Terça-feira, 30 de Setembro de 2008
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Apesar de uma conferência de imprensa muito pouco esclarecedora, muito boa gente assume, convenientemente, que a questão da habitação camarária da senhora vereadora está esclarecida e arrumada.
Para além da questão ética, nomeadamente o pagamento de uma renda mensal de 146 € usufruindo de uma reforma de 3.350 €, ficam por esclarecer os contornos e critérios da atribuição da referida habitação.
Percebo perfeitamente que a senhora se mantenha no cargo, tendo a “confiança pessoal e política” do presidente da autarquia. São opções.
Gostaria apenas de relembrar que por menos já outras cabeças rolaram.

Ou pelo menos assim alguns o pediram...
 

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O princípio do “óptimo de Pareto” , excelente a acompanhar qualquer refeição blogosférica

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Cerca de mil de pessoas foram detidas por violar a "lei seca" no Equador, em vigor desde sexta-feira passada, que proíbe o consumo e venda de bebidas alcoólicas por causa do referendo constitucional que acontece hoje (28.09)

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Em resposta aos comentários a este post:

 

Para infelicidade dos meus colegas de blogue, não tenho parecenças nenhumas com a Joana Amaral Dias. Não tenho físicas - eles bem gostariam - e muito menos terei políticas.

 

Só julgo que nesta situação, como em tantas outras, não podem existir instituições que se sintam inimputáveis, tal é a dimensão atingida.

 

Uma bancarrota real, embora não desejável, pode até ser mais justa. Vejamos de forma fria e pragmática:

 

O banco vai à falência. Quem tem acções da instituição chora sobre o assunto. Quem lá tem dinheiro a render pode ou não ficar a arder, dependendo da justiça e dos activos da instituição. Dão-se um enésimo de desempregos, as empresas que dependem directa ou indirectamente desses bancos levam parte do impacto, surge uma tempestade económica, mas recorrem a outros e devagar dão a volta por cima.

 

Neste cenário em que o Estado se atravessa e o banco fale, quem tem acções da instituição chora para, depois de nacionalizado, ir pedir batatinhas ao Estado. Quem lá tem o dinheiro a render não fica para já a arder, pois o Estado, com o dinheiro dos contribuintes, paga aos contribuintes. Mesmo que soe a uma parcial devolução.

Mas neste cenário há mais  uma agravante: quem não arriscou naquele banco paga, enquanto contribuinte, da mesma forma os erros cometidos por outros, espalhando-se o mal pelas aldeias!

Entretanto a economia ressente-se, dão-se na mesma um enésimo de desempregos, pois o Estado, mesmo com dinheiro que não é seu, não consegue suportar tudo e todos. As empresas que dependiam dos bancos levam parte do impacto, vêem os seus créditos congelados tal como no cenário anterior, param e sentem-se no dever de ir pedir satisfações ao Estado.

O Estado fale tal como o Banco!

 

Eu, prefiro a segunda fotografia. E os comentadores apologistas das nacionalizações? 

 

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O primeiro-ministro português, José Sócrates, perante a ameaça de uma crise internacional, garantiu hoje "que as poupanças dos portugueses estão garantidas".

 

As perdas de investidores espanhóis que detinham aplicações financeiras no falido Lehman Borthers podem atingir mais de três mil milhões de euros, segundo estimativas de um grupo de lesados, que já anunciou medidas legais contra o banco de investimentos norte-americano


Bélgica, Holanda e Luxemburgo vão investir 11,2 bilhões de euros (US$ 16,3 bilhões) no Fortis, uma das maiores instituições financeiras da Bélgica e Holanda. A nacionalização parcial do banco foi anunciada ontem à noite em Bruxelas por Yves Leterme, primeiro ministro belga.


Na Alemanha receia-se que o Hypo Real, a segunda maior empresa de crédito imobiliário, acabe por falir. É por esta razão que o governo federal alemão e alguns bancos privados vão injectar 35 mil milhões de euros como garantia

 

Estas garantias saíram do bolso dos cidadãos destes nossos parceiros europeus. A nós, quanto nos vai custar?

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Imagens dum gestor de um hedge fund que sobrevive à crise dos mercados financeiros

 

Imagens dum gestor de outro hedge fund que se afundou...

Imagens que se assemelham à situação dos mercados financeiros, estão numa curva perigosa!

 

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O vereador dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes, opina que "nem pensar" em Ana Sara Brito se demitir, justificando que "foi uma coisa entre a vereadora e o engenheiro Abecassis, com um contrato de arrendamento, com critérios da altura".

 

Ai se fosse no tempo de Carmona Rodrigues...

 

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A maioria das praças europeias segue a valorizar hoje....alguém está a apostar numa descida da taxa de referencia do BCE?

O combate pela alma do mercado continua...e a democracia sobrevive!

Uma coisa é de facto curiosa, mesmo numa fase tão imprevisível, volátil e insegura do actual ciclo económico todos insistem em ter razão!

Os liberais?

Previram esta crise, avisaram, ninguém quis ouvir, a culpa é socialista e social democrata.

Mas não foi devido a uma clara tendência liberal nas politicas monetárias e nas entidades de regulação que esta crise se tornou sequer "possível"?

Socialistas ou Sociais Democratas?

O que se está a passar é clara e nitidamente culpa dos liberais e das suas teorias, dos especuladores, da falta de regulação e de fiscalização.

Mas não foram socialistas e sociais democratas, enquanto governo em vários países europeus, a "ajudar a construir" e a "alimentar" este pseudo-monstro-diabólico liberal?

Eu julgo que nenhum destes "clãs" tem o exclusivo da razão, julgo que o segredo do sucesso na politica (especialmente na área da Economia e Finanças e definindo sucesso pelos resultados na qualidade de vida dos eleitores) reside mais em equilíbrio e bom senso, na análise e decisão, coragem e determinação, na implementação, do que em ideologias a brincarem "às economias" investindo o futuro dos cidadãos e hipotecando o bem estar da sociedade.

Por exemplo,têm a certeza absoluta que o short-selling é mesmo assim tão mau?

Por outro lado, alguma vez seria possível, no mundo real com trabalhadores reais, com políticos reais e empresários reais, ter um mercado em concorrência absolutamente perfeita?

 

Adenda: Imagens dos efeitos provocados pela ansiedade causada pela crise de confiança (e liquidez) nos mercados financeiros - aqui, aqui , aqui, aqui.

 

 

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Segundo o Jornal de Negócios, Portugal não aproveitou 36,565 milhões de euros dos apoios da Comissão Europeia (CE) a que teve direito em 2005.
 
Porém os números são bem diferentes. Segundo dados da Comissão Europeia, na realidade, Portugal utilizou 1 257,5 milhões de euros (...), o que significa que não foram utilizados 282,2 milhões de euros.
 
Não foram utilizados 280 milhões de euros? "Peanuts", diríamos nós.
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As razões dizem-se manifestamente outras: se no caso de Vasco Gonçalves era uma loucura ideológica - por mera delicadeza, não lhe chamei só loucura - hoje aquilo a que assistimos nas nacionalizações bancárias que visam aguentar a economia dependentes dos gigantes é uma louca e desesperada fuga para a frente!

 

Que privados comprem outros bancos ou se fundam, parece-me muito bem: sempre existiu quem conseguisse aproveitar oportunidades únicas em alturas de crise.

 

Quando tal não é possível e a única salvação que muitos vêem, é uma bóia que já de si flutua pouco, então fico assustado! Principalmente porque o meu dinheiro e o dinheiro daqueles que não colocaram um chavo nessas entidades bancárias privadas, tem agora a franca possibilidade de seguir "down the drain" juntamente com o resto! 

 

É que, quando um gigante economicamente fragilizado resolve absorver, via nacionalizações, 7 gigantes financeiramente derrotados, isso só o irá corroer por dentro!

 

Mesmo que existam loucos capazes de achar que "o que não mata, engorda"! 

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Carlos,

 

A Vereadora Ana Sara Brito não fez mais do que a sua obrigação enquanto eleita!
Portanto, o facto de ter dado a cara numa conferência de imprensa não é criticável, como não é facto para elogio. Até se poderia criticar a demora de alguns dias em responder a algo tão simples.

Podes ter muita coisa para criticar nos mandatos anteriores (e aqui leia-se os do PSD, pois nos das maiorias PS - PCP tu só vês coisas maravilhosas), mas se há algo que não podes criticar é ter havido silêncios por parte dos anteriores responsáveis.

E era o que mais faltava este Executivo ter algo para esconder!
Mas sabes o que é grave? É que este Executivo tem pouco para mostrar!

Mas no fundo tudo se resume a escrutínio!
E as diferenças são enormes!

No escrutínio político tudo está diferente. No mandato anterior havia várias forças políticas sempre a refilar a cada dedo que mexia. Infelizmente a actual vereação do PSD não faz o seu trabalho. E agora resta o PCP depois dos silêncios dourados de Sá Fernandes e Helena Roseta, adquiridos com mestria por António Costa.

 

No escrutínio público, nomeadamente aquele que é feito através dos órgãos de comunicação social, também tudo está diferente. Já se passaram situações graves neste mandato, como por exemplo a falha do pelouro da Educação em concorrer ao QREN, que em tempos (não muito) passados dariam bem mais noticias.

 

Resta-nos saber o que dirá o último escrutínio, o das eleições. Falta menos de um ano e parece não haver dúvidas que haverá uma disputa bem interessante em Lisboa.
Dirão uns que é pelas personalidades que assumirão esse combate. Eu digo que é pelo facto de, no dia a dia, os Lisboetas conseguirem comparar o que existiu e o que existe.
 

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Numa concreta posição de rigor e transparência, a Vereadora Ana Sara Brito convocou ontem uma conferência de imprensa para desmistificar a sua situação pessoal, uma vez que nunca beneficiou de qualquer favor da Câmara Municipal de Lisboa, conforme algumas notícias editadas nos últimos dias indiciavam.

Disse o que tinha a dizer, respondeu o que tinha de responder, olhos nos olhos com os jornalistas.

Como a própria disse, podia ter escrito uma carta, na qual poderia apresentar as razões para se desfazer os equívocos. Mas a Vereadora da Habitação preferiu dar a cara e responder pessoal e directamente.

O momento acabou por servir para conhecer melhor o que esta gestão municipal tem feito em termos de atribuição de fogos, assumindo o actual Executivo uma postura muito concreta e transparente, pois baseia-se em critérios bem definidos.

Também aqui esta gestão municipal prima pelo rigor.

E que diferença de atitude e responsabilidade para com a cidade e com os munícipes tem esta Câmara.

Há bem pouco tempo, qualquer pessoa se recorda com facilidade, surgiam escândalos relacionados com a Câmara de Lisboa e o silêncio era o tom usado.

Hoje, perante a dúvida e a suspeita, assume-se o esclarecimento e transparência. Afinal, este Executivo nada tem a esconder. 

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Depois de verificarem o erro que cometeram, com o chumbo do pacote econónimo Bush, tanto Democratas como Republicanos procuram, cada um, desculpar-se da pior forma.

Quinta-feira, após os feriados de hoje e amanhã, o plano económico, que volta a ser submetido a votação, deve, finalmente, ser aprovado.

Entretanto, num claro tiro na própria campanha, a equipa de McCain acusa Obama de ter provocado este chumbo. O que dirá, então, o staff do Senador do Arizona aos 66% dos congressistas Republicanos que votaram contra?

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A sensivelmente um mês da eleição do Presidente norte-americano, salvo um erro de palmatória ou um terramoto político, que não se prevê, até porque é difícil acontecer algo mais complexo e que faça esquecer o actual maremoto económico, Obama deverá suceder a Bush.

Afinal, quanto mais a crise económica aumenta, mais Obama tem probabilidade de triunfar. As sondagens isso indicam. Em Estados decisivos, como Michigan e Pensilvânia, o candidato Democrata vai conquistando mais apoios. E, não menos relevante, McCain não tem um plano para a actual crise.

Depois de 4 de Novembro, os índices de confiança (na nova Administração) devem começar a despontar nas duas margens do Atlântico norte. O que é desejável e pode ser benéfico!

O resto, depois, depende da equipa do Senador do Illinois e das suas propostas e respostas.

Os primeiros meses serão essenciais para lidar e ultrapassar uma situação bastante árdua.

Estará Obama à altura da missão? Mais do que Bush deve estar. Mas isso só não chega.

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A Filipa Martins, do Corta-Fitas e ex-mandatária para a juventude da candidatura de Passos Coelho ao PSD, lançou um livro de nome "Elogio do Passeio Público", editado pela Guimarães Editores, que recentemente chegou às livrarias.

Para quem pensa que esta jornalista da SIC, jornalista fundadora da TVnet e que passou também pelo Diário de Notícias, apenas tem jeito para o jornalismo e para a política, bem que se engana.

Seria corriqueiro lembrar o prémio revelação da Associação Portuguesa de Escritores, atribuído à Filipa, por causa deste "Elogio do Passeio Público". Seria ainda mais corriqueiro, lembrar que em 2004 já havia ganho o prémio Jovens Criadores do Clube Português de Artes e Ideias, na categoria de literatura, com o original "Esteira" já publicado pela editora 101 Noites. Por isso, convém falarmos do livro por si só.

Ainda o estou a acabar, mas do que já consegui ler, escuso-me a comentar muito mais do que isto: uma sátira fenomenal do Estado Novo e uma escrita jovem e absolutamente deliciosa. Aconselho vivamente a sua leitura e resta-me deixar os parabéns ao Paulo Teixeira Pinto pelo excelente relançamento da Guimarães e à Filipa pela genialidade da sua escrita.

Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008
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Olá.

 

Começo hoje aqui a minha participação no Câmara de Comuns. Temo que será pouca. Apesar de gostar da blogosfera e ir acompanhando com regularidade o mundo bloguítico, sei que sou pouco participativo no que toca a teclar no PC, para ir dizendo algumas tontices.

 

Feita a declaração inicial, quanto às eventuais (poucas) expectativas que esta minha participação enquanto colaborador do câmara possa causar, cumpre-me cumprimentar os meus parceiros de opinião, em especial o João Gomes (amigo de longa data).

 

Quanto à actualidade: o meu Sporting perdeu com o Benfica. Não vi o jogo, mas o resultado certamente foi injusto;

 

Segunda nota: o capitalismo está em crise. A isto somado as mais estapafúrdias explicações dos neoliberais do costume, perconizo uma profunda revisão do sistema económico vigente. Aguardo com expectativa os desenvolvimentos por parte da social-democracia, em particular europeia e da Internacional Socialista, que teima em se auto-extinguir do debate político-ideológico mundial. 

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Com a colaboração de quatro colegas de diferentes países e de diferentes grupos políticos promovi, no passado dia 16 em Bruxelas, uma conferência intitulada "A Europa e o Terrorismo, ameaças e respostas" que contou com a presença de duas das personalidades mais importantes da União Europeia e da NATO na luta anti-terrorista; respectivamente Gilles de Kerchove, coordenador da União Europeia para a luta contra o terrorismo e Guy Roberts, Adjunto do Secretário-Geral da NATO para a política sobre Armas de Destruição Maciça e da política nuclear. Tivemos ainda connosco o Professor Yonah Alexander, director do Centro inter universitário para estudos sobre o terrorismo de Washington D.C. e a colaboração da B'nai B'rith International.

 

A perspectiva da NATO parece-me assentar em quatro bases e nenhuma delas me parece sólida. A primeira é a de que a luta anti-terrorista não pode ser limitada a um quadro jurídico. Trata-se da mesma doutrina americana que levou a retirar da alçada da justiça a luta contra o terrorismo e que acabou com listas de organizações terroristas e Guantanamo. Não só não respeita o Estado de Direito como também não é eficaz na luta contra o mesmo.

 

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No poder ou na oposição, a palavra mais empregue nestes tempos, pelos principais partidos, é: mudança.

Coincidências? Não. Goste-se ou não, queira-se ou não, os tempos estão mesmo a mudar e só quem não perceber as mudanças que ocorrem nestes dias, não percebe o porquê do emprego amiúde do termo: mudança.

Resta, então, distinguir que planos (para empregar o termo dos Tories) de mudança cada um tem e apresenta.

Só por cá, não temos o maior partido da oposição a pedir mudança. Muito provavelmente porque nada tem para apresentar, como nada ainda apresentou, nem para mudar.

Assim, percebe-se melhor a sua 'cotação' nas sondagens.

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Apesar da situação económica e social do país estar longe de ser risonha e de faltar, em princípio, mais de um ano para as eleições nacionais, o ano político recomeçou com um inconfundível cheiro a novo Governo socialista e com o novo descalabro social-democrata.
 
Enquanto Manuel Alegre se aproxima do Governo, Helena Roseta aproxima-se da Câmara Municipal de Lisboa e as várias sensibilidades socialistas parecem reencontrar na "Respublica" a forma ideal de se entenderem.

 

Domingo, 28 de Setembro de 2008
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Há qualquer coisa a propósito desta crise financeira que me faz ter orgulho em sempre ter sido de esquerda.

 

Parece que o liberalismo selvagem, a globalização desregulada e essa mentirola sobre o mercado livre (que mercado existe, de facto, com concorrência perfeita?) começam agora a ruir e a dar lugar a considerações sobre o interesse público e o bem comum.

 

A direita cede ideologicamente aos princípios da intervenção estatal e ao mérito do Estado-Providência e a esquerda envergonha-se do desvio neo-liberal que sofreu nos últimos quinze anos. Mas ainda o faz demasiado timidamente, dado o enraízamento que essas ideologias tomaram no seu património político.

 

É hora de assumir a intervenção social e económica do Estado como o garante da qualidade de vida dos cidadãos e da sua protecção contra a intervenção danosa dos interesses meramente privados que não tenham preocupações de responsabilidade social.

 

Muito negativo seria ver que os lucros são reserva de alguns e os prejuízos são para todos pagarmos. 

 

Adenda: A Câmara dos Representantes chumbou o plano para o salvamento do sector bancário norte-americano, por 228 votos contra e apenas 205 a favor. A maior oposição surgiu da bancada republicana, onde metade dos representantes votaram contra a iniciativa da Administração Bush. O resultado fez mergulhar o Dow Jones, principal índice de Wall Street, mais de 400 pontos

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Projecção do número de lugares no Parlamento.

Será que se renovará a coligação entre SPÖ e ÖVP para viabilizar o próximo Governo?

Talvez a saída provável.

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O resultado da extrema-direita austríaca supera todas as expectativas.

FPÖ e BZÖ, juntos, chegam a receber quase 30% dos votos.  

Os grandes partidos, SPÖ e ÖVP averbam quedas pesadas.

Para continuar a acompanhar o resultado da eleição austríaca e, em especial, o desfecho, isto é, quem constituirá o próximo Governo

 

Pode consultar aqui resultados mais detalhados.

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Depois do comício de Guimarães muito foi dito sobre a inspiração do novo slogan do PS.

Provavelmente 95% das opiniões visavam uma inspiração na Obamania. Eu "divaguei" e apontei para uma inspiração, em termos de conceito, para a recente campanha angolana.

 

O Expresso veio repor a verdade na sua edição de ontem. Nem Obama, nem MPLA!

E estava tudo tão perto. Nem foi preciso uma clonagem, foi um "copy - paste" directo! Com a devida tradução.

 

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UM 'ERCGATE' LUSITANO

Sábado, 27 de Setembro de 2008
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                           Morreu o actor norte-americano Paulo Newman aos 83 anos

 

Desaparece uma das grandes e incontornáveis referências da 7ª Arte.

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Ontem optei por ficar a assistir a um espectáculo que se previa animado e esclarecedor. Animado não foi. Esclarecedor apenas quanto ao facto de que nenhum dos candidatos tem um projecto sólido para salvar a economia americana. Vencedores não houve. Perdedores podemos ser, em 4 semanas, todos nós...

 

 

 

Em forma de resumo, Obama mostrou ter uma visão mais clara e completa dos momentos económicos, enquanto que Mccain tem uma visão mais informada sobre os EUA no mundo. Não houve vencedor claro, o que em princípio beneficia Obama, que partia com uma ligeira vantagem. As próximas quatro semanas vão obrigar os candidatos a comprometerem-se

com as suas posições e aí sim, poderemos começar a ter algumas certezas. Mas o cerne da questão é que são os dois fundamentalmente muito fracos. Para quem critica os nossos políticos, e com razão, devia ter assistido.

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O debate de ontem foi algo aborrecido e de acordo com muitos "especialistas" este terminou empatado, não me parece...

Penso que os americanos, que acompanharam com grande atenção este primeiro debate, puderam assistir a um Obama "mais presidente" e muito autoconfiante procurando sempre, especialmente nos minutos dedicados à discussão entre os dois candidatos, o contacto visual com McCain que manteve sempre uma postura artificial e sempre olhando para a frente....parecia ter receio de olhar para Obama, de discutir directamente com este.

De facto isto pode ser interpretado como um sinal de constrangimento ou insegurança ou, menos provável, algum desdém, por parte dos eleitores norte-americanos.

De qualquer forma, julgo que Obama marcou pontos....

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"não chega uma equipa de salamaleques e pessoas profissionalizadas no cocktail"

O Governo "bateu no fundo e está na sua pior fase, nunca o PSD desceu tão baixo".
Mesmo quando o "primeiro-ministro se encontrava no auge da presidência europeia, e o PSD estava acima dos 30 por cento".|

 

Seria estranho que LFMenezes viesse defender publicamente a minha opinião após eu a publicar em post, como não acredito que ele tenha essa deferência pela minha pessoa só posso concluir que o PPD/PSD é o partido mais partido que alguma vez se partiu em Portugal...

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Está quase a chegar a várias cidades do país a "9ª festa do cinema francês". Em Lisboa o S. Jorge, a Cinemateca e o Instituto Franco-Português exibem vários filmes de 2 a 12 de Outubro. As cidades de Coimbra, Almada, Porto e Faro também estão incluídas no programa.

Um destaque para o "Les femmes de l'ombre" de Jean Paule Salomé, que se estreia no S. Jorge nos dias 2 e 4 de Outubro. A segunda guerra mundial, a resistência antinazi e a coragem de cinco mulheres em película. Imperdível.

Como nem só de cinema vive o cinema, para além das 36 longas-metragens, que serão exibidas pela primeira vez em Portugal, há ainda concertos, espectáculos e outras actividades. Um hino à cultural francófona, na época da imperial ditadura anglo-saxónica.

Alguém está interessado em ir ao S. Jorge ver a Sophie Marceau?

  

Trailler do filme

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