Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011
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"During times of universal deceit, telling the truth becomes a revolutionary act." - George Orwell 

 

 

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Filme: O Discurso do FMI
 
Actor: Cavaco Silva, O Discurso do Rei na Avenida de Roma
 
Actriz: Angela Merkel, Cisne Negro
 
Realizador: Tom Oliveira Loureiro Lima, O Discurso do Rei na Avenida de Roma
 
Fotografia: A Origem do BPN
 
Actriz Secundária: Manuela Moura Guedes, Último Round
 
Actor Secundário: Pedro Passos Coelho, Último Round
 
Argumento adaptado: A Rede Social das Coelhas do BPN
 
Argumento original: O Discurso do Rei na Avenida de Roma
 
Filme Estrangeiro: Num Mundo Melhor Nenhum Cherne Seria Eleito
 
Curta-Metragem de Animação: The Lost Thing of Vale Azevedo File
 
Longa-Metragem de Animação: Toy Story 3 "U-Boats from Admiral Doors"
 
Banda-Sonora original: A Rede Social das Coelhas do BPN
 
Canção Original: Paulo do Independente, Toy Story 3 "U-Boats from Admiral Doors"
 
Mistura de som: A Origem do BPN
 
Montagem de som: A Origem do BPN
 
Maquilhagem: O Lobisomem Quinzenal
 
Figurinos: Alice no País das Maravilhas Do BE Onde Nada Se Paga E Tudo É Gratuito Sem Qualquer Esforço
 
Documentário de curta-metragem: PGR No More
 
Curta-metragem: God of Love....is Dead, God of Money Rules
 
Documentário de longa-metragem: Inside Job - A Verdade da Crise do Regime...de 1908 a 2012
 
Efeitos visuais: A Origem do BPN
 
Cenografia: Alice no País das Maravilhas Do BE Onde Nada Se Paga E Tudo É Gratuito Sem Qualquer Esforço
 
Efeitos Visuais: A Origem do BPN
 
Melhor Montagem: A Rede Social das Coelhas do BPN

 

 

 

 

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Sem surpresa, o 'Discurso do Rei' arrecadou os troféus mais cobiçados da 83ª edição dos Óscares: Melhor filme, Melhor actor principal, Melhor realizador e Melhor argumento original.

 

Melhor Filme - O DISCURSO DO REI 

Melhor Realizador - Tom Hooper com O Discurso do Rei 

Melhor Actor Principal - Colin Firth com O Discurso do Rei

Melhor Actriz Principal - Natalie Portman com Cisne Negro

Melhor Actor Secundário - Christian Bale com The Fighter

Melhor Actriz Secundária - Melissa Leo com The Fighter

Melhor Filme de Língua Estrangeira - In a Better World (Canadá)

Melhor Filme de Animação - Toy Story 3

Melhor Filme de Terror - O discurso do Presidente

Melhor Argumento Original - O Discurso do Rei

Melhor Argumento Adaptado - A Rede Social

Melhor Banda Sonora Original - Trent Reznor e Atticus Ross com Rede Social

Melhor Canção Original - We Belong Together (Toy Story 3) 

Melhor Direcção Artística - Alice no País das Maravilhas por Robert Stromberg e Karen O'Hara

Melhor Fotografia - A Origem

Melhor Guarda-Roupa -Alice no País das Maravilhas

Melhor Montagem - A Rede Social

Melhor Caracterização - O Lobisomem 

Melhor Som - A Origem 

Melhores Efeitos Sonoros - A Origem

Melhores Efeitos Visuais - A Origem

Melhor Documentário - Inside Job

Melhor Documentário de Curta-Metragem - Strangers No More

Melhor Curta-Metragem de Animação - The Lost Thing

Melhor Curta-Metragem de Imagem Real - God of Love 

Sábado, 26 de Fevereiro de 2011
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Duarte Cordeiro acusou as propostas do PSD de "liberalismo kamikaze". Pergunta-se: há liberalismo que não o liberalismo kamikaze?
 
É casual que o investimento estatal está intimamente ligado a um maior desenvolvimento das economias, bastando olhar para as referências exemplares dinamarquesas, francesas, suecas, belgas ou, em oposição para as referências, pela negativa, da Roménia, Letónia ou da Lituânia. As propostas do PSD e o pacto nacional com medidas contraccionistas na maior crise económico-financeira das últimas décadas, são a auto-destruição da civilização europeia tal como a conhecemos.
 
O chavão constitucionalizado da igualdade de oportunidades só nos conduz ao fomento pactuante das desigualdades pelo que o Estado deve assumir humanistica e corajosamente o objectivo da igualdade das rendas sem a supressão democrática. Seja aqui, seja nos EUA, o cerne da questão reside concretamente na distribuição da renda dos indivíduos, como podemos comprovar e observar pelo o que nos apresenta o João Vasco e a Discover. Se democraticamente somos a favor da quase real equidade de rendimentos, porque não actuam os Estados em busca de uma melhor redistribuição da riqueza? Não se trata de uma via autoritária marxista-leninista para alcançar a finalidade aclassista, mas trata-se de abolir a tecnocracia neoliberal institucionalizada pela adopção de medidas fiscais, socialmente morais, abolindo a promiscuidade com a alta finança e com os grandes grupos empresariais.
 
Assim, impõe-se uma grande coligação das esquerdas nacionais e europeias, moderadas ou jacobinas, uma estratégia assumida por verdadeiros estatistas democratas como o foram Olof Palme, Willy Brandt, Aneurin Bevan, Clement Attlee, François Miterrand e, porque não, Mário Soares. O desafio fica no ar...

 

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Após os eleições Presidenciais alguém chegou a explicar a telenovela BPN e as estórias da "Coelha"?Mas não tinham prometido explicações?

E alguém avisou os mercados que Cavaco Silva ganhou logo à primeira volta para poupar o erário público e dar confiança aos mercados financeiros? Não...?!

 

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Portugal e as nossas Forças Armadas vistas do prisma de Washington no Expresso.....humilhante!
Se ninguém, de nenhum partido politico que seja, quer comentar este "telegrama", então recordo aqui umas palavras de José Adelino Maltez:
"A presente decadência, já patente, pode levar a uma crise de regime. Isto é, a uma má relação da sociedade com um determinado sistema de valores e que lhe dava legitimidade. Por outras palavras, mesmo sem magnicídios, podemos caminhar para um republiquicídio."


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Bom dia, descobri agora que sou mesmo muito "old school".Porque acredito na Declaração de Princípios do PS (!!!!), porque acredito que compromissos e contratos são para cumprir sempre (e até ao fim), porque acredito em Deus (de preferência ecuménico), acredito que a Palavra dada e a Honra são a mesma coisa e acredito, sempre e até ao fim, na minha Pátria e nos meus clubes (SCP e Agronomia).

Portanto sou mesmo um "retrógrado conservador" em vias de extinção!
Adoro acordar de manhã e sentir-me bem ao espelho, em paz com a minha consciência...e a minha coluna vertebral. 
Por Portugal,pelo PS ou pelo SCP, Esforço, Devoção,Dedicação e Glória,sempre!  

 

 

 

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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011
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Sporting Clube de Portugal, um clube verdadeiramente lusitano, o mesmo fatalismo desmoralizado, a mesma desculpabilização esotérica e metafísica,a mesma incompetência crónica disfarçada pela propaganda como fatalidade, o mesmo discurso miserabilista de quem já viveu bons tempos e agora tenta fingir a todo o transe que o papo-seco é mesmo uma lagosta! 

Qual a solução?A mesma, mãos à obra com coragem e motivação, mais trabalho e menos conversa, mais qualidade e menos joguinhos da treta, meter os incompetentes na rua e impor ou realçar o espírito de dever, missão e sacrifício dos que SERVEM o País ou o meu clube.

Penso eu de que...

 

 

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El presidente de EE UU, Barack Obama, telefoneó a su homólogo francés, Nicolas Sarkozy, para analizar una respuesta conjunta. Tras la conversación, París anunció que pedirá una nueva reunión urgente del Consejo de Seguridad de la ONU e instó a la "adopción rápida" de "medidas concretas" en el seno de la UE. Obama tenía previsto conversar también con el primer ministro británico, David Cameron.

 

O cargo que o Sr. Rompuy exerce não conta para os EUA, porque pouco vale na UE. O cargo, em termos formais, até é relevante, mas a nível real, pouco passa de uma miragem. 

 

O telefone que Kissinger um dia referiu dever existir na Europa continua a ter vários terminais (Paris, Londres, Berlim) no Velho Continente. O problema da Europa é que todos os terminais europeus continuam a ser mais fracos, do que O telefone vermelho, se houvesse. Na verdade, o telefone até existe, já quem o atende, é que não tem unhas para tocar guitarra.

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E aos 7 minutos e 33 segundos o deputado Duarte Cordeiro sintetiza as propostas do PSD em duas simples palavras.

 

 

 

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"A coragem é a primeira das qualidades humanas, porque é a qualidade que garante as demais." - Winston Churchill
 
Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011
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Khadafi acusa Al-Qaeda

 

A Al-Qaeda tinha sido um elemento ainda pouco referido, desde que o norte de África entrou em convulsão, a partir da Tunísia, em Dezembro.

 

Pela primeira vez, fala-se na organização de Bin Laden, que Kadafi acusa, por estar a manipular as pessoas que se insurgem contra o coronel, na Líbia. 

 

É um facto que a Al-Qaeda e as organizações que lhe estão ligadas, em especial no norte de África há algumas bem fortes e estruturadas, estão à espreita de um momento para tentar vingar o seu objectivo. Porém, como Kadafi sabe, melhor do que ninguém, foi o seu longo reinado na Líbia que alimenta a vontade, agora, de milhões de líbios mudarem de liderança, à imagem do que fizeram os vizinhos tunisinos e egípcios.  

 

De facto, esta é uma verdade, de que a Al-Qaeda está ao espreitar da esquina, mas a justificação não passa de uma rotunda mentira, pois o homem que manda assassinar os seus, contratando para o efeito mercenários, pagos a peso de ouro (cerca de mil euros por dia).

 

A cada hora que passa, e por mais ataques que Kadafi mande perpetrar contra os líbios que reclamam a sua saída, o contolo do país está a escapar-lhe, por isso já está, neste momento, circunscrito a Trípoli. Resta saber quantas horas/dias mais. O seu destino é mais do que previsível. E quanto mais falar, mais demonstra fraqueza.

 

Por outro lado, seria interessante saber o que dirá agora o Camarada Fidel, após estas palavras de Kadafi, que há dias considerou a NATO e o imperialismo os grandes culpados dos acontecimentos na Líbia.

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Um anúncio foi publicado num conhecido site de procura e oferta de emprego. Um jovem recém-licenciado da área leu-o e achou que devia responder... à letra! A Revista Visão de 16 de Julho publica um artigo sobre o jovem que deu esta resposta! Aqui segue a proposta do recrutador e o que recebeu de volta:

 

"A XXXXXXXXXX está a aceitar candidaturas para estágio na área de Design Requisitos Académicos: Finalista ou recém-licenciada(o) em Design Competências pessoais:

* Poder de comunicação;

* Iniciativa;

* Auto-motivação;

* Orientação para resultados;

* Capacidade de planeamento e organização;

* Criatividade

 

Competências técnicas:

Conhecimentos nos seguintes programas/linguagens

® Adobe Photoshop,

® InDesign,

® Illustrator (FreeHand e Corel Draw) Flash,

® Dreamweaver, ® Premiere, ® AfterEffects,

® SoundBooth,

® SoundForge,

® AutoCad,

® 3D StudioMax ® HTML (basic),

® ActionScript 2.0 (basic),

® CSS,

® XML. (só isto...)

 

Remuneração: Estágio Remunerado (€?) Duração: 6 meses, com possibilidade de integração na equipa (uau que sorte)"

 

Portanto, e resumindo, esta empresa oferece um estágio de 6 meses um recém-licenciado experiente em 13 softwares e 4 linguagens de programação que a própria Google terá grandes dificuldades em recrutar no planeta Terra...

Não se ficando atrás perante esta pérola, o sobredotado pretendente ao lugar responde com indiscutível talento. Eis o que ele adquadamente lhes respondeu:  

 

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‎"o infortúnio é um degrau para o génio,uma piscina para o cristão, um tesouro para o homem hábil e um abismo para o fraco" - Honoré de Balzac.

Qual destes se aplica a Portugal?Seremos génios, hábeis ou apenas fracos?  

 

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O MAC está na moda. Já não é coisa de novatos, muito menos minoritária, é ver MAC por todo lado, de Norte a Sul, com ricos e pobres, até nos jornais e na televisão. Há quem diga que o PC anda a reboque do MAC... Dúvidas? É aceder a este site de novas tendencias: http://www.psd.pt

 

Logo na front page:

-PC, três referencias (num registo mais multimédia)

-MAC, quatro conteúdos (grande versatilidade e extraordinária disponibilidade para tirar (o) partido das suas vantagens sobre o PC)

 

Quem é líder quem é? Ok, ok, é o PC...

Por quanto tempo mais?

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"O piloto Abdessalam Attiyah Al-Abdali e o co-piloto Ali Omar al-Kadhafi ejectaram-se com pára-quedas depois de terem recusado a ordem para bombardear Bengasi"

 

"Já na segunda-feira dois pilotos da força aérea líbia de alta patente tinham voado para Malta, dizendo que necessitavam de colocar combustível. O objectivo dos pilotos era, no entanto, evadirem-se da Líbia para não acatarem ordens de bombardear civis em Bengasi."

 

 

 

 

Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
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Foram divulgados na passada sexta-feira, pelo Banco de Portugal, os últimos indicadores de conjuntura económica. Faço referência a alguns dados.

 

 

O volume de negócios no comércio a retalho diminuiu 2,2 por cento no último trimestre de 2010. Dado positivo para os 15,8 por cento de aumento, em termos homólogos, das exportações de bens no último trimestre do ano findo. Nesse período, aumentaram também as importações de bens, mas em menor percentagem, 10,3 por cento. A chaga do desemprego não dá, no entanto, mostras de inflexão: a taxa de desemprego, no último trimestre do ano, atingiu os 11,1 por cento, um aumento de um ponto percentual face ao mesmo período do ano anterior.

 

 

Avançou, também, o Banco de Portugal que os critérios de concessão de empréstimos ao sector privado não financeiro se tornaram ainda mais apertados, no último trimestre de 2010. Grave problema este, para a nossa economia: numa altura em que as empresas se encontram asfixiadas, os empréstimos bancários são ainda mais condicionados e a taxas mais elevadas. Isto, nos casos em que são concedidos.

 

 

Dois dias antes da divulgação destes dados, e certamente com estes e outros indicadores na cabeça, o Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, tinha admitido que Portugal já se encontrava novamente em recessão. E, no meio de tudo isto, até espanta que as palavras do Sr. Governador tenham causado perturbação a alguns dos "fazedores de opinião" do regime. Que não, que o não devia ter dito, que era preciso ter cuidado com as palavras. Não fossem os mercados ouvir ou ler...

 

 

Não há nada pior do que essa cultura do politicamente correcto que prefere ver o país afundar-se em vez de reconhecer os problemas e enfrentá-los. Essa "cultura da avestruz" é familiar de uma outra: a "cultura do quem não é por mim, é contra mim".

 

 

A mesma, provavelmente, que levou o Sr. Primeiro-Ministro a dar um "puxão de orelhas" em público a um cidadão, pelo simples facto de ter a ousadia de querer, imagine-se, que os políticos falem verdade ao país. O facto deste cidadão ser uma pessoa de referência no seu sector de actividade e até contribuir para as tais exportações de que o Sr. Primeiro-Ministro, agora, se quer "apropriar" como mérito seu, nem é aqui o mais importante. O que choca é alguém, independentemente de ser rico, pobre, bem ou mal sucedido, pedir que se fale verdade e que os sacrifícios que estão a ser pedidos não sejam desperdiçados, e um governante se sentir incomodado com isso.

 

 

Pela mesma altura, no país vizinho, dava brado a notícia de que em 2010 o crescimento da economia tinha ficado abaixo da média da zona euro. De facto, desde 1996, altura em que o Eurostat começou a efectuar estas estatísticas comparadas, que a economia espanhola todos os anos crescia acima da média dos países que hoje constituem a zona euro.

 

 

Para mal dos pecados de Zapatero ninguém se lembrou de olhar para o lado de cá da fronteira. Também nós crescemos em 2010 menos que a média da zona euro. Mas, por cá, a coisa até passou despercebida. Também não se poderia esperar que o comportamento comparado da nossa economia tivesse dado notícia...

 

 

Se, com base nas mesmas estatísticas, analisarmos a performance comparada da economia nacional constatamos que, tirando os anos de 1996 a 1999, mais o ano 2009, a produção de riqueza nacional divergiu sempre dos seus pares. Contas feitas, nos últimos 15 anos só houve 5 em que conseguimos que a nossa produção de riqueza total se aproximasse dessa média! Para se ter uma ideia, nesse período, a própria Grécia cresceu sempre acima da média, com a excepção de 2010.

 

 

Eis aqui um dos pecados lusos no seu esplendor: divergir em voz alta é, hoje, mais grave que divergir na criação de riqueza ou nos índices de pobreza.

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"If you don't exaggerate when you are young, what will you have when you are old?" - Sir John Barbirolli

 

 

 

 

Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011
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O Governo Português é pródigo em pedir sacríficios aos estudantes, nomeadamente, através dos cortes nas bolsas de acção social escolar, sob a batuta da necessidade de cumprir as obrigações constantes do PEC. Por momentos, esqueçamos que é fundamental o investimento público nos sectores-chave, para estimular a actividade económica privada quando esta se contrai e para procurar obter dividendos a longo prazo. Esqueçamos, portanto, esta concepção macroeconómica e aceitemos as concepções liberais europeístas e nacionais, que visam estabelecer uma minarquia, onde o Estado se ausenta das suas obrigações sociais, nomeadamente no que há educação e promoção do conhecimento dizem respeito. O Estado não pode pedir, neste momento, sacríficios à comunidade estudantil, quando não são exemplares na gestão da res publica. Além da contraproducência económico-financeira, é completamente imoral. O Estado só pode pedir sacríficios aos estudantes, quando cumprir três pré-requisitos elementares para a qualidade do ensino e correcta racionalização dos recursos:

 

Ponto Primeiro: Racionalização dos serviços, cursos e do número de instituições de ensino superior. A título de exemplo, Portugal tem 17,45 instituições de ensino superior por milhão de habitantes; os países europeus com similar demografia têm em média 7,61. Quanto aos cursos, só no Distrito do Porto, 6 Instituições leccionam Psicologia, outras 6 Enfermagem, numa média de mais de 600 vagas por ano cada.

 

Ponto Segundo: O financiamento das instituições não é claro e equitativo ou com objectivos claramente definidos e havendo uma relação mérito-financiamento. As dotações orçamentais para os SAS do IPP são de 50€/aluno, enquanto em Coimbra e Açores são 300€/aluno, por exemplo.

 

Ponto Terceiro: Efectivação do disposto na Lei de Bases de Financiamento, onde consta que as receitas próprias, nomeadamente propinas, deverá ser usado para o melhoramento do sistema de ensino. Actualmente, o que se verifica é uma utilização para o pagamento de custos fixos e não uma canalização para o investimento.

 

Depois, creio, que estarão reunidas as condições para exigirem sacríficios da comunidade estudantil. Até lá, esperamos pela coragem e exigência política não percepcionáveis actualmente.

 

Cláudio Carvalho

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No site do Jornal Record está um inquérito online que diz: "Acha que Pedro Passos Coelho será o próximo PM? Vote e habilite-se a ganhar um Mercedes".
Sou só eu ou isto parece mesmo demasiado cómico, passível de dar origem a múltiplas piadas fáceis?
Por exemplo, o stand da Mercedes,é de Boliqueime?Tem equipamento Rangel ou consegue atravessar um Rio?Tem quantas Portas o carro?
 

 

Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011
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Há uns anos aquando da constituição do Bloco de Esquerda vaticinei que a existência deste corpo político estranho não seria profícua. Afinal de contas uma amálgama de trotskistas, maoistas e dissidentes comunistas, historicamente estava imediatamente condenada ao fracasso. Enganei-me. Estes arregimentaram-se à volta da figura de Francisco Louçã e da sua capacidade política. Modernizaram o seu discurso e marketing político. Constituíram-se quase numa moda captando a rebeldia juvenil burguesa tal como o MRPP o fez 30 anos antes. Alcançaram o grande prodígio de evitar as declarações públicas do Major Tomé e do Gil Garcia não espantando o eleitorado e as bases. A extrema-esquerda mascarou-se de esquerda não marxista e social democracia de esquerda.

 

No entanto o crescente sucesso eleitoral não escamoteou o seu pecado original. Os idólatras de Enver Hoxha resumem-se a um partido de protesto tal como as forças políticas que o compuseram. Os admiradores de Mao Tse Tung bastam-se pela denúncia e propostas infundadas ou irrealistas. Os seguidores de Leon Trotsky não se conseguem constituir como alternativa política. Até porque o não querem. E é esta postura que evitará que este continue a crescer sustentadamente ainda que nas próximas legislativas venha a beneficiar de algum voto de protesto ao Governo de Sócrates.

 

Sendo Francisco Louçã o cimento que une o partido, esta tem sido a sua maior força. O bloco beneficia da sua retórica, telegenia e da sua habilidade comunicativa ainda que de conteúdo enviesado. Este tem mantido o bloco coeso enquanto as suas decisões são do agrado da maioria ou ainda que o não sejam, desde que tenham êxito. Mas quando tal não acontece, como foi o caso do apoio ao socialista Manuel Alegre que alienou alguns dos seus dirigentes ou da fracassada moção de censura que consagrou a irresponsabilidade da sua linha política, nasce a conturbação interna nas hostes. Conturbação essa que desta vez ganhou proporções, visibilidade e consequências muito superiores a outras como a predilecção de Joana Amaral Dias pelo formato mp3, por exemplo. Mas aquela que é a sua maior força constitui-se na sua maior fraqueza na medida em que faltando o consenso à volta de Francisco Louçã e da linha que este preconiza; não beneficiando da estabilidade interna dos partidos da esfera governativa quando estão no poder ou na sua eminência, nem possuindo uma matriz ideológica vincada em que todos se revêem ou têm de rever, o Bloco de Esquerda corre o risco de uma grave crise interna.

 

 

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Domingo, 13 de Fevereiro de 2011
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Pela reeleição de Paulo Portas com 95% dos votos, o CDS-PP, merece esta dedicatória especial "fim de semana":

 


Não estou a insinuar nada... Parabéns Rodrigo e camaradas.

 

 

Cláudio Carvalho

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"Como avalia o trabalho do ministro Mariano Gago até ao momento?" | "Acho que foi muito positivo a abertura e a possibilidade que o senhor ministro deu a algumas instituições que passassem a fundações e terem alterado o seu modelo de governação, reduzindo a dependência dos reitores da eleição pelos alunos, que me parecia altamente prejudicial à liberdade dos reitores."

“A gratuitidade é a grande responsável pelo insucesso no ensino superior”

Braga da Cruz, reitor da UCP em declarações ao Económico

 

 

Cláudio Carvalho

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Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011
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Numa altura de grave crise económica, o Bloco de Esquerda lembrou-se de propor uma moção de censura. O mesmo Bloco de Esquerda que esteve tão quieto nos últimos meses aquando da união de facto presidencial com o Partido Socialista. Agora que a malograda relação findou, a amálgama partidária de liderança Trotskista procura demarcar-se do Governo, disputar o eleitorado do Partido Comunista e forçar a mão do Partido Social Democrata.

 

O Bloco de Esquerda não é mais do que um partido de protesto. Nunca teve vocação governamental e volta a demonstrá-lo ao adoptar a velha fórmula de capitalização do descontentamento das massas, jamais constituindo-se numa alternativa democrática pelas propostas concretas e realistas que deveria apresentar.

 

Assim se explica também a altura escolhida para a propositura desta moção de censura. Só um partido que não pertence ao arco governativo bastando-se pelo conforto da denúncia com laivos de rebeldia pueril tomaria esta iniciativa neste momento. Momento esse em que atravessamos uma conjuntura económica recessiva, sob pressão dos credores internacionais, reféns da inconsciência e ignorância dos mercados sobre a nossa realidade, com os especuladores sedentos à espreita e a espada de Dâmocles do FMI sobre as nossas cabeças.

 

E o que é que os partidos à direita deverão fazer? Deverão imiscuir-se numa contenta da esquerda em que por um lado o Bloco pretende demarcar-se dos socialistas e por outro reclamar espaço eleitoral aos comunistas?

 

Tudo dependerá do tipo de texto de que se revestirá a moção. Mas uma coisa é certa: derrubar o Governo (ainda que este esteja praticamente paralisado) antes de sabermos qual a taxa de execução orçamental do primeiro trimestre é uma irresponsabilidade, o que não significa que o PSD deva sustenta-lo ad eternum.

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Mubarak terá deixado hoje o Egipto, "sources say". A sua saída é o culminar, natural, diga-se, de semanas de protestos e de manifestações. Com a sua saída, o mundo respira aliviado. Sai o tirano e abre-se o caminho para eleições livres e para a democratização do Egipto. Tudo muito bem.

 

Também eu estou com os egípcios que pedem melhores condições de vida. Com os jovens que querem aceder ao Facebook sem limitações. Com as mulheres que querem direitos iguais. Com os jornalistas e bloggistas que lutam pela liberdade de expressão. Com todo um povo que quer mais liberdade e menos opressão; mais direitos e menos arbitrariedade; mais mobilidade social e menos corrupção. Todos nós, os que defendemos a liberdade, estamos com aqueles milhares de Egipcios na Praça Tahrir.

 

Mas...

 

E se a saída de Mubarak abrir a porta a um novo regime autocrático? E se esse regime, ao invés de ser secular, for teocrático, como aquele que vigora no Irão? E se a Irmandade Muçulmana, uma organização fundamentalista que advoga a Jihad e condena os governos seculares, ganhar eleições livres? Será que os líderes Europeus e Americanos serão tão prontos a impedir tal evolução como o foram a incentivar a rápida democratização do Egipto, sem cuidar de saber se este está preparado para eleições livres e para uma gradual democratização e secularização ao estilo Atatürk?

 

A democracia, tal como uma casa, não se contrói pelo telhado. Precisa de fundações e de pilares e esses não se constroem em duas semanas de revoltas populares. Por isso, é preciso prudência e é fundamental que os aliados ocidentais aprendam com os erros do passado. Obama não quererá ser o Jimmy Carter do Egipto. E o mundo não quer vir a ter saudades do "bom tirano".

Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011
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Avessa a comentários públicos sobre questões polémicas, a Rainha de Inglaterra surpreendeu meio mundo quando há dois anos atrás, na inauguração do novo edifício de uma escola de economia, interpelou os eminentes professores: "Como foi possível ninguém se aperceber da crise?". Nos últimos dias veio-me à memória este episódio.

 

 

A Comissão de Inquérito à Crise Financeira, entidade nomeada pelo governo americano, terminou o seu mandato. Fê-lo, publicando um Relatório extenso sobre a crise financeira. Vale a pena atentar nalgumas conclusões de 18 meses de diligências investigatórias sobre as causas de uma crise que rapidamente se espalhou.

 

 

A Comissão acusa a Reserva Federal americana de ter ignorado os sinais de alarme e falhado no estabelecimento de critérios mais prudentes para o crédito à habitação.

 

 

A "fé" na racionalidade absoluta dos mercados bem como na capacidade dos bancos se auto-regularem foram ideias que se vieram a revelar erradas. A indústria financeira no seu todo, com a complacência de várias administrações e reguladores (Alan Greenspan sai «chamuscado» ) desempenharam um "papel chave no enfraquecimento dos constrangimentos regulatórios às instituições, mercados e produtos".

 

 

Aos bancos são apontadas falhas nos mecanismos de governação interna e na gestão do risco, bem como assinalada a perversidade de prémios aos gestores, que incentivaram ganhos de curto-prazo em vez de estimular resultados a longo prazo.

 

 

Excessivo endividamento, investimentos de risco e falta de transparência nos procedimentos são ainda identificados como tendo posto o sistema financeiro no caminho da crise. As instituições financeiras assumiram demasiado risco para o capital próprio de que dispunham. Para piorar as coisas, essa "alavancagem" exagerada estava muitas vezes dissimulada através de produtos que não constavam do balanço dos bancos e os relatórios financeiros chegaram a ser "mascarados".

 

 

Também a este nível, o governo americano é dado como mau exemplo. No final de 2007, duas entidades sob a sua tutela, instrumentos da política pública de apoio à habitação, garantiam entre si 75 dólares de empréstimos por cada dólar de capital próprio.

 

 

O Relatório aponta uma quebra generalizada na responsabilização e ética empresarial ao nível das instituições financeiras. Os bancos, na generalidade, são acusados de ter concedido crédito a quem não podia pagar e de através da securitização (agrupar títulos de dívida em títulos transacionáveis, transferindo assim dívidas de empréstimos de investidor para investidor) terem transferido créditos que não cumpriam com os seus próprios requisitos internos de avaliação.

 

 

Nalguns casos, suspeitando mesmo que o que estavam a vender eram activos tóxicos, acusa a Comissão de Inquérito. Um número que dá que pensar: 68% da mais popular modalidade de hipoteca concedida em 2005 por dois conhecidos bancos especializados em crédito à habitação exigia pouca ou nenhuma documentação.

 

 

Contas feitas, a verdade é que desde 2008 até agora o sistema financeiro americano, e mundial até, está mais concentrado, num pequeno número de instituições demasiado grandes para falhar, do que antes da crise ter eclodido. Perceber com rigor o que correu mal é o primeiro passo para se prosseguir no rumo mais correcto. É esse o grande mérito desta Comissão de Inquérito. Haja agora coragem política e racionalidade económica para alterar o que estava e continua mal.

 

 

Conclui a Comissão que a crise poderia ter sido evitada. E deixa o aviso: "a maior tragédia seria aceitar a ideia de que ninguém se podia ter apercebido da crise financeira e que portanto nada poderia ter sido feito. Se aceitarmos esta noção, acontecerá de novo."

 

 

Se voltasse a este assunto, Sua Majestade não diria melhor.

Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011
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Os direitos humanos das mulheres e das raparigas são inalienáveis e indivisíveis, esta é uma mensagem assumida nos textos finais da Conferência das Nações Unidas sobre População e Desenvolvimento realizada na cidade do Cairo em 1994.

E é nessa mesma cidade, na Praça Tahrir, que nós assistimos, hoje, ao palco político mais importante do momento.

O Egipto, assim como a Tunísia, vivem um processo de transição de regime que altera significativamente o quadro geopolítico mundial. Governos aliados do Ocidente com posições geográficas estratégicas, no jogo do médio oriente, estão hoje a chegar ao fim das suas vidas. Abre-se aqui um quadro de esperança democrático.

Estes países têm forte tradição muçulmana, mas também são mesclados de várias culturas e religiões que lhes conferem identidade própria.

Este momento de vaga democrática, é um momento de esperança, mas também encerra riscos, apesar de acreditar que não são eminentes,  de oportunismo de fundamentalismos exacerbados que são um risco para a própria democracia, para os direitos humanos em geral e para os direitos humanos  das mulheres e raparigas em particular.

Nos países muçulmanos que aplicam a sharia, os direitos humanos não são respeitados. Mesmo países com níveis de desenvolvimento elevado como é o caso do Irão,  práticas bárbaras como a pena de morte por apedrejamento em situações  como o adultério por parte das mulheres são uma realidade. Basta lembrar o recente caso de Sakineh Ashtiani  que gerou forte contestação internacional.

O processo de mudança que está a acontecer em países do norte de África, são processos que devem ser geridos internamente, de forma livre, devendo a comunidade internacional apoiar o caminho para a democracia. Mas é fundamental que, quer internamente, quer externamente, haja  vigilância  quanto ao respeito pelos direitos humanos e em especial pelos direitos das mulheres, para que nos ventos da "revolução" não surjam movimentos políticos que sejam tentados a impor a sharia, a burka como forma de vida e de prisão.

Acredito que estes povos saberão trilhar um caminho para a democracia, para a liberdade e para os direitos humanos, contribuindo para que a mensagem da Conferência no Cairo em 1994 seja uma realidade inalienável.

 

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La boina de contaminación que cubre estos días Madrid es en realidad un gran sombrero mexicano que se extiende por toda la comunidad autónoma. La polución atmosférica volvió a rebasar los límites legales en la región en 2010, según un informe de Ecologistas en Acción elaborado con los propios datos del Gobierno de Esperanza Aguirre. La ONG denuncia "una década de incumplimiento".

 

Os dados conhecidos nestas horas, da contaminação do ar da região de Madrid, voltam a destacar a importância da adopção de políticas públicas que valorizem a Qualidade de Vida.

 

Em muitos países, várias cidades começaram a adoptar políticas de limitação de carros, nos centros da cidade, isto pelo lado dos argumentos verificáveis a olho nu, todavia, estas medidas visam a melhoria da Saúde Pública e um ambiente urbano mais limpo, ainda que não apareçam como a primeira e grande causa desta política de qualidade.

 

É evidente que para muitas pessoas (entenda-se: automobilistas), com a concepção de um modelo de cidade mais pensado para servir o carro do que a pessoa, a implementação de políticas que desincentivem o transporte individual é encarada com desagrado. Mas as cidades quando se fizeram foi no sentido de servir melhor as pessoas. Na Europa várias cidades começaram a adoptar estas medidas e têm beneficiado a vida das pessoas. Afinal, é isso que está em causa e importa.  

 

Vale a pena ler esta entrevista, para perceber melhor o lado que efectivamente conta: a Saúde.

 

Carlos Manuel Castro

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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011
1 comentário

Estou farto da choradeira populista da cidadania de sofá, de quem vomita, sem pensar duas vezes, precariedade, desemprego, Estado, políticos, oligarquia, revolução, and so on... Há uma forma excelente de fazer a revolução em democracia... chama-se sufrágio eleitoral!

 

Cláudio Carvalho

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