Terça-feira, 30 de Junho de 2009
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(aporrea.org)

 

O discurso de Manuel Zelaya na Assembleia Geral da ONU onde se aprovou uma resolução que condena o Golpe de Estado nas Honduras.

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...ao ponto de um dizer que os sinais estão a chegar e outro teimar que não, que não há sinais nenhuns à vista!

 

 

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Belenenses na 1ª

 

 

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ECOFIN (Março) - A restauração foi incluída como actividade de mão-de-obra intensiva, ficando reunidas as condições para baixar o IVA até cinco por cento. A decisão do governo português de não ceder ao sector, contrariamente à França, p.ex., tem o seu resultado à vista.

 

[estranha sensação a de que este Governo, governa contra os sectores.....]

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Estou certo que os norte-americanos da DBS ficaram esclarecidos quanto aos objectivos propostos pela campanha do PS nestas eleições legislativas: evitar que os portugueses obriguem José Sócartes to mov(e) dali para fora.

 

 

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Um post a não perder

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O Tribunal Cível de Lisboa deu provimento à providência cautelar interposta pelo sócio do Benfica Carlos Quaresma. As eleições, marcadas para esta sexta-feira, estão assim suspensas.

 

 

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Obama apenas reconhece Manuel Zelaya como Presidente, afirma que o golpe não foi legal e que esta posição até encontra concordância num bandido como Álvaro Uribe. Mas a citação mais importante, que representa bem esta nova administração e sustenta muito do meu optimismo, foi esta:

"The United States has not always stood as it should with some of these fledgling democracies. But over the last several years I think both Republicans and Democrats in the United States have recognized that we always want to stand with democracy, even if the results don't always mean that the leaders of those countries are favorable towards the United States."
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Sócrates foi buscar os gurus informáticos da campanha de Obama, entre os quais o famoso Ken Guru,.
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É cínico, é hipócrita e tem uma memória muito fraquinha.A ler hoje no jornal "i".

 

"Já parecem esquecidas as tentativas de intervenção do governo PSD na Lusomundo Media que levaram à minha demissão", afirma ao "i", revelando que foram pressões políticas que o afastaram da empresa.
Granadeiro indigna-se ainda com a surpresa da presidente do PSD, afirmando que foi Manuela Ferreira Leite que, como ministra das Finanças, obrigou a Portugal Telecom a comprar a rede fixa (que era do Estado) para dessa forma realizar receitas extraordinárias que equilibrassem o défice orçamental. 

 

(Importa recordar que à altura o grupo PT detinha  a TSF,o "DN",o "JN",o "24horas" e o "Tal&Qual" )
 

Mas apesar das evidências, os soundbytes falaciosos rendem muito mais à Dra Manuela e ao árbitro de Belém do que a verdade "verdadeira". Prometer muito pão e fazer muito circo, eis a receita do actual PSD.

Já mudavam a cassete, o País agradecia!!!

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Ontem Sócrates foi experimentar um carro ELÉCTRICO, num dia de CHUVA... e nada...
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Via Diogo Vasconcelos

 

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Já tinha saudades! Pena estar sempre a ir a prolongamento. Mas o P.R. já marcou a data para os penalties.
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Nos últimos dias entrou no vocabulário político português, pela expressão de Manuela Ferreira Leite, a palavra: rasgar. Pela parte da líder do PPD, se for eleita Primeira-Ministra de Portugal, tudo o que o PS fez é para "rasgar". Não haja dúvida que sentido de Estado e responsabilidade é o que não abona na líder da oposição.

 

Todavia, não se tem em conta que a palavra, e sobretudo o pensamento: rasgar, não são de Manuela Ferreira Leite. Nem pouco mais ou menos. Alguém, por acaso, se lembra de qualquer proposta de Ferreira Leite há um ano quando se candidatou a líder do partido. É impossível recordar, pois ela não apresentou nada. Aqui se passa o mesmo. Ela nada apresenta, limita-se a repetir o que Pacheco Pereira pensa e ela repete em público.

 

Se recuarmos uns anos, pouco mais de uma década, basta verificar qual a postura e palavras de ordem do então líder da distrital laranja de Lisboa - Pacheco Pereira: tudo o que é do PS é para rasgar.

 

A atitude e a tese voltam a emergir.

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Para Manuel de Oliveira isso é quase uma pena suspensa...
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Como o Governo PSD/CDS levou à demissão de H. Granadeiro.

Só para relembrar a prática de Manuela Ferreira Leite.

Educação, finanças, distrital do PSD ... tanta coisa para recordar!

 

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O caro companheiro de blog Carlos Manuel Castro, através deste postal, pretende apenas apertar a malha do constrangimento em nome de uma "americolatria" tão infantil como o "anti-americanismo" que pretende combater. A semelhança dos opostos é total.

Uma "americolatria" que descarta o juízo crítico e a memória histórica perante todos os ataques à democracia cometidos no passado com o apoio dos Estados Unidos. Podemos lembrar Juan Bosch, Perón, Jacobo Arbenz, Salvador Allende, Daniel Ortega e os contras. Mais recentemente tivemos os casos de Jean-Bertrand Aristide, a tentativa de golpe em 2002 a Hugo Chávez e outro tentame na Bolívia com a ajuda de Philip Goldberg, embaixador yanquee com créditos firmados em matéria de separatismo.

Apesar de não ser problema meu, têm toda a minha solidariedade e o maior respeito todos aqueles que quiserem fazer o papel da loira para evitar a dor e repousar em estado de negação. Mas com base nos dados objectivos e nas relações de poder, entendo historicamente legítima a suspeição que recai sobre os Estados Unidos neste tipo de situações.

Tudo o que vier, como já veio, desmentir as suspeições e recompor a imagem dos Estados Unidos na América Latina, são excelentes notícias. Apesar da pesada herança, estou optimista quanto a mudanças positivas na política externa desta nova administração.

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"Nadie debe obediencia a un gobierno usurpador ni a quienes asuman funciones o empleos públicos por la fuerza de las armas o usando medios o procedimientos que quebranten o desconozcan lo que esta Constitución y las leyes establecen. Los actos verificados por tales autoridades son nulos. el pueblo tiene derecho a recurrir a la insurrección en defensa del orden constitucional."

Constituição da República de Honduras, Artigo 3.º

A Constituição da República de Honduras está aqui e as atribuições da Corte Suprema de Justicia estão no Artigo 319.º definidas. Será que algum desses homúnculos que apoiam o golpe de Estado e se limitam a zurrar em circuito fechado, me consegue dizer qual dessas atribuições permite destituir um Presidente?

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"Os empresários e os sindicatos que temos merecem-se, são retrógrados."

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A taxa de execução do QREN é muitíssimo baixa em toda a Europa e,pasme-se, Portugal está em 4º lugar! Então não é que existem 23 governos com pior desempenho que o português!?E a maioria de direita por acaso!

Paulo Rangel regurgitou a seu belo prazer os seus soundbytes com amplo e merecido destaque (um verdadeiro artista de variedades merece o reconhecimento do seu Público, não discordo!), em vários momentos mudou de opinião depois de almoçar não sendo minimamente confrontado com a agilidade das piruetas, mas neste caso justificava-se um comentário, ou não?

Na actual cartilha do maior partido da oposição em Portugal cresce a convicção de que os cães ladram e a caravana não passa mesmo, sabem que o "arbitro" costuma beneficiar o infractor e, pior ainda, julgam que o "crime" compensa!

 

P.S. - esta noticia saiu de manhã no Jornal de Negócios, logo que o Público online a descubra ou lhe atribua a relevância suficiente para a disponibilizar também eu coloco aqui o link.

 

P.S. - Afinal o Público não disponibilizou esta noticia online sequer....

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Hoje, ao final da tarde, fui ao Cacém, à apresentação da candidatura de Ana Gomes à presidência da Câmara Municipal de Sintra.

 

Gostei de ver a força e determinação, a que as pessoas já estão habituadas a reconhecer e identificar em Ana Gomes, para servir um concelho que tem estado adormecido nos últimos anos.

 

As palavras da candidata foram claras e objectivas: é preciso dar fôlego ao grande concelho de Sintra, que merece mais qualidade e elevação e o papel da Câmara Municipal tem de ser activo e não passivo, como se verifica.

 

São inúmeros os problemas do concelho. E Ana Gomes reconhece-os. Da segurança ao ambiente, do emprego ao apoio social, assim como a criação de mais creches. Para isso, é preciso ter pessoas e um programa profundamente interessados em resolvê-los. É isto que move a candidatura de Ana Gomes, que terá como candidato à presidência da Assembleia Municipal um grande valor da Cultura portuguesa e com vasta experiência autárquica: José Jorge Letria.

 

Não menos tocante foram as palavras iniciais do mandatário da candidatura: Nuno Teotónio Pereira. Só hoje me apercebi, pelas palavras do arquitecto e resistente ao Estado Novo, que perdeu completamente a visão. Nem assim, a sua vontade de se bater e construir emoreceu. Foi, e é, um grande exemplo cívico, como tão bem disse Ana Gomes.

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
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Não o consegui dizer na hora, mas tanto há que sofre do mesmo mal, que achei que escrever com 3 dias de atraso não iria prejudicar ninguém. Até porque a ideia é quase intemporal:

 

Via na rtp1 há 3 dias - ok, repeti e confesso que temo que seja da idade - uma educadora de infância trajada a rigor, como qualquer palhaço que se preze, alertar para a necessidade das crianças se libertarem das suas frustrações. Ela pedagogiava uma espécie de workshop anti-traumática para crianças de 4 anos se libertarem do stress e das frustrações da via tramada que levam. Ela, um ser seguramente traumatizado e traumatizante - a mim traumatizou-me - debitou uns quantos conceitos pedagógicos que fariam qualquer João de Deus, até quem sabe Rousseau, corar de vergonha, e não contente com isso lá continuou a papaguear teorias de crianças "à beira de um ataque de nervos" até me obrigar a mudar de canal.

 

Por vezes sinto medo ao pensar em quem educará os meus filhos. Tenho medo que não os deixem magoar-se, encharcar de doces, jogar ao guelas, abrir o sobrolho, partir uma perna e comer terra. Tenho medo que não os deixem ouvir um "não" ou que não os deixem sentir uma palmada quando estiverem "à beira de um ataque de nervos", vulgo birra. Tenho meda que as educadoras sejam todas assim e estraguem ainda mais Portugal.

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Tanto faz ser coordenador de um centro de sondagens como de um laboratório de meteorologia. Em ambos os casos, as pessoas já perceberam que ninguém acerta.

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A Associação de Futebol de Lisboa (AFL) patrocinou hoje uma reunião entre Sporting e Benfica por causa dos incidentes ocorridos no jogo de juniores disputado sábado entre os dois clubes, mas estes falharam um entendimento.

 

Na sequência da reunião, a AFL emitiu um comunicado no qual dá conta de que o Sporting só admite "não realizar o jogo ou concluí-lo na Academia de Alcochete, à porta fechada, a partir do momento em que foi interrompido", enquanto o Benfica pretende "finalizá-lo em campo neutro".

 

No mesmo comunicado pode ler-se que a AFL e os dois clubes consideram "graves" os acontecimentos, independentemente das responsabilidades que caberá às instâncias disciplinares apurar e decidir, e que os mesmos "não mais se podem repetir".

 

A concluir, lê-se, ainda, no comunicado que, apesar de não ter havido consenso entre os dois clubes, ambos manifestam à opinião pública e às entidades desportivas o empenho em "reprovar a violência", colocando acima de meros resultados o "desportivismo e a sã prática do futebol".

 

Entretanto, o Sporting reforçou a sua posição através de uma fonte do clube ao referir, por um lado, que "mais importante do que vitórias administrativas ou na secretaria, é dar exemplos de civismo e pedagogia", e por outro que vai contribuir para que "a investigação aos factos ocorridos siga até às últimas consequências".

 

"O futebol português não deve ser o jogo do 'vale-tudo' e as pressões de bastidores não devem significar vitórias", rematou a mesma fonte do Sporting.

LUSA

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A GNR justificou hoje a ausência de detenções após desacatos num jogo de juniores entre o Sporting e o Benfica afirmando que o principal objectivo das forças de segurança era "garantir a segurança das pessoas".

 

"Não tenho conhecimento de que tenham existido detenções ou pessoas identificadas, pois a prioridade das forças de segurança era a de separar e isolar os grupos em conflito e de dar segurança às pessoas", disse à Lusa o major Tavares Belo, comandante do grupo territorial de Setúbal da GNR.

 

Em relação à invasão de campo, o responsável explicou que as pessoas procuravam "uma zona de segurança" e não invadir o recinto.

 

"As pessoas entraram no recinto na procura de uma zona de segurança. A prioridade era garantir a segurança das pessoas", reafirmou.

 

Decorria o minuto 25 do jogo quando um grupo de cerca de 50 adeptos do Benfica entrou no complexo, tendo os simpatizantes das duas equipas começado de imediato a arremessar pedras, levando à interrupção e depois ao adiamento do encontro.

 

Os adeptos do Sporting que estavam numa bancada provisória entraram mesmo no relvado, sendo possível ver muitas famílias a fugir para o centro do terreno, tendo a GNR disparado tiros de shot-gun, utilizando balas de borracha, para tentar controlar a situação.

LUSA

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Por sugestão do João Villalobos

 

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Sem outros mecanismos constitucionais para fazer cair o Presidente Manuel Zelaya, foi necessário inventar uma carta de renúncia. O vídeo mostra a votação da carta no Congresso.

"Para perceber o golpe de Estado", Nuno Ramos de Almeida deixa-nos este artigo de Ignácio Escolar, de que recorto a parte relativa ao TSE:

"El Tribunal Supremo que ha ordenado la expulsión de Zelaya del país (según la surrealista explicación de los golpistas) no es un Tribunal Supremo equiparable a los europeos. Para empezar, porque su nombre completo es Tribunal Supremo Electoral, su composición emana del Parlamento (es decir, de los partidos que están enfrentados con Zelaya, los golpistas que hoy han dado por bueno el golpe militar) y entre sus poderes está regular las elecciones pero no detener a los presidentes electos."
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Convém enterrar a falsidade que anda a ser propalada ad nauseam sobre a maquiavélica e sub-reptícia intenção do Presidente Manuel Zelaya de se recandidatar, como aqui nos comentários foi dito.

Ora, se a quarta urna seria no mesmo dia das presidenciais - dia 29 de Novembro -, e se o actual presidente não se pode recandidatar, qualquer alteração constitucional posterior às eleições só seria válida para o presidente seguinte, nunca para o actual.

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É, hoje, assinado, em Loures, um protocolo entre autoridades policiais e judiciárias e outras instiuições públicas e privadas com o objectivo de colocar em funcionamento um sistema de alerta para  crianças desaparecidas, recorrendo a uma rede de difusão rápida e eficaz de informação relevante para a recuperação dessas mesmas crianças.

Ao contrário do que seria de esperar, tendo em vista a relevância do tema, o acontecimento não teve a divulgação merecida. Poucos foram os órgãos de informação que ao caso dedicaram espaço ou, pelo menos, fizeram referência.

Contudo, dois órgãos de imprensa escrita diária generalista, com perfis diferentes (um mais popular e, tendencialmente, tablóide e outro menos popular e mais politicamente correcto) fizeram eco de uma "notícia" do tablóide britânico "The Sun", notícia essa que constitui uma espécie de requiem envergonhado de uma campanha de notícias, cujo tema central já foi objecto de apelos que realizei ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e à Amnistia Internacional. Refiro-me às alegadas investigações que dois detectives privados (reformados da polícia britânca) empreendem, a cargo dos McCann, sobre um cidadão britânico de 64 anos, Raymond Hewlett, que se encontra em tratamento quimioterapêutico a um cancro da garganta em fase terminal. Ora, que se saiba, nenhum dos detectives tem mandato oficial de nenhuma instituição, de qualquer Estado Europeu, para realizar tais diligências. Que se saiba, também, este cidadão já tinha sido investigado pela polícia judiciária portuguesa (como consta no processo) e foi descartado como suspeito. Então, que interesse terá este cidadão para o processo Maddie? Esta pergunta encontra resposta em todos os processos da vida humana onde os moribundos ganham, subitamente, protagonismo, na medida em que podem constituir, simultaneamente, bodes expiatórios e guardadores seguros e eternos de "segredos maus".

As notícias sobre este cidadão têm dimunuído bastante. Até proque nos últimos dias tem aparecido mais um potencial suspeito que, por acaso, está preso numa das ilhas britânicas. A notícia que os dois referidos periódicos portugueses transcrevem, já desactualizada por um novo conjunto de suspeitos (um para cada dia da semana,como sugere, com acertada ironia , o Jornalista Duarte Levy), refere uma hipotética e não confirmada investigação à carrinha que foi propriedade do Senhor Raymond Hewlett. Segundo um dos detectives, a investigação a esta carrinha é vital porque nela se pode encontrar "um simples cabelo ou uma fibra de tecido (que possam) fornecer a informação pela qual todos estão desesperados." Antes de mais, quem são os "todos" que "estão desesperados"? Em segundo lugar por que motivo se desprezaram indícios forenses numa certa Renault Scénic cinza, há dois anos, e se iriam valorizar, agora, nesta carrinha "Dodge" azul? Em terceio lugar, não parece que o arquivado caso Maddie tenha deixado de o ser, pelo menos até à data em que escrevo este post.

Foi, pois, para mim, uma desilusão perceber que dois grandes jornais diários portugueses fizeram copy/paste de uma notícia (que já não o era antes de querer ser) sem confirmar as informações prestadas por um tablóide que, em sede própria, terá de justificar algumas dessas informações. Era bom que este dois jornais tivessem previlegiado, hoje, a boa nova que constiuti um novo e mais rápido sistema de recuperação de crianças desaparecidas em vez de traduzirem as últimas notas de um requiem para mortes anunciadas de teorias inconsistentes ou, mesmo, absurdas.

Já que se falou em cabelos e em fibras, estou expectante para saber o que dirão os tabóides de umas certas fibras, de um certo "têxtil" perdido no caso Maddie, e que dentro de alguns dias serão alvo de análise pública...

Até breve

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O ex-chefe de gabinete de José Sócrates ganhou, em 2008, como vogal do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da TAP 98 mil euros. Com este salário anual, referida no Mapa de Remunerações dos Órgãos Sociais, Luís Patrão, que é também presidente do Instituto de Turismo de Portugal (ITP) desde Maio de 2006, recebeu da TAP, durante 14 meses, um ordenado mensal fixo de sete mil euros, valor superior ao vencimento do próprio primeiro-ministro.

 

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