Domingo, 31 de Maio de 2009
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O Ministério da Saúde impede administrativamente a livre decisão dos doentes na escolha de medicamentos genéricos mais baratos, obrigando-os a pagar mais por marcas comerciais, mais caras.
Nas farmácias, todos os dias, há doentes sem capacidade para comprarem os medicamentos de que necessitam, ficando limitados do direito de acesso à saúde.
Em Portugal, todos os medicamentos, genéricos e de marca, têm a mesma qualidade, segurança e eficácia,  garantidas pela Autoridade Nacional do Medicamento – Infarmed, entidade tutelada pelo Ministério da Saúde, de acordo com as exigências europeias.
Apenas nos primeiros 15 dias após o Ministério da Saúde ter declarado publicamente que prefere comparticipar os medicamentos de marca mais caros, em detrimento dos genéricos mais baratos, os doentes perderem 405 mil euros e o Estado 357 mil euros, um desperdício de 762 mil euros.
Face  a esta situação, os  cidadão peticionários solicitam à Assembleia da República a alteração da legislação que os impede de acederem aos medicamentos genéricos, e que seja garantido o direito à livre decisão sobre o medicamento que lhes é dispensado, dentro da substância activa, dosagem e apresentação que lhes foi prescrita pelo médico.

Subscreva aqui

 

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A qualidade do jogo foi tal e qual as condições de segurança, o equipamento e o conforto do Estádio de Oeiras, fraquinha!

Apesar de tudo, parabéns a todas as equipas e ao público caloroso e corajoso.

 

Nota:Infelizmente, desde que um adepto do SCP foi barbaramente assassinado por um elemento duma claque do outro clube da Segunda Circular que tenho a firme convicção que o equipamento desportivo em causa precisa de uma de duas soluções, melhoramentos profundos ou então ser vedado a espectáculos da dimensão e movimento de público como a final da Taça de Portugal em futebol.Os defensores da realização desta final no Estádio de Oeiras citam Wembley e lembram o Parque dos Príncipes como Estádios Nacionais....só podem estar a gozar, é comparar o que é manifestamente incomparável!

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“Isto sim, é uma festa social-democrata, uma festa que não tem espelhos, que não tem efeitos especiais, ao contrário dos comícios do PS, onde se usam espelhos para duplicar as imagens”, ...

 

O PS utiliza espelhos? Pode porventura acontecer.

Tenho para mim, que a Rangel e ao PSD dariam um imenso jeito. Talvez assim pudessem evitar a imagem fraca e degradante que tomou o partido laranja.

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A ler n'O Afilhado, por Tiago Moreira Ramalho

Sábado, 30 de Maio de 2009
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Ainda não percebi qual é o problema de Cavaco Silva* ter sido accionista da SNL há uns anos.

 

Informa a notícia que o Presidente da República comprou acções a 1 euro e vendeu a 2,4 euros.

 

Será que alguém esperava que Cavaco Silva vendesse as acções a 75 cêntimos, quando estas não estavam em quebra? Afinal, Cavaco, como muitos milhares de portugueses que jogam na bolsa, limitou-se a cumprir a lógica: vender por um preço superior ao adquirido. Como qualquer pequeno accionista.

 

A (não) notícia de hoje é (mais) um modo suave de atentar às instituições, nomeadamente ao número um do Estado português, e desacreditar as funções públicas.

 

É tempo de começarmos a preocupar-nos com esta situação, de indirectas bem objectivas aos cargos políticos, antes que a nossa política se italianize. O que acarretaria indesejáveis circunstâncias, bem próprias e extremamente favoráveis condições para a demagogia e a corrupção.

 

* Declaração de interesses:

Nunca votei em Cavaco Silva na vida nem adquiri qualquer acção em Bolsa.

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A passagem de Cavaco Silva pela Sociedade Lusa de Negócios (SLN), como accionista, foi lucrativa. O Presidente da República (PR) vendeu em Novembro de 2003 as 105.378 acções que tinha da SLN - empresa que até Novembro controlou o Banco Português de Negócios (BPN) -, por €2,4 cada. Tendo em conta que as tinha comprado em 2001 por €1, Cavaco obteve, com este negócio, ganhos de €147,5 mil.

 

 

Ainda me lembro de em Novembro passado o senhor Presidente da República ter negado por comunicado, qualquer possível envolvimento com o grupo da Sociedade Lusa de Negócios (SLN).

Não creio que existam razões para se temer qualquer tipo de envolvimento de Cavaco Silva com o grupo SLN, para além do papel de pequeno accionista. Mas em todo o caso cai mal verificar-se que para todos os efeitos o senhor Presidente da República entendeu ocultar esta informação.

Diz-se por aí, que quando não se deve, não se teme.

 

Também em Miguel Teixeira-Lx

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A notícia que Carlos Manuel Castro aqui deixou é falsa.

Aproveitando um encontro organizado pelo Cedice e o Instituto Cato em Caracas entre 27 e 29 deste mês para um fórum sobre liberdade e democracia, Chávez propôs um debate no "Alô Presidente" entre intelectuais de esquerda e de direita.

Rafael Alfonzo, Presidente do Cedice, aceita o debate mas propõe antes que este seja apenas entre Hugo Chávez e Mario Vargas Llosa.

Hugo Chávez declina essa proposta afirmando mesmo que não é a pessoa mais indicada para debater com una lumbrera como ele, que quer um debate sério entre intelectuais e não um show.

Agora cito as falsidades:

"a disposição de Chávez para dialogar não era tanta e recuou"

Não recuou porque o convite que fez mantém-se. Chávez não recusou a sua proposta, mas aquela feita por Rafael Alfonzo que pretendia pessoalizar a discussão.

"apresentando um argumento descabido, de que ele era de uma liga superior. Se Vargas Llosa quer debater com Chávez tem, primeiro, de ser Presidente."

Foi exactamente ao contrário. Vargas Llosa é que queria que o debate fosse apenas entre (ex)presidentes, menosprezando os outros intelectuais que disse não saber quem eram.

A esta sobranceria, Chávez respondeu com humor:

"Y si fuera por grado político, tendría este caballero (Vargas Llosa) que ir a Perú, recuperar su nacionalidad, que parece que renunció a ella; lanzarse a candidato y que gane la Presidencia, para que haya igualdad. Yo lo que soy es un soldado, ¡pero soy Presidente! Entonces éste quiere ranquearse. Compadre, ¡yo estoy en las Grandes Ligas, usted está en doble A!"
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Chávez se diz um ‘soldado’ e recua de debate com escritor

 

Nas celebrações do 10º aniversário do programa "Alo Presidente", Hugo Chávez desafiava, há dias, oponentes para debaterem com ele o seu modelo de socialismo e rumos revolucionários que o Presidente venezuelano tem imprimido na Venezuela.

O escritor e ex-candidato presidencial peruano, Mario Vargas Llosa, manifestou disponibilidade para esse debate, garantidas as condições de igualdade.

Afinal, a disposição de Chávez para dialogar não era tanta e recuou, apresentando um argumento descabido, de que ele era de uma liga superior. Se Vargas Llosa quer debater com Chávez tem, primeiro, de ser Presidente. Há gestos que valem por muitas palavras. E a desistência de Chávez diz muito. (Publicado no Palavra Aberta)

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Manuela Ferreira Leite ficou indignada por Vital Moreira ter dito aquilo que todos os portugueses sabem, o envolvimento de figuras gradas do PSD na maior fraude na história de Portugal. Para além de não ter havida qualquer linguagem indigna como a líder do PSD afirma esta tem pouco crédito para falar nestes termos.

Recordo-me de quando Manuela Ferreira Leite mal chegada ao cargo de ministra das Finanças ter afirmado que o su primeiro acto de combate à corrupção tinha sido precisamente a demissão do Dr. Nunes dos Reis. Não só mentiu porque o Dr. Nunes dos Reis já tinha tido a iniciativa de pedir a demissão, como foi indigna ao sujar o nome de alguém a não conseguiria dar lições de honestidade. Em matéria de linguagem digna Manuela Ferreira Leite não está em condições de criticar seja quem for. - O jumento

 

Uma dúvida - "Se uma mega fraude de dois mil milhões não é uma roubalheira então o que é uma roubalheira?"

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O tom da campanha está a ganhar proporções lamentáveis.

 

As hostes socialistas têm enveredado ultimamente por um discurso e linguagem próprios de gente trauliteira. O recente comício do PS no Alentejo foi um exemplo disso mesmo. Capoulas Santos fala em trupe. Vital Moreira atira com calúnias. José Lello reitera as afirmações do último e "democraticamente" ataca quem no PS não concorda com esta postura.

 

Relembro-me da indignação socrática face aos cartazes da JSD. Inadmissível! O teor e a linguagem não são próprios de quem sabe estar em democracia! - disse ele e pediu justificações.

 

Mas isto não é nada de novo. Basta recuar um pouco para recordarmo-nos de um Santos Silva "malhador", de um pitoresco Manuel Pinho e suas papas, das tiradas rústicas de Mário Lino ou de um Jorge Coelho a fazer avisos à circulação com um: "quem se mete com o PS leva".

 

No entanto todos eles costumam indignar-se com as atitudes e afirmações de Alberto João Jardim. Virgens ofendidas...

 

Todavia não é só na forma que o discurso se tem radicalizado. É também no conteúdo.

 

As acusações de Vital Moreira, para além de deselegantes e grosseiras, reflectem conotações gravíssimas do PSD com o caso BPN. E não é o único a seguir por esta bitola: na blogosfera prosperam chistes do mesmo teor. A estratégia é clara. Associar a cúpula social-democrata de agora e de antanho, indirectamente Durão Barroso e principalmente o Presidente da República, ao BPN. Tenho assistido a teorias da conspiração, algumas bem montadas e ardilosas, outras que roçam o ridículo. Mas o seu objectivo persiste, passar para a opinião pública, a ideia de que o PSD e o BPN estão interligados.

 

Só gente de má fé e ignorante é que pode fazer esta associação.

 

Alguém tem dúvidas que militantes dos partidos do arco do poder governativo estejam presentes em praticamente todas as maiores empresas nacionais; sejam públicas ou privadas, na banca ou na finança? E isto significa que todas as fraudes ou desvios à lei que se possam passar no sector económico têm conotações partidárias? Só gente de má fé e hipócrita é que se aproveita desta realidade para ataque eleitoral. Sim, hipócrita leram bem. E se não for hipocrisia, será ignorância porque, tal como em toda a economia, também no BPN havia gente do PSD...e do PS! O Banco Efisa do Grupo BPN tinha no seu conselho geral, presidido por Oliveira e Costa, figuras tais como Guilherme d' Oliveira Martins, Augusto Mateus ou José Lamego; por exemplo. Ninguém duvida da idoneidade, seriedade e brilhantismo profissional e académico destes três senhores. Porém estão relacionados com o Grupo BPN. E não estáo ligados à esfera socialista?

 

Este tipo de conotações são um absurdo demagógico e populista.

 

O que não deixa de ser engraçado, até porque estamos no rescaldo do rebentar do caso Freeport. E quando este explodiu, muitas das pessoas acima referidas andavam escandalizadas com os ataques ao líder, clamavam pela presunção de inocência e repudiavam o julgamento sumário na praça pública, pela comunicação social. Pelos vistos, mais DVD, menos DVD, a presunção de inocência só funciona para alguns. Mas faz sentido, assanhados, como estão os cães de guerra, não tarda o Freeport nem chegou a ser construído.

 

Se se recordam, o PSD na altura, absteve-se de fazer comentários sobre o caso. Muito menos acusações! E não venham com a conversa dos média manipulados pelos sociais-democratas. Se há sector da sociedade que sempre foi avesso ao PSD, foi a comunicação social; basta ver o consulado cavaquista, santanista e a parte final do governo de Durão Barroso. A pressão mediática de que se queixam os socialistas, mais não é do que as consequências práticas e corporativas da tentativa de domínio e controlo da comunicação social através de quintos canais, ERCS e processos judiciais.

 

Não é assim, com tácticas do género, e sem falar daquilo que interessa verdadeiramente às pessoas, que se dignifica e credibiliza a política. A única coisa que conseguirão será a maioria mais que absoluta... da abstenção.

 

 

 

 

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Eu sou dos que acham mesmo piada à Manuela Moura Guedes dizer na mesma frase que se sente perfeitamente capaz de apresentar noticias sobre José Socrates,apesar de o ter processado, mas que se sente inibida pelo facto deste a ter processado a ela!

Sinceramente acho normal (vejam bem o meu estado!) que as entrevistas da Constança Cunha e Sá e do Mario Crespo a Manuela Ferreira Leite sejam similares a algumas provas orais que (dizem as más línguas!) alguns docentes, demasiado impressionáveis com a beleza de algumas alunas, realizam nalgumas faculdades de direito.

Eu até já acho compreensível que nada de muito profundo se possa dizer sobre o BPN porque ao fim e ao cabo devemos proteger a instituição da Presidência da República.É uma missão patriótica, tal como foi a dos impolutos ex-politicos que passaram pelo Banco Português de Negócios.

Agora, o que me chateia é a falta de criatividade (ou de paciência para usar o Google) de alguns jornalistas quando questionam o Paulo Rangel, o Ubermensch que Carlos Abreu Amorim descreve no Correio da Manhã .Por exemplo, para o líder da bancada parlamentar do PPD/PSD na AR candidato ao Parlamento Europeu, que está à direita no PPD/PSD e no centro do PPE, esta proposta apoiada e aprovada com os votos do PSD-Madeira deverá ser apresentada também no Parlamento Europeu pelo PPE?

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Lembrei-me da feira do livro anarquista, onde estive, quando li esta proposta.

Os anarquistas rejeitam a representação sem contrato vinculativo. Para eles o voto é um cheque em branco. O contrato social de Jean-Jacques Rousseau é considerado por Pierre-Joseph Proudhon como mera ficção que visa substituir a ordem divina da autoridade, e ao qual contrapõe com o princípio federativo, traço político do mutualismo, que reserva aos indivíduos o direito (e não a obrigação) de construir os arranjos políticos, nas áreas em que isso fosse necessário, sob a base de um contrato sinalagmático (com obrigações para ambas as partes) e comutativo (onde os contraentes percebessem o valor equivalente do que trocam).

Ao ignorar que há posições ideológicas que não só não podem ser manifestadas pelo voto, como só podem ser manifestadas contra ele, Carlos César generaliza que a abstenção só pode ser justificada pelo laxismo dos alienados ou pela nossa natural propensão para a preguiça. Nada mais falso.

Em Portugal os (poucos) anarquistas têm não só o direito de não votar, como têm feito campanhas a favor do abstencionismo. Chegam a exaltar a vitória do "Partido Abstencionista" nalguns dos sufrágios. Assim, com esta proposta, estariam eles impedidos de exercer a sua posição política legítima que é a abstenção e deixaríamos nós de ter um barómetro para medir o estado da nossa democracia, passando a coerção eleitoral a servir de cortina de fumo.

Não fazemos bem nenhum à democracia, ao querer impô-la por medo de que não seja aceite.

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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009
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Luis Novaes Tito no Eleições 2009

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A demissão de Dias Loureiro do Conselho de Estado pecou apenas por um facto: foi tardia. Compreendo que esta não foi efectuada há mais tempo, por considerar que tal poderia ser entendido como admissão de culpa, ainda que este não seja o meu entendimento. Todavia, este impasse propiciou o embaraço da Presidência da República e desprestigiou o órgão em causa. Tal deveria ter sido evitado.

 

Espero que aqueles que andam felizes da vida, com esta demissão, e que a reivindicaram como arma de arremesso político, tenham a hombridade e a decência moral de exigir também a renúncia de Lopes da Mota. Até porque as situações são semelhantes. A diferença é que no caso deste último, é a dignidade do Estado que está em causa.

 

Haja coerência.

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Maria de Belém Roseira meteu "água na fervura", voltando a colocar bom senso no combate político, depois de Vital Moreira e Capoulas Santos terem demonstrado a sua costela "santos silva" nos discursos de ataque ao PSD.

 

Mas logo tinha de voltar o PS a demonstrar que pretende manter o nível do combate bem rasteirinho, tal como já habituou os portugueses, logo pelo sempre prestável José Lello.

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Ter mais votos que o adversário?Ter mais deputados que o principal oponente?

Além de bater no Governo e aproveitar a crise para ganhar votos, o que é uma vitória para a oposição nas próximas eleições para o Parlamento Europeu?

O PSD tem o discurso de "vitória" garantido, não ficará muito longe do PS e tendo em conta que Portugal perde 2 deputados devido à alteração da moldura/configuração do Parlamento Europeu, 8 deputados será o resultado mais provável, portanto os mesmos (ou menos um) que o PS,logo,com mais ou menos espirros, teremos discurso de vitória na São Caetano à Lapa.

A CDU ganha sempre, nem vale a pena perder tempo a tentar analisar o tema, mas será interessante verificar se afinal ficam em 4º lugar ou em 3º.Mas o discurso de vitória dos trabalhadores, e agora também, dos agricultores e pequenos e médios empresários, é garantido.

O BE tem também a vitória garantida, estava num processo sólido de se fixar como terceira força politica nas sondagens, interrompida agora pela última da SIC/Expresso, fica esta grande dúvida, saber quem leva a medalha de bronze, sendo certo que ambas as formações politicas de extrema-esquerda reclamarão vitória.

Quem falhar o pódio tomará um medicamento para a azia e concentrar-se-á nas "lutas" que se seguem...

O CDS de Paulo Portas, sempre massacrado pelas sondagens, habituado a surpreender, salvando-se normalmente em cima do apito final, começa a chegar ao final da partida sem direito a tempo de compensação.A lista candidata?Do melhor que o grupo parlamentar na AR,eficiente e mediático, tinha para "dispensar".O empenho de Paulo Portas?Total.Ficar em quinto lugar, o último dos partidos com assento parlamentar na AR, mais uma vez, reforça a imagem do maior dos micro-partidos em vez de menor dos "grandes partidos".Em tempo de crise global, após uma longa (e que ainda persiste!) crise de liderança no PSD, o CDS ganhou...nada!Isto deveria levar a alguma meditação, não?

Dos pequenos partidos, vou designar por micro partidos para diferenciar do CDS, julgo que o MEP será claramente o vencedor.Melhor candidata, melhor imagem, passa a mensagem de modo razoavelmente eficaz, julgo que verá recompensado este bom trabalho nas urnas.

Quem realmente vencerá as eleições de dia 7 de Junho?Maioria absoluta para a abstenção!

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O grupo Chamartín, ao qual a Câmara Municipal de Leiria manifestou a intenção de entregar a construção de um mega-centro comercial na cidade, informou a autarquia que "não tem interesse" na adjudicação.
Esta deliberação seguiu-se à desistência do consórcio vencedor, o MDC/Lena, que invocou o atraso na adjudicação e a conjuntura económica.

 

Agora ninguém quer...só a Câmara Municipal!

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A edição impressa do PÚBLICO venceu o Prémio Meios & Publicidade 2008 de melhor Diário Generalista, anunciado esta noite no Centro de Congressos de Lisboa. Na mesma categoria concorriam o "Correio da Manhã", o "Diário de Notícias" e o "Jornal de Notícias".
As nomeações para este prémio são feitas pela equipa de redactores do Meios & Publicidade com base em dados quantitativos e qualitativos. A votação é feita exclusivamente por assinantes do jornal.
A TVI foi votada como o melhor canal generalista.Na categoria de melhor site de informação venceu o negocios.pt, grupo para o qual estavam nomeados os sites do PÚBLICO e do jornal desportivo A Bola. A "Visão" foi considerada a melhor Newsmagazine, o "Expresso" o melhor semanário, o "Diário Económico" o melhor jornal de economia e o "Record" o melhor diário desportivo. A RFM venceu na categoria de melhor rádio.

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PIB alemão tem queda recorde

 

A recuperação não está fácil. E, na Europa, não vale a pena iludir ninguém, ainda que por cá Ferreira Leite e Paulo Rangel pretendam enganar, sem uma economia alemã forte, dificilmente a economia europeia melhorará.  

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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009
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"José amava Joaquim que amava Almiro que amava Daniel que amava Manuel que amava Aníbal que não amava ninguém."
 

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Recomendado por Paulo Querido via Twitter

 

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Há uns anos, quando Paulo Portas apareceu como Zorro na política, nunca lhe perguntaram o que deviam perguntar. Para aquele justiceiro de quem se sabia que tinha um Jaguar como parte do ordenado da Universidade Moderna (sobre o qual, assim, não pagava impostos) havia duas perguntas. A primeira: "O Jaguar?" A segunda, já que não responderia à primeira: "E o Jaguar?" Nestas eleições europeias, eu tenho uma pergunta para as candidatas socialistas, Ana Gomes e Elisa Ferreira. Para a primeira: "Sintra?" Para a segunda: "Porto?" E não saio daí. Tenho também uma pergunta para Paulo Rangel, o cabeça de lista do PSD. Foi notícia ele ter suspendido o mandato em 2007 e 2008, durante meses (tendo continuado a trabalhar como jurista), mas ter voltado sempre na véspera das férias, para receber o ordenado quando o Parlamento estava parado. Evidentemente, isto é legal. Como o Jaguar, Sintra e Porto. Como era legal aquele deputado inglês fazer-se reembolsar pelo combate às doninhas no seu quintal... Mas legal não é suficiente. A pergunta que tenho para Rangel: "É correcto?" Ferreira Fernandes - Diário de Noticias

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- Perdi grão.
 
- Perdeu? Pena. Não há mal que não lhe venha.
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“Amigos meus criticam-me o facto de não abordar o CDS-PP nestas crónicas. Têm razão. Por isso, reparo a omissão.

 

No anúncio da lista para o Parlamento Europeu, o CDS indicou que busca eleger três candidatos. O falado trio de cabeças-de-lista tinha esse propósito. E, há dias, Paulo Portas assegurou que o seu partido será o que mais vai subir. A aposta é forte.

 

Tem surpreendido, assim, que a candidata número 3, a deputada Teresa Caeiro, vice-presidente do partido, a mais-valia decisiva da lista e baliza da ambição de conquista, ainda não tenha aparecido: nem na pré-campanha, nem nesta primeira semana. Nuno Melo anda com o líder do partido. Diogo Feio já apareceu. Mas de Teresa Caeiro… nada! Até poderia dar a ideia de que pretendem mantê-la escondida.

 

O meu pensamento é outro: está certamente guardada para a última semana, como a arma secreta do CDS-PP, trampolim para a eleição dos três eurodeputados.

 

Não seria a primeira vez que Teresa Caeiro faz esse sacrifício dos últimos minutos. No referendo para liberalização do aborto, em 2007, a deputada Teresa Caeiro aguardou exactamente o último dia de campanha para anunciar na imprensa, dois dias antes do voto, que divergia do partido e não votaria “Não”. Deixou a ideia de que votou “Sim”. E, seguindo essa linha, tem-se destacado também na defesa do casamento homossexual, afirmando, em entrevista, sentir a missão de mostrar que a direita não é tacanha e retrógrada.

A posição estratégica como terceira candidata traduz por certo a exposição desta nova modernidade pela direcção do CDS-PP. E nisso assenta a minha convicção de que Teresa Caeiro não está escondida; antes guardada para arrasar na recta final em defesa da liberalização do aborto e do casamento homossexual, temas que são frequentes nos debates no Parlamento Europeu.”

 

 

[Ribeiro e Castro na Rádio Renascença]

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ERC condena TVI por “desrespeito de normas ético-legais aplicáveis à actividade jornalística”,nenhum drama vem a Portugal ou à Humanidade, não é a primeira "condenação emanada da ERC",não será a última, não tem nenhuma consequência portanto...siga para bingo!Bizarra é a seguinte conclusão “verificada, à luz da análise efectuada, a possibilidade de a TVI ter posto em causa o respeito pela presunção de inocência dos visados nas notícias (tal como resulta do artigo 14.º, n.º 2, alínea c) do Estatuto do Jornalista)”, a possibilidade!Ou pôs ou não pôs, querem ver que é muito complicado usar o Google,o You Tube, pedir as imagens à TVI, ler umas transcrições, pedir para falar com os responsáveis e decidir?

A ERC é um trabalho voluntário não remunerado?

Se for ainda vá que não vá...

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