Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011
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Notícia de hoje:

 

A agência de notação financeira cortou o "rating" de Portugal em um nível, colocando-o num patamar considerado "lixo". As perspectivas continuam a ser "negativas".

 

Afirmações do actual Secretário de Estado de Passos Coelho, Carlos Moedas de seu nome, há poucos meses:

 

«Rating voltará a subir com medidas do PSD» Carlos Moedas não tem dúvidas de que notas voltarão a subir quando mercados perceberem que PSD vai cumprir as metas de défice

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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
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Agora é que Duarte Lima se vai safar mesmo! Como?

Fácil...basta mandar uns recados, "olhem que eu falo mesmo do BPN, querem abrir a tampinha da caixinha da Tia Pandora?"

 

Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
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Governo segura RTP Informação

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O Fim da crise  para 2012 é uma "cena" que assiste ao Álvaro. Ele só não explica como e porquê.

Ele sabe que Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, por razões eleitorais, podem ter que puxar o tapete à "segunda divisão europeia".

Ele sabe também que os fósseis dos Chicago Boys, os Maya Boys, previram o fim do Mundo para 12 de Dezembro de 2012.

Portanto...o fim da crise é mesmo certo para o Álvaro. Mau, mau, mesmo mau, é termos todos de acordar no dia 13 de Dezembro de 2012, muito pior do que estamos hoje e ainda por cima com o mesmo Ministro da Economia!

Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011
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Nos últimos dias, devido ao facto das mudanças nos Governos da Grécia e da Itália, muitos comentários começaram a surgir em relação à nomeação de Papademos e Monti para a liderança dos respectivos Executivos nacionais. Estaríamos a entrar na era dos Governos de tecnocratas e isso seria um risco para a Democracia.

 

Se não nos ficarmos na espuma dos dias, veremos como ambas as personagens mandatadas para liderar os respectivos Governos são personalidades distintas - Papademos é um tecnocrata puro, enquanto Monti, apesar do seu carácter de tecnocrata, é um homem com um percurso político consolidado, desde os 10 anos como Comissário Europeu (lugar marcadamente político) à sua pertença ao grupo liderado por Felipe González para pensar o futuro da Europa.

 

Se ambas as situações são muito delicadas, o caso grego é bem diferente do italiano (tanto em termos de personalidades como estrutural). Vejamos: Papademos está a liderar o Governo grego de modo interino. Dentro de três meses os gregos regressam às urnas e escolhido o novo Parlamento, que poderá ser ganho por quem criou o enorme buraco na Grécia, a Nova Democracia, Papademos sai de cena. Ou seja, o novo Primeiro-Ministro grego é apenas o homem que está a assegurar a implementação das medidas num curto espaço de tempo, devido à saída de Papandreou.

 

No caso de Itália, Mario Monti está investido para concluir a actual legislatura, isto é, até à Primavera de 2013. Todavia, se actualmente a maioria dos grupos parlamentares italianos asseguraram ao Presidente Napolitano que vão apoiar o mandato de Monti, excepto a Liga do Norte (que passa para a posição confortável da oposição desresponsabilizando-se de tudo) e parte dos deputados do Partido da Liberdade (de Berlusconi), que não apoiam esta transição, Monti não vai ter uma vida fácil, pois o jogo parlamentar transalpino é marcado por imprevisibilidade e é bem possível a convocação de eleições no próximo ano, de todo indesejável, pois o país precisa, mais do que nunca, de estabilidade.

 

Quando muitos, agora, se atemorizam e reclamam que a Democracia está em risco, devido a estas mudanças, o risco primeiro, neste momento, para a Democracia, é o falhanço e colapso das suas instituições. Afinal, a Democracia não se resume ao acto do voto, mas a algo bem mais vasto e complexo, que também contempla o voto, mas não só.

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Sábado, 12 de Novembro de 2011
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"Os pais do sonho europeu fizeram tudo bem feito mas foram assassinados pelos filhos" - Frei Fernando Ventura.

Terão mesmo feito tudo bem? Mesmo?

 
Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011
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Nestes tempos, tão propícios a criticar a Alemanha, pela má liderança de Angela. é de destacar o contínuo arrojo e visão das empresas alemãs em prevenir os riscos do futuro e fazer das dificuldades oportunidades.
 
O Desertec é um ambicioso plano energético para fornecer energia à Europa.
 
Enquanto uns se queixam, outros preocupam-se em preparar o futuro.
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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011
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Vindo de um reputado professor de Direito Penal e ex deputado do PSD, este artigo de opinião que valida totalmente a posição do PS na questão do enriquecimento ilícito ainda vem a tempo de ajudar a clarificar e elucidar a correcta posição do PS nesta matéria.

 

 

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As notícias saídas nas últimas horas, quer na imprensa israelita quer na europeia, revelam que a escalada de confronto entre Israel e o Irão está para rebentar, se os ânimos e as vontades não arrefecerem. 

 

Não é por acaso que começam a ser publicadas sondagens de qual a posição geral dos israelitas face a um eventual ataque ao Irão e no Reino Unido o Governo prepara-se para o confronto.

 

Nada disto é por acaso, e não se pode desconsiderar, neste delicado e explosivo xadrez a mudança de líder na Arábia Saudita, país que vê com grande apreensão, tal como Israel, o poderio nuclear iraniano - resta saber se os sauditas estão dispostos, como em 1991 no Kuwait, a bancar parte uma intervenção -, ao mesmo tempo que os EUA retiram as suas tropas do Iraque (país onde a influência iraniana, após a queda de Saddam, tem vindo a aumentar).

 

Por outro lado, o outro actor global e determinante, os EUA, conta, actualmente, com uma Administração mais dada ao multi que ao unilateralismo, como a anterior, de GW Bush. E há questões relevantes, no caso norte-americano, a considerar: a dimensão financeira, os EUA estão esgotados devido às intervenções no Iraque e no Afeganistão; a estratégica, Obama tem tido um mandato de pontes e não de rupturas; e, a eleitoral, é muito arriscado para Obama, a um ano da eleição, lançar-se numa guerra sem perspectivas de rápido desenlace, como na Líbia, mas, ao mesmo tempo, o poderoso lobby de apoio judaico dos EUA, e tradicionalmente pro-Democrata, não perdoaria a Obama a falta de apoio e/ou associação a Israel numa intervenção.

 

Do lado dos britânicos, o entusiasmo, quiçá pela intervenção na Líbia, é pressentido, algo que não é o sentimento de outras chancelarias, como as de Moscovo e Pequim, opostas a qualquer intervenção no Irão.

 

Consta que Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro, e Ehud Barak, Ministro da Defesa, estão empenhados numa intervenção, à imagem do que Israel fez no Iraque (1984) e na Síria (2007). Posição à qual já se somou o radical Avigdor Lieberman, Ministro dos Negócios Estrangeiros. Porém, não é consensual, no Executivo de Tel Aviv, a decisão de ataque.

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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011
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Não podemos impedir que os gregos se suicidem”, refere um diplomata francês, citado pelo Le Monde.

É assim que "se olha" para a Grécia...do alto do Monte Olimpo a pensar em Hades!

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Papandreou teve o condão de despejar um balde de água gelada ao mesmo tempo que adicionou mais gasolina à quente fogueira que nos queima na UE.

 

A decisão de convocar um referendo, para saber se os gregos querem o plano de resgate aprovado no último Conselho Europeu é uma jogada política extremamente arriscada, mais do que para o próprio promotor é para toda a UE, pois tem um alcance imprevisível, não só pelo precedente que abre, mas também pelo que pode (e já está a) provocar. Mérito se dê aos gregos, 3% do PIB europeu conseguiu, ontem, que todas as bolsas do mundo tivessem quedas. Nem as asiáticas escaparam.

 

Uma mais vez, o histórico encontro da semana passada, assim rotulado o Conselho Europeu, virou um rotundo fracasso devido a esta medida do Primeiro-Ministro helénico.

 

A Grécia acaba de abrir a caixa de Pandora e a partir de agora ou aceleramos a queda ou há um retomar do projecto europeu.

 

Quanto aos gregos, se a confiança já era pouca passou para o nível de praticamente nula. Como se pode confiar num país a quem se perdoa metade da dívida, arranja-se 130 mil milhões de euros e ainda se mete a equacionar se aceita ou não a proposta, depois de anos de puro desmazelo e irresponsabilidade?

 

Em termos europeus, pode ser que Berlim e Paris entendam, com este grande choque, inesperado e indesejado, que é tempo de deixar de paliativos e adoptar efectivas medidas de alcance europeu com impacto mundial, que salvaguardem, desde logo, alemães e franceses, e que, para isso, é importante que a zona €uro esteja a salvo de ataques especulativos.

 

Como o dia de ontem demonstrou, e a queda da bolsa de Milão não desmente, a grande ameaça e o grande perigo, muito mais do que a Grécia, é a Itália, actualmente em situação extremamente vulnerável, tanto pela realidade política como pela fragilidade económica. Imaginar que os italianos podem ter de se render e pedir um resgate seria o fim da incerteza e a consolidação da tragédia.

 

A Cimeira do G20, a arrancar nas próximas horas, na localidade francesa de Cannes, em vez de tratar da recuperação da economia mundial - em especial a do Ocidente, vai dedicar-se a tratar da Grécia. Para lástima e vergonha europeia, terão de ser os extra-europeus a tratar da UE, uma vez que as grandes potências (Alemanha, França, Reino Unido e Itália) não sabem tratar os problemas que têm na sua casa.

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