Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011
2 comentários

Passos quer chamar PS para discutir défice na Constituição

 

E neste período difícil, Passos Coelho reafirmou em Madrid que não pode haver TGV.

 

Passos Coelho esteve remetido ao silêncio durante duas semanas, depois do dueto da desgraça (Sarkozy - Merkel) ter proposto a inscrição da limitação do endividamento na Constituição dos Estados nacionais.

 

Em Espanha, avançou-se rapidamente no sentido de inscrever tal medida na Constituição e, na sexta, votam a alteração da Constituição, no Parlamento espanhol.

 

Hoje, em Madrid, no início do périplo europeu que está a realizar, o Primeiro-Ministro português nada acrescenta em relação a esta proposta, mas abre o diálogo (o mesmo instrumento que recusara a José Sócrates no PEC IV) para abordar o assunto com o PS. Como se verifica, Passos não tem uma ideia ou opinião. Logo se vê o que calha, mediante a orientação dos ventos.

 

Por outro lado, e apesar de surgir em rodapé, Passos disse hoje que não há TGV Lisboa-Madrid. Ora, o super-Ministro Álvaro, que há dias tinha ido à mesma cidade de Madrid, onde hoje está Passos Coelho, dizer que em Setembro anunciava a decisão do Governo português. Pelos vistos, Álvaro Santos Pereira pouco conta no Governo e Passos Coelho é que dá a ordem: não há TGV. Assim, não precisamos de esperar mais pelas palavras de Álvaro Santos Pereira que, ao fim e ao cabo, pouco valem, pois há dias anunciava para esta semana cortes históricos, que não tinham lugar desde 1950, e hoje, do Governo, não conhecemos cortes, mas mais impostos. Em suma, um Governo sem Rei nem Roque!    

Tags:
2 comentários

A direcção política de Passos Coelho tem sido marcada por uma cópia simples dos tories britânicos. Foi assim não oposição, é assim no Governo. E, além de ser uma cópia banal, copia um mau modelo.

 

Dentro de algumas horas, o Governo português vai apresentar um enorme pacote de medidas de cortes. Há pouco mais de um ano, pouco tempo depois de ter ganho as eleições, o Governo conservador britânico, pela mão do Ministro das Finanças, George Osborne, apresentava-se perante os seus cidadãos cheio de determinação, para melhorar a condição de vida dos britânicos, com o necessário crescimento económico para gerar mais oportunidades. Para tal, implementou um conjunto de cortes, sem critério nem sentido, visando os objectivos.

 

Um ano depois, comprova-se como a receita, de profundos cortes sem critério nem sensibilidade, falhou rotundamente nos seus propósitos e com um efeito demolidor: o Reino Unido está pior.

 

Por cá, Passos Coelho não quer aprender a lição da sua fonte de inspiração. Adoptar um pacote de cortes sem sentido e que apenas obedece ao desígnio dos números em ordem, sem ligação às condições de vida das pessoas, é não entender nada do que é governar um país e, pior, é comprometer o futuro do país.

 

O que vamos ver dentro de algumas horas já assistimos, na versão original, no Reino Unido. E já sabemos qual vai ser o resultado.   

Tags:
Terça-feira, 30 de Agosto de 2011
comentar

Netanyahu examining possible future borders of a Palestinian state

 

O facto do Primeiro-Ministro de Israel começar a estudar as fronteiras da Palestina, tendo em vista a consolidação do Estado palestiniano, é um bom sinal de como em Tel Aviv começam a aceitar a inevitabilidade da existência do país vizinho dentro de algum tempo.

 

Vários países latino-americanos já reconheceram o Estado da Palestina, a Espanha e a China têm pressionado para se reconhecer mundialmente o Estado da Palestina, dentro de pouco tempo. Ainda deve faltar muito para tal, mas já não estamos nas vias da impossibilidade. 

Tags: , ,
comentar

El disparate es el pretendido déficit cero. Una muestra de radicalismo ideológico, que no permite margen de maniobra ante los ciclos económicos. Una receta de teóricos fundamentalistas que, a veces, ocupan responsabilidades políticas para desgracia de todos, impidiendo una actuación política para contrarrestar las consecuencias de una contracción económica.

 

Esta es una crisis de cambio civilizatorio, de gran calado histórico. Estamos viviendo la transición entre el dominio de un Occidente hegemónico durante siglos hacia un Oriente en desarrollo rápido; de los países centrales pero endeudados hasta las cejas y los emergentes que producen y ahorran lo que los primeros deben; de las economías industriales dominantes de los mercados mundiales que imponían precios de materias primas y de manufacturas hacia economías en desarrollo que reciben las inversiones que se deslocalizan de los anteriores; de una economía basada en la industria hasta otra basada en el conocimiento que está alterando las fronteras del desarrollo y crea nuevos espacios, y distintos, para competir con éxito en la economía global.

 

Por eso es bueno que haya un acuerdo que obligue a todos sobre la estabilidad presupuestaria en el medio y el largo plazo. Y el mecanismo más contundente para obligar a tirios y troyanos es que figure en la Constitución. Pero obligarnos a nosotros mismos con una reforma de la Carta Magna no deja de ser el reconocimiento de un cierto fracaso. Existen otros instrumentos legales para hacerlo, pero dudamos de nuestra voluntad colectiva para respetarlos y aplicarlos.

 

No se puede perder más tiempo, ni retrasar inútilmente instrumentos necesarios como el "bono europeo" antes de que se desangre país a país la zona euro y arrastre hacia su caída toda la construcción europea.

 

Mais um excelente artigo de Felipe González, no qual, apesar de defender a proposta de Zapatero, de inscrever o limite do endividamento na Constituição, revela que se podia ter adoptado outros instrumentos. Como sempre, González não descuida o enquadramento global, de que devemos ter consciência, do ritmo a que o globo anda e para onde anda.

Tags: ,
Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011
2 comentários

Miguel Relvas, ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, que tutela o desporto, anunciou a constituição de três grupos de trabalho dedicados para avaliar o futebol.

 

Aos poucos ficamos com uma leitura mais evidente das qualidades de cada Ministro. O super-Álvaro é o governante que anuncia que vai anunciar, enquanto o Ministro Relvas cria grupos de trabalho para estudar temas que, de duas uma, ou nada decidem e apenas servem para perder tempo - como o grupo que estuda o serviço público de comunicação social (já sabemos que a RTP vai ser privatizada em 2012) e agora este, de três grupos, um só não chegava são precisos três, para avaliar o futebol.

 

Lamentavelmente, para este Governo o Desporto resume-se só a futebol, como se as outras modalidades não devessem destaque e não fossem importantes para a projecção do País. E estamos nas vésperas dos Jogos Olímpicos, o que não faria o Governo se estivéssemos a três ou quatro anos das Olimpíadas. 

 

Em termos de governação, os dois Ministros têm estilos diferentes, mas ambos são estéreis.

 

Para quem anuncia cortes e disciplina na despesa, vê-se como se estão a gastar verbas sem sentido e utilidade. 

Tags:
comentar

 

Diferenças significativas e que nos devem fazer pensar quanto ao porvir que aí vem. O fim do pós-modernismo, quem sabe! 

Tags:
comentar

The real question is how the 2012 decision will be announced publicly. Medvedev cannot say he won’t run for a second term because he is tired. Nor can he simply depart for a professorship at Skolkovo. This would undermine the institution of the presidency. There has to be a credible explanation and a plan for Medvedev’s future, but almost all options are bad.

 

O Presidente russo anunciou, hoje, a data das legislativas russas: 4 de Dezembro, precisamente três meses antes da eleição presidencial, em 4 de Março.

 

Se a formação de Putin, Rússia Unida (RU), vai ganhar, e mesmo o descontentamento não evita o triunfo, pois o Primeiro-Ministro russo criou outro partido, a Frente Popular, para acolher as urnas o descontentamento. Deste modo, a maioria dos votos acabará por não fugir à órbita das formações de Putin e, assim, o passeio eleitoral, salvo algum cataclismo imprevisto, será evidente, com a Duma a manter-se rendida ao actual Primeiro-Ministro.

 

Porém, a grande questão do momento é outra: a meio ano da eleição presidencial, permanece a incógnita, quem será o candidato a Presidente, Putin ou Medvedev?

 

Muita tinta começa a correr, com rumores, sendo quase todos indicadores que a corrida será o que Putin quiser. Como sempre se soube. Todavia, como descalçará a bota Medvedev, justificando a sua não recandidatura presidencial, se tal vier a acontecer? Voltará a ser Primeiro-Ministro, trocando as posições com Putin? A ser assim, fica selado o seu mandato presidencial, como mais um dos sequazes do Czar Vladimir, sem identidade própria, e descredibiliza o seu poder, que apesar de não ser muito, pois Putin é Czar e senhor na Rússia, o mandato de Medvedev tem-se feito sentir em áreas estratégicas para o futuro da Rússia, ainda que não muito visíveis, como as novas tecnologias.

 

A grande surpresa seria, sem dúvida, a não candidatura de Putin, o que indicaria algo e o domínio de Putin entraria em declínio. Afinal, quem está no poder de Moscovo manda, quem não está bem pode dedicar-se à balalaika.     

Tags:
comentar

Rebeldes líbios pedem continuidade de apoio da NATO

 

Para quem pensava que o papel da NATO devia ter terminado após a queda do Muro e o fim do Pacto de Varsóvia, além da intervenção nos Balcãs, esta operação na Líbia demonstra como a Organização do Tratado do Atlântico Norte tem toda a validade e pertinência na actualidade.

 

A presença da NATO na Líbia foi decisiva para a queda do ditador e será determinante para o futuro do país, assim haja interesse em erguer um Estado forte e estável. 

Tags: ,
2 comentários

Dada a situação que vivemos, instalou-se, um pouco por toda a Europa, um discurso contra os ricos. Que estes devem pagar, e bem caro, o preço dos problemas que atravessamos.

 

Infelizmente, muito deste discurso está imbuído dos piores valores que o catolicismo e o comunismo transportam, de que ser rico é pecado e a riqueza é merecedora de desprezo. 

 

Aprendendo com o protestantismo, a riqueza não é nenhum pecado, pois o bem ou mal encontra-se na forma como se gera riqueza e se esta for alcançada pela via da dignidade e da decência, é a recompensa merecida do trabalho empreendido. De outro modo, a Justiça deve fazer-se sentir. 

 

Nós temos, em Portugal, um magnífico exemplo de como um homem rico é bom e generoso. Dificilmente conseguiremos encontrar pecados em Rui Nabeiro, que terá, como qualquer um de nós, os seus defeitos pessoais. Quem nos dera ter mais empresários como o Comendador! 

 

Todavia, num momento tão delicado como o que atravessamos, é bom não perder a orientação da Ética, e nestes difíceis momentos, como nas alturas de prosperidade, devemos ter o mesmo bom-senso e responsabilidade: pedir a cada um o esforço proporcional à capacidade de cada pessoa. Naturalmente, uns nada deverão arcar, dadas as suas vulneráveis condições, e, obviamente, outros deverão fazer um contributo mais generoso dada a sua abastança. Mas, do mesmo modo que temos o dever de ser solidários com os primeiros, não devemos impor mais do que o direito aos segundos.

 

Se Warren Buffet e vários magnatas franceses deram um exemplo dos ricos com responsabilidade e sensibilidade, esse deve ser o exemplo a ser tomado, não o do discurso contra os ricos tão banal nestes dias, porque como bem dizia Olof Palme, nós não queremos acabar com os ricos, mas sim com a pobreza. Ontem, como hoje, esta causa continua actual. 

 

Dir-se-á, com toda a razão: há pessoas com muitas posses em Portugal que não querem seguir este exemplo. Esta é, provavelmente, uma das formas para encontrar o nosso atraso estrutural e pobreza reinante - temos lucros que não visam criar riqueza, mas abundância. Aqui, o Estado tem um papel crucial, não determinando o que cada um deve fazer - sabemos bem o que geram os Estados centralistas -, mas não podendo deixar os mais vulneráveis em condições ultra-precárias e não sendo conivente com a responsabilidade de cada cidadão, mediante a sua capacidade. E, para isto, não é preciso diabolizar as condições de cada um.     

Tags:
comentar
Os Serviços Secretos de um Estado têm especial relevância para a segurança interna e externa de um país. Muita das vezes pouco perceptíveis - e é bom que assim seja - e muita das vezes incompreendidos, ao ponto de parte da opinião pública por vezes compreender os serviços como terroristas de Estado. Todavia, os serviços secretos desenrolam um papel crucial que o Estado não pode descurar. Pela credibilidade do trabalho que se desenvolver e a segurança do país, o pior que pode acontecer é colocar em xeque a credibilidade dos serviços. Desde que este novo Governo tomou posse, somam-se casos com a secreta lusa, desde o caso Bairrão ao caso do jornalista do "Público", e aumentam as dúvidas em relação ao profissionalismo da agência. Seria bom que o Governo não andasse a brincar com um serviço nevrálgico do Estado e se apurem todos os factos. Há domínios onde o erro é inadmissível e pode ser fatal. É bom ter isto em conta.
Tags: ,
Domingo, 28 de Agosto de 2011
comentar

“Esta pergunta - quem paga - é dirigida ao primeiro-ministro de Portugal. Quem paga a irresponsabilidade da dívida que existe aqui na Madeira, da exclusiva responsabilidade do seu partido, o PSD, aqui na Madeira?”, questionou o líder socialista (...) Referindo que a dívida da Madeira é de oito mil milhões de euros, António José Seguro afirmou ainda que “os bebés daqui [da região autónoma] já nascem endividados”. “O PSD-Madeira pôs a Madeira na bancarrota, tem um buraco colossal, gaba-se disso e pede que sejam todos a pagar a factura da sua irresponsabilidade”, acrescentou.

 

A poucas horas ou dias de conhecermos os grandes cortes, como Portugal não tinha desde 1950, de acordo com o super-Ministro Álvaro, esperemos que haja uma palavra do Governo acerca da situação da Madeira, num momento em que, não obstante o buraco conhecido, o Presidente do Governo Regional anuncia mais obras, sem se importar com quem paga a factura.

 

Como bem diz António José Seguro, na Madeira as crianças já nascem endividadas.

 

Aguardemos a resposta do Governo, que gosta de se mostrar muito determinado. 

Tags:
Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
comentar

O ministro da Economia Álvaro Santos prometeu hoje um "corte histórico" no Estado da parte da despesa. "Os cortes vão ser feitos, independentemente da magnitude.

 

Os números ainda não estão fechados. Este Governo vai fazer um corte de despesa histórica, de uma maneira que não foi feita desde 1950."

 

Estou cada vez mais rendido à política do super-Ministro Álvaro. Nada tem a dizer aos portugueses, a não ser o anúncio de que vai anunciar. Depois de ontem, hoje fiquei intrigado, pois a precisão do anúncio foi tanto, com o ano de 1950, que fico na dúvida se Álvaro está a governar ou a trabalhar para os seus estudos académicos.

 

Seja como for, marcas de registo o super-Ministro Álvaro já tem, anuncia que vai anunciar um corte histórico, mas ninguém o bate na super-remuneração da sua Chefe de Gabinete. Para quem promete cortes históricos é um pouco contraditório com aquilo que faz.

Tags:
comentar

O governo vai apresentar na próxima semana a reforma administrativa. O programa do executivo de Passos Coelho passa por alterações políticas, na gestão dos municípios, mas também no território, um "verdadeiro choque reformista, com vista ao reforço do municipalismo como veículo de gestão de território e de serviço aos cidadãos"

 

O governo tem de reduzir nos próximos dois anos cerca de 100 milhões de euros por ano nas transferências para as autarquias, de acordo com a troika. Neste momento a despesa pública na administração local é de cerca de 251 euros per capita, um montante que fica abaixo de países como a despesa feita em países como a Holanda, Espanha, Itália ou mesmo da Alemanha.

 

Aguarda-se com muita expectativa o "choque reformista" a apresentar pelo Governo na próxima semana, pois é espantoso como se vai cortar verbas e ao mesmo tempo manifestar que vai ser reforçado o papel dos Municípios.

Tags:
comentar

A capa do Sol de hoje é elucidativa dos dois pesos e duas medidas do PSD.

 

Em grande destaque, o Primeiro Passos e o Ministro Relvas, quais dois bravos guerreiros no combate às despesas das autarquias locais.

 

Por outro lado, em rodapé, o deputado Amorim (não confundir com o trabalhador e mal remunerado Américo, que é um injustiçado, pois um proletário da sua estirpe não teve, até hoje, uma única defesa ou apoio da CGTP e/ou da UGT) defende o "injustiçado" Alberto João Jardim.

 

Para um partido que se reclama a força do Poder Local e para um partido que é dominante no Poder Local, este PSD não tem vergonha, pois permite espezinhar o trabalho dos autarcas, como se fosse uns esbanjadores natos, e ao Governo Regional da Madeira permite-se tudo, pois gasta sem regras nem cuidado.

 

E, para cúmulo da hiporcrisa, o PSD ainda considera o principal responsável da desepesa um coitado. A impunidade continua e o desleixo é incentivado.

 

A moral da história é bem conhecida e as últimas horas são como o algodão, não enganam, pois  as finanças regionais madeirenses entraram em ruptura, mas o líder regional dá-se ao luxo de continuar a anunciar obras.

 

Com governantes destes, Alberto João Jardim bem pode continuar a gastar sem critério, pois tudo lhe é permitido.

Tags: , ,
comentar

O primeiro-ministro português e a Chanceler alemã Angela Merkel irão reunir-se na próxima quinta-feira com o objectivo de discutirem políticas europeias.

 

É bom saber que os líderes dos governos luso e alemão se vão encontrar dentro de poucos dias para tratar de políticas europeias. Do lado germânico já conhecemos as propostas, mas do lado português há semanas que não se ouve uma única palavra do senhor Primeiro-Ministro. O silêncio é absoluto.

 

É importante saber qual a leitura do Governo de Portugal, não só as suas propostas, mas também a interpretação à proposta franco-germânica. Ou será que o silêncio do lado de Passo Coelho continuará e, depois da reunião de trabalho, virá uma jogada constitucional do PSD, de inscrever o tecto da dívida na Constituição e, como o processo da revisão constitucional está a decorrer, aproveitar a retomar as célebres propostas laranjas

Tags: , ,
Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011
comentar

O avançado camaronês Samuel Eto'o acaba de rumar à Rússia para jogar no modesto Anzhi, deixando o Inter de Milão, onde se sagrou várias vezes campeão de Itália e ganhou uma Liga dos Campeões.

 

O avançado junta-se a um outro grande jogador, o brasileiro Roberto Carlos, outrora glória do Real Madrid e do escrete canarinho

 

Tudo isto poderia ser normal, não fosse o facto de deixar uma das melhores equipas da Europa para jogar numa equipa de menor dimensão russa, nem está nas competições europeias, e, sobretudo, o seu vencimento, que será, diariamente, de 54,794 €uros. Algo como: 20 milhões de euro por ano, ao longo de três épocas.

 

Outra das curiosidades é o facto desta equipa ser de Makhachkala (Daguestão), localizada a cerca de 1.600 km da capital russa, mas a equipa vive e treina em Moscovo, deslocando-se ao seu estádio apenas quando efectua as partidas oficiais, por uma questão de segurança, pois na região operam muitos bandos terroristas.

 

Este contrato deve-se ao Sr. Suleiman Kerimov, de acordo com a Forbes o 118º homem mais rico do planeta. Vive dos seus negociozitos de bancos, petróleo e minas. E ainda falam de crise!

Tags: ,
comentar

"Estamos a planear para as próximas semanas várias medidas para promover a retoma da economia", declarou o ministro em entrevista à revista Exame, onde também prometeu "anunciar nas próximas semanas poupanças significativas" no campo do investimento público. Tudo dentro da ideia de que "as políticas económicas públicas dos últimos anos têm de ser totalmente invertidas". Uma das áreas a estimular é a das exportações

 

O super-Ministro Álvaro, depois de ter anunciado em Madrid que iria anunciar a decisão de Portugal em relação ao projecto do TGV nas próximas semanas, anuncia, agora, que dentro de umas semanas vai anunciar medidas de retoma da economia.

 

Considero um óptimo sinal, esta vontade do super-Ministro Álvaro querer dinamizar a nossa economia, mas o super-Ministro Álvaro devia perceber que nas suas funções, de governante, não se deve andar a anunciar o que vai anunciar. Caso contrário dá uma ideia de ser um Ministro em constante vazio.

 

Por outro lado, como reputado académico, devia ser mais leal à realidade, a não ser que o super-Ministro Álvaro não queira o bem do País. Então é preciso "inverter" as política económicas e uma das áreas a estimular é a das exportações, logo uma das áreas em que Portugal, nos últimos anos, tem vindo a melhorar significativamente, como os números comprovam? Será que o bom trabalho é para deitar fora e, com isso, abrandar as exportações?

 

O super-Ministro Álvaro precisa de anunciar a si o anúncio de que precisa de inverter o modelo de governação que adopta, sob pena de super-Ministro passar a ser conhecido como o vago-Ministro.

Tags:
2 comentários

Passos Coelho dá o braço a Alberto João Jardim no último dia de campanha

 

O Primeiro-Ministro, Passos Coelho, que impõe aos portugueses sacrifícios, é o mesmo líder do PSD que vai à Madeira dizer: votem no Alberto, pois o Governo Regional da Madeira vai continuar a esbanjar dinheiro sem rigor nem critério e o Governo da República nem quer saber.

 

O tempo passa, mas o PSD continua a ser totalmente conivente com o despesismo dos seus companheiros da Madeira. 

Tags:
Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011
comentar

President Asif Ali Zardari on Tuesday said that any cut in the US assistance would not only impact Pakistan’s existing economic conditions but would also send a negative signal to the public about commitment of the US government towards the people of Pakistan when they are suffering heavily in economic terms due to unparalleled toll of war against terror.

 

Islamabad está dependente dos cofres de Washington para manter algumas frentes de combate ao terrorismo, justificando, assim, o porquê do auxílio económico. Todavia, os norte-americanos estão aflitos e os cortes fazem-se sentir, desde logo nos projectos e missões externas. Algo impensável há um par de anos.

 

O aviso de Zardari, hoje, é mais um sinal da vulnerabilidade em que os EUA se encontram, mas também é de um pedantismo deplorável. Dizer que a imagem dos EUA fica danificada no Paquistão, se forem retirados apoios, mais não traduz a ineficácia de Islamabad.

 

Uma coisa é certa, com a saída das tropas do Afeganistão e a perda do poder de controlo de sectores estratégicos no Paquistão, uma década depois do 11 de Setembro, esta região do globo é um feudo mais do que tranquilo do terrorismo. 

 

Veremos o que acontecerá, pois em 2012 há eleições presidenciais no Paquistão. Está muito em jogo.    

Tags: ,
comentar

O Palácio do Planalto comunicou aos partidos aliados ao governo que a presidente Dilma Rousseff só mexerá novamente na sua equipe se eles pedirem, numa tentativa de conter a insatisfação crescente da base governista com as mudanças no ministério

 

Bem me parecia muita fruta, Dilma querer limpar, como devia, o seu Governo.

 

Ao que consta, depois de uns conselhos do seu mentor político, Lula, e uns almocinhos em Brasília, com os vários partidos da coligação, Dilma deixará de incomodar os seus governantes, a não ser que eles peçam.

 

O PT no seu melhor! 

Tags:
comentar

The North Korean leader, Kim Jong-il, is ready to discuss suspending the country's testing and production of nuclear weapons if international talks on its atomic programme resume, a Kremlin spokeswoman claimed on Wednesday.

 

O lado pacífico e dialogante do kamarada Kim Jong-Il emergiu nestes dias em visita à Rússia.

 

Veremos quando o irascível e lunático Kim regressa, ameaçando tudo e todos. O mau Kim, relata-nos a experiência, está sempre à beira de aparecer.

Tags:
comentar

Mitt Romney leads Obama by two percentage points, 48% to 46%, Rick Perry and Obama are tied at 47%, and Obama edges out Ron Paul and Michele Bachmann by two and four points, respectively.

 

Ainda muito vai acontecer, estamos a um ano da eleição presidencial, mas a recente sondagem da Gallup demonstra como Obama tem a sua reeleição comprometida.

 

Neste momento, Romney bate Obama por dois pontos e Perry está taco-a-taco com o Presidente. Já Bachmann e Paul são batidos por Obama. Isto quer dizer que os candidatos Republicanos mais fortes (Romney e Perry) estão em condições de ganhar ao Presidente Democrata.

 

As primárias Republicanas serão importantes e Obama pode enfrentar um adversário muito forte, caso o vencedor saia da contenda mais mobilizador do que está actualmente.

 

Para quem pensava que a morte de Bin Laden seria o grande triunfo de Obama, vale a pena recordar qual a razão do primeiro triunfo de Bill Clinton frente a um Bush pai, acabadinho de ganhar a guerra do Golfo. Pois é, não sejamos estúpidos, é a economia!

Tags:
1 comentário

O Governo português, com pouco mais de 100 dias, e apesar da promessa do Primeiro-Ministro de que não iria para férias, parece estar totalmente de férias.

 

Há uma semana, em Paris, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy apresentavam um pacote de medidas a nível europeu. Até hoje, dos órgãos nacionais, só o Presidente da República libertou umas palavrinhas acerca do proposto. Do Governo, que devia ter essa competência, primeiro houve o silêncio e depois umas palavritas de agrado do Ministro dos Negócios Estrangeiros. Todavia, posição oficial do Governo não se conhece.

 

Aqui ao lado, em Espanha, o Governo compareceu, ontem, no Parlamento, onde o Presidente do Governo e o líder da oposição manifestaram toda a sintonia na inscrição do tecto do endividamento na Constituição espanhola (não me admira nada a posição de Rajoy, mas considero errada a opção de Zapatero, pois a proposta da dupla Merkel/Sarkozy não tem nenhum sentido).

 

Por cá, com meia dúzia de semanas de mandato, o Governo anda desaparecido e nada tem a expressar, a não ser pelo inefável Carlos Moedas, um Secretário de Estado "muito visual", que nem consegue explicar onde está o "desvio colossal" que o PSD falava há umas semanas. 

 

Moedas, o muito experiente e creditado governante, também revelou que o Governo nada tem a dizer dos eurobonds. E, como se a situação fosse muito boa, em Portugal, o debate com o Primeiro-Ministro, que devia ter lugar ainda neste mês de Agosto, só a proposta da dupla franco-alemã merecia uma calendarização (em Espanha demorou menos de uma semana a convocar o Governo e deputados), por cá, o debate com o Primeiro-Ministro só se realiza no dia 7 de Setembro.  

 

Em suma, estamos a ser desgovernados. O mundo a mudar e o Governo a assobiar, enquanto aplica cortes sem sentido nem saber porquê.

Tags:
Terça-feira, 23 de Agosto de 2011
comentar

A menos de três meses das eleições legislativas dinamarquesas, as mais recentes sondagens continuam a confirmar a esquerda como vencedora.

 

A situação económica do país não melhora, e o Governo (de direita) paga por esse preço, não obstante as tentativas de continuar a lançar programas que relancem uma das economias mais desenvolvidas da Europa.

 

Por outro lado, a extrema-direita tem perdido algum apoio, talvez devido à posição que assumiu na sequência do atentado do Bin Laden norueguês, condenando o partido da oposição norueguesa por ter baixado o tom crítico face à imigração.

 

Uma década depois de ter perdido o poder, a esquerda pode voltar a governar o país, tendo Helle Thorning-Schmidt como Primeira-Ministra.

Tags:
comentar

Germans Don't Trust Merkel to Handle Euro Crisis

 

A Chanceler não está a dar conta do assunto e os alemães estão a perceber isso. Por mais que não queira, o bem-estar alemão é o bem-estar europeu e Frau Angela há muito que está a comprometer o futuro germânico, ao desconsiderar a UE.

Tags: ,
comentar

"Comparativamente a outros países da zona euro que foram apanhados pela crise da dívida, a reacção em Portugal tem sido um paraíso. Já na Grécia os protestos foram violentos e em Espanha milhares de pessoas foram para as ruas exigir uma mudança política", pode ler-se na edição de hoje do The Wall Street Journal (WSJ).

 

Espantam-se os estrangeiros com a "acalmia" vivida em Portugal, quando comparado com outros países, onde se fazem sentir revoltas, como Espanha ou Grécia.

 

Só por desconhecimento da História, e ADN de cada nação europeia, se pode abrir a boca de pasmo. Talvez um breve momento da História recente lusa permita esclarecer do que somos feitos: o 25 de Abril, e compare-se com mudanças de regime que houve noutros países.

 

Isto é ser pior? Há quem pense que sim. Não partilho da mesma opinião, pois após a embriaguez e a destruição que se fazem sentir nas ruas, são as pessoas e os países que pagam mais por esses danos, a somar aos problemas existentes. Aliás, até considero que é um grau de civismo mais elevado.

Tags:
comentar

O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, afirmou nesta terça-feira que o país deve ter um novo primeiro-ministro já no próximo dia 30 e que renunciará assim que forem cumpridas as três condições que estipulou antes de sua saída, prevista para a próxima sexta-feira.

 

Desde a saída de Junichiro Koizumi da liderança do Governo, em 2006, o Japão tem vindo a perder a marca da sua força: dinâmica e criatividade.

 

Para quem liga pouco à política ou pensa que a política pouco importa, bem pode notar como a política é crucial num país e sem o vigor e energia política um país sujeita-se a afundar. Há vários anos que o Japão está em rápido declínio. Em cinco anos, o país teve cinco Primeiros-Ministros, um ritmo que nem a Itália de hoje tem. 

 

Naoto Kan viveu o dramático acontecimento de Fukushima, em Março, um momento de viragem no país e sai do poder, dentro de dias, não sem antes aprovar um marco histórico do Japão: investir nas energias renováveis, em substituição da energia nuclear, grande sustento da economia nipónica nas últimas décadas. É um passo revolucionário e irá transformar o país.

 

Apesar de distante, geograficamente, muita das condições saudáveis da economia Ocidental dependem da economia japonesa, bem presente e crucial para a nossa estabilidade. 

Tags:
Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
comentar

Kadafi resistiu meio ano, mais do que os seus vizinhos Ben Ali ou Mubarak, que só aguentaram poucas semanas depois das revoltas terem invadido e conquistado as ruas.

 

Praticamente à beira de celebrar os 42 anos do regime, assinalar-se-iam no início de Setembro, o coronel perdeu o poder e deixou de mandar na Líbia. Por estas horas, só falta saber por onde anda o homem que quis ser pan-africanista, pan-arabista, e tudo o que fosse possível, desde que a liderança fosse sua. 

 

Se a intervenção da NATO foi decisiva para derrubar o regime, os riscos da Líbia continuam a ser tão ou mais perigosos do que até à fuga de Kadafi. Ao contrário dos vizinhos Egipto e Tunísia, a Líbia não conta com um Estado. Para dominar ao longo de quatro décadas, Kadafi desmoronou as estruturas de um Estado e subjugou tudo aos seus critérios.

 

Por isso, a transição líbia será mais espinhosa e complexa do que a da Tunísia e do Egipto - e nestes dois países ainda estaremos para ver qual o rumo que cada um vai ter, pois as promessas da Primavera começam a dar lugar às dúvidas do Outono.

 

Num país alicerçado em tribos e em que a rivalidade se faz sentir, ainda ontem à noite, aquando da conquista das forças rebeldes de Trípoli, havia divergências, se o papel dos rebeldes de Misrata foi mais determinante do que dos rebeldes de Bengasi, tudo indica que a causa que unia tribos desavindas, a queda de Kadafi, vai dissolver-se e com a nova etapa, pós-Kadafi, a sede do poder vai opor os vários grupos.

 

Por outro lado, e não menos preocupante, é o papel da Al-Qaeda do Magreb, que tem estado muito activa e forte na Líbia.

 

Os tempos são muito complicados. Não fazer, na Europa, da estabilidade e segurança líbia uma prioridade, assim como dos países vizinhos da Líbia, em especial dos que estão em transição, é abrir uma frente de instabilidade com potencial de se espalhar por África e atacar a Europa. Veremos o que se passará nas próximas semanas, pois novo êxodo, rumo à Europa, pode explodir - recorde-se como Kadafi inúmeras vezes ameaçava a Europa, reclamando milhões de €uros, por causa da imigração clandestina que podia não controlar e com isso afectar a Europa, desde logo via Lampedusa.

 

Compreende-se a enorme alegria pela queda de Kadafi, por tudo o que representa, porém é de uma tremenda irresponsabilidade pensar que o problema era só Kadafi. Infelizmente, não é.  

Tags:
comentar

Já não escrevia aqui faz tempo, mas o Paulo Ferreira refrescou-me a memória e um "Control+C", "Control+V" não é gesto que consuma grande esforço, por isso, cá vai o que também aqui publiquei sobre a discussão que grassa por aí:

 

O monopólio - inexistente - das IPSS preocupa a CGTP, mas os do Estado - e são tantos e reais - já não! Os correios já não os deixa assim, nem a rede eléctrica nacional, nem os caminhos de ferro ou sequer a linha por onde lhes chega o telefone ou a televisão mais cara do que seria suposto caso a concorrência fosse efectiva.

 

Neste artigo do Público consegue-se perceber que a continuidade das respostas sociais não deixa de estar garantida só porque o Estado está menos presente. A sociedade tem, em muitos casos, capacidade para se fazer substituir a ele, dando uma resposta mais eficaz e aumentando a sustentabilidade de todos. E o Estado tem de ter a humildade para o reconhecer. O mesmo que, com maior facilidade e menos preocupação, pode acontecer noutras áreas para lá da social.

 

Se o Estado-social tem capacidade para se tornar mais leve sem que o país perca com isso, o Estado-empresarial ainda mais. E com um imperativo e urgência maiores.

Tags: , , ,
Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011
comentar

Sem fazer nenhuma referência à crise política que seu governo enfrenta, com a queda de quatro ministros em sete meses de governo apenas e a ameaça dos partidos da base aliada de não votar nenhum projeto no Congresso enquanto as emendas parlamentares não forem liberadas, Dilma usou a seu favor o termo "faxina" - utilizado pela imprensa para se referir às denúncias de corrupção de membros de sua equipe.

 

Já se sabia que Dilma não era Lula e as suas personalidades são bem diferentes, como estes primeiros meses de mandato têm deixado bem claro.

 

No complicado e complexo tabuleiro partidário brasileiro, Dilma tem feito muito pouco para obter os apoios necessários à sua governação, pois tem preferido, e bem, dispensar da sua equipa quem não se recomenda, devido à corrupção. Ainda que aqui a imprensa tenha um papel decisivo, para denunciar e comprovar como os casos são inúmeros e Brasília está longe de ficar livre da corrupção.

 

Veremos o que se passará, agora que vários aliados saem da coligação e como ficará a relação com o todo-poderoso PMDB, o grande aliado, que já teve melhores dias. Não continuarão a ser tempos de calmia e, por esta causa, oxalá não sejam.  

 

Tags:
Pesquisar
 
Contactos
camaradecomuns@sapo.pt

Editorial

Visitantes online

Comentários Recentes
Para mim casamento deve ser entre um homem e uma m...
Caro RFCom a modéstia com que foi escrito, podes t...
N sei q espirito deus aspirou pr a Africa. este co...
Mocambique està mais que tudo isto, sinto d...
e há cartas que nunca chegam.
Aguem colocou esta carta excelente na página de PP...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Everdade este pais precisa de um bom governador k ...
Casino EstorilA falta de escrúpulos veio para fic...
Tags

todas as tags

Links

Esquerda

5 dias
A barbearia do senhor Luís (Luís Novaes Tito)
A Busca pela Sabedoria (Micael Sousa)
A Forma e o Conteúdo (José Ferreira Marques)
A Forma Justa (Tiago Tibúrcio)
A Linha-Clube de Reflexão Política
A Nossa Candeia (Ana Paula Fitas)
Absorto (Eduardo Graça)
Activismo de Sofá (João R. Vasconcelos)
Adeus Lenine
Arrastão
Aspirina B
Banco Corrido (Paulo Pedroso)
Bicho Carpinteiro
Câmara Corporativa
Câmara de Comuns
Cantigueiro
Causa Nossa
Cortex Frontal
Defender o Quadrado (Sofia Loureiro dos Santos)
Der Terrorist (José Simões)
Entre as brumas da memória (Joana Lopes)
Esquerda Republicana
Hoje há conquilhas (Tomás Vasques)
Irmão Lúcia (Pedro Vieira)
Jovem Socialista
Jugular
Ladrões de Bicicletas
Les Canards libertaîres
Léxico Familiar (Pedro Adão e Silva)
Loja de Ideias
Luminária
Machina Speculatrix (Porfírio Silva)
Maia Actual
Mãos Visíveis
Mário Ruivo
Metapolítica (Tiago Barbosa Ribeiro)
Minoria Relativa
O Grande Zoo (Rui Namorado)
O Jumento
O Povo é Sereno
Raiz Política
Rui Tavares
Spectrum
Vias de facto
Vou ali e já venho (André Costa)
Vozes de Burros

Direita

31 da Armada
4R – Quarta República
A Arte da Fuga
A Douta Ignorância
A Origem das Espécies (Francisco José Viegas)
Abrupto (José Pacheco Pereira)
Albergue Espanhol
Alunos do Liberalismo
Blasfémias
Causa Monárquica (Rui Monteiro)
Clube das Repúblicas Mortas (Henrique Raposo)
Corta-fitas
Delito de Opinião
Era uma vez na América
Estado Sentido
Geração Rasca
Herdeiro de Aécio
Macroscópio
Menino Rabino (Marco Moreira)
Mercado de Limões (Tiago Tavares)
Minoria Ruidosa (Miguel Vaz)
O Cachimbo de Magritte
O Diplomata (Alexandre Guerra)
O Insurgente
Ordem Natural (Rui Botelho Rodrigues)
Palavrossavrvs Rex (Joaquim Carlos Santos)
Portugal Contemporâneo
Portugal dos Pequeninos
Psicolaranja
República do Caústico (João Maria Condeixa)
Rua da Judiaria
Suction with Valcheck
União de Facto

Outros

A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
A Cidade Deprimente
A Cidade Supreendente
A Terceira Noite
Clube dos Pensadores (Joaquim Jorge)
De Rerum Natura
É tudo gente morta
Horas Extraordinárias (Maria do Rosário Pedreira)
Notas ao Café
O Diplomata
Arquivo

Abril 2015

Dezembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Março 2013

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Janeiro 2008