
Sem conhecer a Secretária de Educação de São Paulo e limitando-me apenas ao post que o Sérgio Azevedo deixou, do qual só discordo do "premiadas com mais dinheiro caso consigam atingi-las" , pois preferia que fosse o educando a financiar por cheque-ensino do que o Estado a fazê-lo directamente, apenas posso responder:
Seria óptimo, Sérgio! Seria óptimo que aparecesse uma Ministra assim em Portugal!
É que a actual Ministra não é nada como a parece querer pintar. Os indicadores que a nossa pretende implementar são péssimos, complicados e infrutíferos, além de desproporcionados. Para isso basta pensar que existe - e eu conheço um caso - quem, enquanto professor de Geometria Descritiva, seja avaliado por um seu colega professor de Educação Física. Imagino o que dirá o último sobre a forma como as secantes e tangentes são leccionadas. Isto sem falar das críticas já ouvidas por aqueles 100 000 que caminharam por Lisboa.
Depois o rigor resultante da avaliação, que eu também defendo, não existirá nestes moldes, nem se coaduna com outros brilhantes projectos que a nossa Ministra nos apresentou. Veja-se o "Novas Oportunidades" que em articulado com os "maiores de 23" poderá permitir a entrada na Universidade desde que exista paciência para esperar, feitio para o fazer e ignorância para o desejar. E com isto não me refiro aos que honestamente poderão e bem ver as suas qualificações reconhecidas! Mas infelizmente existe, o nada rigoroso, reverso da medalha.
E para já fico por aqui, debruçando-me fundamentalmente sobre a ideia e sem abordar a arrogância, autismo e prepotência que parece existir por parte da Ministra que ultimamente parece andar mais resguardada.





