Sábado, 31 de Janeiro de 2009
4 comentários

 

Tags: , ,
1 comentário

Miguel Brito deixou, por ora, o cargo de vereador na Câmara Municipal de Braga. Decidiu proceder à divulgação pública do património que possuía no momento em que foi eleito, pela primeira vez, vereador na autarquia bracarense, e dos bens patrimoniais de que é proprietário na hora de abandonar o cargo de vereador.


«É importante que quem desempenha cargos públicos não divulgue apenas o seu património no momento em que assume as funções para que é eleito. Por uma questão de transparência, deve também revelar-se os bens que se possui no momento de deixar essas funções, para que os eleitores possam fazer a sua avaliação»

1 comentário

Tags: , ,
comentar

A LER

 

Tags: ,
2 comentários

Correio dos leitores - Rudolfo de Castro Pimenta

 

Numa altura de crise económica como a que vivemos falar em investimento ou reequipamento das Forças Armadas (FA) será para muitos, impensável e para outros tantos até escandaloso. Certo será que a opinião pública não será favorável.
Poder-se-ia pensar que tal juízo de valor por parte do poder político e da sociedade seria razoável, na medida em que a afectação de recursos que são por natureza escassos, deverá ter em conta primordialmente necessidades de cariz social e económico. Não discuto essa posição porém relembro que nem nos memoráveis tempos de “vacas gordas”, as FA, constituíram uma prioridade para ninguém.
As Forças Armadas Portuguesas terão de enfrentar o seu maior desafio, talvez desde a fundação do País. Uma luta pela própria existência numa Nação que não lhes reconhece o seu legado histórico de garante em primeira instância, da própria nacionalidade e independência, posteriormente do império a par com a administração civil e mercantil e por último do seu papel na estabilização política do século passado e da própria democratização e evolução para um Estado de Direito. Apesar de tudo isto agora questiona-se a sua necessidade e propósito.
Numa época como aquela em que vivemos em que o relativismo impera e tudo é posto em causa, não é de estranhar que a Instituição Militar não fuja à regra. Acresce ainda a este facto, um anátema alimentado ao longo de quase quarenta anos pelas elites políticas e culturais pós--25 de Abril contra as FA. Nem os antigos combatentes escapam à depreciação das tarefas por si desempenhadas em virtude da mudança de paradigmas políticos e circunstancialismos históricos.
Esta visão das coisas reflecte não só a ingratidão própria da memória curta, como também a desadequação com o panorama político internacional. Com o fim da Segunda Grande Guerra e da posterior Guerra Fria, criou-se na Europa e sobretudo em Portugal a noção da falta de ameaças externas que justificassem inclusivamente a existência de FA. Esta ideia não pode estar mais deslocada da realidade, na medida em que com o fim do equilíbrio de forças e o surgimento dos Estados Unidos da América como a única super-potência, houve um aumento exponencial de conflitos regionais, de disputas por recursos naturais, pirataria e genocídios. O desmembramento da Jugoslávia, o separatismo kosovar, a instabilidade do Cáucaso, as dezenas de disputas de fronteiras pelo mundo fora, as perseguições étnicas no Quénia e no Ruanda ou a pirataria no corno de África e no estreito de Malaca são alguns exemplos. Com os atentados de 11 de Setembro, deu-se o recrudescimento da violência perpetrada por associações terroristas com alcance global, empregando novos meios de terror. A segurança dos cidadãos e dos Estados está tão ameaçada no presente como esteve no passado. A natureza e forma da ameaça é que se alterou e terá ganho diferentes dimensões.
Só por ingenuidade e ignorância se pode olvidar que a democracia só prospera em segurança, e que se necessário for, os direitos, liberdades e garantias são as primeiras baixas, levadas ao altar sacrificial pelas próprias massas, de forma a atingir esse objectivo. E essa segurança só pode ser garantida pelas FA, devidamente preparadas, equipadas, motivadas e adaptadas aos novos cenários de conflito e às circunstâncias vigentes e futuras.
Tags:
comentar

Política Nacional, Caso Freeport:

Paulo FerreiraVá para fora, cá dentro;

Daniel ReisUltimatum;

Miguel AbrantesPoderes (o)cultos;

Fernanda Câncioroga-se: leiam a carta;

Rui Pena PiresPopulismo judicialista;

Tiago Barbosa RibeiroFantasmas;

Eduardo PittaA Carta e Ficção e Realidade;

 

Post do dia:

Paulo PedrosoPacheco Pereira merece bengaladas;

 

Com a actualidade exclusivamente dominada pelo Caso Freeport deixo hoje nove textos sobre este tema. São visões muitos diferentes da maioria do que tenho lido mas que, por algum motivo, individualmente prenderam a minha atenção.

 

Como post do dia destaco o de Paulo Pedroso, em especial na medida em que transporta a sua experiência pessoal para o caso que tem dominado em exclusivo a actualidade. É impossível ficar-lhe indiferente.

Tags:
comentar

"Eu liguei-lhe e disse 'oh Zezito', realmente existe este absurdo, porque é assim que a família o chama (...). Se se provar que o PSD está por detrás deste processo pela primeira vez deixo de votar PSD", Júlio Monteiro, em entrevista à TVI.

 

Nº 3 - Júlio Monteiro

Tags:
5 comentários

José Sócrates gamou? Um ministro que recebe luvas para tomar uma decisão, o que faz é gamar. Gamou? Se o fez: 1) Ele é um canalha (que é o que é um ministro que gama); 2) ele é parvo (quem gama, não se candidata meses depois a lugar tão exposto como a chefia do Governo); e 3) ele tem uma daquelas deficiências cerebrais, tipo Vale e Azevedo, com cara de não passa nada, quando se passa muito e grave. Sócrates é tudo isso - se gamou. Se! Ora para a pergunta trivial - culpado ou inocente? - eu só posso responder: não sei. Sobre os factos não sei nada, só posso ser testemunha abonatória de José Sócrates: ele é o melhor primeiro--ministro que já tive. Mas isso é irrelevante. Por isso, já que a suspeita foi instalada, só posso afirmar a minha dúvida: não sei. Mas já sei, tenho até absoluta certeza, que há quem queira instrumentalizar essa minha dúvida. Enquanto esteve com a polícia e magistrados ingleses, a investigação foi o que devia ser, silenciosa. Desde que chegou a Portugal, há dez dias, foi um ver se te avias de informações às pinguinhas. Sou do meio, sei do que falo: investigação jornalística, o tanas. Milho atirado. - Ferreira Fernandes, DN

 

Pois...e já agora:


Pacheco Pereira condescende que o processo Freeport teve início com uma conspiração:

Veio a provar-se em tribunal que esta “campanhazinha negra”, discutida nos “encontros da Aroeira”, teve início com uma carta anónima elaborada por Zeferino Boal, candidato do CDS à presidência da Câmara de Alcochete e distinto representante do CDS no STAPE.
Foi com base nessa “denúncia anónima” que a Polícia Judiciária se pôs a investigar e enviou, em 2005, para as autoridades inglesas uma carta rogatória, cuja resposta chegou agora (segundo se diz no comunicado da PGR):

    Os alegados factos que a Polícia inglesa utiliza para colocar sob investigação cidadãos portugueses são aqueles que lhe foram transmitidos em 2005 com base numa denúncia anónima, numa fase embrionária da investigação, contendo hipóteses que até hoje não foi possível confirmar, pelo que não há suspeitas fundadas.”

A gritaria a que se assiste tem, portanto, por base uma “denúncia anónima”, com origem na maquinação congeminada nas vésperas das eleições legislativas em que Santana Lopes e Paulo Portas sofreram uma pesada derrota.
Ora é precisamente essa “denúncia anónima”, que esteve na base da “campanhazinha negra”, que agora serve a Pacheco (e a outros muchachos) para lançar e alimentar a campanha negra em curso.
Quando se esperaria que Pacheco Pereira denunciasse este remake da “campanhazinha negra”, o filósofo da Marmeleira opta por rosnar às canelas da vítima. Quando se esperaria que a direcção do PSD apontasse o dedo àqueles que, no seu seio, designadamente no grupo parlamentar, colaboraram nesta moscambilha, assiste-se a um silêncio cúmplice com os Karl Roves de trazer por casa.

PS — Há um pormenor desactualizado no comunicado da PGR: foi identificado em tribunal o autor da denúncia, pelo que, em rigor, já não se pode falar em denúncia anónima. Ela teve um rosto e propósitos precisos.

Tags:
1 comentário

 

 

Tags:
1 comentário

 O Partido Republicano escolheu hoje o seu primeiro presidente negro, dez dias depois da tomada de posse do primeiro Presidente negro dos Estados Unidos, Barack Obama. É Michael Steele, antigo governador de Maryland, que promete reconstruir o partido depois de uma vaga de derrotadas devastadoras

Tags:
1 comentário

Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
3 comentários

Enquanto líder da maioria parlamentar, cabe antes de mais ao Primeiro-Ministro fazer a avaliação das condições políticas de que dispõe para governar. Ontem, o País ficou a saber que a avaliação que José Sócrates faz dessas condições não foi alterada nem pela implicação de familiares seus no caso Freeport, nem pela inclusão do seu nome na qualidade de suspeito numa carta rogatória dirigida à Procuradoria-Geral da República pela justiça inglesa.

 

Penso que ao manter-se no seu cargo, José Sócrates não prestou um bom serviço nem ao seu partido, nem ao seu País. E faço esta apreciação presumindo, de boa fé, a sua inocência. Simplesmente considero que Portugal não se pode dar ao luxo de ter um Governo diminuído na sua capacidade - como este já está - no preciso momento em que mais precisa de um Governo capaz de enfrentar a crise com energia e imaginação. Quanto ao Partido Socialista,  teria certamente vantagem em se apresentar a eleições com uma nova liderança sob a qual não pesem quaisquer suspeitas de corrupção, e porventura mais capaz de fazer acordos pós-eleitorais à esquerda.

comentar

Seguindo o comentário do Rui Paulo a este post, devo confessar que estou, de facto, "quase cabalmente esclarecido". E fiquei assim depois de ler este documento, seguindo a dica do Rui Castro.

 

Tags:
5 comentários

Estamos todos mais esclarecidos do porquê de tantas e incisivas defesas do "chefe".

Recebam a doutrina e multiplicai-a!

 

Alô, S. Bento ... quer dizer ... Alô, Largo do Rato, aqui no Câmara eles cumpriram a missão!

Não convenceram, mas cumpriram!

 

Tags: ,
2 comentários

O que é que Armando Jorge Carneiro, Miguel Almeida, Santana Lopes, José Torrão, Bello Dias, as viaturas do Concelho de Ministros, a PJ de Setúbal e a Aroeira têm a ver com o "caso" Freeport? .

Nota: olhares Estrangeiros

The Independent” apresentou a 27 de Janeiro, um “primeiro-ministro português [que] promete defender a sua honra”. E acrescenta que “o escândalo reemerge na pior altura para Sócrates, pois irá disputar eleições no próximo Outono e quando o país defronta uma crise económica e financeira” .

Tags:
comentar

Embora ninguém tenha tido coragem de o dizer esta manhã, está claro que o Ministro Jaime Silva se tornou o maior aliado de Teixeira dos Santos, no combate ao défice. Ponto final.

 Mas do debate desta manhã, entristeceu-me a pouca qualidade e profundidade das intervenções. Ouvimos muito trocadilho, muitas acusações, mas pouca, muito pouca, substância. Sendo um debate sectorial, esperava-se muito menos demagogia e mais rigor. A oposição perdeu a oportunidade de provar que sabe quais as necessidades do sector, o sector não fica esclarecido sobre as posições do Ministro e o Ministro não sabe como explicar que não pode gastar os fundos porque tem de compensar o défice da economia portuguesa. 

Mesmo assim, ficam as 5 perguntas que eu teria feito a Jaime Silva:

 
1. Sr Ministro, tem alguma data prevista para definitivamente rever a rectificação dos montantes do histórico, pedidos desde 2003 pelos agricultores?

2. Sr. Ministro, como justifica que um agricultor português fique privado de entregar uma candidatura passados 25 dias sobre o prazo fixado e, por seu lado, o Estado português possa estar há 4 anos sem pagar as ajudas atribuídas? Refiro-em concretamente a medidas agro-ambientais e indemnizações compensatórias.

3. Sr. Ministro, pode dar-nos conta do ponto em que estão as acções em tribunal contra o Ministério da Agricultura português, interpostas no âmbito do cancelamento de candidaturas iniciais ao Plano de Desenvolvimento Rural 2000/2006 ?

4. Sr. Ministro, as medidas de lixiviação são ou não uma prioridade deste governo em detrimento das ajudas agro-ambientais? 

5. Sr. Ministro como comenta as declarações de Michael Mann, porta-voz da comissária europeia para a Agricultura, que reconheceu que “os atrasos na entrega de verbas do "pedido único de 2007" aos agricultores, acontecem porque o Governo português não fez o controlo das explorações agrícolas a tempo para que os pagamentos fossem feitos”. sr. Ministro pode hoje aqui afirmar que o Estado portugues faz os controlos "in loco" antes das colheitas serem feitas?

Tags:
4 comentários

“(…) o PSD também nunca pactuará com meros aproveitamentos político partidários
que pretendam pôr em causa, na praça pública, a honorabilidade das
pessoas, (…)”

 

João Pedro Saldanha Serra Líder do PSD na Assembleia Municipal de Lisboa
17 de Outubro de 2006

 

Perante alguns posts neste blog, que se limitam a dar eco a uma campanha orquestrada de indisfarçável ódio e falta de cultura democrática, contra José Sócrates, nada como relembrar as palavras ditas no passado por quem tem responsabilidades na estrutura laranja em Lisboa.

 

Para meditar…
 

Tags: , ,
2 comentários

Entidades culturais e partidos juntam-se em coro de protestos contra ministro da Cultura

 

Mas não só a oposição se levanta nas críticas à gestão da cultura no último ano. O poeta e deputado socialista Manuel Alegre lamentou que o Ministério da Cultura (MC) continue a ter "uma dotação orçamental baixíssima", que se traduz, entre outros aspectos, "num grande desprezo pelo património".
"Não sou conta o mecenato, mas é uma responsabilidade fundamental do Estado recuperar e salvaguardar o património nacional, que é a pegada histórica de um povo", salientou.
Escusando-se a comentar a performance do ministro José António Pinto Ribeiro, o escritor preferiu centrar a sua avaliação nas prioridades do Governo para a área da cultura.
"A cultura não tem sido prioridade do Governo, daí os baixíssimos orçamentos", conclui Manuel Alegre, alertando para a degradação de alguns dos sectores mais importantes deste sector, como o património arquitectónico e os museus.
Lastimou os casos que têm vindo a público de degradação de património, como o Convento de Cristo, em Tomar, o Mosteiro da Batalha e a Sé Velha de Coimbra.
"Não percebo como o Estado tem tantos milhões para salvar um banco e não salva o património nacional do país. Parece que o património material está hoje acima do património histórico".

Tags:
1 comentário

Este ano, os três ramos das Forças Armadas têm mais de três mil empregos para oferecer, segundo o Correio da Manhã. Só o Exército dispõe de cerca de 1.500 vagas para a categoria de praças, em regime de contrato por um período mínimo de dois anos e máximo de seis, ou de voluntariado, que vigora apenas por 12 meses.

Tags:
comentar

Fim de conversa para Portugal e Espanha e para os sonhadores lusitanos, dizem que por culpa duns Brownies e duns copos de Gin que Blatter tomou...ou terá sido Vodka?

 

Tags:
1 comentário

Fica a sugestão para visita a um porto livre. E neste porto, de entre vários posts, aconselha-se atenção redobrada à série "Conversas com o meu tio".

comentar

Sobre esta notícia que o Filipe já aqui levemente abordou, aconselho a visita e leitura ao Diplomata.

 

8 comentários

Alguém me pode ajudar a perceber porque o Primeiro Ministro tem direito ao bom nome e a ser inocente até prova em contrário e Santana Lopes e ex-veradores não têm o mesmo direito?

 

Já sei, justiça kafkiana, desculpem, socialista.

Tags:
1 comentário

Manifesto de juízes alega que funcionários do Ministério da Justiça têm acesso a processos desde que a digitalização entrou em vigor.

Um grupo de juízes acusa o Ministério da Justiça de estar a violar o segredo de justiça com o Citius- programa que transforma processos em forma digital e que permite a prática de actos judiciais também em via digital.
 

Custa-me a crer, mas...

Tags:
1 comentário

Há pouco mais de um ano, o ministro Rui Pereira prometeu não encerrar esquadras da PSP nem postos da GNR. Na quarta-feira fecha a esquadra do Rego, totalizando duas em apenas seis meses. Sindicato propõe transferência de agentes para instalações militares desactivadas na Avenida de Berna.

Em apenas seis meses fecham duas esquadras da PSP em Lisboa, apesar de o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, ter garantido, há cerca de um ano, que "não havia encerramentos" de esquadras da PSP nem de postos da GNR. No terreno, a situação é classificada como grave, tendo em conta a proximidade geográfica dessas duas instalações policiais que desaparecem e deixam a freguesia de Nossa Senhora de Fátima (15 mil habitantes) sem esquadra. Fonte policial alertou o DN que nessa área se incluem "três bairros problemáticos".
 

Tags:
1 comentário

Israel, terminada que foi a fase que entendeu necessária para travar a loucura do fascista Hamas, que em três anos enviou para território israelita 9000 rockets, declarou, como lhe competia, um cessar fogo unilateral e anunciou a sua retirada da Faixa de Gaza.
 
Trata-se de um significativo gesto de autoridade moral face aos autoritarismos que predominam, infelizmente, por entre os países islâmicos. Trata-se ainda do resultado positivo da intervenção egípcia que anula os intuitos fanáticos de um Islão esse sim o verdadeiro derrotado desta guerra, pois o seu silencio durante todo este tempo, (para além de algumas atoardas “petrolíferas”), foi o comprovativo da sua impotência.
 
Infelizmente, alguma Esquerda alimentou durante todo este tempo de combates uma falsificação histórica e um moralismo sem moral.
 
Inclusivamente em Portugal.
 
O essencial é que este combate foi um combate antifascista, pois o Hamas é uma organização fascista e deve ser entendida enquanto tal.
 
Uma força politica que se utiliza de um conjunto de conceitos religiosos para os apresentar de forma fanática e com tal estabelecer um programa politico que entre outros assume a erradicação de um Estado, Israel, a anulação da Mulher enquanto Cidadã, a transformação da Educação em instrumento de propaganda religiosa e politico militar, a mentira sem vergonha que se prova com a destruição, pelas armas, da OLP, (quando no seu “programa” a apresenta enquanto irmãos mais velhos ao lado dos quais se perfilarão),  a demonstração do total desprezo pela vida havendo dirigentes desse grupo fascista que enviam os próprios filhos para a morte, como bombas humanas, que nome pode ter?
 
Só conheço um – fascistas.
 
Ora, já o escrevi, não danço com fascistas.
 
É lamentável que alguma Esquerda continue a confundir a OLP, organização que assume o laicismo do Estado, que organizou eleições para a governação da Palestina, com este seita fascista e se ponha ao lado dela.
 
O argumento da invasão militar não colhe, lamento. 3 anos a suportar a arrogância, os ataques com bombas humanas e com  rockets são inaceitáveis e justificam a necessidade de se responder à violência com a necessária violência.
 
Também não colhe o argumento do grau exagerado do ataque de Israel.
 
O que é um grau adequado? Até onde vai a definição de um grau adequado de resposta? Aos 9000 rockets enviar 9000 rockets? A n bombistas humanos enviar n bombistas humanos de retaliação? Mas é aceitável enviar bombistas humanos? Pode-se lidar com quem entende aceitável enganar-se as pessoas com 50 virgens no Céu para os enviar como bombas humanas suicidas? É aceitável lidar-se com uma organização que tem como dirigente um Pai que manda um Filho para essa tarefa?
 
Porque não foi ele?
 
O argumento da morte de crianças, de mulheres de velhos e de civis, pode colher quando estas populações são na verdade o escudo imoral da guerra que se teme fazer?
 
O que se espera?
 
Uma guerra sem mortos?
 
Hitler não implicou, para ser eliminado, uma guerra, com mortos?
 
Mussolini idem?
 
O Hamas não é o povo palestiniano.
 
É uma força fascista que se utiliza de um discurso populista para destruir que odeia.
 
E quem odeia o Hamas?
 
Entre outros, a OLP o prova, a Esquerda secularista. 

J. Justino

 

Agradeço ao J. Justino a autorização para publicação deste texto aqui na Câmara.

Tags:
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
2 comentários

 A discussão azedou a propósito de Gaza e o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, acabou mesmo por deixar o palco da cimeira de Davos em protesto – não sem antes dizer ao seu interlocutor israelita, o Presidente Shimon Peres: “vocês estão a matar pessoas”.

 

Sobre este assunto:

 

  • Se os israelitas estão a matar pessoas, nas palavras de Erdogan, então como decrever os actos turcos relativamente à minoria curda que resiste pela força das armas, tanto na Turquia, como até em território iraquiano?
  • Esta discussão irá afectar a aliança "de facto" entre as duas maiores potências militares da região?
  • Se sim, quais as consequências de uma quebra das relações entre as duas maiores democracias da região?
  • Se as relações não melhorarem como ficam as conversações entre Israel e a Síria, até agora feitas através da Turquia?

Mais dúvidas que certezas numa região onde o bom-senso não impera.

Tags: , ,
comentar

 O governador democrata do Illinois, Rod Blagojevich, foi considerado culpado no âmbito do processo de destituição movido pelo Senado daquele estado e imediatamente exonerado do cargo depois da votação unânime dos legisladores no sentido do seu afastamento.

2 comentários

Afinal amanha o Serious Fraud Office vai fazer uma declaração sobre este "caso", porreiro pá!

Será que Durão Barroso vai lançar um comunicado a explicar porque deu o aval ao Projecto Freeport após tomar posse?

Será que ainda hoje o Presidente da República irá atestar a honorabilidade de José Sócrates como atestou a de Dias Loureiro ou é um privilégio reservado a clientes do BPN?

Tags: ,
comentar

Serra conquista apoio de Alckmin e une o PSD B de São Paulo, mas seu maior desafio para 2010 ainda é convencer Aécio Neves e a maioria do partido a desistir de prévias

 

Com Alckmin fora da corrida, depois da derrota nas presidenciais com Lula, em 2006, e na Câmara de São Paulo, em 2008, o caminho para José Serra ser o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto está mais aberto. Porém, no campo tucano também há quem queira suceder a Lula: Aécio Neves, Governador de Minas Gerais.

Não havendo entendimento entre Serra e Aécio, tudo indica que haverá primárias no partido para escolher o candidato e Serra pode ter o seu rumo comprometido. No entanto, há outro problema, o conflito deixar marcas e haver uma cisão, com a possível assunção presidencial de Aécio pelo PMDB, caso não leve a melhor no PSDB.

Para seguir. (Publicado no Palavra Aberta)

Tags:
Pesquisar
 
Contactos
camaradecomuns@sapo.pt

Editorial

Visitantes online

Comentários Recentes
Para mim casamento deve ser entre um homem e uma m...
Caro RFCom a modéstia com que foi escrito, podes t...
N sei q espirito deus aspirou pr a Africa. este co...
Mocambique està mais que tudo isto, sinto d...
e há cartas que nunca chegam.
Aguem colocou esta carta excelente na página de PP...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Τambém gosto de brincar aos pobrezinhos.NUNCA MAIS...
Everdade este pais precisa de um bom governador k ...
Casino EstorilA falta de escrúpulos veio para fic...
Tags

todas as tags

Links

Esquerda

5 dias
A barbearia do senhor Luís (Luís Novaes Tito)
A Busca pela Sabedoria (Micael Sousa)
A Forma e o Conteúdo (José Ferreira Marques)
A Forma Justa (Tiago Tibúrcio)
A Linha-Clube de Reflexão Política
A Nossa Candeia (Ana Paula Fitas)
Absorto (Eduardo Graça)
Activismo de Sofá (João R. Vasconcelos)
Adeus Lenine
Arrastão
Aspirina B
Banco Corrido (Paulo Pedroso)
Bicho Carpinteiro
Câmara Corporativa
Câmara de Comuns
Cantigueiro
Causa Nossa
Cortex Frontal
Defender o Quadrado (Sofia Loureiro dos Santos)
Der Terrorist (José Simões)
Entre as brumas da memória (Joana Lopes)
Esquerda Republicana
Hoje há conquilhas (Tomás Vasques)
Irmão Lúcia (Pedro Vieira)
Jovem Socialista
Jugular
Ladrões de Bicicletas
Les Canards libertaîres
Léxico Familiar (Pedro Adão e Silva)
Loja de Ideias
Luminária
Machina Speculatrix (Porfírio Silva)
Maia Actual
Mãos Visíveis
Mário Ruivo
Metapolítica (Tiago Barbosa Ribeiro)
Minoria Relativa
O Grande Zoo (Rui Namorado)
O Jumento
O Povo é Sereno
Raiz Política
Rui Tavares
Spectrum
Vias de facto
Vou ali e já venho (André Costa)
Vozes de Burros

Direita

31 da Armada
4R – Quarta República
A Arte da Fuga
A Douta Ignorância
A Origem das Espécies (Francisco José Viegas)
Abrupto (José Pacheco Pereira)
Albergue Espanhol
Alunos do Liberalismo
Blasfémias
Causa Monárquica (Rui Monteiro)
Clube das Repúblicas Mortas (Henrique Raposo)
Corta-fitas
Delito de Opinião
Era uma vez na América
Estado Sentido
Geração Rasca
Herdeiro de Aécio
Macroscópio
Menino Rabino (Marco Moreira)
Mercado de Limões (Tiago Tavares)
Minoria Ruidosa (Miguel Vaz)
O Cachimbo de Magritte
O Diplomata (Alexandre Guerra)
O Insurgente
Ordem Natural (Rui Botelho Rodrigues)
Palavrossavrvs Rex (Joaquim Carlos Santos)
Portugal Contemporâneo
Portugal dos Pequeninos
Psicolaranja
República do Caústico (João Maria Condeixa)
Rua da Judiaria
Suction with Valcheck
União de Facto

Outros

A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
A Cidade Deprimente
A Cidade Supreendente
A Terceira Noite
Clube dos Pensadores (Joaquim Jorge)
De Rerum Natura
É tudo gente morta
Horas Extraordinárias (Maria do Rosário Pedreira)
Notas ao Café
O Diplomata
Arquivo

Abril 2015

Dezembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Março 2013

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Janeiro 2008