Terça-feira, 31 de Março de 2009
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Bipolaridade: Criar uma lei e a seguir pedir para alterar!

 

Será que esta bipolaridade se deve a falta de memória? A cansaço? A nervosismo? Desespero? Ou pura demagogia na esperança que as pessoas não tenham memória?

 

Ou um pouco de tudo?

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O Parlamento Europeu (PE), em Bruxelas, inaugura amanhã na biblioteca uma nova sala de leitura.

 

A cerimónia de inauguração da Sala Lucas Pires, assim nomeada em homenagem ao antigo eurodeputado português, contará com a presença do presidente Hans-Gert Pöttering.

 

A decisão foi tomada no início deste ano pela Mesa do PE (12 de Janeiro de 2009), mas a sugestão remonta a Julho de 2007, trazida pelo eurodeputado português José Ribeiro e Castro.

 

(Foto da sala em 1ª mão no Câmara de Comuns)

 

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Portugal, apesar da crise global, mantém-se fiel a si mesmo, quando as coisas correm mal ao benfas, aparecem manchetes com dezenas de reforços para a próxima época, a malta continua a meter atestados sempre que dá jeito, mesmo que se seja Provedor de Justiça, os sindicalistas fazem mais politica que os políticos, os políticos parecem sindicalistas, e o "OctávioMachadismo" ainda é a ideologia "mais à mão de semear" para sindicalistas-políticos que pretendem bater-e-aleijar-sem-dizer-nada-mas-alimentando-suspeições-de-tudo-baseados-em-quase-nada.Ah, e a justiça continua em alta, Avelino Ferreira Torres, Pinto da Costa e Isaltino Morais que o digam, o que é que o Sr. Cluny ou o Sr. Palma pensam disto?É a corrupção dos juizes?Ou no Ministério Público?É do governo, de certeza?Não terá nada a ver com a qualidade/formação dos recursos humanos envolvidos?Claro que não...a culpa é do sistema, esse tal sistema, vocês sabem, o coiso, o tal, que diz que disse e que parece que existe, parece D Sebastião numa manhã de nevoeiro...

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Nota do IDP contra «O Suicídio Ferroviário»

 

A 25 de Março de 2009 o Governo fechou as linhas ferroviárias do Tâmega e do Corgo. Pela calada da noite e sem aviso prévio, tal como em 1992, com o troço da Linha do Tua, entre Carvalhais e Bragança, e invocando questões de segurança até agora desconhecidas, o Governo deu continuidade a uma política de “suicídio ferroviário” que vem muito de trás e que se abate sobre as populações trasmontanas e as suas perspectivas de desenvolvimento.

Todo o país deve perceber o que está em causa. Não é apenas o encerramento de umas dezenas de quilómetros de via reduzida no Norte profundo; nem o direito de mobilidade negado a milhares de habitantes dos vales durienses; nem a aplicação vesga de uma análise de custos/benefícios de uma linha pouco movimentada. O que está em causa é a aplicação cega de um plano nacional ferroviário completamente desfasado das prioridades de desenvolvimento do interior do país; apostado no suicídio ferroviário em favor de novas vias rodoviárias redundantes, em total oposição com as directivas comunitárias neste sector; e mostrando uma falta de visão do desenvolvimento sustentado, sem a qual jamais sairemos da crise presente.

Vem, assim, o Instituto da Democracia Portuguesa exigir a reabertura das linhas do Tâmega, do Corgo e do Tua, uma vez consolidada a segurança das mesmas. Exige-se mais respeito pelos utentes e pelas populações locais, e menos ignorância quanto às perspectivas de fomento das linhas férreas em Portugal. Espera-se do Ministério das Obras Públicas um plano nacional ferroviário integrado, ao nível do séc. XXI, e não um conjunto de medidas avulsas que tem levado a rede ao estado calamitoso que a seguir descrevemos.

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Este peitadas mal criado foi eleito o melhor jogador da Carlsberg Cup, vulgo Taça da Liga. Atenção, pessoal: não vai mais cerveja para aquela mesa...

(via Blasfémias)

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O vice-presidente dos Estados Unidos, Joseph Biden, previu segunda-feira na Costa Rica que «na próxima década terá de haver alterações nas relações entre os Estados Unidos e Cuba», refere a Lusa.

 

«Estamos dispostos a estender a mão» à ilha, disse Biden numa conferência de imprensa durante uma visita oficial à Costa Rica, salientando, contudo, ser pouco provável um levantamento total do embargo económico que os Estados Unidos impõem desde Fevereiro de 1962.

 

...e tudo começou com a visita do papa João Paulo II em que este exortou a que Cuba se abrisse ao mundo e a que o mundo se abrisse a Cuba. Se existe área em que a sabedoria, a persistência e acima de tudo a visão histórica do Vaticano vem ao de cima pela positiva é a sua diplomacia.

Não são raros os processos quase impossiveis de resolver, em que a mão do Vaticano é essencial para o seu desbloqueamento.

Não tenho dúvidas que Cuba vai ser um deles e também julgo que não foi inocente a escolha do Vice-presidente dos EUA, Joe Biden, um católico e independente dos lobbys cubanos que marcam há várias décadas a política norte-americana, para anúnciar este estender da mão a Cuba.

Aguardemos pelos desenvolvimentos.

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El ex director gerente del Fondo Monetario Internacional Rodrigo Rato ha asegurado hoy que "no estamos ante una crisis cíclica, sino ante una transformación de la globalización".

 

"Vamos hacia una nueva globalización", que no tiene por qué ser necesariamente "peor, sino distinta" a la actual, ha añadido Rodrigo Rato durante una conferencia en Valladolid.

 

Aludi,  dias, à intervenção de Rodrigo Rato, acerca da sua leitura do actual momento global, que não considera uma crise mas uma transformação. 

 

Não sendo um apreciador da doutrina que o ex-director do FMI e um dos todo-poderosos Ministros da era Aznar perfilha, Rodrigo Rato é uma voz autorizada e que apresenta uma leitura merecedora de reflexão.

 

Os tempos dirão se a sua intervenção em Valladolid teve sentido ou foi descabida. Tem, aqui, uma síntese mais pormenorizada da intervenção.

 

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dua khalil aswad por f. no Jugular

 

Segunda-feira, 30 de Março de 2009
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Disse Obama, o novo adorado da esquerda Europeia, aquilo que nenhum político, nem sequer de direita, em Portugal, tem coragem de dizer: "There are jobs that cannot be saved." 

Isto resume muito do sentimento que é necessário combater pelo mundo fora. É necessário, ainda que custe a alguns, sobretudo aos que deram o capitalismo como morto, assegurar que ao tentarmos salvar todos através de uma intervenção Estatal não nos estamos nós próprios a afundar.

Os barcos, as bóias, os fundos e Estados deste mundo têm lotação máxima e não podem comportar mais do que lhes compete. E sobretudo não podem, tal como já por cá aconteceu, utilizar este momento para encobrir fraudes ou absorver cancros.

 

E isto leva-me ao BE. O Bloco apesar de todos os seus sound-bytes populistas, que não lançam alternativas, nem apresentam propostas, tem mantido nos últimos tempos um ataque cerrado aos bancos. Daí há inúmeras ideias para esquecer, nomeadamente aquelas "de quem tem lucros não pode despedir" e outras que tais, mas no que se refere a pôr o dedo na ferida sobre a podridão e o compadrio existente, aí tem sido exemplar. A maioria dos moralismos que vêm de Louçã são intragáveis, mas aqui admito que capitaliza atenções, ao mesmo tempo que tem razão. Não se pode continuar a assistir a filmes em que certos nomes, umas vezes aparecem como personagens principais e noutros como personagens secundárias e que mesmo naqueles em que aparecem como figurantes não deixam de lá estar. A meter o dedo, a ver o que cai, a tentar limpar mais qualquer coisa. Aí concordo com Louçã.

 

E nunca pensei escrever isto!

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Dizia este fim de semana José Sócrates que a direita havia ficado economicamente sem ideologia. Constatou um facto. É certo que as mentes mais liberais e simultaneamente com preocupação de manutenção de coerência, devem estar há meses em reflexão.

Hoje foi a vez de Barack Obama vir a terreiro, não armado de grandes teorias, mas desferindo um ataque sem precedentes a essa coisa da ausência de intervenção dos Estados sobre os mercados. Numa só intervenção Obama pediu a demissão de Rick Wagoner patrão da General Motors (ao seu lado na fotografia) e exigiu a esta e à Chrysler profundas reformas e a elaboração de um plano de recuperação a ser analisado pelo Governo. Só depois haverá a decisão se o fluxo de capitais governamentais em direcção a estas empresas se mantém.

As reacções contam-se pelos dedos. Continua a ser um dado adquirido que a Obama tudo é permitido.

 

 

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E estar a "twittar" com alguém no Faial que de repente diz que está a sentir um sismo?

Muito à frente, abalos telúricos versão Século XXI...

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O ministro Jaime Silva admite os números e culpa o seu antecessor, Sevinate Pinto, por ter aprovado projectos sem que tivesse dinheiro para eles no Orçamento de Estado (OE).

 

Pois pois.... pena é que o antecessor não fosse Sevinate Pinto mas Costa Neves. 

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O Paulo já fez referência ao novo blogue: Eleições 2009, que fará o acompanhamento e análise das três eleições que se realizam este ano, no qual também participo, bem como o Jorge Ferreira e o Vasco Campilho, do Câmara de Comuns.

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O novo jornal diário "I", via Facebook do Paulo Querido

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O "patrão" do gigante automóvel norte-americano General Motors (GM), Rick Wagoner, demitiu-se a pedido do Presidente Barack Obama, que exigiu uma profunda reforma também à Chrysler LLC para poderem receber financiamentos adicionais do Estado, noticiou a imprensa

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Quando nem mesmo o futebol e a nossa selecção (A) conseguem dar o merecido ânimo às aspirações dos portugueses, resta-nos olhar com maior atenção para outros campeonatos e confrontos. Hoje, pelas 18h00, o nosso tenista Frederico Gil defronta o n.º 1 do mundo, na terceira ronda do Torneio de Miami, nos Estados Unidos. O encontro terá honras de court central. Ainda que a tarefa encerre em sim um grau de dificuldade que se prevê ser dificilmente ultrapassada, o português marcou já a história do ténis luso ao ser o primeiro a ultrapassar a 3.ª ronda de um torneio do grande Slam.

O nosso desporto e competição não pode ou merece ser só reduzido ao futebol. De igual forma, a nossa economia e esperança futura não pode caber apenas na Qimonda ou em outras empresas. Olhemos pois com alguma visão estratégica para o futuro, incentive-se e apure-se o empreendorismo, atirando para trás das costas o eterno "galo nacional" e as contas de última hora.
 
Também em Miguel Teixeira-Lx
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Já acabaram as candidaturas, mas pode-se ir sonhando aqui na mesma.

Excelente forma de promover o turismo em Queensland, sem dúvida...

 

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No novo blogue colectivo do Público, chamado Eleições 2009, constam Paulo Querido, Luis Novaes Tito, Gabriel Silva, Carlos Santos e Tiago Azevedo Fernandes, a ver, ler e não perder....

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Não pude conter um sorriso irónico (que seria uma gargalhada, não fosse a gravidade da situação que representa) quando li aqui este artigo acerca da iniciativa da CML denominada “Projecto 5 Escolas|5 Designers”.
Em primeiro lugar, porque é sintomático de graves problemas de escala e perspectiva que se faça uma tamanha festa por uma medida de tão pouco alcance. Num conjunto de 97 escolas do 1ª Ciclo do Ensino Básico, 69 Jardins-de-infância e 31 Agrupamentos Verticais, intervir em 5 EB’s parece-me que não cumprir sequer os mínimos da decência.
Em segundo lugar, porque finalmente se ouve falar em trabalho desenvolvido pela vereadora Rosália Vargas, não obstante o facto de a senhora aparentemente se ter esquecido de um outro pelouro que também tutela: a Juventude. E lanço daqui o desafio de me conseguirem indicar alguma medida desta CML nessa área! Se hoje mesmo se consultar o site da CML, pode verificar-se que no que à Juventude diz respeito, a única novidade é um concurso promovido por uma terceira entidade
E em terceiro e último lugar, porque me traz à memória um episódio ocorrido comigo. Aqui há já bem mais de um ano, a sr.ª vereadora e respectiva comitiva estiveram em visita na minha freguesia. Visitou a Escola do Bairro do Restelo e a antiga Escola nº 107 de Belém (actualmente desactivada). Na primeira foi alertada para o estado de degradação de algumas zonas dos tectos, e na segunda foi-lhe referida a possibilidade de se aproveitarem as instalações para instalação de um Jardim-de-infância ou mesmo reactivar a Escola. As palavras da sr.ª vereadora para um dos assessores que a acompanhava foram: “Oh não-sei-das-quantas, tome nota disto. Tem que ser resolvido o quanto antes!”
Até à data, aguardam-se novidades. Isto diz muito acerca do conceito de “palavra dada”.
E antes que me venham chamar de “bota-abaixista” (acusação muito em voga por estes tempos), devo dizer que a única coisa que tenho contra o “Projecto 5 Escolas|5 Designers” é o nome. Por mim, para fazer algum sentido deveria ser “Projecto 50 Escolas|50 Designers”…
 

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The Israel Air Force used unmanned drones to attack secret Iranian convoys in Sudan that were trying to smuggle weapons to Palestinian militant organizations in the Gaza Strip, the London-based Sunday Times reported Sunday.
Defense officials were quoted as saying that the trucks were carrying missiles capable of striking as far as Tel Aviv and the nuclear reactor in Dimona.
The unmanned aerial vehicles attacked two convoys, killing at least 50 smugglers and their Iranian escorts, the newspaper reported. All the trucks in the convoys were destroyed

The U.S. warned the Sudanese government that weapons were being smuggled into the Gaza Strip through its territory ahead of a recent attack on a Gaza-bound arms convoy, which foreign media has attributed to the Israel Air Force, the pan-Arab daily Al-Sharq al-Awsat reported Monday.
On Friday, the American network ABC reported that the IAF had targeted a convoy of trucks in Sudan carrying Iranian weapons to Gaza in January. According to the report, 39 people riding in 17 trucks were killed, and civilians in the area sustained injuries. The network later reported that the IAF had carried out three such strikes since the beginning of the year.

Estas duas notícias, que passaram relativamente despercebidas nos diários nacionais, mostram a realidade do envolvimento iraniano na ameaça à segurança do Estado de Israel. O seu contributo para rearmar o Hamas para que este continue a sua ameaça ás populações israelitas mostra bem qual o seu desígnio e qual a sua contribuição para o retomar das conversações de paz entre Israel e os palestinianos.

Quando Barack Obama e Shimon Peres estendem as suas mãos ao povo do Irão, o seu governo não deixa de seguir uma agenda política há muito pensada: contribuir para a instabilidade regional até que o Irão tenha novamente condições para se assumir como um Estado pivot e consequentemente a potência regional liderante.

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O navio «Atlântida» terminou quinta-feira os testes de mar realizados no continente sem ter conseguido atingir os 19 nós de velocidade, a 75 por cento da potência, como pretendia o Governo Regional, refere a Lusa.

De acordo com o que revelou esta sexta-feira fonte ligada à construção, depois de três dias de testes, o máximo que o «Atlântida» conseguiu alcançar foi 16,5 nós, a 85 por cento da potência, ou seja, uma velocidade inferior à contratualizada, e com recurso a maior esforço das máquinas.

Esta situação que não deverá estar alheia aos problemas de estabilidade em caso de avaria, detectados ainda na fase de projecto do navio de transporte de passageiros que está em fase final de construção nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC).

Esta é a pior notícia que os responsáveis pelos estaleiros navais de Viana do Castelo podiam esperar.

A já longa novela do navio "Atlântida" ganhou novo fôlego com um episódio que coloca em causa a qualidade e a credibilidade no mercado dos ENVC.

O falhanço dos testes de mar é um sério revês e ameaça tornar-se um caso político regional, pondo em causa a credibilidade do executivo de Carlos César.

Depois do verdadeiro flop que ainda está a ser o projecto dos patrulhões, tão caro a Paulo Portas, este falhanço pode pôr em causa a confiança depositada nos ENVC, não só pelo Estado português, mas também pelos clientes internacionais que recentemente sinalizaram vontade de ali fazerem negócio.

Más notícias, portanto, para a nossa indústria naval.

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Eu confesso aqui e agora que não aderi ao apagão ecológico que ontem se fez em Lisboa, à imagem do que se passou noutras cidades portuguesas e estrangeiras. Não o fiz por várias razões. A primeira: tinha um jantar em casa e não dava muito jeito fazê-lo à luz das velas entre as oito e as nove da noite. Mas a razão principal teve a fazer com o desperdício energético que existe nesta cidade e que me leva a pensar que António Costa só pode estar a brincar quando associa a capital a esta iniciativa. Um pouco por todo o lado a Câmara Municipal de Lisboa dá o exemplo oposto, ao deixar candeeiros acesos durante dias inteiros.

Não nos podem pedir para fecharmos as luzes de nossa casa, que somos nós que pagamos, quando a CML, gerida com o dinheiro dos nossos impostos nacionais e municipais, desperdiça energia. Não brinquem connosco, nem todos querem fazer figura de parvos. Quando quero economizar energia faço-o por vontade própria e não por causa de modas.  - (in Corta Fitas)

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É com este lema: a revolução da liberdade, que Silvio Berlusconi se apresenta como o líder do novo partido italiano e ambiciona que nas próximas eleições um, em cada dois italianos, vote no Povo da Liberdade.

Veremos até quando Berlusconi, Fini e Bossi se entenderão na mesma casa partidária.

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A Cimeira Progressista, que juntou no Chile vários dirigentes da esquerda democrática mundial, apresentou as suas conclusões.

 

O combate às políticas proteccionistas, um entendimento na OMC e a aposta nas políticas verdes, promovendo as energias renováveis, são boas propostas, que se esperam ver referidas e assumidas na Cimeira do G 20, na próxima quinta-feira, em Londres. (Publicado no Palavra Aberta)

Domingo, 29 de Março de 2009
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O líder do CDS-PP, Paulo Portas, manifestou hoje o desejo de que «a Justiça vá a fundo e seja célere» no caso Freeport, ao mesmo tempo que pediu que «os políticos não se aproveitem nem interfiram»

 
Não poderei estar mais de acordo com Paulo Portas, ainda para mais quando nas últimas vinte e quatro horas outros líderes da oposição, vestiram o triste papel de justiceiros e avaliadores do carácter e da moral pública.
O que me inquieta neste processo, são os longos e enigmáticos quatro anos que decorrem sobre o início da investigação, sem que nada de concreto se apure ou identifique. É tempo de mais para que se confie na justiça e no seu papel.  Este apontamento deveria merecer da parte dos líderes de opinião, bem como dos líderes dos partidos, a melhor reflexão e actuação.
Mas é sempre mais reconfortante e de acção imediata atirar atoardas sem que se perceba o melindre maior do equilíbrio da nossa democracia.
 
Também em Miguel Teixeira-Lx
 
 

 

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Os Estados Unidos estão disponíveis para assinar um acordo sobre o clima até ao fim do ano, disse o enviado especial norte-americano para as alterações climáticas, Todd Stern, à chegada a Bona para participar na primeira de várias reuniões sobre o tema sob a égide das Nações Unidas.

“Estamos comprometidos com todas as nossas forças e com fervor no processo de negociação” de um novo acordo multilateral nos próximos meses até à conferência de Copenhaga, disse o emissário durante uma conferência de imprensa.


A nova administração de Obama, é em tudo contrastante com os oito infindáveis  anos da era Bush. Com Obama renasceu o sentimento de esperança na dignidade humana e no respeito pelos direitos fundamentais. Em súmula, hoje podemos acreditar na nossa civilização e no equilíbrio entre homens e nações.

 

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Se os portugueses podem sentir orgulho de ter um Presidente da Comissão Europeia, à beira da reeleição - os militantes do PPD terão um sentimento de agrado redobrado, não deixa de ser confrangedor como o partido do Presidente da Comissão Europeia, a poucas semanas da importante eleição europeia, ainda não tenha um único nome para o Parlamento Europeu nem uma única causa.

A liderança de Ferreira Leite continua a demonstrar um vazio lamentável, para um partido que tem elevadas responsabilidades, tanto em Portugal como na UE.

Para a direita, PPD e CDS, que também não tem nenhum nome nem proposta, já se percebeu que as europeias são tema menor. Mas não são, como disse, e bem, Vital Moreira, pois este é um momento crítico e decisivo para a UE, dado o delicado momento em que nos encontramos.

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O ministro Jaime Silva admite os números [Portugal perdeu mais de 9 milhões em 2004 e cerca de 63 milhões de euros em 2005 em fundos comunitários ] e culpa o seu antecessor, Sevinate Pinto, por ter aprovado projectos sem que tivesse dinheiro para eles no Orçamento de Estado (OE).

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Para quem tem seguido o fenómeno Maddie com alguma atenção verificou que o mês de Janeiro, em particular a sua segunda semana, foi fecundo em ocorrências a que já dediquei um post neste mesmo blog. Mas o mês de Março, com os prodrómios e eclosão da Primavera, trouxe-nos alguns dados muito interessantes.

 

No primeiro dia deste primaveril mês, o periódico britânico “The Independent” publicou um artigo sobre Clarence Mitchell cujo título era: “Sou um ser humano decente. Se os puder ajudar, ajudo”. Este artigo anunciava uma conferência de Mitchell no Oxford Union “seguindo os passos de Desmond Tutu, Teresa de Calcutá e [imagine-se] Cocas, o sapo”. Não riam, porque eu não estou a fazer ironia. Esta frase é retirada do periódico “The Independent” de dia 1 de Março. Relativamente aos Marretas, sempre preferi a loucura de Animal, o baterista, ou a luxuriante sedução de Miss Piggy (agora sim, é para rir!!!)

 

Que objectivos tinha esta “notícia”?

 

a)      Preparar para o anúncio da extinção da maior fonte de rendimento dos McCann, de Mitchell e da Método 3Brian Kennedy;

b)      Iniciar uma campanha de limpeza de imagem de Clarence Mitchell, preparando o terreno para “outras águas”;

c)      Abrir caminho para a ida de Gerry McCann ao parlamento inglês;

d)      Preparar a opinião pública para o “circo descer à cidade”, ou melhor, à aldeia da Luz;

e)      Porque faltavam cerca de dois meses para o, infeliz, segundo aniversário da morte de Maddie.

f)       E, como tal, algumas surpresas são esperadas!

 

Por que razão e com que legitimidade afirmo “Morte de Maddie”? Pelas mesmas razão e legitimidade que Gerry McCann e Clarence Mitchell (sim, porque Kate McCann tem estado estranha e “firmemente” calada e não tem aparecido muito, como tenho vindo a sublinhar) afirmam “rapto de Maddie”. Mas existe uma diferença abismal entre as duas afirmações: uma delas representa uma tese que tem nos seus argumentos a autoridade e outra representa uma outra tese que tem na autoridade os seus argumentos.

 

 

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Uma rede de espionagem informática conseguiu infiltrar-se em 1295 computadores de governos, incluindo o de Portugal, embaixadas, organizações de defesa dos direitos humanos e meios de comunicação, entre outras instituições, em 103 países, segundo um relatório da Universidade de Toronto hoje publicado

 

Muito recentemente tive a oportunidade de escrever aqui no Câmara de Comuns acerca da importância de uns Serviços de Informações fortes e eficazes na defesa dos interesses nacionais.

Este tipo de estruturas são essenciais para qualquer país e ganharam uma nova relevância no mundo pós-11 de Setembro.

Muitos existem que confundem as competências dos SI com as de uma polícia política, ao pior estilo de qualquer ditadura. Importa desmistificar esta percepção.

As democracias ocidentais não perderam qualidades pela existência de serviços como a CIA, MI6, DGSE, entre outros.

Ao ler-mos a notícia linkada depressa percebemos que os perigos e ameaças são bem verdadeiros e que ninguém, mesmo ninguém está a salvo.

Como diria alguém, as coisas são o que são.

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