Sábado, 28 de Fevereiro de 2009
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Vital Moreira é cabeça de lista do PS ao Parlamento Europeu

 

Esta escolha, mais do que tudo, demonstra a fraqueza contínua das oposições à direita, nomeadadmente do PSD.

Manuela Ferreira Leite tem de tirar um grande coelho da cartola para as eleições europeias.

A sobranceria socialista na escolha deste candidato pode ser uma grande oportunidade para o PSD.  Manuela Ferreira Leite e a sua equipa ganharam, com esta escolha, um novo alento político. 

Como dizia Marcelo Rebelo de Sousa, não há espaço para falhas...

 

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O dirigente socialista António Costa procurou hoje dramatizar a questão das próximas eleições, reduzindo-a a um cenário de bipolarização entre «Sócrates ou a direita», num discurso em que atacou o Bloco de Esquerda

 

Assim se ultrapassou a resistência do PCP a um acordo com o PS em Lisboa. Limpo, rápido e cirúrgico.

Quererá Jerónimo de Sousa ser responsabilizado por uma vitória da Direita na capital? 

A coligação segue dentro de momentos.

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A primeira vez que ouvi falar no Dr. Bradford foi há precisamente um ano. Na altura, o Dr. Bradford solicitava a censura das minhas conferências de imprensa. Foi o início de uma duradoura amizade blogosférica que a partir de Novembro se transferiu para o Parlamento. Por uma qualquer ironia do destino estamos hoje, literalmente, frente-a-frente no hemiciclo.
Não tenho, obviamente, nada de pessoal contra o Dr. Bradford. Aliás, aprecio o seu sentido de humor. A questão reside exclusivamente na política. Estou sinceramente empenhado na luta política contra o cesarismo açoriano.

Entendo que o PS-A – um partido de matriz democrática – está hoje dominado por um condottiere que o transformou num instrumento de poder pessoal quase ilimitado na sociedade açoriana. Existem hoje pessoas que são perseguidas na sociedade açoriana devido às suas ideias políticas. Eu próprio sou uma delas.

O Dr. Bradford é conivente com este estado de coisas. Não podia, aliás, ser de outra forma. A progressão no aparelho partidário socialista depende das boas graças que se conseguem obter junto do líder socialista. Não existe espaço para tendências ou opiniões divergentes no seio PS-A.
Este partido não é, actualmente, mais que uma entidade monolítica, mantido num estado de pureza permanente graças a purgas sistemáticas de que só a santíssima trindade socialista está a salvo (César, Contente e Álamo).
Prometi um oráculo para o Dr. Bradford e vou cumprir. Não acredito em dogmas. Por isso vou desafiar a máxima do sumo-sacerdote dos vaticínios: “prognósticos só no fim do jogo”.
Entendo que o Dr. Bradford – tendo, obviamente, boas qualidades noutras áreas – não tem experiência parlamentar, instinto para “malhar” e dotes oratórios para suportar o embate parlamentar a que estará submetido, de forma crescente, nesta legislatura. Por isso, e para honrar a condição que o mesmo me atribuiu, vaticino que será substituído no cargo antes do final da legislatura.
Quando isso acontecer não ficarei contente porque não vivo do mal dos outros. Sei que algo o aparelho partidário lhe dará. Até acho que daria um bom eurodeputado. Aconselho, vivamente, que aproveite a purga do Dr. Paulo Casaca – só ele é que ainda não sabe que já dançou o “Último Tango no Curdistão” – e se candidate. Boa sorte!
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Por vezes a ficção serve de referência aos políticos. No caso dos socialistas açorianos o caso é mais grave, uma vez que esta governação não é mais que pura ficção. Vai daí, o César – ávido imitador do seu homónimo da Antiguidade – lembrou-se de ressuscitar a figura do Marcus Tullius Detritus, um intriguista da pior espécie que surge no 15.º volume da colecção do Astérix (A Zaragata).
Na peripécia original, o Marcus Tullius Detritus - reputado criador de desavenças e mal-entendidos - tenta semear a discórdia na aldeia gaulesa do Astérix. Depois de muitas confusões, o Detritus é desmascarado e as legiões de César são novamente vencidas.
Na adaptação açoriana desta aventura do Astérix, o papel do Marcus Tullius Detritus é desempenhado pelo Dr. André Bradford, distinto Secretário da Presidência, que não encontrou melhor ocupação que citar as poucas referências que fiz às outras forças da oposição açoriana no livro que escrevi o Verão passado:
Este livro é, em mais de 99% do seu conteúdo, dedicado à denúncia – que se pretende bem-humorada - do actual regime cesarista açoriano. O propósito do Detritus açoriano é causar a discórdia no campo da oposição parlamentar. De certa forma, a reacção da Mercearia César mostra que a estratégia está a resultar.
Não deixo, no entanto, de reconhecer que alguns dos meus artigos podem ser considerados autênticos casus belli por parte dos visados. Ainda assim, a minha atenção continuará totalmente centrada no combate político ao cesarismo açoriano. Nem sequer tenho tempo para mais nada. O Dr. André Bradford também deveria ter mais que fazer.
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Tenho visto o congresso do PS por entre mil programas pelos quais vou fazendo zapping, mas foi na imprensa escrita que descobri aquilo que já sabia mas com o qual sou incapaz de discordar:

 

'O Sócrates não mete medo a ninguém', disse Edmundo Pedro para logo de seguida repetir a acusação de que 'há medo no PS, o medo de perderem os lugares que têm'. Referiu ainda um exemplo:' quando tentei recolher assinaturas para a moção 'Mudar para Mudar, de Fonseca Ferreira, os militantes diziam-me que até concordavam mas que tinham medo'. Apelou por isso a Sócrates par ser ele a fazer a pedagogia sobre a liberdade de opiniões no partido.

 

No PS, como no PSD quando está no poder - arriscaria em todos os partidos - o medo não é impresso pelo líder, mas por aquele que teme que lhe tirem o lugar, que é tudo o que lhe dá sentido à vida política. É por estes espíritos mais frágeis, que não ousam pensar a política fora das partidarites mais agudas, que são militantes base, presidentes disto ou daquilo, ou até membros de Governo, que vai ruíndo a confiança dos eleitores.

 

São estes que teimam perder lugares, que mais tarde ou mais cedo acabam por estar directa ou indirectamente envolvidos em episódios menos felizes da teia política. Pois antes de serem a serpente da maçã ou de por ela serem tentados, já estavam eles próprios envenenados.

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Embora a lenda seja sobre um barco condenado a navegar para todo o sempre, adequa-se perfeitamente no título a este Holândes que teimosamente segue de desastre em desastre aéreo. Pelo sim, pelo não, gravo o nome na memória não vá ele estar na lista de passageiros numa futura viagem qualquer: Rob de Knecht

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"se José Sócrates acha que pode ser substituído na cimeira [de líderes da União Europeia, que vai decorrer amanhã, em Bruxelas] é sinal que, na primeira oportunidade, deve ser substituído como primeiro-ministro de Portugal"

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O António Brotas não conseguiu as 50 assinaturas necessárias para ver a sua moção discutida no "espinhoso" Congresso do PS...

 

E ainda nos queixamos de estar a ser difícil reunir as 7500* para fundar o PRC - Partido Respublica e Cidadania!

 

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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009
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A Newsweek datada de dia 16 de Fevereiro, mas como de costume posta a circular uns dias antes, põe a questão em cima da mesa em grandes parangonas na sua capa: "Agora somos todos socialistas". E a julgar pela entrevista dada pela Presidente do PSD ao Expresso das Nove de dia 13de Fevereiro, sexta-feira, se não somos todos, somos pelo menos mais do que o que pensávamos.

Os socialistas abrem crédito para as empresas? Devia ser mais e estendido à compra de casas! Os socialistas arranjam complemento de reforma para os idosos? Ela propõe mais e mais orientado! Mas isso não cheira um pouco a socialismo? O PSD é social-democrata e contra os excessos do capitalismo!

Na verdade, como diz a Newsweek, o fenómeno é universal e varre todas as latitudes e todos os continentes. O colapso da fé no liberalismo para resolver todos os males do mundo dificilmente poderia ser mais generalizado.

Na verdade, a ideia de que estamos perante o descalabro de um mundo feito de inaceitáveis desigualdades, acompanhada da descoberta dos mais variados escândalos, está a ganhar peso e a conversão de muitos dos que mais furiosamente fustigaram o Estado ao socialismo moderno é um fenómeno que representa a face boa dos efeitos da actual crise, parafraseando aqui outra personalidade social-democrata dos Açores, que vai abordar este tema em breve em conferência a proferir em Lisboa.

Enfim, estaremos no melhor dos mundos se esta fase de bonomia for para durar e representar uma viragem histórica no desenvolvimento do nosso mundo.

Um pouco ao estilo do advogado do diabo penso, no entanto, que temos alguns problemas nesta generalizada conversão ao socialismo que convém ter em conta.

Em primeiro lugar, temos que os socialismos não são todos iguais e convém não esquecer que Hitler também era um socialista, embora nacional, que Estaline foi outro adepto do socialismo nacional e que os egoísmos nacionais são um outro fruto menos desejável, mas nem por isso evitável, da actual crise.

Em segundo lugar, o problema é que não me parece que seja o Presidente Obama ou a chanceler Merkel que vão escrever as regras do mundo que temos pela frente, mas será provavelmente o Primeiro-Ministro Wen Jiabao a fazê-lo, e o socialismo chinês é o mais selvagem dos capitalismos.

Enfim, esperemos o melhor e que esta conversão ao socialismo de tantos seja ao melhor dos socialismos.

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Se o presidente da CGD diz não ter informado, nem ter de informar segundo o próprio, o Governo do negócio com a Investifino e se este negócio foi mau para a CGD, porque é que o fez?E porque é que se tenta acusar o Governo dum negócio Manuel Fino - Faria de Oliveira em que este apenas deu conhecimento do mesmo à CMVM?É por causa de quem recomendou Faria de Oliveira para o lugar que ocupa?

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José Sócrates acaba de dar mais uma mostra das companhias e aliados que gosta de ter.

 

Ao optar por não marcar presença na Cimeira Europeia o Primeiro Ministro deixa para segundo plano os restantes líderes europeus. Mas não os troca pelas suas tropas, pelos seus camaradas os militantes socialistas. Não!

 

No fundo José Sócrates até colocou os (seus) interesses nacionais (pelo menos aqueles que ele acredita serem os correctos) em primeiro lugar, pois já não é a primeira vez que demonstra as alianças e alinhamentos que considera estratégicos.

 

Entre os líderes europeus e outros, opta-se por Hugo Chávez e o Partido Governamental Chinês!

 

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Que beneméritos... Alguem já se lembrou de ir ver os cadernos de encargos dos concursos? Essas verbinhas não estarão lá já previstas? E assim sendo os dinheiros não são públicos?
 
 
 
 
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CGD dá trezentos milhões ao Estado

 

Porque é que sinto que estes 300 milhões nos vão sair muito caros?

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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009
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Ainda no debate de terça no RCP com o Miguel, lembrei a tirada de Guilherme Oliveira Martins sobre investimento público e que parece pautar o rumo deste governo:

 

"Mais vale fazer e fazer mal, do que não fazer."

 

Baseia-se nesta ideia para contrariar o comportamento catatónico tido na crise dos anos 30. Apoiar-se nessa ideia para justificar investimentos que estão enganados de raíz muito antes desta crise existir, é utilizar este enquadramento económico para sustentar uma verdadeira teimosia, pois deveria ser nesta altura, neste momento específico, que se deviam equacionar e reavaliar novas apostas com o dinheiro dos contribuintes e que tivessem uma repercussão mais imediata, uma taxa de retorno mais visível. Investimentos que gerassem economia e promovessem a efectiva circulação da moeda e não fossem, como megalómanos que são muitos deles, reais hipotecas das gerações vindouras. 

 

 

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Razões para adorar a banca do Estado e acreditar na sua sustentabilidade a longo prazo: compra a preços acima do mercado, absorve cancros como o BPN, fomenta a economia via PMEs com a impressionante quantia de quase 2000€ de injecção por empresa e continua a ser vista como tábua de salvação para alguns políticos que querem fazer uma desafogada travessia pelo deserto.

 

Além disso é permanente braço armado - ou deveria dizer, recheado? - do governo salvo as raras excepções em que não interessa mesmo nada que a CGD apareça colada ao executivo de Sócrates.

 

 

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Imaginemos que uma empresa deixa de ser avaliada em função dos seus resultados, que apenas 5% dos seus trabalhadores poderão ser premidos e que a sua avaliação é independente dos resultados da empresa. Não é difícil de adivinhar que essa empresa não sobreviverá muitos anos, terá o destino de muitas empresas da ex-URSS, trabalhadores e gestores começarão a trabalhar em função dos parâmetros da avaliação e não dos resultados, o seu destino a falência.

Todos os fundamentalistas são idiotas (como é o caso do tal secretário de estado que ameaçou atropelar os que se metessem no seu caminho) e os que pretendem avaliar só por avaliar, convencidos de que isso substitui a competência dos gestores são idiotas. Qualquer modelo de avaliação que despreze e não tenha em consideração os resultados das organizações é uma aberração, inicialmente terá os resultados conseguidos pela imposição do medo, mas a médio prazo estará votado ao fracasso, mas nessa altura os idiotas estarão longe, como já está o secretário de Estado que implementou a actual reforma da Administração Pública.

Ao fim de quatro anos de governo e de reforma da Administração Pública quantos dirigentes foram avaliados? Quantos foram demitidos por incompetência? Nenhum, são todos execepcionais, no país onde só 5% dos trabalhadores são bons temos sorte porque todos os dirigentes são competentíssimos, basta teremn frequentado um curso da treta ministrado pelo INA.

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Piaducha via Twitter:

 

Esta manhã, na casa de Paulo Bento, a mulher diz:

- Acorda paulo que já são 6!

- O quê? Já marcaram outro?!

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Depois de promover uma intervenção brutal em Alcântara, a Administração do Porto de Lisboa (APL) prepara-se para cometer mais um atentado contra o interesse público na zona de Algés.

 

No Passeio Marítimo de Algés, a APL propõe-se construir as instalações da sua sede. Trata-se de um edifício que, pela forma como se pretende implantar, constitui mais uma barreira visual ao rio, sem articulação com o meio, sem inserção num plano integrado de ordenamento e sem diálogo com a câmara municipal de Oeiras que deveria ser ouvida.

 

O terrapleno de Algés é uma área que actualmente não tem funções relacionadas com a actividade portuária pelo que, à luz da legislação recentemente aprovada, a sua gestão deveria passar para a autarquia ou, no mínimo, ser partilhada como sucedeu já em Lisboa. Não é aceitável que a APL continue a gerir parcelas de território ignorando o ordenamento integrado com o meio mesmo quando se tratem de áreas sem uso portuário.

 

Compreende-se o propósito de permitir uma vista desafogada para o Tejo daqueles que se irão sentar nos gabinetes do novo edifício, mas este privilégio não é compatível com o interesse público. Neste caso, em que há um manifesto conflito de interesses, não é admissível que uma parte interessada possa decidir em detrimento do interesse da outra parte que são “só” os cidadãos. Aqui está um exemplo em que o governo, que tutela a APL, e que, em princípio, zela pelo interesse público, deveria impedir mais este atentado. Este edifício que a APL pretende construir não tem que constituir mais uma muralha para o Tejo, nem tem que ser exactamente em cima do rio. 

 

texto publicado no jornal Meia Hora

imagem retirada do site da APL

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A CGD adianta que face à necessidade de reforçar as garantias da Investifino junto do banco, que tinham de ser actualizadas devido à desvalorização dos activos colaterais dos empréstimos a Manuel Fino, tinha três opções.
A primeira passava por “nada fazer”, o que foi solicitado por Manuel Fino, que justificava esta opção com o facto de a desvalorização das garantias “se dever exclusivamente à queda anormal das Bolsas de Valores e não ao incumprimento do serviço da dívida”.
A Caixa optou por não seguir com esta solução, uma vez que “representaria o registo de uma imparidade, de montante significativo, com reflexos negativos directos nos resultados da CGD”.
Quanto à segunda opção, passava por “declarar o vencimento antecipado dos contratos e executar as respectivas garantias, registando as respectivas perdas que uma solução precipitada deste tipo necessariamente implicaria”.
Também esta foi recusada, uma vez que, explica a Caixa, tal medida “poderia também criar forte instabilidade na estrutura accionista da Cimpor, dado tratar-se de uma participação financeira muito relevante (9,58%), com potenciais reflexos negativos no mercado bolsista e podendo pôr mesmo em causa a estrutura accionista da empresa, que é uma das mais relevantes empresas industriais portuguesas”.
Restou assim seguir a terceira opção, que passou por reestruturar a dívida da Investifino junto da CGD, assegurando que “a CGD não perdesse garantias”, que a nova operação resultasse num rendimento financeiro não inferior aos juros que constavam nos contratos de crédito e que se reduzisse a imparidade do crédito existente, tendo, por esta via, um efeito positivo no património e nos resultados da CGD.

Explicado....presumo que quer o PPD quer a Presidência da República não tenham nenhum preconceito ou desconfiança em relação ao actual presidente da CGD, portanto assumo que o assunto fica arrumado.

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As empresas de construção civil afirmam que a factura de quase dois mil milhões de euros, referente a dívidas do Estado, «está exactamente na mesma», um ano depois de o Governo ter lançado o programa «Pagar a Tempo e Horas», que tinha como objectivo, precisamente, a regularização das dívidas

 

Não era suposto injectar dinnheiro rapidamente na economia? Ainda para mais numa área nevrálgica para o país. E não estamos aqui a falar de injecção de dinheiro no sector financeiro/especulativo (riscar o que nã interessar).

O que está a falhar?

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O secretário de Estado da Segurança Social disse que a moção sectorial - intitulada "Gerar novas ideias, concretizar políticas" - defende a introdução em Portugal de "um imposto negativo".
"Trata-se de devolver determinado valor do imposto a agregados familiares trabalhadores que não liquidam IRS e que, por isso, não têm o direito de deduzir despesas com os seus filhos ou com os seus ascendentes dependentes", justificou o membro do Governo.
Pedro Marques disse que, pelo actual sistema de IRS existente em Portugal, "cerca de metade dos agregados de famílias trabalhadoras" estão nesta situação de não liquidarem imposto.
"Propomos uma medida de justiça social mas também que, a ser concretizada a prazo, poderá representar uma forma de combate ao trabalho informal", sustentou.
Na perspectiva de Pedro Marques, famílias "
que têm algum rendimento do trabalho mas que não o declaram, passam a ter um incentivo para o declararem se tiverem a possibilidade de deduzir despesas".
"Esta moção segue uma filosofia já aplicada em países como os Estados Unidos e pretende aumentar a progressividade fiscal em Portugal".

Parece-me uma excelente ideia, se devidamente implementada e convenientemente combinada com outras politicas.Bom trabalho!

Eu até acho, no actual modelo, que toda a gente deveria poder descontar todas as despesas e mais algumas, nem que fosse numa percentagem mínima, isso é que era ver "a malta toda"  a pedir facturas em todo o lado!

No PPD ou no CDS ninguém chegou a propor uma flat rate combinada com a eliminação de benefícios fiscais?Seria interessante comparar as duas visões com números e com projecções realistas, seria a melhor forma de chegar a "algum" consenso sobre o melhor caminho para o futuro....

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Olhando atentamente para o mapa que o PSD distribuiu na Assembleia da República, facilmente se percebe que, se auto-estrada do luxo existe, ela foi lançada precisamente pelo PSD, mais precisamente pela Ministra de Estado e das Finanças de Durão Barroso, que assinou por baixo a construção da auto-estrada Porto-Oliveira de Azeméis. Provavelmente, porque o PSD achava, na altura, que essa seria a melhor maneira de servir aquelas populações.
Mas, se continuarmos a olhar para o mapa, percebemos que a auto-estrada do luxo desce por aí abaixo, substituindo o IC2 (antiga EN1), entre Oliveira de Azeméis e Coimbra, eliminando, dessa maneira, uma das estradas que mais vidas ceifou nas últimas décadas - é que o IC2 está transformado numa estrada quase urbana de grande densidade de tráfego.
Nesse troço, a auto-estrada do luxo vai beneficiar directamente os concelhos de Oliveira de Azeméis, Albergaria-a-Velha, Anadia e Coimbra, que de cor-de-rosa pouco têm.
Mas olhemos melhor para o mapa. A partir de Coimbra, e até Tomar, a auto-estrada do luxo inclina-se para o interior e vai tirar do isolamento os seguintes concelhos: Miranda do Corvo, Penela, Ansião, Figueiró dos Vinhos, Alvaiázere, Ferreira do Zêzere e Tomar. Também eles muito pouco rosa...
De Tomar para baixo, o mapa só existe ainda na cabeça dos estudiosos da São Caetano...
Antes de voltar a mostrar o mapa da auto-estrada cor-de-rosa, talvez não fosse má ideia a Dr.ª Manuela falar com os autarcas dos concelhos acima mencionados. Para perceber que não, essa auto-estrada não é para viajar de Lisboa para o Porto, ou vice-versa. Essas estradas, porque de várias se trata, destinam-se a servir, em condições similares às das populações do litoral, os portugueses do interior, que já pagaram com os seus impostos as auto-estradas do litoral e ainda são obrigados a perder horas e vidas em estradas feitas para os (poucos) carros dos seus avôs.

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Abusos da polícia e de guardas prisionais, más condições nas cadeias, violência contra mulheres e crianças e tráfico de mão-de-obra e de mulheres. Os principais problemas que os EUA apontam a Portugal

 

Independentemente de podermos questionar a legitimidade dos EUA na elaboração deste relatório, ainda para mais muito pouco tempo após se saber o que se passava em locais tão simpáticos como Abu Ghraib e Guantanamo, a pergunta aqui fica. Os factos descritos nos relatório são verídicos ou não?

A serem verdade dá-nos uma real ideia daquilo que ainda teremos de percorrer para que estes não se repitam.

 Já agora, o assunto não é gravoso o suficiente para merecer uma palavrinhas do ministro?

Prioridades...

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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009
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Sex began 380 million years ago, a fossil of a pregnant fish suggests - via Facebook do DerTerrorist

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Duarte Levy publicou um artigo no jornal 24 horas, de segunda-feira 23/2/2009, que muitos incautos podiam julgar tratar-se de uma brincadeira de Carnaval. Mas quem conhece o Jornalista Duarte Levy sabe que, quer na blogosfera quer na imprensa mais tradicional,  não é homem para se mascarar. Aliás, é por isso mesmo que, dando a cara pela investigação de grande qualidade que faz, tem tido alguns dissabores, tal como Paulo Reis, Gonçalo Amaral, Hernâni Carvalho e outros, que, não fora a excessiva quantidade de eventos, sobre os mesmos "alvos", em circunstâncias temporais particulares, poder-se-ia afirmar que estes senhores têm em comum o facto de... «terem muito azar». Em menos de 2 anos, estes homens têm tido mais pneus furados, atropelamentos, detenções injustificadas, perseguições, devassas informáticas, cobardes assassinatos de cães, ameaças telefónicas, virus informáticos, cartas anónimas, traduções de documentos proibidas, furtos, roubos, encontros com videntes e ameaças à integridade física, do que tiveram durante toda a sua vida. As suas idades estão entre os 40 e os 50 anos. Mas, bastaram 21 meses para que a quantidade de eventos "desagradáveis" atingisse, em alguns deles, taxas de ocorrência, neste espaço de tempo, 50 vezes superiores às que têm a probabilidade de ocorrer em qualquer cidadão durante uma vida média de 80 anos. Espantoso, não? E tudo em surdina e sem ligações (aparentes).

 

Bom. Voltemos ao artigo de Duarte Levy e exploremos um pouco o tema, que notavelmente tratou.

Retive dois aspectos centrais: os satélites estarem voltados para Marrocos e a existência de "espiões".

 

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Ninguém pede desculpa pela exibição, pela vergonha de terem desistido e baixado os braços, por opções como Cacanholi em campo, isto deve ser sina nacional! Faz-se merda (muitos bloggers usam esta expressão, presumo que a mim não me vão acusar de nada) e depois a culpa é da sorte e do azar, do destino, é levantar a cabeça e tal, é seguir para a frente,é para a próxima e tal...porra, o "Portugalzinho" da pequena mentalidadezinha rural salazarenta não acabou com o 25 de Abril, mascarou-se apenas e circula qual corso de Carnaval pela politica e pelo desporto!

Ninguém quer antecipar as eleições no Sporting, Junho é mesmo muito tarde!

Ninguém tem o telemóvel do Jorge Jesus por acaso?

 

P.S.- E continuarei à espera dum pedido de desculpas por parte do treinador ou jogadores, ou presidente já agora, mas provavelmente em vão!

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Depois de uma bem sucedida primeira experiência com a criação de um blog sobre Educação que acompanhou o lançamento das propostas do PSD na Assembleia da República, o PSD parece que ganhou finalmente o gosto pela blogosfera.

 

O lançamento do Forum Portugal de Verdade é suportado pela criação de um blog. Aqui podemos aceder a um conjunto de conteúdos que valorizam em muito a iniciativa.

 

Um exemplo a seguir.

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De facto, há uma diferença enorme entre o Deputado Paulo Rangel da entrevista ao DN do passado fim de semana e o Deputado Paulo Rangel que está quinzenalmente no Parlamento a debater.

E aquele que debate sai-se francamente mal.

Até na escolha dos temas perde para os outros partidos da oposição.

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Como atirar lama – instruções para principiantes e Mas, afinal, o que é o chico-espertismo?, Câmara Corporativa

Valores Formais, André Abrantes Amaral no Insurgente

 A tipologia mais perigosa e detestável do país é a de Pedro Passos Coelho, Maradona no A causa foi modificada

Um bailout em imagens, João Miranda no Blasfémias 

Uma pequena nota sobre os aumentos dos funcionários públicos, Miguel Morgado, no  Cachimbo de Magritte 

Eu tenho cá uma ideia de quem deveria estar no desemprego, Miguel Carvalho, A pente-fino

Produtividade em causa própria, Miguel Marujo, Controversa Maresia

O óbvio ululante, Eduardo Pitta, Da Literatura

The new now and the end of apathy, via Facebook de JMF

Vale tudo, Pedro Arroja no Portugal Contemporâneo

Os jornais do futuro, Luis Naves no Corta-Fitas

A Origem do Mundo, O Jumento

Para terminar o Carnaval..., Maria João Pires no Jugular

Liberdade de expressão criativa, Pedro Alves no País Relativo

O mundo pequenino, Henrique Burnay no 31 da Armada

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Twittar o debate na AR via Twitter é twittadamente porreiro, é uma twittação, lêem-se twittadas twittadamente interessantes....afinal há malta muito activa lá no hemiciclo!

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