Falta uma semana para o mais do que certo casamento do ano, o matrimónio de William e Kate.
Razão de ânimo para as casas reais europeias, que se encontrarão em Londres, e de entusiasmo das revistas cor de rosa, de todo o mundo, com mais umas tiragens, quer na semana que se avizinha, com os preparativos, quer na semana após a boda, com as fotos dos Príncipes, darão conta de todos os factos.
Todavia, este casamento valerá muito mais do que a troca de alianças, pois pode representar o refrescar do regime britânico. Muito mais do que Carlos (não é certo que suba ao trono), William deverá ser o Rei que pode renovar e impulsionar a monarquia.
Dentro de poucos anos, quando Elizabeth II, que ontem fez 85 anos, passar o testemunho, um Príncipe, recém casado e no qual milhões de britânicos vêem como o sucessor, natural e genético, da inesquecível e adorada Diana, pode devolver o orgulho um pouco desvanecido à coroa, bem como prepará-la e adapta-la à globalização.
Por agora, só os festejos da boda, mas o jovem que vai casar pode retomar a chama da vela que se apagou. Em breve voltará a soar o God save the King.





