Quarta-feira, 27 de Abril de 2011
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Sarkozy es el único dirigente francés, y seguramente europeo, que no parece haber comprendido que la búsqueda de réditos electorales a costa de la inmigración no le ha beneficiado y está alimentando las expectativas de la candidata presidencial del Frente Nacional, Marine Le Pen. Si no prospera la propuesta de revisar el Tratado, y es de esperar que no prospere, será la ultraderecha francesa, y por extensión europea, quien reciba el regalo de abanderar una medida en la que Sarkozy y Berlusconi habrán fracasado.

 

Ontem, em Roma, Berlusconi e Sarkozy deram mais um forte apoio à extrema-direita europeia. Ao querer rever a todo o custo Schengen, sem querer intervir a montante do problema que a UE e o norte de África enfrentam, os dirigentes gaulês e transalpino só ajudam a reforçar o discurso xenófobo dos radicais, que um pouco por toda a Europa recrudesce. É sempre mais fácil, para não trabalhar, desdenhar os imigrantes clandestinos, ignorando as suas necessidades, como se o erguer de muros, por si, resolvessem problemas (tal como a barragem que acumula muita água, esta sairá por algum lado e haverá sempre inundações).

 

Assim, aos défices europeus, somam-se problemas sociais graves, e que servem para causar mais mossa na UE e prejudicar os 500 milhões de europeus. Mas certos líderes europeus, como Berlusconi e Sarkozy, gostam de se apresentar como se estivessem a resolver os problemas.

 

À falta de liderança europeia e de líderes nacionais dos principais Estados sem visão, continuamos a cavar as conquistas de 60 anos de Paz e Democracia. Colocam-se em causa modelos sociais e, também, económicos.

 

Por outro lado, quem costuma falar de neoliberalismo na Europa, bem pode ver neste acontecimento mais uma prova de como neoliberais as políticas dos Estados europeus nada têm. Continua-se a confundir proteccionismo com neoliberalismo. Enfim... mas não deixa de ser hipócrita, sobretudo de Sarkozy, o que mais tem forçado a revisão de Schengen, com o reerguer parcial das fronteiras, ao mesmo tempo bate-se pelo mercado interno (e os italianos, para protegerem as suas empresas estratégicas copiam, imagine-se!, o modelo de defesa francês). A Lactalis, que além de querer dominar a Parmalat, já opera na Tunísia, desde 1999. Como se deduz, tudo coerência!

 

Os Estados têm legítimos interesses, mas devem ser acompanhados de decência. Esta reunião franco-italiana foi tudo menos decente, pela hipocrisia exibida por cada parte, tanto a nível da imigração como da economia. E, pior do que isto, é que são tão prejudicados os europeus como os norte-africanos.

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O 25 de Abril abriu as portas a um Portugal melhor e mais desenvolvido. Independentemente do balanço mais ou menos positivo destes 37 anos, é um facto que estamos melhor e que valeu a pena o sonho de tantos portugueses e portuguesas. Cidadãos e cidadãs que acreditaram que podiam e deviam personalizar a mudança.  

O 25 de Abril não foi feito pelos que só se queixam "deles", não foi feito pelos que se desresponsabilizam de tudo para só responsabilizarem os outros, não foi feito pela mediocridade, pela inveja, pelo populismo. O 25 de Abril foi feito por quem assumiu a mudança como responsabilidade de todos e a bem de todos. Foi feito por quem sonhou, acreditou e deu o seu melhor para um Portugal democrático e por isso mais desenvolvido.

Hoje como há 37 anos, precisamos da disponibilidade e responsabilidade de todos e de todas para vencermos e ultrapassarmos as dificuldades. Ninguém está dispensado de cumprir o seu papel. O discurso da culpa do "eles" tem que dar lugar à responsabilidade e projecto do "nós".

A 6 semanas das eleições legislativas, e a pouco tempo de estarem concluídos os trabalhos da troika, é fundamental que o nosso esforço se concentre na apresentação, discussão e escolha das propostas e projectos, para o caminho que temos que percorrer.

Se é verdade que nunca vivemos um momento como este, apesar de já termos passado por várias crises, também é verdade que não temos margem para errar. Não errar começa por pormos os interesses das pessoas acima de quaisquer outros interesses, e apresentarmos de forma clara as nossas ideias.  

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Ontem, o Primeiro-Ministro demissionário ao ser entrevistado por Judite de Sousa, revelou que não vai usar a família na campanha.

 

Não quer expor os filhos, o que é legítimo e louvável. E provavelmente também não quererá expor a mãe, os primos ou o tio.

 

Percebo perfeitamente.

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Terça-feira, 26 de Abril de 2011
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Recordo-me do ruído causado pelos "Lellos" sobre a presença nas listas do PSD por Lisboa de Fernando Nobre. Durou vários dias e disse-se de tudo. Foi um ataque feroz e consertado entre o aparelho socialista e seus contactos ou sequazes na comunicação social, "blogosfera" e redes sociais. Hoje Ferro Rodrigues voltou ao ataque.

 

Fernando Nobre foi acusado de oportunismo, de traição, de "tachismo" e enxovalhado em praça pública. O PSD foi criticado por praticar tacticismo político por aqueles, que, pasme-se, jamais se preocuparam em preparar declarações públicas ao pormenor, na altura mais conveniente politicamente; nunca tomaram medidas eleitoralistas, tais como aumentar o vencimento da função pública em vésperas de eleições; não transformam congressos em comícios, nem apostam na política das camionetas; que têm horror à política espectáculo e ao teleponto e nunca perguntam ao Luís se ficam bem na pantalha.

 

O candidato da cidadania que colhia a simpatia de muitos e a quem elogiavam a sua independência política; independência essa que lhe permitia legitimamente ter apoiado Louçã e Durão Barroso, transformou-se para esses, num escroque ao acreditar num projecto e numa pessoa - Passos Coelho. Vendeu-se - disseram. O candidato que tinha sido tão "fixe" para roubar votos ao Manuel Alegre, traiu quem tinha votado nele nas últimas eleições. Aquele que representava a cidadania, essa coisa "porreira" para ser utilizada como chavão e que traduzia a participação activa dos cidadãos fora do jogo político-partidário, que se deseja inócua, enjeitando-se o exercício dessa mesma cidadania no âmbito dos partidos - até porque os lugares são um bem escasso - revelou-se um mercenário para alguns.

 

Paradoxalmente, mais tarde ,veio-se a saber que o PS também tinha sondado o tal vendido. As virgens ofendidas do bordel, revelaram-se afinal serem apenas mulheres preteridas e amarguradas. Ouviu-se o zumbido das moscas nos corredores do Rato.

 

Mas, o silêncio ficou ainda mais ensurdecedor, ao saber-se que Basílio Horta era o cabeça de lista por Leiria do PS. Quedaram-se os denunciantes da relação contranatura entre o esquerdista Fernando Nobre e Passos Coelho. Quiçá, por a memória não ser curta e muitos se lembrarem dos Ministros Veiga Simão e Freitas do Amaral. Talvez. Ou, então, graças à eficaz mordaça dos "controleiros". Quem sabe.

 

E já que falamos na lista por Leiria, uma coisa é certa. O PS é criterioso na feitura de listas. Não é como o PSD que indica alguém que não tem qualquer experiência parlamentar como Fernando Nobre. Está na vanguarda, ao recrutar gente no Big Brother ,com provas dadas e próximos das bases e do Homem comum.

 

O silêncio continua sepulcral.

 

 

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... ao "A Arte da Fuga", que comprova que ao que parece outros Estados Socialistas, como os EUA, Reino Unido e Japão têm défices públicos e despesas públicas acima do que seria expectável. Eu que pensava que era só em Portugal de José Sócrates.

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O Carlos Manuel Castro avisa-nos que o PP de Rajoy está em "queda livre", tendo apenas pouco mais que 2% de vantagem sobre o PSOE. Por cá, já sabemos como vai o "burgo". No Reino Unido, a coligação Tories-Lib Dems, também já conheceu melhores dias. Merkel tombará mais tarde ou mais cedo. Em França, Sarkozy perde tereno para ultra-conservadores e socialistas.

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Segunda-feira, 25 de Abril de 2011
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O Público destacou, no passado dia 21, duas páginas dedicadas à política educacional em Portugal. O Alexandre Homem de Cristo queixa-se, com razão, da ingerência jornalística que não apresenta "um gráfico, não faz uma comparação de dados, não existe qualquer tentativa de contrastar a realidade à propaganda do Governo". Já, o João Galamba lança para a mesa uma qualquer notícia de um qualquer site e arruma com a conversa: "os governos de Sócrates (mais o primeiro que o segundo) foram os melhores que a nossa democracia teve neste sector". Reconhecido o esforço propagandistico, Alexandre Homem de Cristo lembra e bem que investimento não é qualidade (não que Sócrates tenha, necessariamente, investido mais) e que o aumento do número de diplomados não é necessariamente um ponto positivo (diz-se que aumentaram, em 193,2%, o número de diplomados em matemática, ciências e tecnologias, em oposição aos 37% da média da União Europeia). Todavia, João Galamba e Alexandre Homem de Cristo caem no mesmo erro, no erro mais grave, no erro da análise superficial do sector, como se a educação se tratasse das "letras gordas" dos jornais e da escolaridade obrigatória.

 

Primeiro Ponto: Investimento

 

 João Galamba dixit: "Nunca se investiu tanto na escola pública". Comecemos, então, pelo investimento.

 

É prática recorrente, o uso a termos comparativos para realçar as virtudes do Governo, nem que seja através do nivelamento por baixo. No caso do investimento público, diz-nos o "Education at a Glance 2010" que Portugal está na lista dos países com investimento abaixo da média da OCDE e, inclusive, piorando os resultados relativamente a 2000 (pg. 238). Na página 225, o nome do país é mencionado pelas piores razões: "As a result, the decrease in the share of public funding on educational institutions was more than 5 percentage points in Canada, Mexico, Portugal, the Slovak Republic and the United Kingdom. This decrease is mainly due to a significant increase in the tuition fees charged by tertiary educational institutions over the period 2000-07". Como se não bastasse, Portugal é referido como o único país onde o investimento público em instituições de ensino diminuiu ("public expenditure on educational institutions increased in all countries with comparable data except Portugal", pg. 227).  Aconselho-o a dar uma saltada à página 236 e fica arrumada a questão do investimento público, sem antes terminar com o seguinte gráfico:

 

 

Como não só o financiamento se faz de financiamento directo às escolas e instituições de ensino superior, mas também através da acção social, pense na actuação do MCTES de Mariano Gago ao longo deste ano. Como sabe este mudou a legislação relativa às Bolsas de Estudo, executando uma despesa em acção social muito inferior aos 147 milhões de euros destinados para essa finalidade. Desconte-se os atrasos típicos da incapacidade governativa dos néscios pseudo-socialistas. Se não é ingerência, é canabilizar o Estado Social tão apregoado:

 

 

 

Segundo Ponto: Reformas

 

Posso conceder quando João Galamba diz "que nunca se fizeram tantas reformas" na educação, já quanto à sua necessidade tenho as minhas, justificadas, reticências. Entre as "tantas reformas" estão: "Plano Tecnológico da Educação" (2007), "Plano Nacional de Leitura" (2006) - programa desnecessário se já houvesse competência dos profissionais -, "Inglês no 1º ciclo do ensino básico" (2005), "Escola tempo inteiro" (1º ciclo) (2005) - efectivar o óbvio! - e a inconsequência do "Novas Oportunidades" (2006). Se tiver dúvidas disto, bastará consultar o "Education at a Glance 2010" da OCDE, que aponta Portugal na lista dos países abaixo da média da OCDE na participação de adultos na educação formal e/ou não formal, a par da mediocridade coreana, italiana e polaca e bem longe da realidade norte europeia, Suiça ou Neo-Zelandesa.

 

Terceiro Ponto: Avaliação e Qualidade de Ensino

 

Quando acusa (e bem) a oposição de voltar atrás na avaliação dos professores, esquece-se que avaliação e qualidade são matérias bem mais abrangentes que a avaliação de professores/docentes. Pode-nos dizer qual é a avaliação da qualidade do ensino prestado pelo serviço público e privado no ensino primário e secundário? E qual é a qualidade de ensino no superior? Tem noção da realidade da Rede de Ensino Superior e da sua incomportabilidade ao nível financeiro e do seu impacto na qualidade do ensino administrado e na saturação do mercado de trabalho?

 

 

 

Neste sentido, porque é que Partido do Governo não avançou com a prometida "reorganização das ofertas educativas da rede pública" (ver Programa de Governo 2009-2013)? A resposta é clara: falta de coragem política!

 

Para terminar, quando João Galamba fala dos resultados do PISA, ao nível do crescimento de formados, devo lembrar-lhe que Portugal está baixo abaixo da média da OCDE quanto à população portuguesa dos 25 aos 64 anos que completou o 12º ano e o nível de ensino superior. Crescimento é apenas isso, quando se está no fundo... 

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El PSOE reduce la ventaja del PP a 2,3 puntos

 

Mariano Rajoy, o homem escolhido por José Maria Aznar para lhe suceder na liderança do PP, em 2004, mal sabia que sete anos depois, teria um parceiro semelhante ao seu modo de fazer política em Portugal, Pedro Passos Coelho.

 

É certo que Passos Coelho tem um mérito em relação ao seu homólogo espanhol, uma vez que alcançou a liderança através de eleição, não foi nomeado. Mas Coelho e Rajoy são rostos do mesmo lado da moeda. Ambos encontram-se na oposição e na sua liderança, curta (1 ano) ou longa (7 anos), nenhum dos dois foi capaz de apresentar uma ideia, uma proposta, um rumo. Os dois limitam-se a guiar pela sede de poder.

 

Se Rajoy bate aos pontos Passos Coelho em termos de experiência governativa, o líder do PSD nunca teve qualquer responsabilidade e Rajoy ocupou várias pastas no Governo de Aznar, ambos confrontam-se, actualmente, com o mesmo destino. Até há poucos meses, lideravam as sondagens com mais de 10% de vantagem, face aos PS's. Mas quanto mais nos aproximamos das eleições (em Espanha as legislativas decorrem na Primavera de 2012), os dois partidos da direita peninsular perdem apoios e os socialistas ganham. É evidente que os socialistas pagam a factura do desgaste do exercício do poder, 7 anos em Espanha e 6 em Portugal, mas mesmo assim, continuam a surgir perante as pessoas como a única opção crível, face a uma direita sem qualquer objectivo.

 

No caso da sondagem espanhola, não é indiferente a posição de Zapatero, de ter assumido publicamente que não voltaria a recandidatar-se à liderança do Governo espanhol e do PSOE, mas sobre a realidade interna do PSOE vale a pena abordar noutro escrito.

 

Poderá, naturalmente, equacionar-se: aconteceria o mesmo ao PS, se José Sócrates tomasse a posição de Zapatero? Os estudos de opinião publicados em Portugal contrariam esta tese, pois o PS, com Sócrates, continua forte.

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Domingo, 24 de Abril de 2011
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Marine Le Pen, candidate préférée des ouvriers

Sondage après sondage, la montée en puissance de la candidate du FN pour la présidentielle de 2012 semble se confirmer. Plus inquiétant pour les partis dits "de gouvernement", Marine Le Pen serait la candidate préférée des ouvriers.

 

A cada semana que passa a candidatura presidencial de Marine Le Pen ganha mais força. A descrença num Presidente, Sarkozy, que nada fez para melhorar a França, e uma oposição, a socialista, que ao longo de anos não tem correspondido a uma evolução dos projectos, para dar resposta efectiva às pessoas, tem permitido que a Frente Nacional, agora com uma liderança nova e cativante, Marine Le Pen, ao contrário da gasta e datada, de Jean-Marie Le Pen, seja apreciada por mais pessoas.

 

Face à divisão na direita democrática (Sarkozy, Villepin) e a uma esquerda (PS) que ainda não tem candidato, Marine vai cativando, com o seu discurso populista e xenófobo, simpatias no descontentamento popular.

 

Com uma UE sem liderança, e que não consegue demonstrar, no quotidiano, por que é uma mais valia para a vida das pessoas, a promoção dos ideais nacionais (que na era global são a resposta mais desastrada em termos europeus, pois nenhum país, por si, terá competitividade global) acaba por singrar.

 

Espero, sinceramente, que não haja nenhum hiato na Europa, isto é, que entre 1945 e 2012 houve um período de Paz e entendimento em Democracia no Velho Continente, pois o caminho que estamos a levar indica isso, que apenas tivemos pouco mais de meio século de entendimento e depois, devido a uma crise, tal como vivemos há 80 anos, conduziu, à imagem de século anteriores, os Estados europeus a guerrearem-se entre si.*

 

Transpondo esta questão/hipótese para a realidade portuguesa, caso a extrema-direita triunfe (continuo a não conceber tal facto): todo o esforço que podemos estar a fazer agora, com o FEEF, pode ir, ao fim de um poucos anos, por água abaixo, pois a hipotética saída da França do Euro e o reerguer de fronteiras entre países, pode conduzir-nos para uma espiral de descalabro imprevisível. E vale a pena recordar que a nossa situação, assim como a grega e a irlandesa, oxalá não se junte a espanhola, também é um contributo para a FN reforçar o seu discurso anti-Europa, pois solidariedade e cooperação não são princípios que o extremismo valorize. Queiramos ou não, tenhamos consciência ou não, todos estamos interdependentes e a nossa situação (boa ou má) contagia os outros. Normalmente, a má condição é mais considerada em termos sociais e políticos.  

 

* Espera-se que a reunião de Sarkozy e Berlusconi, na terça, por casua dos imigrantes clandestinos, produza frutos. Esta guerra sem sentido, entre França e Itália, pode sair mais caro do que aparenta.

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Na passada Quarta-feira propus à Coligação Democrática Unitária, numa audição relativa a políticas de juventude, que elencasse no seu programa a alteração do Despacho n.º 22434/2002 (2.a série) do Gabinete do Ministro do MCES de Outubro de 2002, indexando ao IAS (e não à RMMG) os preços das refeições e do alojamento.

 

Actualmente, segundo este Despacho, o valor mínimo de referência para refeições em cantinas de acção social para estudantes do ensino superior é de 0,5% da RMMG e 15,0% da RMMG para valor mínimo do alojamento, ou seja teríamos em 2011/2012, a fiar numa Retribuição Mínima Mensal Garantida de 485€, um valor de 2,43€ por refeição (valor mínimo) e 72,75€ por mês de alojamento numa residência universitária (valor mínimo).

 

Sinteticamente, a proposta apresentada passaria para algo do género:

  • Refeição: 0,5% do IAS (419,22€) = 2,10€/refeição, nada mais nada menos que -0,33€ por refeição;
  • Alojamento: 15% do IAS (419,22€) = 62,89€/mês, -9,86€/mês.

Prontamente, rejeitaram liminarmente a proposta porque paralalapapa papa pa la la "ideologicamente não se reviam na política do Partido Socialista em criar este mecanismo, a favor da precariedade, que é o IAS" paralalapapa papa pa la la «(inserir aqui mais uns quantos chavões contra o PS)». Ainda, tentei explicar que esta medida traria coerência ao actual enquadramento legal e que baixaria os valores de refeição e alojamento para os estudantes do ensino superior, mas sem sucesso.

 

Ontem, a Juventude da CDU apresenta como proposta o "alargamento da oferta e redução de preço dos apoios indirectos (cantinas, residências, etc.)" (http://www.jcp-pt.org/index.php?option=com_content&task=view&id=1176).

 

A moral da história é simples: Nem em questões pequenas e de óbvia convergência, o PC consegue estabelecer convergências, imagine-se, agora, num pacto político de governabilidade a longo prazo...

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Sábado, 23 de Abril de 2011
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2011
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Falta uma semana para o mais do que certo casamento do ano, o matrimónio de William e Kate.

 

Razão de ânimo para as casas reais europeias, que se encontrarão em Londres, e de entusiasmo das revistas cor de rosa, de todo o mundo, com mais umas tiragens, quer na semana que se avizinha, com os preparativos, quer na semana após a boda, com as fotos dos Príncipes, darão conta de todos os factos.

 

Todavia, este casamento valerá muito mais do que a troca de alianças, pois pode representar o refrescar do regime britânico. Muito mais do que Carlos (não é certo que suba ao trono), William deverá ser o Rei que pode renovar e impulsionar a monarquia.

 

Dentro de poucos anos, quando Elizabeth II, que ontem fez 85 anos, passar o testemunho, um Príncipe, recém casado e no qual milhões de britânicos vêem como o sucessor, natural e genético, da inesquecível e adorada Diana, pode devolver o orgulho um pouco desvanecido à coroa, bem como prepará-la e adapta-la à globalização.

 

Por agora, só os festejos da boda, mas o jovem que vai casar pode retomar a chama da vela que se apagou. Em breve voltará a soar o God save the King.     

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‎"Se nos roubarem Abril, dar-vos-emos Maio".Pode soar bem a alguns mas é importante saber qual "Maio" é que nos dão mesmo.

Parece que andam a testar a "resistência do regime" procurando um outro "Maio",um tal de 28 de Maio de 1926!

 

 

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Se a troika soubesse quem é o Telmo do Big Brother, quem foi Basílio Horta que "como democrata-cristão que é, está bem é no PS", quem foi Otelo Saraiva de Carvalho que agora diz que "precisávamos de um homem com a inteligência de Salazar", perceberia que a tolerância de ponto para esta quinta é menor dos nossos problemas. Nós precisamos é de umas análises à água.

 

Também publicado no República do Cáustico

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Pedro Passos Coelho quer o anti-político independente, moral e eticamente inimputável, acima de qualquer partido a Presidente da Assembleia da República e tentou colocar o (ex.-)Presidente da Câmara Municipal de Cascais, afastado da política por razões de doença, a Vice-Presidente da Assembleia da República?

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Quinta-feira, 21 de Abril de 2011
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O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, escusou-se hoje a comentar a recusa de António Capucho em ser vice-presidente da Assembleia da República, considerando tratar-se de uma “questão menor”, sem “importância nenhuma”.

 

Qualquer dia Passos Coelho também diz que só sai da liderança do PSD se lhe derem um tiro na cabeça. O PSD de mal a pior. Esperava-se um pouco mais!

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António Capucho desfere tamanho golpe em Pedro Passos Coelho que só parará de sangrar no próximo Congresso Extraordinário do PSD para eleger o senhor que se segue, venha ele do Porto directamente, venha do Porto via Bruxelas ou esteja mesmo já por Lisboa.

A passagem do Conselheiro de Estado António Capucho pelo Instituto Superior de Agronomia, antes de concluir a sua formação no Instituto de Novas Profissões, deve ter-lhe deixado um gosto irresistível pela lavoura.Só assim se explica que a 6 semanas das eleições tenha "cavado" desta forma a sepultura da actual liderança social democrata. 

Só fica a faltar mesmo o golpe de misericórdia, presumo que deva ser um golpe de "forquilha""!

No entanto uma dúvida subsiste.Se Cavaco Silva empurrou o PSD para este desenlace.Se Cavaco Silva "aconselhou" Manuela Ferreira Leite a exprimir abertamente que o PEC4 "tinha que ser chumbado", em reunião do Grupo Parlamentar do PSD, em jeito de voz do "patrão". Será que Cavaco Silva não terá "ajudado" António Capucho (que recentemente se tinha demitido da Câmara Municipal de Cascais) a decidir-se pela rejeição do convite de PPC para as listas laranjas? E Cavaco Silva nada terá tido a ver com esta carta de Capucho "aos militantes de Cascais" que obviamente iria "explodir" na comunicação social?

Será que Cavaco Silva quer um dois em um, vingar-se de José Sócrates e retirar Pedro Passos Coelho da liderança do PSD, dois....coelhos duma cajadada? 

Pobre o País que tal Presidente da República tem. Infeliz a liderança do PSD que tais "amigos" mantém! 

 

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Há uma gralha na ficha técnica da sondagem de hoje. O que devia lá estar era PSD/DE/TSF/Marktest.

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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011
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Trabalha que nem um cão. Serve à mesa num pequeno restaurante, um café, quase, cujo nome não pronuncio, não vá um sindicato fechá-lo junto com a ASAE e eu ficar sem as suas iguarias. Diz-me que já teve um restaurante seu, mas que com a quebra de clientela, as avenças obrigatórias, as responsabilidades de empregador, os impostos e outras asfixias, fez as contas e preferiu vender e passar a trabalhar para outrém. Não se arrepende.

 

Foge à lei laboral para poder sustentar a sua família. "Doutra forma seria impossível comprar pão lá para casa". Assim, trabalha das 7.30h às 19h com pausa - não é hora, nem hora e meia - para almoçar. Mas também não se arrepende e todos os dias o vejo incansável e de bom humor.

 

Em traços rápidos percebe-se umas coisas com esta história: que o Estado educou mal os cidadãos, pois é raro cruzarmo-nos com aquele que não se queixa, que não reclama direitos, mesmo em época de crise apertada, em vez de ir à luta, ou que coloca a totalidade da culpa no Estado - e com isto não digo que ele não a tenha em parte -. Depois, percebemos que o Estado ajudou a arrasar uma empresa e postos de emprego graças à sua omnipresença e omniemprendedorismo. E por último, percebemos que o Estado, não deixando cada um decidir por si a sua capacidade produtiva, arrasta para um submundo paralelo uma classe trabalhadora que poderia dar a cara e sustentar os seus, fosse a lei laboral mais flexível e ainda assim compensadora para empregado e empregador.

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" (...) porque está a nascer uma nova classe política - culta, instruída, bem formada e que vem de fora do sistema - impondo-se pela seriedade, independência e superioridade moral. "

 

Além do cavalheiro da frase acima, há também este:

 

 

Ou, por exemplo, este:

 

"(...) O meu testemunho sobre Salazar poderia terminar com uma frase do Doutor Azeredo Perdigão dirigida, em um hotel do Porto, a um grupo de advogados portuenses. Em alto e bom som, quando estes perguntaram como achara a personalidade do Doutor Oliveira Salazar, disse: «Sente-se que estamos em presença de um homem superior»...! (...)"

 

 

Também no Vozes de Burros

Terça-feira, 19 de Abril de 2011
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O Ministro das Finanças reconhece que não há dinheiro para pagar salários a partir de Maio. As Polícias deixam de pagar as contribuições para a Segurança Social por falta de dinheiro. E, afinal, o país estava bem...

 

 

Nada como uma boa cortina de fumo para desviar atenções.

Entre o independente que comete o crime de aceitar um convite partidário, ao Comissário Europeu que verbera a atitude dos nossos dirigentes, ou até mesmo a marca de cerveja portuguesa que os "monstros do FMI" bebem, tudo tem servido para alimentar o consumidor de (des)informação.

 

 

Valeria a pena abordar o papel que alguma comunicação social tem tido, em particular na última década, para a formação de opinião e branqueamento de determinadas condutas.

Sou um adepto da frontalidade com que os media anglo-saxónicos exercem a sua actividade. Em Portugal, numa comunicação social nas mãos de quatro grandes grupos económicos, contam-se pelos dedos os casos de informação isenta e objectiva. Não seria mais sério as linhas editoriais assumirem a sua preferência por este ou aquele partido, este ou aquele político?

 

 

No dia seguinte ao pedido de demissão de Sócrates era difícil perceber pelas manchetes dos jornais quem é que nos trouxe até aqui. O carrasco transformado em vítima. Agradeçamos ao Grande Líder o trabalho que tem feito por nós!

 

 

Nos Estados Unidos, é habitual que jornais de referência como o New York Times, o Washington Post, o Wall Street Journal, declarem a preferência por um determinado candidato numa determinada eleição. Apoios às claras. Não serão preferíveis as paixões assumidas às convicções (mal) dissimuladas ?

 

 

Na Irlanda, ainda que as razões da crise se prendam mais com erros da banca do que do próprio Governo, o partido no poder não passou de cerca de 15% nas eleições antecipadas. Em Portugal, o homem que nos governa há mais de 6 anos consecutivos, e que nos últimos 16 anos exerceu responsabilidades de governo durante 13, irá, muito provavelmente, conseguir um terço dos votos...

 

 

Os políticos têm responsabilidades. Quem os elegeu, pelo voto ou pela indiferença, tem responsabilidades. Quem acha ser capaz de fazer melhor pela comunidade e prefere cuidar do umbigo tem responsabilidades. Quem transmite de um determinado candidato ou partido uma imagem que não corresponde à realidade tem responsabilidades.

 

 

Nas cortinas de fumo da última quinzena, voltam a comunicação social, os políticos, os portugueses, a desviar-se do essencial.

Se 5 de Junho é importantíssimo, tão ou mais importante é o caminho até 16 de Maio.

 

 

Até à próxima reunião dos Ministros das Finanças da União Europeia, Portugal terá que chegar a uma solução de compromisso com a equipa tripartida da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional. A necessidade de pedir ajuda para fazer face aos encargos pesados de um país que tem vivido acima das suas possibilidades, obrigará a que Portugal se tenha de comprometer com medidas muito difíceis. É preciso que todos se capacitem da necessidade de "optar" pelas menos gravosas e que não castiguem ainda mais os que menos podem.

 

 

Seria fundamental para o nosso país, mas complicado dada a escassa margem negocial que nos resta, ao reconhecer tardiamente a necessidade de ajuda, que se conseguisse um prazo maior para o ajustamento orçamental. E uma taxa de empréstimo mais baixa do que aquela que foi imposta à Grécia e Irlanda pelos nossos "irmãos" europeus. E, sobretudo, que se tivesse em mente que consolidação sem estratégia de crescimento económico agravará a condição deste doente.

 

 

Que todos dessem o seu melhor contributo para a solução era positivo.

Bloco e PCP dão sinais de não querer conversar com quem cá vem emprestar dinheiro. A Sudoeste nada de novo. Lavar as mãos de responsabilidades é um desporto nacional. E em época pascal o conforto da postura-Pilatos tem sempre os seus indefectíveis.

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Encruzilhada Ideológica

 

O partidarismo, nomeadamente, o nacional, invoca constantemente a polarização ideológica com o intuito de arrastar as bases para o "apoio claquista", talvez até, "religiosamente fanático" em prol de objectivos puramente eleitoralistas. 

 
A raiz da verdade é o mal da nação: Portugal não manda em si próprio. A democracia participativa ou representativa portuguesa tem um poder limitado a políticas locais. Quanto a macropolíticas, estamos completamente (de)pendentes da supressão decisória de organismos políticos europeus ou da oligarquia financeira e económica (aparte: federalismo europeu, neste contexto político-ideológico: não, obrigado!). Portugal, há muito, não manda em si próprio. Portugal cinge-se a um protectorado europeu sem autonomia de qualquer ordem: não governa, não produz e não cria.
 
Assim:
Não há Partido Comunista que possa almejar prosperidade para lá de uma imagine-se imposição revolucionária e de um estado transitório socialista. Não há Bloco de Esquerda que possa esperar 'per se' uma transição democrática para uma sociedade aclassista quando vivemos perante um xadrez sociológico individualista, realista, anti-utópico, em suma, de direita. Não há Partido Socialista que se possa intitular de esquerda, quando tolera e compactua, à deriva, com práticas de desregulamentação e de privatização de sectores públicos estratégicos. Este cinge-se a limitar o poder natural, diria espontâneo, do capitalismo político. E com os restantes não podemos contar com mais do que o liberalismo part-time, isto é, que depende de tendências socialistas para se alimentar como é bom exemplo o bailout a entidades financeiras e que se deviam cingir única e exclusivamente pelo darwinismo da orla económico-financeira.
 
Precisamos que nos digam a verdade, precisamos de estar receptivos a ouvi-la: O capitalismo não nos salvará; a esquerda tem que se reconstruir... Mas em que moldes?
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Segunda-feira, 18 de Abril de 2011
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Jerónimo de Sousa disse há pouco que recebeu uma chamada da "troika FMI-BCE-CE", hoje de manhã, a tentar marcar uma reunião para hoje de tarde. O PSD disse que recebeu também uma chamada, hoje de tarde, para marcar uma reunião com a dita "troika" em 48 horas.

Uma de três, ou existiu uma grosseira falta de respeito para com o PCP, ou existiu uma enorme falta de respeito para com o PSD, , ou alguém mentiu hoje!

A supracitada "troika" terá ligado a dois partidos partidos políticos portugueses dando prazos de marcação muito diferentes para as reuniões, 4 a 6 horas para o PCP e 48 horas para o PSD.Ora isto ou é uma menorização muito desrespeitosa para com o PCP, ou é o assumir de que o PSD precisa pelo menos de 48horas para juntar algumas ideias que façam sentido ou compor uma espécie de opinião que não mude logo a seguir do dia para a noite. Ou então....alguém mente!

 

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Les « vrais Finlandais » : Un succès révélateur

 

Confrontés à la désagrégation de leurs identités et de leurs économies par les forces mondialistes, de nombreux citoyens réagissent. Ils constatent les périls d’une immigration massive et incontrôlée. Ils observent les conséquences du déclin moral et la progression de l’insécurité. Ils s’indignent de ce que l’Union Européenne, loin de les protéger comme elle le devait, les asservit à tous les flux de marchandises, de capitaux et de personnes en provenance de l’extérieur.

 

Les succès des Nationaux en France, mais aussi en Flandres, en Suisse, en Grande-Bretagne, en Autriche, aux Pays-Bas, en Hongrie, en Suède, au Danemark, en sont l’illustration. Ce nouveau succès en Finlande augure bien de l’avenir.

 

A extrema-direita europeia acordou, hoje, com boa disposição e mais força, para continuar a sua luta em prol da instabilidade social, acusando os imigrantes de todos os males e a UE de ser a culpada da insegurança das pessoas - como se os egoísmos nacionais, que estes formações políticas empunham, não fossem os nossos piores inimigos, como a terrível experiência que a Europa teve no passado século nos demonstrou, e muitos europeus parecem esquecer-se.

 

O comunicado Frente Nacional francesa traduz a satisfação com os resultados finlandeses.

 

O eurodeputado Nigel Farage, do UKIP, uma das principais vozes contra a construção europeia também aplaude o resultado dos "Verdadeiros Finlandeses".

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Domingo, 17 de Abril de 2011
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Vale a pena ver, com atenção, e nem é preciso muita, porque os números são esclarecedores e nem obrigam a grandes esforços cognitivos, para verificar que só houve um partido a subir: os Verdadeiros Finlandeses, que anteriormente tinham 5 deputados e agora passam para 39 (terceira formação da primeira linha).

 

Apenas o Partido do Povo Sueco (SFP/RKP), defensor do bilinguismo na Finlândia, que recolhe o mesmo apoio, não sofreu alterações na sua composição parlamentar e mantém os 9 deputados. Todos os outros, a começar no Partido do Centro, ao qual pertence à actual Primeira-Ministra, Mari Kiviniemi, perde 16 elementos no Parlamento, à Coligação Nacional, que ganha a eleição, mas perde 6 parlamentares.

 

O descontentamento de muitos finlandeses deixou-se encantar pela demagogia de Timo Soini, que ambiciona fazer parte do futuro Governo. Para continuar a acompanhar. 

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A meu ver a discussão sobre a eutanásia,alem de ética e deontologia,prende-se com direitos e limites do ser humano.Pela mesma ordem de factores já se justificava terminar com o sofrimento causado em torno do cabeça de lista do PSD por Lisboa!

Inventem uma desculpa,troquem de cabeça de lista e siga com a discussão para assuntos mais importantes do que erros constantes,mal entendidos sem fim,lapsos ridículos e broncas sem parar!

 

 

Sábado, 16 de Abril de 2011
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Os "nossos amigos humanistas" do FMI e da UE são tão amigos mas tão amigos que exigirão em juros o mesmo dinheiro que o gasto no bailout ao BPN. Solidariedade europeia, onde?

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