos de impostos para depois distribuir a riqueza dando casa a imigrantes e alguns portugueses (mas poucos) quando o cidadão que paga impostos, se quiser uma casa, tem de se endividar; justiça só para alguns; menos carga horária de trabalho e uma proteção excessiva dos trabalhadores – a qual de tão exagerada que é só cria desemprego; facilitismo exponencial na vida em geral que inicia bem cedo, em particular nas escolas, desrespeito e falta de educação; etc, etc.”

 

Ou ainda:

 

“Se o leitor analisar atentamente os resultados eleitorais desde o regime de bandalheira em que vivemos após o 25 de Abril de 1974, poderá verificar que, em termos eleitorais, Portugal está dividido em 2: A Direita tem mais votos a Norte e a Esquerda mais votos a Sul. Isto é, dos Distritos de Lisboa, Santarém e Castelo Branco (incluídos) para baixo temos um País de Esquerda; a partir de Leiria (incluída) para Norte temos um País de Direita.
Assim, proponho que se divida o País em 2: Um a que chamaremos de Portugal – o genuíno, com gente que sente orgulho no seu passado e em ser Português – o qual será o Norte de Portugal juntamente com o Arquipélago da Madeira; o outro chamem-lhe o que quiserem (eu sugiro bandalheira da Ibéria) – o qual será parte do Centro e todo o Sul de Portugal juntamente com o Arquipélago dos Açores.
Estou em crer, que a concretizar-se esta minha sugestão, teríamos um Portugal rico, com um povo civilizado e próspero, contrastando com o país do ex-Portugal do Sul, miserabilista e a passar fome. É que não tenhamos dúvidas de que são uma pequena parte de Portugueses que trabalham muito e não enriquecem, pois estão a sustentar aqueles que tudo querem mas que nada fazem; à excepção de vivem às custas dos que se esforçam.”

 

Compreendo melhor a enxuarrada de chamadas eivadas de ódio e fervor pseudo-nacionalista, o "jeito" de um "salazar é que fazia falta em cada esquina" que atolou hoje forum,o travo a "ressabiamento de 24 de Abril", a aragem bafienta de  "a esquerda roubou isto e aquilo" (como se falassemos do Jardim da Madeira), o sentimento pequeno-fascista ou mini-ditador que inundou o palco montado pela SIC Noticias com o senhor José Bourdain.

O CDS-PP não tem a culpa de ter um militante assim, mas quem o convidou para comentar o 25 de Abril sabia precisamente o que estava a "encomendar". Quem o convidou sabia que esta a convidar alguém que exibe esta prosa na pagina 16 da sua moção ao Congresso do CDS-PP:

"Expulsar os imigrantes ilegais e convidar a sair aqueles que não têm qualificações e não conseguem obter emprego ou que cometem actos ilícitos".

 

Parabéns SIC Noticias....

 

comentar
 

Mais um post da Helena Matos (com este são 250 mil) a queixar-se que os seus colegas jornalistas não escrevem como ela acha que deviam escrever…

comentar

Quando um partido esta no Governo, tudo se movimenta em função desse planeta gigante, dessa colossal força gravitacional, chamada exercício do poder cumprindo a missão de servir o Povo.Ainda bem, mas nem tanto ao mar, nem tanto à terra, que o partido não é escada nem poleiro, é fórum, é tertúlia, é amizade e camaradagem, luta e entrega, paixão e desilusão, é entidade viva, é corpo e alma, sempre.

 

Quando um partido esta na oposição, todas as procissões e missas, todos os crentes e descrentes, fieis ou infiéis, próximos ou nem remotamente lá perto, se lembram que afinal existe uma organização, uma entidade, uma tal "coisa" chamada partido. Ainda bem pá!

 

comentar

 

Marcelo Rebelo de Sousa esteve no Congresso do PSD. Marcelo Rebelo de Sousa diz que defende o primado da letra da lei e da letra dos estatutos.

Marcelo Rebelo de Sousa diz muita coisa, muitas vezes diz algo, o seu oposto, algo no meio e o seu contrário

Porque não falou Marcelo Rebelo de Sousa da repetição da votação dos estatutos no Congresso do PSD?

Fizeram uma segunda votação a pedido de Passos Coelho para anular a decisão (inconveniente) tomada na primeira votação que aprovou uma proposta da JSD. Em qual das cadeiras do 1 ano da FDL isto se encaixa?

1 comentário

Marcelo Rebelo de Sousa é mentiroso? É, que chegue e "sobre" para dar, vender e emprestar.Porquê? Porque serve o mesmo "amo" que a pandilha de flibusteiros e bando de pilhadores que mente como quem respira e engana como se não soubessem fazer mais nada!                      

Mentiram nos subsídios de natal e férias.Dissimularam o congelamento de reformas antecipadas.

Aldrabaram o suposto regresso aos "mercados" em 2013.São claramente o elo mais fraco...adeus, o quanto antes! 

comentar

Descobri o que se passou com os subsídios de Férias e de Natal alegadamente sonegados de forma dissimulada e enganadora pelos artistas circenses (sem ofensa à classe!), "Passos & Gaspar" com as suas "partenaires Relvas e Álvaro". É mentira! Mentira! Mentira!

A culpa, é do aquecimento global!

Anda por aí um "efeito", que é "primo do El Ninho", da família do "rectângulo das Bermudas", que foi descoberto pelo "Doutor El Gore", chamado "Xupa Tudo".Isto é uma coisa que começou com o "Xupa Cabras", depois passou para a "Gripe das Aves", e, agora, com o aquecimento global, passou para os subsídios de Férias e de Natal dos trabalhadores...

É verdade, foi um senhor que monta capas de jornais que me contou...

 

1 comentário

Existe uma terra "bué bué longe" daqui, onde um rei com nome de peixe "fino"assinou um acordo com uma confederação de nações "bué bué grande" para construir 5 linhas TGV, Transporte Grande e Veloz.

Esse rei, entretando foragido a cumprir serviço de mordomo obrigatório nessa mesma confederação, esqueceu-se desse acordo.

Tal como todos os seus amigos. Esse acordo foi esquecido até ser apenas uma penumbra do passado, perdido entre estórias de indemnizações a condes e barões pelos prejuízos causados pela não construção do Transporte Grande e Veloz.

Passado algum tempo, um outro rei, mais jovem e ousado, enquanto estava a meditar na melhor forma de aumentar os impostos sobre o povo para aliviar a carga sobre os tais condes e barões, teve uma ideia brilhante, "Era mesmo colossal ligar o condado de Massamá ao principado de Barcelona, vamos a isso!"

Então, esse rei, com passo forte e vigoroso, anunciou tão peregrina ideia com estrondo. "Vou ligar o condado de Massamá ao principado de Barcelona para abrir as portas da confederação de nações "bué bué bué grande" aos nossos produtos.Vou construir uma ponte imensa daqui até ali.Viva eu!Viva mim!"

Mas El Rei Coelho, com passo ansioso e acelerado, tropeçou num pequeno pormenor. Com a precipitação de causar uma surpresa colossal, esqueceu-se de um detalhe mínimo...não existe qualquer caminho "daqui" até "ali"! Sem esse caminho é impossível construir qualquer ponte para ligar o condado de Massamá ao principado de Barcelona e o reino de "bué bué longe" à confederação de nações "bué bué forte"!

Depois deste erro colossal, o povo, já farto de ser esmagado sob o peso duma austeridade cega, inutil e excessiva, revoltou-se e destronou o rei incapaz num dia que ficou conhecido pelo "Dia da Relva Queimada".

 

Qual parte desta "história" é falsa? Espero que nenhuma....

 

1 comentário

Recentemente, tive uma epifania. 

Pude observar, outra vez, tal como em tempos idos mas não muito distantes, a parcialidade manipuladora da escolha das caras e das vozes nos orgãos de comunicação social. Porque dá jeito.

Outra vez o palco todo, em exclusivo integral, para quem representa apenas 5% ou 10%. Porque rende. Porque compensa.

Mais uma vez, a escolha de interpretes é feita para proveito do patrocinador ou do amigo.

Ainda outra vez, entrevista-se o patrocinado para este elogiar o patrocinador.

Como se fosse surpresa, imparcialidade ou apenas informação.

Não é. É encomenda, é jogo, é manipulação. Isto sim é que é trapaça.

Se continuarmos a assobiar para o lado, continuaremos a ter mais do mesmo, requentado e já fora de prazo.

Agora volto a esta casa para assobiar olhos nos olhos...

 

comentar

Direcção de informação da RDP demite-se

1 comentário

É normal – ou pelo menos era quando a internet se começou a vulgarizar no final dos anos 80 principio dos 90 – que as polícias dos vários países fossem buscar hackers para os ajudar a combater os crimes de fraude “cibernético”. Fazia sentido, os hackers eram tipos extremamente bem preparados, com conhecimentos e capacidades acima da média, e “pensavam” como hackers, ou seja, a ideia era colocar atrás dos criminosos alguém que pensasse como eles.

 

Ora imagino que este seja mais ou menos o racional que levou à escolha de Manuel Frexes, presidente da Câmara Municipal do Fundão, para administrador das Águas de Portugal. De facto, um dos principais problemas das Águas de Portugal prende-se com as dívidas que as autarquias teimam em não pagar. E quem melhor que um grande caloteiro – só a câmara do Fundão deve mais de 7 milhões de euros à AdP – para saber como pensam os outros caloteiros e tentar fazer com que estes paguem as dívidas. Passos Coelho mandou nomear Manuel Frexes para que este faça de cobrador do fraque, porque Manuel Frexes já esteve do lado dos “perseguidos” pelo cobrador e saberá melhor que ninguém antecipar os “truques de fuga” dos caloteiros como ele.

 

 

Nota de pé de página: Também pode ser que se trate de um favor político. Pode ser. Mas Passos Coelho prometeu que não ia para o governo para dar emprego aos amigos e como toda a gente sabe a mentira era um exclusivo do Sócrates.

 

 

 

Também publicado no Vozes de Burros

comentar

A primeira eleição primária Republicana, ganha por escassa margem por Mitt Romney, acabou por se traduzir numa boa jornada eleitoral para Barack Obama.

 

O Presidente dos EUA, que neste momento não tem nenhum desgaste interno, devido a ser o único candidato Democrata na corrida à Casa Branca em 2012, continua a ser presenciado com uma campanha Republicana fraca e sem grande mobilização.

 

A vitória de 8 votos de Romney, frente a Santorum, no decisivo estado do Iowa, um swing State, significa mais dificuldades para os Republicanos do que para os Democratas.

 

A campanha continua a ser acompanhada, a par e passo, nos EUA 2012.

Tags:
comentar

Nenhum Primeiro-Ministro, em Portugal e em Espanha, chegou ao poder com tanta informação e conhecimento do estado do seu país e da realidade que tinha pela frente, como chegaram Passos Coelho e Mariano Rajoy.

 

Com a vasta e pormenorizada informação que tinham, ambos fizeram uma campanha eleitoral cinzenta (é tempo de começarmos a valorizar as campanhas, pois é neste período que se apresentam as propostas que depois, ao longo de uma legislatura devem ser apuradas do seu cumprimento ou não, e se não porquê). Não se comprometeram com muita coisa, a não ser o amor ao seu país, algo que qualquer candidato, em estado de normal lucidez tem, seja de direita ou de esquerda.

 

Nas campanhas que fizeram, tanto o líder do PSD como do PP, ambos prometiam, nas parcas palavras expressas, que não aumentariam os impostos. Passos Coelho, no dia 1 de Abril, mais conhecido como o dia das mentiras, qual coincidência do destino, chegou a dizer a uma rapariga, em Portugal, que cortar os subsídios (Férias e/ou Natal) era uma pura invenção. Escassas semanas, depois de ter assumido a chefia do Governo, a invenção tornou-se realidade.

 

Em Espanha, Mariano Rajoy quase que nem queria fazer campanha, para não se expor muito, ainda assim disse que não subiria os impostos. Ora, poucos dias depois de suceder a Zapatero, Rajoy decreta a subida de impostos.

 

Ambos eram tão hábeis a condenar os Governos socialistas, de Sócrates e Zapatero, mas uma vez encontrados no poder, não só aumentam a pressão fiscal como, pior, começam a desmantelar o Estado Social. Algo que os Governos socialistas peninsulares tudo fizeram para não debilitar.

 

Tudo é feito em articulação com a Chanceler alemã, para cair nas boas graças do Governo alemão, numa total irresponsabilidade. E nem por um único momento tem lugar a questão: o rumo que está a ser seguido é o correcto para o futuro de cada país?

 

É certo que os tempos são difíceis e as medidas de rigor são indispensáveis, porém não podem ser um fim em si mesmo, como defende o Governo alemão.

 

Se há quem ainda tem dúvidas de políticas de esquerda e direita, a crise é um exemplo das diferenças que existem. Enquanto a esquerda assume a austeridade, a direita impõe a asfixia.

Tags: ,
comentar

As mudanças políticas que vão acontecer este ano serão marcantes para o futuro da década que temos pela frente.

 

A China irá mudar de líder. Hu Jintao vai deixar o poder e Xi Jiping vai ser indicado, neste ano, no Congresso do PC chinês, o próximo Presidente da República Popular da China. Uma mudança que não desviará o rumo do colosso asiático, iniciado no final da década de 70 do século XX por Deng Xiaoping, mas representa um novo salto, nesta fase de liderança mundial dos chineses.

 

Na Rússia, Putin deve renovar o poder, nas eleições presidenciais de Março, porém, como o último mês de Dezembro demonstrou, a popularidade do actual Primeiro-Ministro está em queda. E o passeio de outrora não continuará.

 

Nas Américas, destaque para as eleições presidenciais da Venezuela, México e EUA.

 

Hugo Chávez já teve o seu auge e a imagem de debilidade, associada à doença, da qual ainda não se sabe bem se está completamente restabelecido, a par de fracos resultados da economia, pode causar uma surpresa. O populismo nunca esteve tão vulnerável na pátria de Bolívar, como está actualmente.

 

No México, um dos gigantes mundiais, e ainda pouco entendido como tal, Felipe Calderón colocará um ponto final ao seu mandato, marcante pelo combate que fez aos cartéis de droga. 2012 pode representar o regresso ao poder federal do outrora dominante PRI.

 

Nos EUA, Obama está em condições de revalidar o mandato, mas a tarefa não será tão fácil, mesmo perante um candidato Republicano fraco.

 

Em África, a eleição legislativa angolana será mais um teste à democracia da pátria dos palancas e Eduardo dos Santos, que ainda não disse qual a sua disponibilidade para continuar na presidência do país, nas vésperas da decisão deverá anunciar vontade de continuar.

 

No norte do continente africano, o teste às mudanças radicais iniciadas em 2011 vai continuar. De Marrocos ao Egipto, veremos o despertar de um sistema democrático ou, então, a continuação dos anteriores sistemas e regimes, mas com outros intérpretes e que representam novos riscos regionais com impacto global.

 

No Médio Oriente, as eleições palestinianas deste ano podem ser marcantes e obrigar, como devem, Israel a encetar negociações com a Autoridade Palestiniana, agora que o Hamas demonstra querer guerrear com as palavras, em vez das armas.

 

Na Síria, 2012 deve ser o ano decisivo, da afirmação ou queda do regime de Al-Assad.

 

Na Europa, a eleição do presidente francês será decisiva, para o futuro da França e da UE. UE que terá, neste ano, um grande teste ao €uro. Depois de um ano de aflições e dificuldades, a moeda única estará debaixo de fogo, isto é, ou as lideranças europeias assumem as suas responsabilidades em conjunto e com soluções para todos ou as soluções a cargo de cada nação apenas contribuirão para o fracasso europeu.

 

Em Portugal, deveremos ter mais do mesmo, do que tivemos nos últimos meses e o empenho pelo crescimento estará arredado das preocupações dos nossos governantes.

Tags:
comentar
Deputados estão de férias "para compensar" o que trabalharam no Verão

 

A Presidente da Assembleia da República teve uma abordagem muito infeliz, a propósito desta interrupção dos trabalhos na Assembleia da República. Então os deputados param "para compensar" o que trabalharam?

 

Aos políticos exige-se rigor e aos representantes da Nação, que têm assento na Casa da Democracia, exige-se cumprimento do seu dever.

 

Assunção Esteves devia, por momentos, pensar em que condições vivem e trabalham muitos portugueses, antes de dizer um dislate.

 

É por estas e por outras que se desacredita a já de si mal tratada Política. Exige-se mais, muito mais, à segunda figura do Estado português. Mas não deixa de ser um sinal do estado destes tempos em que vivemos e deste poder, insensível e distante da vida dos portugueses.

Tags:
comentar

…que o líder partidário que fez da ameaça separatista uma bandeira sempre pronta a atirar contra o Terreiro do Paço, seja ele mesmo o responsável pela maior perda de autonomia que os Madeirense alguma vez viveram após o 25 de Abril.

 

comentar

Passos Coelho: Folga orçamental pode chegar aos 3 mil milhões

 

A cada dia que passa fica mais evidente a irresponsabilidade política de Passos Coelho. Antes e durante o processo da votação do Orçamento do Estado, não havia margem, folga, qualquer possibilidade, a não ser: cortes no subsídio de Férias e Natal, cortes na Saúde, cortes na Educação, cortes na Segurança Social, em suma: cortes.

 

Tudo, por causa de uma política europeia, com sentido, na austeridade - é preciso ter regras e disciplina -, mas totalmente irresponsável, como é, actualmente, no que concerne ao crescimento e emprego; pois a direita europeia, com o acólito Passos Coelho a fazer suas as determinações de Angela Merkel, é preciso impor sanções e penalizar os incumpridores, como se em período de recessão, como o que atravessamos, pudéssemos adoptar as mesmas regras de um período de expansão económica. 

 

Há poucos dias, qual novidade - depois do PS ter dito que havia almofadas que permitiam desagravar as condições de milhares de famílias, perante a negação constante do Governo, razão pela qual um dos subsídios não devia ser retirado -, havia uma folga de 2 mil milhões de euros.

 

Ontem, para maior surpresa, pois afinal não é uma almofada, é um travesseiro, há uma margem 3 mil milhões, e o Primeiro-Ministro ainda disse que era necessário poupar mais na Saúde, tudo isto no preciso momento em que se apresenta um aumento brutal nas taxas moderadoras, como se a Saúde fosse uma área irrelevante para a vida de uma sociedade e merecesse um tratamento apenas baseado no lucro. Tudo ao arrepio dos novos desafios contemporâneos, que carecem de uma aposta integrada e concertada de diferentes actores, no qual o Estado tem um papel crucial, para lidar com um conjunto de novas enfermidades que ameaçam a nossa sociedade.  

 

Por este andar, acaba-se com o sector público, taxa-se tudo, por tudo e por nada, e ficamos com as contas em ordem. Porém, um país não são só números, e se este Governo já lida mal com números (não havia margem, mas há folga!), com as pessoas a relação e tratamento das pessoas tende a ser cada vez pior.

 

Passos demonstra nem ter a cura, que dizia ter, nem faz o tratamento, uma vez que conduz o paciente (Portugal) a um estado ainda mais vulnerável, e sem necessidade, como as suas palavras demonstram.

 

 

Tags:
comentar

Alô, planeta Terra chama Mário Nogueira, 2600 professores vão ficar sem horário!


 


comentar

Um dia, daqui a muitos, muitos anos, depois das loucuras extremistas da religião da austeridade cega levarem ao fim de toda a vida sobre a Terra, quando os humanos sobreviventes tiverem emigrado para um planeta habitável numa galáxia muito muito longínqua....o Correio da Manhã versão Alien ainda continuará a fazer combinações aleatórias e trocadilhos de ocasião entre as palavras Sócrates, Universidade, Face, Cova, Independente, Beira e Freeport! Por muito que as evidências jurídicas ou históricas (nessa altura já "fossilizadas") não demonstrem nada!

É triste, recorda-me um filme, The Fan, com Robert De Niro e Wesley Snipes. Vale a pena ver, o filme claro!

comentar

La industria de servicios financieros supone el 10% del PIB y un 11,2% de la recaudación fiscal del país. En el ejercicio fiscal 2009-2010 el sector generó tributos por 45.254 millones de euros. La City representa el 36% de la industria financiera de la Unión Europea y Londres es responsable del 60% de las transacciones financieras internacionales de los veintisiete. Pese a ello, para 2014 Reino Unido solo contará con el 10% de los votos en el Parlamento Europeo.

 

Por vezes escapam-nos os dados objectivos e vale a pena não os perder de vista.

Tags: ,
comentar

A presidente da Assembleia da República condenou hoje o "modelo soberanista" de "cada um por si" da União Europeia, que está "sem coragem e sem rumo" numa altura em que a pobreza e o desemprego alastram.

 

Até a insupeita Assunção Esteves diz o óbvio, mas infelizmente o Primeiro-Ministro de Portugal não quer ver o óbvio.

Numa UE, liderada por quem tem uma obsessão em sancionar, o nosso Chefe de Governo não se apresenta como defensor do crescimento e do emprego, que tanta falta fazem em Portugal, mas apoiante de quem quer penalizar.

Tags: ,
comentar

A pesar de sus posiciones críticas que han dificultado no pocos avances, hay que recordar las contribuciones cruciales de un país que, en palabras del analista Charles Grant, “animó a la UE a mirar hacia afuera y ver la globalización más como oportunidad que como amenaza”. Desde la cooperación al desarrollo hasta el Espacio Europeo de Investigación, muchas de las políticas e iniciativas comunitarias serían muy distintas de como las conocemos sin contribución británica. Sin ella, cuesta imaginar que la UE se hubiese animado a romper monopolios nacionales con poder enorme, como las compañías telefónicas o las aerolíneas de bandera. Sin Gran Bretaña la UE no solo pierde peso militar, académico y financiero, sino también un país que ha demostrado capacidad de innovar en políticas públicas y organización administrativa muy por encima de sus socios continentales. Y ¿en qué posición global quedaría el Espacio Europeo de Educación Superior si le restamos Oxford, Cambridge y el resto de universidades británicas?

 

Agora, que muitos fazem questão de destacar a posição britânica, isolada da UE, vale a pena recordar, como Jordi Vaquer o faz, da importância do Reino Unido na UE.

 

Obviamente, ao Reino Unido também interessa a UE. Como o consolado de 13 anos do Labour demonstrou (entre 1997/2010), o Reino Unido se quer ser uma das forças liderantes do mundo, só o poderá ser na qualidade de Estado da UE. O mesmo se aplica a qualquer gigante europeu que queira afirmar nesta nova era da Humanidade.

Tags: ,
comentar

Billionaire and Ex-Minister to Oppose Putin in Russian Presidential Election
“I made a decision, probably the most serious decision in my life: I am going to the presidential election,” Mr. Prohkorov said at a news conference.

 

Mikhail Prokhorov manifestou interesse em candidatar-se à presidência russa, na eleição que se realiza no próximo dia 4 de Março de 2012.

 

O milionário russo, que no ano passado comprou uma equipa de basquetebol nos EUA e começou a sua carreira empresarial a vender calças, tem hoje uma fortuna orçana nos 17,8 mil milhões de dólares.

 

Prokhorov foi Ministro de Putin e acabou por ser despejado da pequena formação satélite do partido de Putin. Agora, que milhares de pessoas saem às ruas, pedindo Democracia na Rússia, depois das eleições legislativas da semana passada, ganhas pelo partido de Putin. Este magnata russo, mais um dos produtos da era pós-soviética, apresenta-se à liderança do gigante eslavo. Resta saber se terá condições, à luz da Lei russa, entenda-se, de Putin, poderá concorrer.

Tags:
comentar

Apesar de estar em decadência, a França continua a ser um dos gigantes europeus e as próximas presidenciais, de Maio de 2012, vão ser um grande teste à França e à UE. Em causa estão dois projectos políticos claros e distintos: à direita, a continuação da política de austeridade, imposta por Merkel e seguida por Sarkozy; e, à esquerda, uma política apostada no crescimento e no emprego, assumida por François Hollande.

 

Uma disputa vital para a França e a UE.

Tags:
comentar

Nicolas Sarkozy y Europa tendrán que esperar. Los socialistas franceses no votarán la regla de oro del déficit acordada por los líderes de la Unión Europea, salvo el Reino Unido, en Bruselas. El Partido Socialista (PS) rechaza además de forma global el acuerdo impulsado por Angela Merkel y Nicolas Sarkozy. Sarkozy, “antes de haber aprobado la regla de oro en Bruselas, debería haber consultado con la oposición y no lo hizo”. “Europa se olvida del crecimiento y no habla del papel del Banco Central Europeo. Nosotros creemos que hace falta otra política”

 

Según los socialistas, Sarkozy, lejos de salir reforzado, ha salido más débil y menos creíble del acuerdo de Bruselas: “No ha podido variar en nada la posición de Alemania, ya que en el fondo no tiene su confianza, y se ha plegado en todo a los deseos” de Angela Merkel, analiza Valls.

 

"El problema no es el Reino Unido, sino que un tratado a 26 no se sabe bien lo que es, no existe”

 

Perante o descalabro europeu, que a direita protagoniza e agrava, o PS francês dá uma boa resposta a menos de meio ano das presidenciais gaulesas.

 

Além da falta de respeito institucional de Sarkozy, nem consultou a oposição, o rumo que o PS quer dar à França e à UE não é de penalização, mas de crescimento.

Bons sinais vindos de França!

Tags: ,
comentar

Tal como a máxima do antigo jogador inglês de futebol, Gary Lineker, em relação ao jogo de futebol entre selecções e seu desfecho: são 11 contra 11 e no fim ganha sempre a Alemanha, a mesma expressão bem podia ser adoptada em relação ao projecto europeu: são sempre todos a favor menos o Reino Unido.

 

Porém,  a posição reticente de David Cameron até pode ter ajudado a UE. Não porque o Primeiro-Ministro britânico se entusiasme com a UE, bem pelo contrário, mas porque, sem ter esse propósito, David Cameron travou, para já, o controlo férreo a todo o custo, através de um novo Tratado, como pretende a França de Sarkozy e a Alemanha de Merkel. Ainda que tal controlo é bem possível, a concretizar-se o plano a 17 (da zona €uro, mais seis países que se querem associar). 

 

A posição do eixo franco-alemão, neste Conselho Europeu, apenas se baseia na imposição de sanções, controlo férreo e desprovido de solidariedade.

 

A UE precisa, mais do que nunca, de novas lideranças, que concretizem o projecto europeu e não as ambições nacionais, dissociadas da UE, desde logo em França e na Alemanha, grandes impulsionadores, desde 1951, do projecto europeu. E sem os quais não se pode construir esta grande casa europeia. A geografia, primeiro, e a história, depois, são esclarecedoras do porquê. 

Ora, em termos de liderança, David Cameron não se encaixa no grupo e no perfil de novos líderes empenhados na UE, mas como o lugar de Downing Street lhe faz ver, o Reino Unido precisa tanto da UE como a UE dos britânicos. Todavia, a realidade britânica tem especificidades muito próprias e David Cameron, que na oposição sempre foi um dos principais protagonistas a alimentar o eurocépticismo, no Governo sabe, in loco, como a economia das terras de Sua Majestade está mais ligada à UE do que o orgulho nacional britânico tende a negar. E a afirmação do Reino Unido no mundo carece, como a Alemanha e a França, da projecção de 500 milhões de pessoas, em vez dos pouco mais de 60 milhões de pessoas que o Reino Unido tem.

 

Blair já deixara isso evidente no seu consulado, e até mesmo Brown, menos entusiasta do que Blair em relação à UE, assim que passou do número 11 para o 10 de Downing Street constatou como o futuro do Reino Unido passa pela UE e por isso se empenhou, em 2008, como nenhum outro líder europeu a resgatar a UE da crise provocada nos EUA.

Hoje, Cameron enfrenta um cenário muito delicado para o seu mandato. Se conta com um aliado solidário na ligação e defesa da UE, como Nick Clegg e os Libdem, por outro lado, nas fileiras tories Cameron conta com um recrudescimento do eurocepticismo. Depois de há poucos meses ter falhado, no Parlamento de Londres, a pretensão de alguns conservadores obterem a permissão para se fazer um referendo à UE no Reino Unido, o coro, desta vez, devido ao plano de Merkel/Sarkozy, de impulsionar novo Tratado, fez levantar mais tories, reclamando um referendo.


Cameron, em tempo algum, poderia chegar a Londres anunciando um novo Tratado, pois, primeiro, ele não quer as regras apresentadas para o Reino Unido, e segundo, o Tratado seria encarado por muitos, a começar nos conservadores, como a excelente oportunidade para fazer um referendo no Reino Unido. E se o resultado é bem previsível, não menos certa seria a queda do poder de David Cameron.

 

Em suma, este Conselho Europeu fica para a história como um dos mais relevantes, e no meu entender pelas piores razões, e, qual herói acidental, Cameron pode ter defendido, sem querer, a Europa que milhões de europeus ambicionam: de respeito e de dignidade.

Tags: ,
comentar

As últimas horas foram esclarecedoras do problema que a União Europeia tem. Nicolas Sarkozy, ontem em Toulon, e Angela Merkel, hoje em Berlim.

 

A UE precisa de ser reformada (Sarkozy) e o falhanço é político (Merkel). Nada mais correcto. Ambos foram precisos e objectivos. E estão certos!

 

Porém, o passo seguinte (ou seja, o anterior a estas declarações), e não dispensa a condição/estatuto de cada um, isto é, Chefe de Estado de França e Presidente do Governo da Alemanha, é que estes dois principais actores da cena europeia em vez de se limitarem a identificar os problemas deviam apresentar a solução, algo que ainda não fizeram, apesar de anunciarem novo encontro de trabalho, segunda-feira, em Paris. 

 

Ora, o que os europeus mais poderiam esperar, deste cavalheiro e desta donzela, a começar nos franceses e nos alemães, seria um discurso como o do discurso do Papa eleito, do filme de Nanni Moretti que está em exibição nas salas de cinema europeu: rezem por nós, mas nós não temos capacidade para assumir esta responsabilidade.

 

Se a UE precisa de ser reformada e houve falha do universo político, de facto, não foi quem conduziu a UE a esta condição, Sarkozy e Merkel, que estão em condições de a sacar da actual situação.

 

Se Sarkozy e Merkel entendessem o que dizem em público e tivessem noção do seu actual cargo, teriam de limitar-se a apresentar a sua incapacidade de lidar com a situação, que ajudaram, e muito, a criar.

 

Como disse muito bem, o líder da bancada do SPD no Bundestag, a Angela Merkel não explicou aos alemães que crise é esta, que de facto é uma grande ameaça ao povo germânico, em termos económicos, laborais e sociais.   

Tags: , ,
comentar

Notícia de hoje:

 

A agência de notação financeira cortou o "rating" de Portugal em um nível, colocando-o num patamar considerado "lixo". As perspectivas continuam a ser "negativas".

 

Afirmações do actual Secretário de Estado de Passos Coelho, Carlos Moedas de seu nome, há poucos meses:

 

«Rating voltará a subir com medidas do PSD» Carlos Moedas não tem dúvidas de que notas voltarão a subir quando mercados perceberem que PSD vai cumprir as metas de défice

Tags: ,

Pesquisar
 
Contactos
camaradecomuns@sapo.pt

Editorial

Visitantes online

Comentários Recentes
Para mim casamento deve ser entre um homem e uma m...
Caro RFCom a modéstia com que foi escrito, podes t...
N sei q espirito deus aspirou pr a Africa. este co...
Mocambique està mais que tudo isto, sinto d...
e há cartas que nunca chegam.
Aguem colocou esta carta excelente na página de PP...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Everdade este pais precisa de um bom governador k ...
Casino EstorilA falta de escrúpulos veio para fic...
Tags

todas as tags

Links

Esquerda

5 dias
A barbearia do senhor Luís (Luís Novaes Tito)
A Busca pela Sabedoria (Micael Sousa)
A Forma e o Conteúdo (José Ferreira Marques)
A Forma Justa (Tiago Tibúrcio)
A Linha-Clube de Reflexão Política
A Nossa Candeia (Ana Paula Fitas)
Absorto (Eduardo Graça)
Activismo de Sofá (João R. Vasconcelos)
Adeus Lenine
Arrastão
Aspirina B
Banco Corrido (Paulo Pedroso)
Bicho Carpinteiro
Câmara Corporativa
Câmara de Comuns
Cantigueiro
Causa Nossa
Cortex Frontal
Defender o Quadrado (Sofia Loureiro dos Santos)
Der Terrorist (José Simões)
Entre as brumas da memória (Joana Lopes)
Esquerda Republicana
Hoje há conquilhas (Tomás Vasques)
Irmão Lúcia (Pedro Vieira)
Jovem Socialista
Jugular
Ladrões de Bicicletas
Les Canards libertaîres
Léxico Familiar (Pedro Adão e Silva)
Loja de Ideias
Luminária
Machina Speculatrix (Porfírio Silva)
Maia Actual
Mãos Visíveis
Mário Ruivo
Metapolítica (Tiago Barbosa Ribeiro)
Minoria Relativa
O Grande Zoo (Rui Namorado)
O Jumento
O Povo é Sereno
Raiz Política
Rui Tavares
Spectrum
Vias de facto
Vou ali e já venho (André Costa)
Vozes de Burros

Direita

31 da Armada
4R – Quarta República
A Arte da Fuga
A Douta Ignorância
A Origem das Espécies (Francisco José Viegas)
Abrupto (José Pacheco Pereira)
Albergue Espanhol
Alunos do Liberalismo
Blasfémias
Causa Monárquica (Rui Monteiro)
Clube das Repúblicas Mortas (Henrique Raposo)
Corta-fitas
Delito de Opinião
Era uma vez na América
Estado Sentido
Geração Rasca
Herdeiro de Aécio
Macroscópio
Menino Rabino (Marco Moreira)
Mercado de Limões (Tiago Tavares)
Minoria Ruidosa (Miguel Vaz)
O Cachimbo de Magritte
O Diplomata (Alexandre Guerra)
O Insurgente
Ordem Natural (Rui Botelho Rodrigues)
Palavrossavrvs Rex (Joaquim Carlos Santos)
Portugal Contemporâneo
Portugal dos Pequeninos
Psicolaranja
República do Caústico (João Maria Condeixa)
Rua da Judiaria
Suction with Valcheck
União de Facto

Outros

A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
A Cidade Deprimente
A Cidade Supreendente
A Terceira Noite
Clube dos Pensadores (Joaquim Jorge)
De Rerum Natura
É tudo gente morta
Horas Extraordinárias (Maria do Rosário Pedreira)
Notas ao Café
O Diplomata
Arquivo

Abril 2015

Dezembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Março 2013

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Janeiro 2008