Sábado, 30 de Julho de 2011
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Primeiro tinhamos que dar ouvidos aos mercados.Agora esses mesmos mercados são os maus da fita. 3 meses para mudar de opinião.

Primeiro o Memorando de Entendimento da Troika/Triunvirato era para cumprir escrupulosamente. Agora afinal esta sujeito a alterações. 2 meses para mudar de opinião.

Primeiro pouco falava mas muito dizia para destruir o Governo. Agora nada de jeito diz e ainda menos faz, mesmo ques seja no orgão oficial da Presidência, o FACEBOOK. 3 meses para mudar de estilo, de mau e destrutivo, para mau mas irrelevante.

Por vinte milhões e setecentos mil euros eu acredito que Portugal merece muito melhor e precisa de muito mais...

 

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Como é que a maioria dos comentadores da opinião paga residente retratam o actual governo? Assim!

É interessante, a história tende mesmo a repetir-se, não é?

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                                                                Portugal mostrado pela TVE Espanhola from Luis Oliveira on Vimeo.

Sexta-feira, 29 de Julho de 2011
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Junho de 2011: Passo Coelho garante que "não haverá despedimentos" na Função Pública

 

 

Julho de 2011: Passos confirma despedimentos no sector público

Quarta-feira, 27 de Julho de 2011
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O Sr. Ministro da Solidariedade e da Segurança Social corre o risco de ficar para a história devido à ideia visionária de contornar as regras das creches para armazenar mais 20.000 crianças. Depois de já ter sido implementada no Conselho de Administração da CGD, é de esperar que faça escola e que seja alargada a lares, hospitais, transportes públicos e concertos do Tony Carreia. A alternativa passa pelo incremento das verbas a atribuir a projectos de investigação na área da miniaturização.

Terça-feira, 26 de Julho de 2011
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Marx escreveu que a história se repete, primeiro como tragédia, depois como farsa. Vem esta citação a propósito do que se anda a passar no panorama político europeu. Nos últimos anos os partidos de extrema direita têm reforçado progressivamente o seu peso eleitoral em vários países e não há indícios de uma possível inversão desta tendência.

A crise de 1929 mergulhou na ruína grande parte dos países do mundo e na Europa o seu efeito ainda foi exponenciado devido à primeira guerra mundial. Foi neste contexto de crise profunda nas instituições democráticas e na capacidade dos regimes democráticos resolverem os seus problemas que o fascismo encontrou solo fértil para o seu discurso radical, xenófobo e anti-sistema.

Volvidos 80 anos eis que voltámos ao clima da década de 30 do século passado. As ondas de choque da crise de 2008 ainda se fazem sentir. À crise financeira somou-se a crise económica e as medidas de austeridade da cartilha liberal vão trazer uma crise social sem precedentes em várias gerações.

No meio de uma Europa, cujo processo de união não passou da vertente económica, mergulhada nas suas contradições, cada vez mais os cidadãos dos países que a constituem sentem que o futuro não está nas suas mãos. Há cada vez mais a noção que burocratas sem rosto e especuladores financeiros sem nome detêm nas suas mãos muito mais poder do que o dos governos eleitos. É nesta amálgama efervescente que a extrema direita, tal como há 80 anos, volta a encontrar pasto para o seu ódio, com a agravante do facto de os movimentos migratórios terem miscenizado as nossas sociedades fornecendo bodes expiatórios fáceis para os problemas.

Os próximos tempos serão perigosos e não começar a encarar esta situação em nada ajudará a enfrentá-la. Urge encontrar soluções para problemas que já não são apenas nacionais, é premente traçar novos caminhos que devolvam credibilidade à classe política, ordem aos mercados e limite aos poderes especulativos.

O presente pode não ser agradável, mas não podemos correr o risco de perder o futuro.

Sábado, 23 de Julho de 2011
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Sexta-feira, 22 de Julho de 2011
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Berlusconi está a poucos anos de sair de cena, mas Vladimir Putin parece ser o seu herdeiro legítimo, como promotor de beldades, como animadoras da vida política.

 

Depois de um hit, com duas belas moçoilas a cantar que querem um homem como Putin, agora são várias beldades russas que se prestam a lavar um carro, russo, apelando à compra de veículos produzidos na Grande Pátria Eslava, ao mesmo tempo que apoiam Putin.

 

Com as presidenciais russas já marcadas, para 4 de Março de 2012, veremos quem se candidata à chefia do Estado russo, se o actual Presidente, Dimitri Medvedev, ou o actual Primeiro-Ministro e ex-Presidente, Vladimir Putin. Nos últimos tempos notam-se algumas tensões, ainda que se perceba que o poder continua nas mãos do homem que agora se faz rodear por beldades femininas.

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O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considera que Portugal saiu hoje de Bruxelas com melhores condições para cumprir com sucesso o seu programa de assistência financeira, na sequência da resposta “robusta” dada pela cimeira extraordinária da Zona Euro.

 

Depois de muito se ter suspeitado do sucesso da reunião extraordinária, de ontem, do Conselho Europeu, pode considerar-se que o resultado alcançado é bastante positivo. Depois de semanas em que as denominadas economias periféricas (leia-se: Grécia, Irlanda e Portugal) foram atacadas sem qualquer solidariedade europeia, só o ataque à poderosa Itália fez os líderes europeus levantar a cabeça e encarar, com temor, o problema que estava a recrudescer. Mais cedo ou mais tarde os ataques também bateriam à porta de franceses e alemães.

 

A Grécia conta, finalmente, com um balão de oxigénio, indispensável, depois de mais de um ano com a UE a asfixiar os gregos. Os irlandeses e portugueses passam a beneficiar de melhores condições para cumprir os seus compromissos.

 

Naturalmente, se a primeira linha está mais aliviada, não obstante o grande desgaste nos últimos meses, a linha crucial - de risco para o €uro -, composta por Espanha, Itália e Bélgica está muito mais tranquila, pela estabilidade promovida, ainda que esta linha crucial não faça parte dos holofotes mediáticos.

 

Ora, havendo condições mais favoráveis, isso requer que os Governos, e no caso concreto o português, não abandone a linha de rigor, mas exclua as políticas de asfixia que começa a implementar.

 

Se, afinal, Passos Coelho reconhece que não há nenhum "buraco colossal", qual a razão para manter o corte do subsídio de Natal a milhares de portugueses que atravessam grandes dificuldades? Se, afinal, não há nenhum "buraco colossal", porquê deixar de investir na Saúde, apenas por puros critérios economicistas, sem considerar as condições das pessoas? E, se não há nenhum "buraco colossal", porquê aumentar o acesso aos transportes públicos, quando este era o momento indicado, com o preço a que está a gasolina, para incentivar o uso dos transportes públicos?

 

O Estado deve ser rigoroso com as contas, mas não pode ter uma filosofia meramente empresarial, limitando-se ao puro lucro, sob pena de descapitalizarmos o País. A natureza do Público pode aprender muitas coisas com o Privado, em termos de gestão, mas não pode rasgar a sua missão, de servir as pessoas.   

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Passos Coelho impõe novas regras e corta regalias do Governo

 

O próprio primeiro-ministro comprometeu-se a usar o carro pessoal sempre que não estejam em questão funções no âmbito do seu cargo.

 

A presidente da Assembleia da República acaba de atribuir a Mota Amaral, na qualidade de ex-presidente do Parlamento, um gabinete, uma secretária, um BMW 320 e um motorista.)

 

Atribuir a viatura BMW, modelo 320, com a matrícula 86-GU-77, para uso pessoal do ex-Presidente da Assembleia da República;

 

Mota Amaral é uma grande figura da Democracia portuguesa, mas como qualquer eleito não está acima de ninguém. 

 

O PSD demonstra que os sacrifícios não são para todos. Como pode este partido ser levado a sério, quando faz questão de dizer que quer ser exemplo e faz precisamente o oposto?

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Na edição do Povo Livre (jornal oficial do PSD) da semana passada, refere-se a frase de Passos Coelho, no Conselho Nacional do PSD, de ter encontrado um "desvio colossal" (ver pág. 9). 

 

Com este argumento, pretendia-se anular o impacto negativo e prejudicial para a vida de muitos portugueses, do corte no subsídio de Natal.

 

Uma semana passada, o mesmo Pedro Passos Coelho nega que haja um "buraco colossal". Será caso para perguntar, nesse sentido não é necessário aplicar o corte no subsídio de Natal.

 

Em suma, numa semana não se tapa ou anula um buraco colossal, como se pretendeu dar a entender na semana passada, ainda por cima com grande turbolência, devido ao ataque a Itália que agitou as economias europeias, mas numa semana percebe-se bem os erros colossais que se cometem.

 

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Per dare nuovi prestiti alla Grecia, la Finlandia ha, a un certo punto dell'estenuante negoziato europeo, chiesto garanzie in particolari beni dello Stato ellenico: per la precisione l'Acropoli di Atene, il Partenone e alcune isole.

 

Uma vez mais, os finlandeses voltam a ser destaque, pelas posturas pouco sensíveis em termos europeus, e um pouco extravagantes, com o Governo de Helsínquia a querer contrapartidas/garantias do Estado grego, caso este não cumpra com os compromissos que tem, como a Acrópole e algumas ilhas gregas.

 

Tenho um grande respeito pela nação finlandesa, mas nestes últimos tempos penso que os finlandeses se esquecem da sua História, caso contrário não teriam assumido as posturas que demonstram.

 

 

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Quinta-feira, 21 de Julho de 2011
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Vendo e comparando os mapas das freguesias, é fácil perceber a evolução positiva que se vai registar em Lisboa.

 

E não são só as fronteiras que mudam em grande parte, é o aumento de competências e meios a transferir para as Freguesias que vai melhorar a cidade.

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Quarta-feira, 20 de Julho de 2011
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Sarkozy acusa de egoísmo a Alemania antes de la reunión con Merkel

 

"Los griegos están haciendo todo lo que pueden y ya han conseguido mucho. Los únicos que carecen de solidaridad son los alemanes", esgrime el presidente francés

 

Estou inteiramente de acordo com o cidadão europeu Nicolas Sarkozy: o Governo alemão é egoísta. Porém, fico desiludido quando o Chefe de Estado de uma das maiores potências europeas limita-se a condenar o vizinho, como se não tivesse responsabilidades.

 

Com estas palavras, Sarkozy demonstra por que não está ao nível de liderar a França.

 

Entretanto, em menos de 24 horas, Merkel desdiz o que disse. De pessimista, nos resultados do Conselho Europeu de amanhã, conforme confessou ontem, encara, hoje, com esperança o encontro de amanhã. Como pode haver estabilidade se as piruetas são constantes? 

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Esta UE está a chegar a um ponto de ruptura em que, de duas uma, ou dá o salto que precisa e aprofunda a dimensão europeia - a única via de desenvolvimento para todos os Estados e povos europeus -, ou rebenta, pelo egoísmo e falta de responsabilidade dos líderes europeus, nomeadamente dos alemães e franceses.

 

O lamentável de tudo isto é a actual Chanceler alemã ser o maior obstáculo, em vez de ser a principal alavanca da UE, como sempre foram os líderes germânicos desde Konrad Adenauer até Helmut Kohl (estes dois, por sinal, da mesma formação política de Angela Merkel).

 

Como se pode dizer, com leviandade, que não se pode esperar muito da cimeira europeia de amanhã, em especial num momento em que é mais preciso afirmação? 

 

Veremos, dentro de algumas horas, o que dá a reunião preparatória entre Merkel e Sarkozy, a decorrer neste momento. Mas pelo andar da carruagem, não é de esperar grandes ajudas, apenas problemas.

 

Estes líderes do eixo franco-alemão, essencial para a UE, são uma vergonha para a Europa e um insulto aos valores e princípios da França e da Alemanha.  

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Terça-feira, 19 de Julho de 2011
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Muito já se disse sobre o acordo entre o Estado português e o triunvirato de financiadores. E muito se há-de ainda dizer.

 

 

Parte das medidas que lá constam, nomeadamente as que dizem respeito à reforma da justiça e da administração pública já há muito deveriam ter sido feitas, e por impulso próprio. Outras resultam da necessidade absoluta de realizar receita urgente e podem, com isso, acarretar perdas de receita potencial dado que em altura de «vacas gordas» certamente renderiam mais. Outras ainda, por mexerem directa ou indirectamente no bolso de famílias e empresas, serão sentidas de uma forma mais pesada por todos. Outras haverá, como a reorganização do mapa administrativo, que deviam vir com o carimbo “handle with the care” ou “frágil”.

 

 

Fundir freguesias, acabar com concelhos, terminologia essa que, embora não fazendo parte do memorando do triunvirato nem do programa de governo, tem vindo a ser usada de forma simplista por algumas pessoas, tem tudo para ser um barril de pólvora pronto a estourar se não convenientemente manuseado.

 

 

A questão fundamental reside na eficácia e eficiência na gestão da coisa pública. Em boa verdade, o acento tónico não deve ser colocado na redução para X freguesias ou Y concelhos, como se houvesse um número mágico. A formulação “reorganizar e reduzir significativamente o número de tais entidades” deixa alguma margem de manobra. Se o que se pretende é uma melhor distribuição e gestão dos nossos dinheiros garantindo assim que teremos condições de honrar o pagamento dos empréstimos, não deve o país embarcar em reformas a regra e esquadro.

 

 

Se existem algumas freguesias, nomeadamente nas sedes de concelho, cujas juntas vêem as suas competências e relevância para as populações por vezes esvaziadas pela respectiva Câmara Municipal, o extremo oposto são freguesias rurais em que o presidente de Junta desempenha ainda um papel fundamental e que tem de ser valorizado.

 

 

Este é, de resto, um tema que não suscita as mesmas reacções nos grandes centros metropolitanos ou nas médias e pequenas cidades de província. Neste último caso, a regra é as pessoas apresentarem-se ainda como oriundas desta ou daquela freguesia, e terem uma relação particular com a igreja, o cemitério paroquial, o centro de dia, a escola (quando ainda não fechada) ou o campo de jogos. Há, nestes casos, um sentimento de pertença, uma identificação muito próxima, quase umbilical, entre o popular e a sua freguesia. Não podem, pois, situações de características diferentes ser tratadas de forma igual.

 

 

Agrupar freguesias em termos de gestão é algo bem distinto de «fundir» ou «extinguir» freguesias. Os agrupamentos de freguesias poderiam permitir cumprir com o compromisso que o Estado assumiu sem ferir sentimentos profundos das populações e conseguindo uma melhor gestão dos dinheiros públicos. Como é evidente, e sobretudo numa altura como esta, há equipamentos deverão passar a ser feitos ou geridos numa lógica mais global e menos para este ou aquele local.

 

 

Este é apenas um caminho. Certamente que haverá outros, quiçá melhores que esta ideia dos agrupamentos de freguesias, os quais simultaneamente não atinjam a identidade do cidadão com a sua freguesia e permitam uma melhor distribuição dos fundos e gestão dos equipamentos de interesse público. Nesse aspecto, aliás, a distinção clara entre “freguesia” e “junta de freguesia” é de todo relevante e não tem sido feita por algumas pessoas que sobre isto se têm pronunciado.

 

 

Que os primeiros sinais dados pelo Governo nesta matéria tenham sido de prudência e de tentativa de envolvimento de todos os actores é relevante. Se neste caminho se conseguir “melhorar a prestação de serviço, aumentar a eficiência e reduzir custos” como se pode ler no memorando e, ao mesmo tempo, fazer uma reforma equilibrada do mapa administrativo terão sido cumpridos os pressupostos. De outra forma, mexer em matéria sensível sem a devida precaução nunca se revelou boa prática.

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"Questionado se poderíamos ter um exemplar dos documentos distribuídos, Jaime Ramos disse que não convivia com 'paneleiros' (sic). A partir daí foi um conjunto alargado de agressões verbais, com predominância do calão e de acusações pessoais ao jornalista. Jaime Ramos chamou de 'filho da p...a', 'mentiroso', 'corrupto', e de estar feito com 'eles' e de ter recebido dinheiro para escrever e convidou o jornalista a ir 'para o c...' ou para um 'chiqueiro' que haveria nas redondezas." - Jaime Ramos, Secretário Geral do PSD Madeira, em grande forma

 

 

Vamos todos continuar a fingir que este nojo fedorento não se passa diariamente (e há muito muito tempo) numa parte integrante do território português?Pois, estou a ver que vamos não é?É tão mais fácil meter a sujidade para debaixo do tapete, é uma receita com resultados mais do que comprovados, as contas públicas, agora certificadas e profundamente auditadas pela UE,FMI e BCE, que o digam!

A Presidência da República, o Governo e o PPD/PSD não têm qualquer opinião ou posição sobre os constantes atropelos à Liberdade, à Lei e à Constituição que ocorrem "em barda" pela Região Autónoma da Madeira?!

É uma vergonha o que se passa mas recuso-me a fazer qualquer comparação com "Bokassas de trazer por casa"....poderia estar a ser injusto para com algum ex-ditador!

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Segunda-feira, 18 de Julho de 2011
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Mas o "caso Bairrão" não é suficientemente grave para dar origem a uma comissão parlamentar de inquérito?

 

Estamos todos confortáveis com os indícios de premiscuidade entre políticos e jornalistas e com a polícia secreta à mistura?

Ou é só para "não enervar os mercados"?

 

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Se o português é muito dificil para os meninos portugueses, se calhar o melhor é mudar de lingua!

 

 

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Angela Merkel perdeu a confiança do homem que a ajudou a crescer politicamente. Helmut Kohl, o antigo chanceler alemão que teve um papel preponderante na construção do actual edifício europeu, queixa-se de que as políticas europeias de Merkel são "muito perigosas".

 

Não haverá europeu convicto que não tenha em Helmut Kohl uma referência cimeira do seu europeísmo.

 

As palavras do antigo Chanceler germânico, acerca das políticas Angela Merkel, dizem tudo quanto ao que está em jogo. Ao contrário do que dizem algumas almas, que a Alemanha é uma das nações a ganhar com a miséria dos outros Estados europeus, Kohl relembra, e muito bem, que a Alemanha só se desenvolve e prospera quando é solidária. Aliás, os actuais rendimentos alemães, à custa de países como a Grécia e Portugal, por mais indignação que causem a alguns europeus, representam, em si, um germe nocivo, a médio prazo para a economia alemã. Não devemos esquecer que estamos todos no mesmo barco no oceano global.

 

O problema não está na Alemanha, que é tão crucial para a UE como a UE para o futuro da Alemanha, mas nas políticas e políticos do actual Governo germânico, que se estivessem realmente interessados na Alemanha, estariam, desde logo, determinados no projecto europeu.

 

A governação de Kohl é uma grande lição, que infelizmente, nenhum dos seus sucessores soube ter em consideração. Tudo isto sairá caro, se não soubermos encarrilar o projecto europeu.

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A Standard & Poor's baixou o rating das 'Tias de Cascais' para 'Primas de Chelas'.

 

 

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Aqui

Sexta-feira, 15 de Julho de 2011
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L'avantage d'une sortie de l'euro est que l'économie pourrait repartir après quelques mois

 

L'Espagne et l'Irlande sont également en mesure de régler leurs problèmes. L'Irlande a un comportement exemplaire. Il en est autrement du Portugal, qui a une situation similaire – quoique moins grave – à celle de la Grèce. Là aussi, il n'y a aucun signe qui montre que le Portugal peut retrouver sa compétitivité à court terme.

 

Continua-se a fazer da Grécia um problema, em vez de uma oportunidade. Assim, um economista alemão, Hans-Werner Sinn, considera que seria melhor a Grécia sair do €uro, para a economia recuperar.

 

Na mesma entrevista dada ao Le Monde, o economista germânico deixa um aviso, entrelinhas, o de Portugal ser um parceiro helénico e poder sair do €uro. A mesma 'medida' não se aplicaria à Irlanda e à Espanha, por terem, a prazo, mais condições de recuperação económica.

 

Pois bem, a Grécia representa 3% do PIB europeu e a UE não consegue dar resposta a esta dimensão. Mas estes economistas, que muito sabem de economia, persistem em demonstrar pouco conhecimento dos objectivos e causas do projecto europeu. Temo que a realidade não faça parte das suas leituras académicas.

 

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En su día grande, Tremonti decidió enviar un recado a Alemania: "Hoy en Europa tenemos una cita con el destino", dijo, "la salvación no llegará desde las finanzas, sino desde una política común. El problema no es tanto la especulación como la credibilidad política. No podemos cometer más errores. Si lo hacemos, pasará como en el Titanic, no se salvarán ni los pasajeros de primera clase".

 

Finalmente, começam a perceber os rombos no casco europeu e que se nada fizermos, vamos perder todos.

 

São necessários tempos de tormenta para entender como qualquer europeu precisa da UE.

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En Europa, la carencia desde la izquierda de un proyecto común sobre la globalización -que es tanto como decir sobre el futuro de la humanidad- parte de una insuficiencia previa que consiste en la inexistencia de una visión compartida sobre la construcción europea.

 

Sigue primando un supuesto "interés nacional" en asuntos que han dejado hace tiempo de ser "nacionales". el problema de la izquierda europea no es solo electoral, la cuestión de fondo es de proyecto, de discurso ante la nueva época y los nuevos retos.

 

los partidos tienen que abrirse a los ciudadanos, convertirse en partidos de los ciudadanos y no solo de los afiliados. La consulta y el debate entre elegidos y ciudadanía tiene que ser continua y deben darse facilidades para que, ante determinados temas de trascendencia, los ciudadanos puedan refrendar de manera vinculante.

 

Um bom artigo de Nicolás Sartorius acerca da esquerda democrática europeia, merecedor de leitura.

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Quinta-feira, 14 de Julho de 2011
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O que há meses parecia inconcebível e distante começa a ganhar contornos de possível «gigantesca calamidade financeira» caso falhe o acordo para aumentar o limite da dívida norte-americana, como disse o presidente da reserva federal, Ben Bernanke.

 

Se o Partido Republicano persistir em querer entalar, politicamente, Obama, em vez de se preocupar com os EUA, norte-americanos e europeus, pois vamos por arrasto, irão baixar para uma situação ainda mais vulnerável.

 

O que se passou em 2008, com a falência de grandes empresas dos EUA, ainda poderá parecer coisa pouca face ao que aí pode vir.

 

Oxalá os EUA não quebrem!

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Pedro Passos Coelho assumiu por inteiro a responsabilidade de isentar todos os rendimentos de capital do novo imposto extraordinário

 

A direita sempre gostou de acusar a esquerda de ter problemas com a riqueza. De facto, a esquerda leninista tem complexos, mas a esquerda democrática nunca teve problemas com a riqueza geradora de desenvolvimento que cria empregos.

 

A questão não se prende com taxar as pessoas com mais posses só por um complexo social-financeiro, mas num desígnio nacional, de Justiça Social, de pedir um esforço que seja proporcional a cada um, mediante a sua condição. Quem mais tem pode e deve contribuir um pouco mais do que quem menos tem ou nada tem (neste caso, de nada ter, até deve estar isento).

 

Esta medida de Passos Coelho é vergonhosa, pela insensibilidade social que demonstra e a falta de preocupação com as contas públicas. Uma vez mais, a já de si esgotada classe média terá de suportar as dificuldades, pois quem também podia e devia participar neste esforço nacional é isentado, só, imagine-se, por ter mais dinheiro.

  

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La crisis del euro

 

Berlín frena los planes para celebrar una cumbre urgente del Eurogrupo

 

Alemania dice que lo importante es que el trabajo sobre Grecia siga su curso

 

O Sr. Rompuy, que ocupa o quase desconhecido cargo de Presidente do Conselho Europeu para a maioria dos 500 milhões de cidadãos europeus, andou no início desta semana em giro por Portugal e Espanha, ao mesmo tempo que recebia a informação, como todos nós, do ataque à Itália.

 

Em Lisboa e em Madrid, o Sr. Rompuy deixou a mensagem e certeza: vamos reunir-nos no final desta semana, ou seja, amanhã, sexta-feira, pois é preciso concertar posições, para a UE estar mais forte face aos ataques.

 

Eis senão quando, Frau Merkel determina: reunião, amanhã, nem pensar, deixe-se correr a maré e a aragem. Ninguém vai para Bruxelas reunir.

 

Moral da história: que o Sr. Rompuy já era uma figura fraca, isso sabia-se, que era irrelevante, confirma-se agora.

 

A Alemanha tem um papel crucial na construção europeia, mas Frau Merkel não põe e dispõe como lhe aprover. Além de estar a permitir o ataque à UE, a senhora também prejudica a Alemanha a médio prazo. Quanto a Rompuy, resta-lhe terminar os meses que lhe faltam e sair de cena, pois se tivesse vergonha na cara, depois de ter sido desautorizado por um líder europeu, apenas tinha de apresentar a demissão do cargo.

 

Vale a pena recordar que estes senhores são todos da mesma família política europeia: o Partido Popular Europeu, no qual PSD e CDS tem filiação.

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Há cerca de três anos escrevi aqui, quando a FENPROF liderada por Mário Nogueira condenava Maria de Lourdes Rodrigues:

 

Se aquilo que o Governo português tem feito, de qualificar a Educação pública e com total abertura para dialogar com todos os parceiros, a FENPROF incluída, é um atentado - dizem os sindicalistas com ar de vítima, alguns dos quais sendo professores nem aulas dão! -, o que não diriam se em Portugal se implementasse a política seguida pelo Governo Berlusconi, de despedimentos e desinvestimento na Educação.

 

Ao fim e ao cabo, e é isso que está a suceder, a FENPROF mais não faz do que abrir o caminho a um futuro Governo de direita para privatizar, por completo, o sistema de ensino.

 

Hoje, a mesma FENPROF, pelas palavras do mesmo Mário Nogueira diz:

 

Cortes vão acabar com metade dos professores contratados

 

O senhor Mário Nogueira, se tivesse vergonha na cara, do que fez e disse, agora devia remeter-se ao silêncio, pois se a política educativa levada a cabo pelo PS, de valorização da Escola Pública era desprezada, a direita, no poder, limita-se a fazer o que acredita.

 

Para quem diz que PS e PSD são iguais, eis mais uma das áreas em que são evidentee as diferenças entre PS e PSD. Mas o sempre indignado e irresponsável Nogueira não sabe, na verdade não quis, distinguir o que é a melhoria do Público do corte no Público.

 

Infelizmente, a realidade encarrega-se de demonstrar como a FENPROF não soube defender os seus associados quando devia ter feito parte da valorização do Ensino Público, pois agora, os despedimentos podem ter lugar.

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Quarta-feira, 13 de Julho de 2011
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Alguém que ajude o Ministro Nuno Crato a compreender que a sua lista de to do’s para os tempos mais próximos está descrita no ponto 1.8 do memorando de entendimento com a Troika.

 

“1.8 - Reduzir custos na área de educação, tendo em vista a poupança de 195 milhões de euros, através da racionalização da rede escolar criando agrupamentos escolares, diminuindo a necessidade de contratação de recursos humanos, centralizando os aprovisionamentos, e reduzindo e racionalizando as transferências para escolas privadas com contratos de associação.”

 

A partir daqui é começar a trabalhar. Ontem já era tarde...

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