Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
comentar

 

Uma imagem vale mais do que mil palavras...

comentar

A ler aqui

1 comentário

A coerência de atitude, ou falta dela, que o PS apresenta em quase toda a sua linha é absolutamente gritante. A política de baixo nível e a chioncana política fazem parte do vocabulário e forma de actuação deste senhores. Começou com Vital Moreira, continua agora com António Costa.

 

Lamentável.

 

Felizmente, Lisboa vai voltar a ter sentido no dia 11.

 

Também publicado em Campo de Santana

comentar

Se eu fosse músico fazia esta versão: "Camões Eileen"
3 comentários

"Artigo 180.º do Código Penal


Difamação
1 — Quem, dirigindo-se a terceiro, imputar a outra pessoa, mesmo sob a forma de suspeita, um facto, ou formular sobre ela um juízo, ofensivos da sua honra ou consideração, ou reproduzir uma tal imputação ou juízo, é punido com pena de prisão até seis meses ou com pena de multa até 240 dias.
2 — A conduta não é punível quando:
a) A imputação for feita para realizar interesses legítimos; e
b) O agente provar a verdade da mesma imputação ou tiver tido fundamento sério para, em boa fé, a reputar verdadeira.
(...)
4 — A boa fé referida na alínea b) do n.º 2 exclui-se quando o agente não tiver cumprido o dever de informação, que as circunstâncias do caso impunham, sobre a verdade da imputação."
.
"Artigo 183.º


Publicidade e calúnia
1 — Se no caso dos crimes previstos nos artigos 180.º, 181.º e 182.º:
a) A ofensa for praticada através de meios ou em circunstâncias que facilitem a sua divulgação; ou
b) Tratando-se da imputação de factos, se averiguar que o agente conhecia a falsidade da imputação;
as penas da difamação ou da injúria são elevadas de um terço nos seus limites mínimo e máximo.
2 — Se o crime for cometido através de meio de comunicação social, o agente é punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa não inferior a 120 dias."
.
"Artigo 184.º


Agravação
As penas previstas nos artigos 180.º, 181.º e 183.º são elevadas de metade nos seus limites mínimo e máximo se a vítima for uma das pessoas referidas na alínea l) do n.º 2 do artigo 132.º, no exercício das suas funções ou por causa delas, ou se o agente for funcionário e praticar o facto com grave abuso de autoridade."
.
"Artigo 187.º


Ofensa a organismo, serviço ou pessoa colectiva
1 — Quem, sem ter fundamento para, em boa fé, os reputar verdadeiros, afirmar ou propalar factos inverídicos, capazes de ofender a credibilidade, o prestígio ou a confiança que sejam devidos a organismo ou serviço que exerçam autoridade pública, pessoa colectiva, instituição ou corporação, é punido com pena de prisão até seis meses ou com pena de multa até 240 dias.
2 — É correspondentemente aplicável o disposto:
a) No artigo 183.º; e
b) Nos n.os 1 e 2 do artigo 186.º."

1 comentário

A CMVM irá multar Cavaco Silva por manipulação do mercado.A Ongoing entrou no capital da Media Capital apenas devido à interferência presidencial que empolou deliberadamente a "fuga de informação" acerca do negócio PT-PRISA.Com isto prejudicou todos os accionistas da PT, impediu um negócio entre duas empresas privadas que se mostrava importante para a expansão da PT e beneficiou claramente os accionistas da Ongoing.

Há hábitos que nunca, mas nunca, se perdem...se no negócio de acções da SLN Oliveira e Costa definiu preço de compra e de venda dos títulos de Cavaco Silva e da sua filha, aqui Cavaco Silva decidiu quem seriam os "melhores e mais úteis" parceiros para entrar no capital da Media Capital.

comentar

Esmiuçado aqui

2 comentários
Foi a actual direcção que, eleita por um terço do partido, ignorou os outros dois terços.
Foi a actual direcção que apoiou por omissão o bloqueio dos camionistas.
Foi a actual direcção que andou com Mário Nogueira ao colo.
Foi a actual direcção que se mostrou incapaz de apresentar na Assembleia da República um projecto alternativo de avaliação de professores.
Foi a actual direcção que disse tudo e o seu contrário sobre o Serviço Nacional de Saúde.
Foi a actual direcção que inverteu o ónus dos casos BPN & BPP: bandidos vs governador do Banco de Portugal.
Foi a actual direcção que se opôs ao investimento público.
Foi a actual direcção que deu o dito por não dito no caso do TGV.
Foi a actual direcção que deu o dito por não dito no caso do Estatuto dos Açores.
Foi a actual direcção que, “aprovando” o Código do Trabalho, se absteve de o votar.
Foi a actual direcção que propôs a privatização gradual da Segurança Social.
Foi a actual direcção que instrumentalizou o desemprego.
Foi a actual direcção que se manifestou contra a actualização do salário mínimo.
Foi a actual direcção que aplaudiu o episódio de insubordinação [a cena dos bonés] dos polícias.
Foi a actual direcção que fez orelhas moucas às ameaças concretas de alguns militares.
Foi a actual direcção que teve um comportamento bipolar no tocante à reforma da Administração Pública: sim às segundas, quartas e sextas; não às terças, quintas e sábados; nim aos domingos e feriados.
Foi a actual direcção que se opôs firmemente ao apoio do Estado na procriação medicamente assistida.
Foi a actual direcção que se opôs firmemente às alterações da Lei do Divórcio.
Foi a actual direcção que se opôs firmemente às alterações da Lei das Uniões de Facto.
Foi a actual direcção que se opôs firmemente à Lei da Paridade.
Foi a actual direcção que prometeu revogar a Lei da Interrupção Voluntária da Gravidez.
Foi a actual direcção que se opôs à Lei do Pluralismo e da Não Concentração dos Meios de Comunicação Social.
Foi a actual direcção que mandou às urtigas o acordo de justiça firmado entre o PS e o PSD.
Foi a actual direcção que transformou a eleição do Provedor de Justiça num espectáculo degradante.
Foi a actual direcção que usou e abusou da Política de Verdade, pedindo aos portugueses que votassem em António Preto e Helena Lopes da Costa.
Foi a actual direcção que fez tábua rasa das reflexões do seu próprio Gabinete de Estudos e do Instituto Sá-Carneiro.
Foi a actual direcção que chegou a eleições sem um projecto para o país.
Foi a actual direcção que inventou o conceito de “asfixia democrática”, de acordo com o qual o país viveria em regime de liberdade vigiada, por contraponto com a democracia da Madeira.
Foi a actual direcção que promoveu sistemáticos assassínios de carácter do primeiro-ministro.
Foi a actual direcção que afirmou não ter confiança na “segurança” da correspondência privada.
Foi a actual direcção que insistiu na tese das escutas a Belém.
Etc., etc. Porquê a surpresa? A direita, se soubesse o que quer, tinha votado em massa no CDS-PP.
Da Literatura
comentar

- Iogurte.

 

- Já não vais?
1 comentário

"Light my Fire" retirada do mercado. "There is a Light That Never Goes Out" sob investigação
1 comentário

Do Presidente da República espera-se estabilidade, elevação e garantia da qualidade política. Infelizmente, Cavaco Silva fez o contrário, e na estapafúrida estória das escutas, em vez de clarificar, como devia, preferiu baralhar.

 

O mesmo homem que há pouco mais de um ano referia, e bem, as condicionantes decorrentes do novo Estatuto dos Açores, é hoje o homem que rasga esse princíopio basilar, do Presidente acima da vida partidária. 

 

Como diria e adaptando as palavras Régio, não sei para onde vai Cavaco, mas não vai por bom caminho. Nem para ele, muito menos para a função presidencial.

Tags:
comentar


 

 

Fica assim provado que o PSD já vem alertando para o problema das escutas desde 2004.

 

 

PS. Caro Carlos Coelho (CCC) faço esta publicidade ao seu livro de forma desinteressada, mas se por acaso quiser convidar o Câmara de Comuns para uma visita a Bruxelas não se acanhe.

Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
comentar

1 - O Presidente falou. Mas não explicou. Pior, tentou iludir as questões e confundir quem o ouvia.

2 - O que aconteceu : os jornais publicaram que fontes da casa civil do PR suspeitavam de estarem a ser vigiados. Nada foi até agora (nem hoje) formalmente desmentido. Foi também publicado um email entre terceiros, jornalistas, a comentar um encontro que terá ocorrido, sobre o mesmo tema, entre Fernando Lima, a seu pedido, com um jornalista, alegadamente com conhecimento do PR. Também este encontro não foi desmentido, nem por Lima, nem pelo PR. Porquê?

3 - Único facto, para além das notícias publicadas: Fernando Lima foi demitido. Porquê, se não havia razão para tal?

4 - Cavaco vem agora embrulhar toda esta questão num manto de dúvida sobre a alegada vulnerabilidade do sistema informático da presidência... Aspecto que nada tem a ver com o que se discute já que ninguém se queixou de haver violação de sistemas ou emails. Ninguém senão a presidência gere o seu sistema e a sua segurança.

5 - Conclusão óbvia dos poucos factos que se puderam apurar: a única vulnerabilidade aparente, pela demissão de Lima (que ninguém sugeriu ao PR) é a das pessoas que trabalham na Presidência, não a dos sistemas informáticos. Ninguém senão a Presidência escolhe o seu pessoal.

comentar

Cavaco continua igual a ele próprio e continua a existir para ele próprio. Autor de um silêncio que durante a campanha foi mais devastador que qualquer ponto ou insinuação do seu discurso de hoje, Cavaco Silva consegue rebentar com o seu PSD no pré-eleições e atacar ou lançar fortes suspeitas sobre o PS no pós-eleições. 

 

É inadmissível que um PR, não falando, influencie fortemente o resultado das eleições, como é igualmente inadmissível que lance suspeitas sobre o PS sem as esclarecer ao milímetro.

 

Devíamos era ter um Presidente da República que não se reservasse ao silêncio e esclarecesse o comportamento deste Presidente da República que ainda agora nos falou!

 

 

Tags:
1 comentário

Já todos percebemos que António Costa nada fez por Lisboa.

Já todos percebemos que o nível da campanha vai baixar para o nível da demagogia e da mentira.

E acabámos de perceber também, depois de ver o dito senhor no programas dos gatos, que ele passa mais tempo a falar de Santana Lopes do que a falar do que supostamente defende e muito menos tempo do que supostamente fez.

 

 

 

Sim, porque todos já percebemos que Lisboa vai voltar a ter sentido.

Já só faltam 13 dias!

 

Também publicado em Campo de Santana

Tags:
5 comentários

Que termine agora a falta de respeito por sua Excelência o Presidente da República.

É vergonhoso ter de ler o que se tem escrito sobre o senhor.

Alguns comentários roçam mesmo o mau gosto e me parecem pouco patrióticos.

Haja vergonha na cara.

Agora estão todos no seu lugar.

Estou triste pelo papel a que se prestou hoje o nosso Presidente, mas estou feliz pela sua firmeza e atitude perante o povo Português.

Esclareceu, falou, tá falado.

Agora o PS que engula um SAPO.

Agora o PSD que se cale e peça perdão.

Todos os outros que se resumam aos seus papéis.

Chega de República das Bananas. Palhaçada.

 

via psicolaranja

comentar

E de lapso em lapso Lisboa continua à deriva.

 

Dia 11 de Outubro os lapsos serão corrigidos e Lisboa voltará a ter Sentido.

comentar

Se alguém vir o nariz do Michael Jackson à venda no eBay é favor avisar que eu estou a precisar de um novo.
1 comentário

"Sócrates e o PS festejam a perda de 9 deputados para o CDS, 8 para o BE, 6 para o PSD e 1 para a CDU. Porreiro, pá! Festa gira, pá!" - José Ribeiro e Castro.

comentar

Estaremos todos à escuta.

1 comentário

Em Lisboa há algo que está ao contrário. António Costa antes de dar um passinho vê sempre o que Pedro Santana Lopes faz ou diz.

A reboque ... A reboque II

 

Dia 11 de Outubro Lisboa voltará a ter Sentido.

comentar

Será que a votação do PCTP / MRPP, mais 5 mil votos que em 2005 e o primeiro dos não eleitos, se deve à ida de Garcia Pereira aos Gato Fedorento?

comentar

Porque é que Campo Maior é uma planície?

 

Por café move montanhas.
comentar

A música também é uma forma de comunicação. E tal como os cartazes, em campanha, pode ajudar a transmitir a imagem e os valores de uma candidatura.

 

 

Os hinos de campanha continuam a ser uma ferramenta utilizada. E há para todos os gostos.

 

 

O excelente portal "autárquicas" do Sapo tem conseguido compilar vários hinos. Vale a pena ouvir. Momentos de rara ... beleza.

 

 

Se ao nível dos cartazes não temos encontrado muitos "tesourinhos deprimentes", esta play list volta a dar esperança.
 

publicado aqui

1 comentário

Eu acho que o verdadeiro motivo porque o Polanski foi preso na suiça (é mesmo com minúscula) foi porque o dinheiro dele era limpo e honesto e isso lá não é permitido.
comentar

Le Monde Diplomatique - ed. portuguesa

PRECARIEDADE em Portugal (ed. Set.) - Este mês, a série continua com «Call Centers: templos de precariedade (auto)imposta», por João Ribeiro, Ricardo Costa e Marcos Pereira. A análise de uma empresa sedeada em Lisboa.

 

comentar
1 comentário

Santana Lopes apresentou esta noite o seu programa aos taxistas de Lisboa. No rescaldo das eleições legislativas Santana considerou que Sócrates tentou dar boleia ao candidato do PS (António Costa) e que isso é o melhor prenúncio de que a candidatura que encabeça será vencedora nas eleições de 11 de Outubro.

 

Santana Lopes começa a campanha com argumentos sem sentido, para tentar tapar a fragilidade da sua candidatura e a vergonha que deve sentir pelo resultado eleitoral do seu partido. (Sentirá, tendo em conta o resultado que obteve nas legislativas de 2005? Afinal, Ferreira Leite obteve um resultado melhor do que Santana.)

 

Se na sexta-feira o acabrunhamento de Santana Lopes foi visível, com a ausência na arruada do Chiado, de manhã, e só à tarde, de modo muito tímido e parecia quase forçado, lá surgiu ao lado de Ferreira Leite, na arruada da Avenida da Igreja - talvez os comentários no telejornal da hora de almoço tenham provocado algum telefonema para que o candidato do PPD a Lisboa se quisesse associar ou associasse à líder laranja - para que a campanha do maior partido da oposição mostrasse alguma coerência e sentido nas suas candidaturas nacional e local na capital do País. Como é que no dia da campanha nacional em Lisboa o candidato à capital não aparecia ao lado da líder? Só por falta de reconhecimento ou não interesse. (Veremos se Ferreira Leite aparecerá ao lado de Santana na campanha.)

 

António Costa, pelo contrário, esteve nas legislativas com empenho e total identificação com o partido, do mesmo modo que agora José Sócrates manifesta total apoio à candidatura socialista a Lisboa.

 

Santana Lopes, que nem quis estar ao lado da líder do seu partido, na noite da derrota - Rui Rio, por exemplo, mostrou elevação e respeito para com o partido, ao estar ao lado da líder -, tenta agora fazer de conta que Sócrates precisa de Costa ou Costa de Sócrates. 

 

No fundo, Santana é que precisa de "boleia", não sabe é bem de quem, pois como anda por aí, se do partido, como se percebe, nem o apoio incondicional deve receber, quanto mais contar com o apoio dos lisboetas.

 

A sinceridade conta muito em política. Mas Santana parece estar mais do lado da vergonha do que se passa no PPD. Porém, esta tem de ser tratada internamente, não em Lisboa.  

Tags:
comentar

Será que na São Caetano há alguém junto ao telefone à espera da chamada do Largo do Rato?

2 comentários

A sorte do Bloco de Esquerda é o facto de muitos eleitores não investirem algum tempo, não apenas aquilo que diz o BE, mas também a analisar quem são, de onde são e o que fazem os seus dirigentes. Mais uma prova de que o voto no Bloco não é mesmo para que governem, mas votos de protesto, do tipo “porque o Bloco é do contra”.
 

Estes arautos da democracia (cof cof), da ética e da coerência acabaram de eleger mais deputados. Até aqui tudo normal. Mas recordemos que o sistema eleitoral está assente em círculos distritais. Parte-se então do pressuposto que os candidatos tenham, mais que uma relação ao distrito em causa, um contrato de responsabilidade com quem vão representar.
 

Também é verdade que muitos partidos, inclusive aquele de que sou militante, não cumprem estas regras, mesmo que não escritas.
 

Mas voltemos ao Bloco e aos seus representantes. E vamos directos a mais um exemplo de que o Bloco é um fenómeno urbano e mediático. Apenas isso. E assim se justifica que o deputado eleito por Braga, Pedro Soares, seja agora candidato a vereador em Lisboa (é o nr.3 da lista e em 2005 tinha sido o nr.2 do Zé que lhes fazia falta). Mas o Bloco não se fica por aqui. O deputado eleito por Leiria, Heitor Sousa, também é candidato em Lisboa, desta feita à Assembleia Municipal, em segundo lugar.
 

Em que ficamos? O compromisso destes senhores é com os distritos por onde foram eleitos deputados ou o concelho onde agora são candidatos? Pergunta parva a minha. O compromisso é com o Bloco.
 

Pesquisar
 
Contactos
camaradecomuns@sapo.pt

Editorial

Visitantes online

Comentários Recentes
Para mim casamento deve ser entre um homem e uma m...
Caro RFCom a modéstia com que foi escrito, podes t...
N sei q espirito deus aspirou pr a Africa. este co...
Mocambique està mais que tudo isto, sinto d...
e há cartas que nunca chegam.
Aguem colocou esta carta excelente na página de PP...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Everdade este pais precisa de um bom governador k ...
Casino EstorilA falta de escrúpulos veio para fic...
Tags

todas as tags

Links

Esquerda

5 dias
A barbearia do senhor Luís (Luís Novaes Tito)
A Busca pela Sabedoria (Micael Sousa)
A Forma e o Conteúdo (José Ferreira Marques)
A Forma Justa (Tiago Tibúrcio)
A Linha-Clube de Reflexão Política
A Nossa Candeia (Ana Paula Fitas)
Absorto (Eduardo Graça)
Activismo de Sofá (João R. Vasconcelos)
Adeus Lenine
Arrastão
Aspirina B
Banco Corrido (Paulo Pedroso)
Bicho Carpinteiro
Câmara Corporativa
Câmara de Comuns
Cantigueiro
Causa Nossa
Cortex Frontal
Defender o Quadrado (Sofia Loureiro dos Santos)
Der Terrorist (José Simões)
Entre as brumas da memória (Joana Lopes)
Esquerda Republicana
Hoje há conquilhas (Tomás Vasques)
Irmão Lúcia (Pedro Vieira)
Jovem Socialista
Jugular
Ladrões de Bicicletas
Les Canards libertaîres
Léxico Familiar (Pedro Adão e Silva)
Loja de Ideias
Luminária
Machina Speculatrix (Porfírio Silva)
Maia Actual
Mãos Visíveis
Mário Ruivo
Metapolítica (Tiago Barbosa Ribeiro)
Minoria Relativa
O Grande Zoo (Rui Namorado)
O Jumento
O Povo é Sereno
Raiz Política
Rui Tavares
Spectrum
Vias de facto
Vou ali e já venho (André Costa)
Vozes de Burros

Direita

31 da Armada
4R – Quarta República
A Arte da Fuga
A Douta Ignorância
A Origem das Espécies (Francisco José Viegas)
Abrupto (José Pacheco Pereira)
Albergue Espanhol
Alunos do Liberalismo
Blasfémias
Causa Monárquica (Rui Monteiro)
Clube das Repúblicas Mortas (Henrique Raposo)
Corta-fitas
Delito de Opinião
Era uma vez na América
Estado Sentido
Geração Rasca
Herdeiro de Aécio
Macroscópio
Menino Rabino (Marco Moreira)
Mercado de Limões (Tiago Tavares)
Minoria Ruidosa (Miguel Vaz)
O Cachimbo de Magritte
O Diplomata (Alexandre Guerra)
O Insurgente
Ordem Natural (Rui Botelho Rodrigues)
Palavrossavrvs Rex (Joaquim Carlos Santos)
Portugal Contemporâneo
Portugal dos Pequeninos
Psicolaranja
República do Caústico (João Maria Condeixa)
Rua da Judiaria
Suction with Valcheck
União de Facto

Outros

A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
A Cidade Deprimente
A Cidade Supreendente
A Terceira Noite
Clube dos Pensadores (Joaquim Jorge)
De Rerum Natura
É tudo gente morta
Horas Extraordinárias (Maria do Rosário Pedreira)
Notas ao Café
O Diplomata
Arquivo

Abril 2015

Dezembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Março 2013

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Janeiro 2008